Uma guerreira a favor da inclusão

A escritora Cláudia Werneck é reconhecida mundialmente Foto/ Divulgação

4/2/2012 – 21:49h

Cláudia Werneck, autora de “Sonhos do Dia”, editora WMA, também é jornalista, palestrante e escritora com mais de 200 mil livros sobre inclusão, discriminação e diversidade vendidos no Brasil e exterior, além de 12 títulos publicados para crianças e adultos em português, inglês e espanhol, segundo dados divulgados pela editora.
Ela teve uma atuação pioneira na disseminação do conceito de sociedade inclusiva no Brasil e nos demais países da América Latina desde 1992. É autora de diversos capítulos de livros publicados em parceria com universidades, institutos, organizações da sociedade civil e governos.
No ano de 2000, tornou-se a primeira escritora brasileira a ter livros recomendados simultaneamente por Unesco e Unicef, reconhecimento tornado público por meio de uma logomarca especialmente criada e publicada na capa de seus livros. Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1980) tem pós-graduação em Comunicação e Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz (1998).
Empreendedora social, integra desde o ano de 2003 as duas mais conhecidas redes de empreendedorismo social do mundo, a da Ashoka Empreendedores Sociais (Estados Unidos) e a da Fundação Avina (Suíça), que reúnem lideranças internacionais com vocação e experiência na criação de ideias inovadoras para influência em políticas públicas.
Os ideais de Cláudia Werneck promoveram muitas campanhas em favor dos deficientes e são reconhecidos em várias partes do mundo. Ela é constantemente convidada para fazer palestras, participar de eventos, receber prêmios, dar consultoria, entre outros, dentro e fora do Brasil.
No Brasil, já atuou como consultora de importantes instituições, inclusive, da Rede Globo, na concepção de roteiros, cenas e falas de diversos programas e novelas que envolviam o tema inclusão de pessoas com deficiência. Juntamente com Alberto Arguelhes, fundou a WVA Editora, a primeira editora especializada em inclusão no Brasil e pioneira da edição de livros acessíveis. Suas obras foram premiadas ou indicadas pelo Ministério da Cultura e Ministério da Educação.
Enquanto atuou como jornalista, Cláudia foi chefe de reportagem da revista “Pais & Filhos”, da Bloch Editores; debatedora do programa “Sem Censura”, na TV Educativa e escreveu para as revistas “Crescer” (editora O Globo), “Desfile”, “Manchete”, “Manchete Saúde”, “Mulher de Hoje”, “Carinho” e “Carinho Romance” (Bloch Editores); “Jornal da Família” e “Caderno de Turismo”, do jornal O Globo.