Estandes para o Salão do Livro

16/5/2013 – 20:51h

De 9 a 18 de agosto de 2013 será realizado em Belo Horizonte o 2° Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG com a promoção da Câmara Mineira do Livro e apoio institucional da Câmara Brasileira do Livro e Sindicato Nacional dos Editores de Livros.

A feira já está com 80%dos espaços vendidos e novos interessados em comprar estande devem fazer contato com a Minasplan pelo telefone 31 3371-3377 ou pelo e-mail falcao@minasplan.com.br

Durante dez dias, cerca de 100 mil pessoas serão atraídas por uma vasta programação cultural e estandes das editoras, distribuidoras, livrarias e similares, que apresentarão seus lançamentos e demais títulos.

Minas possui o maior índice de leitura entre os estados brasileiros e um dos principais objetivos do evento é reunir crianças, adolescentes, profissionais e toda a cadeia produtiva do livro infanto-juvenil, transformando Beagá em um centro de discussões e negócios sobre esse importante tema.

Marque na sua agenda

15/5/2013 – 19:05

1 -Biblioteca pública de artes visuais

A partir de 18 de maio, a Biblioteca 104 passa a ser a primeira biblioteca pública de Belo Horizonte com acervo especializado em artes visuais. A biblioteca será instalada no espaço cultural CentoeQuatro e contará com um acervo especializado de livros, períodicos e catálogos disponibilizados gratuitamente para artistas, estudantes, pesquisadores e visitantes. Além de estar em pleno centro da cidade (Praça da Estação), local de fácil acesso, a biblioteca ainda atende ao público de todas as idades. As consultas deverão ser feitas no local, pois não será permitido o empréstimo das publicações.

O Edifício 104 foi inaugurado em 1908 e lá funcionou a sede da Companhia Industrial Belo Horizonte (CIBH), considerada a primeira grande indústria da capital mineira. Posteriormente, foi sendo ocupado por outras companhias têxteis, sendo a mais recente a Loja 104 Tecidos. Algum tempo depois, foi tombado e tornou-se patrimônio de Belo Horizonte. Em 2009, foi transformado num espaço multicultural e, assim, surgiu o Edifício CentroeQuatro adaptado para ocupação e produção artística.

2- Adiamento Kids Festival

Os promotores do Kids Festival informam o adiamento do evento, que seria realizado no Expominas, neste domingo, dia 19 de maio, a partir das 9h. O festival foi remarcado para o dia 7 de julho, no mesmo local. A nova data se dá em função da readequação da estrutura do evento, a fim de proporcionar ao público mais espaço para a diversão, bem como segurança e conforto.  Aos que adquiriram os ingressos, há duas opções: guardá-los até a nova data ou ter o valor ressarcido na Central dos Eventos (Rua Fernandes Tourinho, 470, Savassi).

3- Histórias de fim de semana

Sábado, dia 18, às 15h, Beatriz Myrrha conta a história de “Benjamim, o menino feliz”, do escritor Rogério Fernandes, que a Uni Duni Editora está lançando. O evento é aberto ao público na FNAC, do BH Shopping.

No domingo, dia 19, às 11:00h, Beatriz Myrrha volta ao Museu das Minas e do Metal de Beagá, para apresentar o espetáculo “Obrigada pela parte que me conta”, ou seja, ela vai ter muitas histórias para contar e canções para cantar para as crianças. Entrada franca.

Os melhores do ano

14/5/2013 – 19:53h

A Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil está divulgando os ganhadores do Prêmio FNLIJ 2013, que é um reconhecimento nacional da qualidade da produção literária de 2012. Abaixo, publicamos os títulos premiados, que agora se tornaram uma referência no momento de alguém comprar ou selecionar um livro infantil ou juvenil.

“Visita à baleia”, de Paulo Venturelli, venceu o prêmio FNLIJ como melhor livro para criança e Hors Concours como melhor ilustração

Livro infantil:

Visita à baleia, de Paulo Venturelli, ilustrado por Nelson Cruz, Editora Positivo

Livro para jovem:

Aquela água toda, de João Anzanello Carrascoza, ilustrado por Leya Mira Brander, Editora Cosac Naify

Livro imagem:

O jornal, ilustrado por Patrícia Auerbach, Editora Brinque Book

Informativo:

Labirintos: parques nacionais, de Nurit Bensusan, ilustrado por Guazzelli, Editora Peirópolis

Informativo:

Bibliotecas do mundo, de Daniela Chindler, ilustrações de Mariana Massarani, Bruna Assis Brasil, Andrés Sandoval, Elma, Mario Bag, Juliana Bollini e Ciça Fittipaldi, Editora Casa da Palavra

Poesia:

Diário da montanha, de Roseana Murray, Editora Manati

Livro Brinquedo:

Kokeshis, ilustrado por Corinne Demuynck, Editora Salamandra

Teatro:

Viva o Zé Pereira, de Karen Acioly, Editora Rocco

Teórico:

Traço e prosa: entrevistas com ilustradores de livros infantojuvenis, de Odilon Moraes, Rona Hanning e Maurício Paraguassu, Editora Cosac Naify

Reconto:

Simbá, o marujo, de Stela Barbieri, ilustrado por Fernando Vilela, Editora Cosac Naify

Literatura em Língua Portuguesa:

A bicicleta que tinha bigodes: estórias sem luz elétrica, de Ondjaki, Editora Pallas

Tradução/Adaptação Criança:

O gato e o diabo, de James Joyce, tradução Lygia Bojunga, ilustração de Lélis, Editora Cosac Naify

Tradução/Adaptação Informativo:

O muro: crescendo atrás da Cortina de Ferro, texto e ilustração de Peter Sis, tradução de Érico Assis, Editora Companhia das Letrinhas

Tradução/Adaptação Jovem:

Os olhos do cão siberiano, de Antonio Santa Ana, tradução de Antonieta Cunha, ilustração de Rubem Filho, Editora Dimensão

Tradução/Adaptação Reconto:

Coleção: A sagrada folha da bananeira: conto de esperteza do folclore indonésio; Mangas e bananas: conto de esperteza do folclore indonésio, de Nathan Kumar Scott, tradução de Sérgio Marinho, ilustração de T. Balaji, Edições SM

Escritor (a) Revelação:

Curupira pirapora, de Tatiana Salem Levy, ilustrado por Vera Tavares, Editora Tinta da China

Ilustrador (a) Revelação:

Aquela água toda, de João Anzanello Carrascoza, ilustrado por Leya Mira Brander, Editora Cosac Naify

Melhor Ilustração (Hors Concours):

Visita à baleia, de Paulo Venturelli, ilustrado por Nelson Cruz, Editora Positivo

Melhor Ilustração:

Tom, texto e ilustração de André Neves, Editora Projeto

Melhor Projeto Editorial:

Contos maravilhosos infantis e domésticos: 1812-1815, de Jacob e Wilhelm Grimm, tradução de Christine Röhrig e ilustração de J. Borges, Editora Cosac Naify

A formação de mediadores da leitura

A venezuelana María Beatriz Medina vem a Belo Horizonte, esta semana, para falar sobre sua experiência com literatura infantil – Foto: Divulgação/Internet

13/5/2013 – 19:37h

A Fundação Municipal de Cultura, por meio da Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte, recebe nesta quinta-feira, dia 16, às 18h, a venezuelana María Beatriz Medina, uma das mais importantes pesquisadoras da área de formação de leitores. María realiza uma palestra sobre a formação de mediadores da leitura. As inscrições para a palestra são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone 3277-8658 ou no portal bhfazcultura.pbh.gov.br.

A palestra abrange aspectos relacionados a diversos profissionais que em suas atividades buscam aproximar livros e pessoas. A partir de questionamentos que abordam a importância de se promover a leitura, María Beatriz Medina demonstra que a formação de leitores é uma prática que desenvolve seres autônomos e críticos, além de envolver uma sólida articulação de distintas esferas da vida social.

María Beatriz Medina é formada em letras, pesquisadora na área de literatura infantil, professora e consultora em projetos internacionais para a formação de leitores. É diretora do Banco del Libro, presidente da filial venezuelana do IBBY (International Board on Books for Young People) e membro do Conselho de Sinergia, uma rede de associações da sociedade civil venezuelana.

O preço do livro

11/5/2013 – 0:19h

“O efeito do menor preço e de ações de estímulo à leitura _ como a realização de feiras de livros em todo o país e a compra e distribuição de obras didáticas, paradidáticas e literárias a alunos das redes públicas _ também se evidencia nos números do mercado”.

Artigo de Karine Pansa

Entre 2011 e 2010, o preço médio do livro no Brasil recuou 6,11% nas vendas das editoras ao mercado. No acumulado entre 2004, quando as editoras tiveram isenção do PIS/Cofins, e 2011, a queda foi de 21,8%. Descontada a inflação, significa decréscimo real de 44,9%. Os números constam da pesquisa anual Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro, realizada pela conceituada Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Eles mostram que o mercado editorial, por meio da redução dos preços, dentre outras numerosas ações que vêm sendo empreendidas, está avançando na meta prioritária de ampliar o hábito de leitura.

Pesquisa Datafolha realizada em agosto de 2012 na Bienal Internacional do Livro de São Paulo corrobora a tendência de crescimento na procura por livros, inclusive por consumidores de classes de renda menor: aumentou o número de adultos (43% em 2012, contra 38% em 2010) que visitaram o evento pela primeira vez. Cresceu, ainda, a proporção dos frequentadores da classe C, indo de 14% para 19%. Ainda segundo o Datafolha, os visitantes, que foram 750 mil na Bienal do Livro de 2012, compraram mais: 82% dos frequentadores, ante 80% em 2010, adquiriram livros no evento. A média cresceu de cinco para seis títulos por pessoa.

O efeito do menor preço e de ações de estímulo à leitura _ como a própria Bienal de São Paulo, a realização de feiras de livros em todo o país e a compra e distribuição de obras didáticas, paradidáticas e literárias a alunos das redes públicas – também se evidencia nos números do mercado.

A última edição da pesquisa Fipe mostra que as editoras brasileiras comercializaram aproximadamente 469,5 milhões de livros em 2011, estabelecendo um novo recorde de vendas para o setor. O número é 7,2% superior ao registrado em 2010, quando cerca de 438 milhões de exemplares foram vendidos. Do ponto de vista do faturamento, o resultado também foi positivo: atingiu a casa dos R$ 4,837 bilhões _um crescimento de 7,36% sobre o ano anterior, o que, se descontada a inflação de 6,5% pelo IPCA do período, corresponde a um aumento real de 0,81%.

Esse baixo aumento real do faturamento mostra que as editoras estão trabalhando com pequenas margens, visando prioritariamente manter os preços cada vez mais acessíveis para os brasileiros. Não se pode esquecer, ainda, que seus custos _ muito além do PIS/Cofins e da isenção tributária para os livros _ também sofrem os efeitos de todos os demais ônus que recaem sobre a produção no Brasil: os encargos sociais/trabalhistas, os juros para investimentos, o preço alto da distribuição num país de imenso território com infraestrutura de transportes e logística deficientes e outras despesas ao longo da cadeia produtiva.

São visíveis os avanços no sentido de reduzir o preço do livro e promover a sua democratização. Há, porém, muito a fazer em várias frentes, incluindo o sistema de ensino, as famílias, as entidades de classe do setor editorial e o poder público, em especial por meio de uma efetiva reforma tributária e de medidas positivas como o Vale-Cultura. Se todos fizerem sua parte, o livro passará a ser um direito inerente à cidadania brasileira.

Karine Pansa – sócia-diretora da Girassol Brasil Edições e presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL)

Notícias do setor

7/5/2013 – 19:38h

Desafios do livro digital

Hoje, dia 8, às 14:00h, na Câmara dos Deputados, em Brasília, acontece o  seminário sobre os desafios do livro digital no Brasil. Participam do evento: do evento José Castilho Marques Neto, do PNLL; Renato Lessa, da Biblioteca Nacional; Karine Pansa, da CBL, Sergio Herz, da Livraria Cultura; Alex Szapiro, da Amazon Brasil.

“Queremos fazer um debate  bem fundamentado com intuito de colher sugestões para meu parecer ao Projeto de Lei nº 4534/12, que altera a Lei nº 10.753, de 30 de outubro de 2003, que institui a Política Nacional do Livro”, disse em nota a deputada Fátima Bezerra, relatora na Comissão de Cultura da Câmara e uma das organizadoras do seminário.

O encontro de duas lideranças

Karine Pansa, a presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), entidade representativa de todo o mercado editorial, esteve no Rio de Janeiro ontem para um encontro com o novo presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Renato Lessa.

Durante a reunião foram discutidos assuntos relativos à nova gestão da FBN, o papel da CBL e a participação na Feira do Livro de Frankfurt 2013, maior evento do gênero no mundo, no qual o Brasil será o país tema. A expectativa para o evento é muito positiva: o Brasil será representado por 70 de nossos melhores escritores. O conjunto das obras expressa a grande pluralidade e diversidade literário-cultural do País. O evento representa um passo importante para a internacionalização de nossos livros, aumento da venda de direitos autorais e promoção de nossa cultura e literatura pois Frankfurt será uma cidade brasileira em outubro.

“Creio que o Brasil esteja no caminho certo no sentido de ampliar o hábito de leitura com medidas eficazes, como o Vale Cultura, iniciativa importante do Ministério da Cultura. Como entidade representativa do mercado editorial, a CBL é muito empenhada nessa meta, realizando a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o Prêmio Jabuti e apoiando a realização de feiras de livros em todo o País, contribuindo para que os livros cheguem a um número cada vez maior de brasileiros”, declarou a presidente da CBL.

Devoradores de Livros

Vamos incentivar o hábito de leitura para os nossos pequenos. Pensando em unir o desejo por tecnologia das nossas crianças e o desejo dos pais por desenvolver o gosto pela leitura, apresentamos foi lançado o site Devoradores de Livros em http://www.devoradoresdelivros.com.br/. Neste espaço, após ler um livro bem bacana, a criança pode responder a um jogo de perguntas e respostas sobre o livrinho que ela leu e ganhar pontos e moedinhas. Ainda melhor: estas moedinhas podem ser trocadas por mascotes virtuais e seus acessórios.

Pequenos leitores

6/5/2013 – 19:02h

O que se temia não aconteceu. O mundo da criança não foi dominado por jogos eletrônicos e os tablets não substituíram os livros de papel. Sim, os pequenos continuam a admirar histórias e desenhos impressos em páginas coloridas e o mercado editorial de literatura infantil nunca esteve tão em alta como na última década.

Uma pesquisa da Associação Nacional de Livrarias (ANL), feita entre julho e outubro de 2012, mostra isso. Nas 716 livrarias consultadas, a literatura infantil está presente em 74% dos estabelecimentos, perdendo apenas para o setor de religiosos (76%). “Os jogos eletrônicos e o computador têm de ser encarados como novos suportes, novas possibilidades para a vida do livro infantil. Não podem ser tratados como inimigos. Aí, tem de prevalecer a criatividade, a inventividade do autor”, diz o escritor e repórter especial do O Povo, Demitri Túlio, autor de livros infantis como Detestinha – o Bicho Que Detesta Ler e O Ovo Mudo.

Para além das livrarias, a boa fase do mercado editorial do livro infantil fica ainda mais claro, quando se avalia o investimento do Governo Federal no setor. Escritores apontam os projetos de incentivo à leitura e o aporte financeiro para a aquisição e distribuição de títulos infantis, através de editais, como responsáveis pela grande movimentação do mercado de literatura infantil. “A olhos vistos, a gente percebe que os projetos de incentivo à leitura têm feito efeito. Hoje, os adultos têm tido muito mais acesso aos livros através das crianças”, analisa o escritor e ilustrador Roger Mello, vencedor do Prêmio Jabuti nas categorias literatura infanto-juvenil e ilustração com Meninos do Mangue, em 2010.

Dados da Câmara Brasileira de Livros (CBL) evidenciam o papel do governo nesse boom mercadológico. Segundo estudo de 2011(o do ano passado ainda não está consolidado), naquele ano, o mercado teve um faturamento total de quase 4,9 bilhões de reais. Destes, quase 1,4 bilhão foi oriundo de vendas feitas ao governo, o que aponta um aumento de 21,20% na comparação com 2010. Já o número de exemplares vendidos para o governo no mesmo período cresceu 13,70%, enquanto o crescimento global do mercado ficou em 9,77%.

Para a escritora cearense Socorro Acioli, autora de títulos distribuídos nacionalmente, ao mesmo tempo em que faz crescer o setor, os incentivos governamentais trazem consigo questões preocupantes. “Em termos de quantidade, o mercado está bem, mas em qualidade… Claro que surgiram autores bons, mas também começou a surgir muita gente oportunista, como tem em outras linguagens. Tem um grupo fazendo um trabalho novo e um grupão fazendo porque está na moda, dá dinheiro”, destaca. “O Brasil, por ter um volume imenso de produção, lança autores e ilustradores de trabalho experimental que busca a criança, mas também se faz muita coisa descartável em nome de um público consumidor e se cria uma coisa pra ninguém”, reforça Roger Mello.

A ilustradora e escritora carioca Mariana Massarani destaca também a necessidade que as editoras criaram em lançar livros infantis que ganhem editais públicos. “Todo mundo quer fazer livro pra vender pro Governo. Muita gente faz por prazer, mas muitas editoras ficam engessadas”, assinala. Segundo ela, o vislumbre desse mercado criou outra questão delicada que é a necessidade das editoras de adequarem o conteúdo às expectativas do poder público, o que acaba criando uma literatura infantil pautada no didatismo, restrita ao texto educativo e moralizante.

Regina Ribeiro, editora das Edições Demócrito Rocha, concorda e aponta esse como um problema nacional. “É a parte mais complexa hoje pra todo mundo, tanto para as grandes quanto pequenas editoras”, sublinha. “Um livro de literatura infantil precisa ter uma linguagem literária. É aquela linguagem que permite ao leitor criar, imaginar e não aquela linguagem didática que o aluno tem que aprender alguma coisa. O menino tem que aprender a imaginar, distrair, e não a ficar num mundo limitado, circunscrito. O que eu tento fazer aqui é isso”, completa.

Fonte: Jornal O Povo

Bom programa em BH

A foto mostra Inno Sorsy e um grupo de contadores de histórias / Internet

5/5/2013 – 21:55h

Encerram-se hoje, dia 6, as inscrições para uma oficina de contação de histórias com a narradora africana Inno Sorsy.

Quem é profissional ou quem deseja se preparar para atuar como contador de histórias vai ter uma grande oportunidade de conhecer a experiência de Inno Sorsy, inclusive, de realizar “coaching” com a artista.

Os detalhes sobre a oficina e os procedimentos para a inscrição estão no folheto que publicamos abaixo.

Festa na Biblioteca Rocambole

3/5/2013 – 20:03h

Histórias escritas por Ilan Brenman, Ruth Rocha, Alexandre Brito, Alexandre Bertsot, Romero Brito e Patrícia Engel Secco serão narradas este mês para as crianças na biblioteca do Museu Imperial, no Rio.

Um dos espaços da Biblioteca Rocambole instalada no Museu Imperial

Este mês, a Biblioteca Infantil Rocambole do Museu Imperial de Petrópolis, Região Serrana do Rio, vai oferecer atividades educativas em comemoração ao Dia do Trabalho, ao Dia das Mães, ao Dia da Abolição da Escravatura, ao Dia Internacional dos Museus e ao Dia do Artista Plástico. As atividades são gratuitas e destinadas a grupos escolares. A programação terá início com a celebração do Dia das Mães, nos dias 7 e 8, a partir das 14h30. Nas datas, haverá contação do livro “Mãenhê”, de Ilan Brenman, seguida de exploração do acervo da biblioteca.

No dia 9 de maio será lembrada a Abolição da Escravatura, que ocorreu em 13 de maio de 1888. A atividade, que começa às 14h30, incluirá contação do livro “O Amigo do Rei”, de Ruth Rocha, e oficina criativa com base na temática da história. A obra narra a história do escravo Matias, que fica amigo de Ioiô, seu patrão. Os dois brincavam e brigavam, indiferentes a qualquer lei, sem saber que, um dia, um deles seria rei.

O Dia Internacional dos Museus (18 de maio) será comemorado nos dias 14, 15 e 16, dentro da Semana Nacional de Museus. Em 14 e 15 de maio, às 14h30, haverá contação do livro “Museu Desmiolado”, de Alexandre Brito, que apresenta os museus através de brincadeiras com o sentido das palavras e das imagens. Em seguida, as crianças poderão conhecer o acervo da biblioteca.

Já no dia 16, às 14h30, a Rocambole receberá o escritor Alexandre Bersot para uma tarde de contação de história, autógrafos e bate-papo. O livro do autor a ser explorado será “Imagine uma menina com cabelos de Brasil…”. Uma divertida paródia da globalização, a obra apresenta Aparecida, uma garotinha com baixa autoestima, descontente com seus cabelos e que se sente deslocada na escola; as coisas só começam a mudar quando ela se une às suas duas únicas amigas para enfrentar as provocações das outras meninas.

Nos dias 21 e 22 de maio, a contação do livro “Agora eu era”, de Arthur Nestrovski, irá comemorar o Dia Mundial do Trabalho. Com início às 14h30, a leitura será seguida de exploração do acervo. A partir da brincadeira “agora eu era”, na qual as crianças fazem de conta que são os mais diferentes personagens, o autor conta como seria a vida se fosse um explorador do Polo Norte, um médico, um empresário, um pianista, um surfista, uma pintora ou um engenheiro, entre outros.

A homenagem ao Dia do Artista Plástico será no dia 23, às 14h30. Será oferecida contação do livro “Onde está o urso da amizade?”, de Romero Britto, seguida de oficina criativa inspirada na obra do artista.

As últimas atividades acontecem nos dias 28 e 29 de maio, às 14h30, celebrando novamente o Dia Internacional dos Museus. Nas datas, acontece contação do livro “Aventuras da Memória”, de Patrícia Engel Secco, seguida de acesso livre ao acervo da Rocambole. O livro apresenta o Museu da Memória e mostra que um museu, antes de tudo, é um lugar onde o passado e o presente se unem para tecer a nossa história, a história da nossa família, da nossa cidade, do nosso povo e de toda a humanidade.

Todas as atividades são gratuitas e destinadas a grupos escolares previamente agendados junto ao setor de Educação do Museu Imperial. Os agendamentos podem ser feitos através do telefone (24) 2245-7735, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 12h30 às 17h30. A Biblioteca Rocambole funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 12h, para leitura espontânea, consultas e empréstimos. Na parte da tarde, o espaço abre para as atividades escolares agendadas. Seu acervo é composto por mais de 500 títulos, entre os quais livros, revistas, gibis, dicionários, atlas, DVDs e jogos.

A programação mensal de atividades da Biblioteca Rocambole e outras informações relativas ao seu funcionamento e acervo podem ser acessadas no Blog da Biblioteca: http://bibliotecarocambole.blogspot.com.

Fonte: Portal G1

Lançamentos de livros infantis

2/5/2013 – 18:29h

Esta semana, no dia 4, em Porto Alegre, a Editora Projeto promove o lançamento do mais recente livro de Leo Cunha, “Piolho na Rapunzel e outros bichos em verso” ilustrado por Joãocaré.  De 9 às 12hs, no auditório da Escola Projeto, o autor mineiro participa de um encontro voltado para os professores, ao lado de outro autor, o gaúcho Celso Gutfreind, que também lança um novo livro com selo da Editora Projeto: “O boto do arroto”. A tarde de autógrafos será a partir das 15:30h, na Livraria Saraiva do Moinhos Shopping.

Também no dia 4, às 16:00h, na Livraria Saraiva do Shopping Rio Sul, a editora mineira RHJ promove o lançamento de mais um livro infantil, “Em busca da floresta azul”, de Maria Cláudia Siqueira Garcia, ilustrado por Mirella Spinelli. Os temas da história envolvem meio ambiente e sustentabilidade, aventura e amizade para tratar do derretimento das geleiras do Polo Sul e o drama vivido por seus habitantes. Os pinguins Frederico e Penélope e o albatroz Albano, vítimas derretimento das calotas polares, resolvem viajar para o Brasil em busca de um novo habitat. Nas peripécias da viagem, os personagens têm a companhia de Beto, um menino que convida o leitor a vivenciar de perto o descaso do homem pela natureza.