Inscrições de projetos de cultura

30/12/2013 – 21:30h

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura, já abriu as inscrições para projetos culturais que visam obter benefícios da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

A apresentação do projeto, bem como todos os documentos exigidos pelo edital, devem ser entregues pessoalmente ou por Sedex na sede da FMC (Rua da Bahia, 888, Centro – Sala 204), de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h. As inscrições ficam abertas até o dia 31 de janeiro de 2014. O edital LMIC 2013 foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM) – www.pbh.gov.br/dom e está disponível no site da Fundação Municipal de Cultura (www.pbh.gov.br/cultura) e no site de programação (www.bhfazcultura.pbh.gov.br/edital2013).

Os projetos podem ser inscritos em duas modalidades: Incentivo Fiscal (IF), no qual a Prefeitura pratica a renúncia fiscal em favor de projetos de caráter artístico-cultural que visem à exibição, utilização e/ou circulação pública de bens culturais na cidade; e Fundo de Projetos Culturais (FPC), mecanismo por meio do qual o Município de Belo Horizonte viabiliza diretamente projetos culturais sem fins lucrativos. Para cumprir sua vocação de democratizar o acesso e contemplar o máximo de pessoas interessadas, o edital prevê que cada empreendedor poderá inscrever, no máximo, 2 projetos.

Todos os projetos devem apresentar uma proposta de contrapartida sociocultural, ação a ser desenvolvida pelos seus realizadores como forma de retorno ao apoio financeiro recebido. A proposta deve estar relacionada à descentralização cultural e/ou à universalização e democratização do acesso a bens culturais, e seus custos não podem estar incluídos no orçamento do projeto.

Avaliação

Após as inscrições, os projetos passarão por duas etapas de seleção. Primeiramente será feita uma análise documental, de responsabilidade da Divisão de Gestão da LMIC, sobre a conformidade dos projetos quanto aos documentos exigidos no edital. Em seguida, os projetos habilitados passam pela etapa de avaliação, de competência da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura, que tem como finalidade selecionar os projetos culturais a serem contemplados, bem como aprovar e definir os recursos a eles destinados.

Os projetos serão avaliados com base nos critérios de consistência, exequibilidade, impacto cultural e efeito multiplicador. A pontuação dos critérios de avaliação estão explicitados no edital. Neste ano a acessibilidade das pessoas com necessidades especiais se tornou um critério de avaliação dos projetos culturais. A Comissão Municipal de Incentivo à Cultura (CMIC) é composta por seis membros, sendo três representantes da Administração Municipal, nomeados pela própria Administração, e três representantes do Setor Cultural, eleitos pela sociedade civil de Belo Horizonte.

Edital – Informações e dúvidas: fomento.fmc@pbh.gov.br

O crescimento da literatura para jovens

28/12/2013 – 20:49h

Pesquisa atesta que é cada vez maior, no Brasil, o interesse da juventude pelos livros: balanço de 2013 apontou aumento de 24% de vendas.

Este foi o ano da consolidação da literatura para jovens no Brasil. Se o volume de lançamentos das editoras sedentas por best-sellers vem crescendo a cada ano, agora o mercado editorial vê com clareza os resultados disso: o balanço da pesquisa GfK deste ano apontou um aumento de 24% de vendas em relação a 2012 no País. Foi o setor que mais cresceu no período. O investimento das editoras tem aumentado, com verdadeiros leilões para adquirir o direito de publicação de livros que ocuparam algumas semanas no topo da lista do jornal New York Times, por exemplo.

O fenômeno é mundial. A prestigiada revista literária inglesa McSweeney’s já registrava, em 2011, o fenômeno pelas bandas europeias, em um artigo intitulado Os jovens estão lendo mais do que você. A atenção a eles é tão grande que já existem subdivisões, bem além da ideia de “infantojuvenil”: depois da literatura “young adult” (em tradução literal, “jovens adultos”, para leitores entre 13 e 18 anos), surgiu mais recentemente o “new adult” (“novos adultos”, voltado para pessoas entre 18 e 25 anos).

A designação das faixas etárias vai se atualizando – até para medições de mercado – mas o que realmente muda em ritmo rápido são os gêneros, inventados e revalorizados a cada nova moda. Alguns exemplos recentes são os romances de distopia (estilo clássico de obras como “1984” e “Admirável mundo novo”, com narrativas que se passam em futuros tenebrosos, nos quais a sociedade tem uma estrutura injusta, como em “Jogos vorazes”) e da sick-lit (histórias em que os personagens principais enfrentam alguma doença grave ou terminal, como “A culpa é das estrelas”). Outros são mais estáveis, como a chick-lit, voltada para garotas, e obras de fantasia, como “Guerra dos tronos” e “Harry Potter”.

O melhor exemplo desse crescimento da literatura para jovens no Brasil é o autor norte-americano John Green. Lançado em 2012 por aqui, seu livro “A culpa é das estrelas” gerou uma verdadeira moda de obras com personagens que padecem de doenças graves ou terminais. Mesmo sendo do ano passado, o volume é a segunda obra de ficção mais vendida no Brasil em 2013, segundo a Publish News, da Câmara Brasileira do Livro. O sucesso de Green não para por aí. Ele ainda chegou a ter outros três títulos entre os mais vendidos ao mesmo tempo: “O teorema Katherine”, “Cidades de papel” e “Quem é você, Alasca?”.

Um dos motivos do seu sucesso, ele reitera em entrevistas, é não menosprezar a juventude, tratando os adolescentes e os jovens com respeito. Assim, seus romances – ainda que convencionais na forma narrativa e com uma linguagem relativamente comum – propõem situações sensíveis e escolhas complexas, como a própria vida. “Não há verdades absolutas no quesito formação de leitores, contudo, acredito que a literatura de entretenimento tem uma função social e lúdica específica e, não raras vezes, serve de porta de entrada para leituras mais aprofundadas”, diz André de Sena, professor de letras da UFPE

“Nunca se leu tanto como agora. Ainda que em um tablet, um smartphone ou na tela de um PC, essa geração está lendo e escrevendo o tempo inteiro”, defende o escritor carioca Raphael Draccon, um dos principais autores do cenário nacional. Ele é o criador da série de fantasia “Dragões de éter”, um dos grandes sucessos comerciais por aqui. “O mercado de jovem adulto é um dos que mais cresce a cada dia e de onde estão saindo as novas franquias cinematográficas. Assim como aconteceu com a literatura fantástica, é impossível negar-se hoje o poder literário, comercial e de formação de leitor desse gênero”, argumenta.

Para o biólogo e blogueiro pernambucano Marcos Tavares, de 24 anos, responsável por manter o Capa & Título (capaetitulo.blogspot.com.br), uma das características dos leitores jovens é transitar por vários gêneros. “Os leitores jovens hoje são mais livres, vão atrás do que eles realmente gostam de ler. Não querem saber do que são obrigados”, opina. A estudante de Administração Brenda Lorrainy, de 18 anos, diz não ter um gênero preferido, por exemplo. “Só não leio terror – ainda tenho algum receio – e autoajuda”, diz a também blogueira e leitora voraz, que mantém o Catavento de Ideias (cataventodeideias.com).

Fonte: Jornal do Commercio online

Prêmio Cidade de Belo Horizonte

26/12/2013 – 20:57h

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura (FMC), abriu inscrições para a edição 2013/2014 do Concurso Nacional de Literatura Prêmio Cidade de Belo Horizonte. Essa é a mais antiga premiação literária do país. A edição deste ano irá contemplar obras em quatro categorias: conto, dramaturgia, poesia e romance. As inscrições ficam abertas até o dia 25 de abril de 2014.

A obra vencedora em cada categoria receberá um prêmio de 50 mil reais, totalizando um dos maiores já pagos em concursos literários: R$200 mil. Podem participar do concurso apenas pessoas físicas brasileiras, natas ou naturalizadas. O regulamento do Concurso foi publicado no Diário Oficial do Município – DOM do dia 12 de dezembro e está disponível para consulta no site www.bhfazcultura.pbh.gov.br.

Como se inscrever

As inscrições podem ser realizadas até o dia 25 de abril de 2014, de terça a sexta (exceto feriados), das 9h às 17h, pessoalmente na Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte, ou enviadas via Sedex para a Rua Carangola, 288, térreo, Santo Antônio, Belo Horizonte/MG – CEP: 30330-240. A ficha de inscrição e a relação de toda a documentação solicitada aos candidatos estão disponíveis no site www.bhfazcultura.pbh.gov.br.

“Esse prêmio é a prova de que a Prefeitura de Belo Horizonte aposta na literatura como mecanismo de conhecimento, de elevação do pensamento e de abertura a outras culturas e outros povos”, afirmou Leônidas Oliveira, Presidente da FMC, no lançamento da premiação.

Prêmio de tradição

Criado em 1947, na comemoração do cinquentenário da capital, o Concurso Nacional de Literatura Prêmio Cidade de Belo Horizonte é o concurso literário mais antigo do país. Um de seus principais atributos é o fato de o concurso premiar apenas obras inéditas. A cada edição, o Prêmio Cidade de Belo Horizonte contribui para o surgimento de novos escritores e obras. Autores como Carlos Herculano Lopes, Antônio Barreto, Luis Giffoni, Roseana Murray, Maxs Portes, entre outros, integram a galeria de vencedores do concurso. A última edição do Prêmio Cidade de Belo Horizonte recebeu número recorde de inscritos (1712), com a participação de autores de todas as regiões do país e até de brasileiros que moram no exterior.

Regulamento: premiocbh@pbh.gov.br

Na hora de comprar um livro…

22/12/2013 – 21:17h

Na sequência de dicas para presentear as crianças com livros neste Natal, vou divulgar a opinião de quem entende do assunto para alertar sobre alguns cuidados importantes na hora da compra.

A educadora Edna Maria Gomes Rosendo expõe, aqui, sobre os cuidados que pais e mestres precisam ter no momento de comprar um livro infantil seja para presentear ou utilizar como ferramenta de aprendizado dentro da escola. Edna tem pós-graduação em psicopedagogia e uma experiência de 40 anos na formação de crianças no Instituto de Educação. Durante dois anos, ela dirigiu a pré-escola desta instituição, que tem sido uma referência dentro de Belo Horizonte. Também foi orientadora do ensino médio e, atualmente, atua junto a alunos e professores do ensino fundamental.

Ela explica que os interesses das crianças pequenas mudam com muita rapidez. Ao mesmo tempo em que estão atentas a uma imagem ou som, já se voltam para outra novidade que esteja ao alcance de seus olhos. Na faixa etária de 2 a 4 anos de idade, elas gostam muito de folhear os livros. Neste caso, são indicados aqueles bastante coloridos, de pouca escrita e de folhas grossas para elas conseguirem passar as páginas. Este hábito ajuda no desenvolvimento da habilidade motora e, por isso, deve ser valorizado pelos pais e mestres.

Os cinco sentidos também devem ser explorados nas histórias dedicadas a essa turminha. Os livros que trazem músicas ou outros áudios; texturas, formas ou contornos para elas passarem as mãozinhas; muitas cores, luzes, apitos; os que incentivam cantos ou imitações de sons variados são todos muito bem-vindos. Ainda nesta fase, a educadora, destaca o interesse infantil pela natureza em si _ Sol, Lua, água, plantas, flores, animais etc. As crianças vão `humanizando´ estes elementos e trazendo-os para o universo familiar ou escolar.

Animismo

Na fase de 4 aos 6 anos de idade, as crianças ainda vivem um pouco o hábito anterior, do animismo e das imitações, mas já podem manusear livros de folhas mais finas e um pouco menores. Edna frisa que elas estão no auge da curiosidade e este potencial precisa ser contemplado pela literatura. Tudo tem que ter figura humana. O Sol, por exemplo, costuma ser apresentado com olhos e boca. É a fase de poder de dar vida ao que é inanimado. Os textos das histórias devem ser apresendados com letras grandes, grossas e salientes.

Na opinião de Edna, história infantil de qualidade é aquela que contém a fórmula tradicional: começo, meio e fim. Mas, o encerramento ideal também é o clássico e deve oferecer um aprendizado, uma lição de vida. Até os 10 anos de idade, todas as crianças precisam da `moral da história´ para a sua formação e os livros não podem deixar de passar uma mensagem positiva no final, o que é visto como uma obrigatoriedade para a educadora. O fechamento deve ser feliz, decente, honesto, correto _ uma característica que vale para leitores infantis de todas as faixas etárias.

No período dos 7 aos 10 anos de idade, as crianças entram na fase dos super-heróis, dos príncipes, princesas e bruxas. Na opinião de Edna, esses personagens são gente na experiência infantil. As revistas com histórias em quadrinhos já podem ser introduzidas e a meninada já pode ler na tela do computador ou do e-book. Estes leitores mirins querem explorar e descobrir além do que está ao redor. Gostam das cores, do belo, do gráfico e estão em condições de ler textos compostos em corpo menor. O livro, então, já pode adotar o papel tradicional.

A educadora também aconselha aos pais e mestres, antes de adquirirem um livro, para lerem o resumo da história, que normalmente é apresentado na contracapa ou orelha, e ainda se informarem a respeito do autor da obra.

Mais dicas de presente para o Natal

20/12/2013 – 23:56h

“Marcéu”, título lançado pela Editora Positivo, é um bom livro para ser lido nesta época de Natal. O autor Marcos Bagno leva os leitores a refletir sobre suas próprias vidas. Depois de perder o irmão em uma enxurrada, Marcos resolveu homenageá-lo com esta obra. Baseado em fatos reais, o livro de ficção conta histórias de uma vida simples e dignificada por sua conexão com a natureza.

Na narrativa de 48 páginas, o personagem Marcéu é o caçula de dois irmãos que vivem à beira de um rio. O garoto é apaixonado por pássaros e jura entendê-los. Após uma forte chuva, Marcéu acaba sendo levado pelas águas que transbordaram do rio. A tragédia é encarada de forma sensível, sem dramas, como uma experiência de amadurecimento.

Em 2013, este livro ganhou o prêmio Glória Pondé, da Fundação Biblioteca Nacional, na categoria juvenil. Marcos Bagno escreveu mais de trinta obras, além de já ter traduzido para o português quase duzentos, de várias línguas diferentes. Atualmente é professor da Universidade de Brasília.

Outras opções

Papai Noel conta com excelentes opções de livros para presentear no Natal. Para quem ainda não se decidiu e precisa de uma dica, convido para clicar nas categorias “Hikôki e a mensageira do Sol” e “O abraço das cores” _ ambos de minha autoria pela Editora Miguilim _ à direita da tela, para se informarem sobre estes dois livros e tudo o que foi dito a respeito deles.

Também gostaria de sugerir “Como ele foi parar aí dentro”, Editora Aletria, de autoria de Ilan Brenman e ilustrado por Vanessa Prezoto. É a história de Rafaela, menina disposta a entender como os bebês vão parar dentro da barriga de suas mães, sejam elas vacas, ou girafas, baleias ou mesmo a Tia Olga.

O consagrado autor, Ilan Brenman, já escreveu aproximadamente 60 livros, que estão por aí, encantando as crianças. Prêmios não faltam a este autor e seu trabalho tem grande repercussão no Brasil e no exterior.

Dicas para Papai Noel

Crianças são curiosas por natureza. Mas será que alguma delas já parou para pensar como seria a sua vida se fosse uma árvore? A autora e ilustradora Talita Nozomi, quando criança, pensou. Pensou e guardou essas ideias maluquinhas, que hoje foram transformadas no livro “Se eu fosse uma árvore” lançado pela Editora Gaivota.

De forma delicada, o leitor é transformado em uma árvore robusta, que se enche de flores na primavera e no inverno fica nua. Que transforma as folhas secas em um macio tapete para os amigos e cujos frutos inspiram artistas a criar. É assim que esse narrador imagina a sua vida como árvore e, sem dúvida, vale a pena deixar de ser gente um pouquinho e conhecer a maravilha de ser o pouso de passarinhos.

A criatividade do texto é acompanhada por ilustrações muito originais, que dão o tom do livro: são texturas, formas e cores cativantes, compostas por técnicas de colagem, monotipia e giz pastel e que ampliam ainda mais a possibilidade de imaginação do leitor. O livro é indicado para crianças a partir de 7 anos de idade.

A outra dica de presente para este Natal é um recente lançamento da Editora Biruta. A história diz o seguinte: um local amaldiçoado é explorado por dois jovens índios, que encontrarão algumas criaturas diferentes, como formigas gigantes e mortos-vivos. O nome do livro é “Formigueiro de Myrakãwéra” escrito por Yaguarê Yamã e ilustrado por Uziel Guaynê Oliveira.

O pano de fundo é uma lenda indígena sobre a região de Myrakãwéra. Antes um local sagrado, tornou-se amaldiçoado por um feitiço lançado por um jovem pajé. Myrakãwéra é um local perigoso e será palco das aventuras dos dois índios. O conhecimento dos mais velhos é uma máxima que dá o tom da narrativa. A história é instigante e consegue transportar o leitor para uma realidade diferente, em que ele entrará em contato com outros aspectos da cultura brasileira.

Tanto o autor quanto o ilustrador descendem de uma das tribos citadas no livro – o povo Maraguá – e conseguem reconstruir a lenda de forma envolvente. As ilustrações criam um diálogo coerente com a história ao fazer referência às cores e formas indígenas. Elas vêm dispostas num projeto gráfico instigante, característico da Editora Biruta. Com o livro, os leitores poderão conhecer essa lenda e, através dos elementos visuais, conhecer um pouco mais da cultura desses povos indígenas.

O último conto

17/12/2013 – 22:15h

Pode colocar na lista de Papai Noel, sem medo de errar, o livro “O último conto”, 40 páginas, recente lançamento da Editora Aletria, de autoria do argentino Rodolfo Castro, ilustrado pelo experiente profissional mexicano, Enrique Torralba.

A história contada diz que ninguém se lembrava do dia em que Jacinto havia narrado seu primeiro conto debaixo da árvore. No bairro, rumores davam conta de que ele sempre estivera ali. Alguns velhos diziam que somente os contos eram anteriores a ele e não faltava quem afirmasse que a árvore, as casas e tudo o mais existiam apenas porque Jacinto os narrava. Todos a acreditavam que seus contos seriam escutados para sempre, até que um dia…

Deixe uma criança ler o final desta história ou leia para ela neste Natal.

Dicas para motivar a leitura

15/12/2013 – 20:39

A leitura é uma das bases do aprendizado. A compreensão de um texto, na verdade, é importante para a vida em geral. Alguns estudantes gostam de ler naturalmente, porém, outros não vêem o hábito como prazeroso. É importante que o professor seja capaz de incentivar a leitura,tanto como passatempo como entretenimento, para que os alunos tenham mais facilidade para compreender conteúdos em geral.

Confira 8 dicas para encorajar alunos a amarem a leitura:

1.Crie um lugar confortável para que eles possam ler;
2. Converse com os estudantes sobre o livro durante e após a leitura;
3. Se o aluno tiver um autor favorito, encoraje-o a conhecer a sua obra completa;
4. Leve os estudantes para a biblioteca da escola e incentive o aluguel de livros semanalmente;
5. Utilize livros ilustrados, como gibis e quadrinhos;
6. Use a tecnologia a seu favor por meio de e-books e livros em PDF;
7. Invente pequenos prêmios para os estudantes que cumprirem as metas de leitura;
8. Procure livros que foram transformados em filme e promova atividades que comparem as duas formas de contar a história.

Fonte: Universia/Blog do Galeno

Que tal ler uma bola?

13/12/2013 – 23:36h

Um livro para brincar ou uma bola para ler? Quem joga com as palavras é a AmapBBDO ao explicar uma das suas mais recentes criações: o livro-bola. É assim que a agência de Publicidade gosta de chamar uma bola de futebol, que tem impressa e ilustrada em seus gomos a história infantil “O mundo do Zezinho”.

A história é de autoria de Blandina Franco e as ilustrações de José Carlos Lollo. As crianças que tiverem em suas mãos o livro-bola vão conhecer a história do menino Zezinho, que um dia resolveu viajar e explorar o mundo. Em suas aventuras, o garoto conhece novos e curiosos personagens e lugares interessantes.

O livro-bola será lançado na próxima segunda-feira, dia 16, às 18 horas, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo, e estará à venda com exclusividade nas lojas da Livraria Cultura de São Paulo e pelo site www.livrariacultura.com.br.

A renda da venda do livro-bola será revertida para o projeto Pratique Educação, da Casa do Zezinho, uma ONG paulista que, há quase 20 anos, atende 1.200 crianças e adolescentes de baixa renda, entre 6 e 21 anos, que estudam em escolas públicas dos bairros Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Ângela, na zona sul da cidade.

Para quem gosta de inovar, fica a dica de presente de Natal. O livro-bola é mais uma forma de motivar as crianças para a leitura… e para o esporte.

Entre o sonho e a realidade

10/12/2013 – 21:52h

Em “Maçãs argentinas”, título lançado pela Editora Positivo, o premiado autor Paulo Venturelli nos presenteia com mais um título infantil que promete ser sucesso. A obra nos leva a refletir sobre a distância que separa o sonho da realidade e o sabor das coisas que desejamos e experimentamos na vida.

Na narrativa, o personagem Zeza é um menino esperto e cheio de vontades. Nos últimos tempos, seu maior era de experimentar uma daquelas frutas vermelhas, cheirosas e suculentas que eram vendidas na frente da rodoviária: as maçãs argentinas. Mas o sonho não estava tão perto assim de suas mãos. Seu pai não tinha condições de comprá-las, pois seu salário não permitia extravagâncias.

Com incríveis ilustrações de Odilon Moraes e uma dose de humor e poesia, “Maçãs argentinas”, 64 páginas, é uma obra infantil envolvente que desperta a curiosidade dos pequenos leitores.

Natural de Brusque (SC), Paulo Venturelli é escritor há mais de 30 anos. Já escreveu dezenas de obras, entre elas “Visita à Baleia”, vencedora de quatro títulos (Prêmio FNLIJ 2012 em duas categorias, melhor livro para crianças e melhor ilustração de 2012; Prêmio 30 Melhores Livros de Literatura Infantil do Ano 2013; e o Prêmio Jabuti, na categoria infantil). Também realizou adaptações de clássicos de Goethe e Clarice Lispector para o teatro.