Vale um clique no Ecofuturo

19/10/2014 – 20:15h

O Instituto Ecofuturo (www.ecofuturo.org.br) mostra-se plenamente engajado na luta de levar livros e estimular a leitura principalmente entre crianças e jovens. Neste sentido, vale a pena manter o site entre os Favoritos para ter sempre a oportunidade de pesquisar artigos de opinião, iniciativas do Ecofuturo, assistir vídeos e participar de suas campanhas.

O Instituto Ecofuturo é uma OSCIP criada em 1999 e que tem como seu principal mantenedor o Grupo Suzano. O trabalho deles é voltado para educação socioambiental e, muito fortemente, para a promoção das competências de leitura e escrita. Em linhas gerais, eles acreditam que ler é fundamental para saber argumentar e que apenas cidadãos críticos podem fazer as mudanças necessárias.

Ler é Preciso, por exemplo, é um dos projetos ligados à educação propriamente dita e prestes a inaugurar sua centésima biblioteca comunitária no país. A campanha Eu Quero Minha Biblioteca tem como objetivo fazer valer a lei que universaliza as bibliotecas em unidades de ensino.

No site www.euquerominhabilioteca.org.br as pessoas podem identificar escolas sem biblioteca. A cada 10 denúncias, os responsáveis recebem uma notificação, ou seja, a cada dez cadastros realizados a partir da mesma localidade, é enviado um e-mail para as prefeituras indicando a solicitação popular e as informações sobre como acessar recursos para implantar e manter bibliotecas em escolas públicas. . Há também um Guia do Gestor que mostra, entre outras coisas, onde estão os recursos públicos disponíveis para bibliotecas.

A Campanha Eu Quero Minha Biblioteca completou dois anos e 300 mil pessoas foram informadas via site que, por sua vez, recebeu 100 mil acessos. A atriz Irene Ravache emprestou sua voz ao novo vídeo de engajamento da campanha, que conta com o apoio de pessoas e instituições dos 27 estados brasileiros, além de personalidades como Beatriz Segall e Luigi Baricelli que deram seu apoio nas redes sociais.

Literatura é a atração de novembro

18/10/2014 – 11:44h

Evento chega à quarta edição e celebra o encontro entre o público e o universo literário, com a participação de renomados autores, entre os dias 14 e 23 de novembro, no Expominas.

Belo Horizonte se prepara para receber o mais importante acontecimento literário do Estado, a Bienal do Livro de Minas, que chega à sua quarta edição trazendo para a capital de Minas Gerais consagrados nomes da literatura brasileira, além de uma programação atraente e diversificada voltada para toda a família. Marcado para os dias 14 a 23 de novembro, no Expominas, o evento é a oportunidade para que o público mineiro possa se aproximar de seus autores favoritos, folhear livros e viajar pelo universo da literatura.

O evento terá 160 expositores entre os maiores livreiros e editores do país e a expectativa é que cerca de 250 mil pessoas passem pelo pavilhão ao longo de 10 dias. “Esse ano investimos ainda mais na programação cultural da Bienal. Vamos oferecer aos visitantes uma grade de atividades bem diversificada para todos os públicos. Nosso objetivo é que os visitantes de todas as idades venham se divertir e que saiam com muitas histórias para contar”, afirma Tatiana Zaccaro, diretora de Negócios da Fagga.

Crianças e jovens

Já consagrada como uma das principais iniciativas de estímulo à leitura e desenvolvimento pedagógico em todo o país, a Bienal do Livro de Minas abriga grandes encontros educacionais. Alguns deles são focados no público infantojuvenil, a exemplo de Conexão Jovem, que contará com as presenças de autores que povoam o imaginário dos adolescentes, o Bienal em Quadrinhos e o projeto de Visitação Escolar, que garante o acesso gratuito de 46 mil estudantes de escolas públicas e particulares e que, este ano, bateu o recorde ao ter as vagas esgotadas em pouco menos de seis horas. Haverá ainda o espaço Minas de Histórias, que garantirá a diversão dos pequenos leitores, com curadoria especial de Sandra Bittencourt.

Esta edição traz ainda a participação do escritor e roteirista João Paulo Cuenca na curadoria de um dos principais espaços da programação, o Café Literário, que abriga debates sobre literatura brasileira, processo criativo, jornalismo, biografia, entre outros temas. “Minas deu ao país alguns de meus autores preferidos, além de contar com vibrante nova geração de talentos. Como a Bienal não é uma bolha, pretendo provocar debates não só sobre literatura, mas sobre a política e o Brasil contemporâneo”, antecipa Cuenca.

Para a presidente da Câmera Mineira do Livro, Rosana Mont’Alverne, a Bienal do Livro de Minas é o mais esperado e importante evento do ano para o segmento editorial. “São valiosas oportunidades de negócios, troca de experiências e ampliação da rede de contatos entre editores, divulgadores, distribuidores, livreiros, autores, ilustradores e, claro, o público que lota o Expominas. Vamos nos empenhar, uma vez mais, em fazer da nossa Bienal a hora e vez do mercado editorial mineiro”, enfatiza.

Venda antecipada de ingressos

Quem quiser já pode garantir a entrada para a Bienal e adquirir os ingressos pela internet no site do Ingresso Rápido: http://www.ingressorapido.com.br/evento.aspx?ID=36870

O objetivo da organização é garantir o máximo de conforto para os 250 mil visitantes esperados para o evento, facilitando o acesso para moradores do interior e agilizando a entrada no evento. Os ingressos serão vendidos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada, benefício concedido aos maiores de 60 anos, estudantes de ensino fundamental, médio ou superior da rede pública ou particular de ensino e pessoas com necessidades especiais).

A Bienal do Livro de Minas é organizada pela Fagga|GL Events Exhibitions e realizada pela Câmara Mineira do Livro, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte – Fundação Municipal de Cultura.

Vencedores do Jabuti

16/10/2014 – 23:20h

A Câmara Brasileira do Livro está divulgando os vencedores do 56º Prêmio Jabuti, considerado atualmente como a maior condecoração literária do País. As três obras, das 27 categorias contempladas, que receberam a maior pontuação dos jurados foram consideradas premiadas, em sua categoria, em primeiro, segundo e terceiro lugares. O blog Conta uma História destaca as categorias Infantil, Juvenil e Ilustração Infantil e Juvenil. A lista completa dos demais vencedores pode ser conhecida no site: www.premiojabuti.org.br/resultado.

O resultado foi validado pelo Conselho Curador do prêmio e pela Auditoria Parker & Randall. O júri, formado por especialistas de cada categoria, será revelado na entrega do prêmio aos vencedores, em novembro, ocasião em que serão anunciados os Livros do Ano de Ficção e Não Ficção. “A gente está cada vez mais sofisticando os critérios de avaliação dos livros inscritos e as discussões na apuração de hoje mostraram que estamos no  caminho certo. Estou bastante satisfeita com os resultados do Jabuti 2014”, comenta a curadora do prêmio, Marisa Lajolo.

A estatueta do Jabuti chegará às mãos dos premiados no Auditório Ibirapuera, São Paulo, no próximo dia 18 de novembro. Os laureados em todas as categorias receberão o troféu Jabuti; já os classificados em primeiro lugar, além da estatueta, recebem o valor de R$ 3,5 mil. Os vencedores do Livro do Ano – Ficção e Livro do Ano – não Ficção serão contemplados, individualmente, com o prêmio de R$ 35 mil, além da estatueta dourada.

Premiados

Infantil

1º Lugar – Breve história de um pequeno amor – Autora:  Marina Colasanti – Editora: Editora FTD

2º Lugar –  Da Guerra dos Mares e das Areias: fábula sobre as marés – Autor: Pedro Veludo – Editora: Editora Quatro Cantos

3º Lugar – Título: Poemas que escolhi para crianças – Autora: Ruth Rocha – Editora: Editora  Moderna

Juvenil

1º Lugar – Fragosas Brenhas do Mataréu – Autor: Ricardo Azevedo – Editora: Ática

2º Lugar –  As gêmeas da família – Autora: Stella Maris Rezende – Editora Globo

3º Lugar –  Uma escuridão bonita – Autor: Ondjaki – Editora Pallas

Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil

1ºLugar –  Bárbaro – Ilustrador: Renato Moriconi – Editora: Companhia Das Letras

2ºLugar –  Naninquá, a moça bonita – Ilustradora: Ciça Fittipaldi –  Editora DCL

3ºLugar –  Conselho – Ilustrador: Odilon Moraes – Editora: Gráfica Editora Stamppa/ Escrita Fina Edições/ Tinta Negra Bazar Editorial

Esta semana tem mais festa na Fundação Mokiti Okada

A história "Emengarda, a barata" será contada pelo seu criador Pierre André

12/10/2014 – 23:15h

A Fundação Mokiti Okada, em Belo Horizonte, dedica uma programação especial para as crianças entre os dias 13 e 17 de outubro com oficinas, narração de histórias, teatro e poesia com entrada gratuita para elas e seus acompanhantes, à Rua Ouro Preto, 756, no Barro Preto.

No dia 13 de outubro, às 15:00h, será realizada a oficina sobre desenho infantil sob a orientação de Ronaldo Lara. Os pequenos participantes serão incentivados para a arte e aprenderão dicas para criarem seus desenhos.

No dia 14 de outubro, o tema é literatura infantil. Serão realizadas duas oficinas com Márcia Rodrigues a partir das 15:00 horas. A primeira chama-se “Cordel, que bicho é esse?” e, em seguida, uma oficina de tela e texto vai fazer as crianças refletirem: “Você está fazendo sua parte no planeta?”

O teatro de sombras “História em família” será apresentado em dois dias pelo artista plástico Tiago dos Reis: dia 15 e 16, às 17:00 horas.  Ainda no dia 15, às 15:00 horas, Poesia ao pé da árvore é a atividade que a ambientalista e escritora Eurides Lemos vai comandar com o tema “Meio ambiente e poesia,  na Primavera, quem diria?” através da montagem de um painel interativo. Em seguida, na atividade Canções e encantos infantis, Eurides apresentará um recital de poesia interativo com participação da plateia, além de cantigas e brincadeiras de roda.

Eurides Lemos vai montar com os participantes um painel com as cores da reciclagem

Narração de histórias

Crianças adoram ouvir histórias e, quando são contadas por Pierre André, elas se divertem mais ainda por causa da interatividade que ele estabelece com a plateia. No palco da narração, age como um ator versátil, capaz de representar vários personagens ao mesmo tempo. De sua mala, sempre surgem objetos coloridos para manter acesa a curiosidade dos participantes, além das canções e brincadeiras das quais utiliza para surpreender.

No dia 16 de outubro, às 15:00 horas, Pierre André vai narrar histórias de dois livros infantis: “Emengarda, a barata”, de sua autoria, ilustrado por Juliana Buli, Editora Aletria, e “O abraço das cores”, de autoria de Rosa Maria Miguel Fontes, ilustrado por Nelson Tunes, Editora Miguilim. Esta experiência de encantar através da arte literária, Pierre André repete às 19:00 horas para adultos com o tema “Vamos acordar os sonhos”.

O narrador de histórias Pierre André tem sempre uma surpresa para as crianças

No dia 17, a partir das 15:00, será a vez da oficina de poesia cênica “Caminhos da Poesia” com orientação de Bilá Bernardes. A artista utiliza um tapete vermelho de TNT com poemas impressos em papel A4 espalhados sobre a superfície. A primeira parte da oficina consiste numa caminhada sobre o tapete, com pés descalços, buscando o sentido dos poemas e, em seguida, interpretação e declamação. Ao final, os participantes são convidados para criarem versos com distribuição de lápis e papel para quem quiser escrever. O tema da dinâmica será a Primavera.

Aliás, toda esta programação integra o evento “Vem ver é Primavera” que começou em meados de setembro e segue cumprindo uma série de atividades artísticas e culturais até o final deste mês em comemoração à estação das flores e o mês das crianças.

Mais informações: Fundação Mokiti Okada – Rosamara, coordenadora do evento “Vem ver é Primavera” – Fones: 3337-6469 e 9957-0221

Sugestões de presentes para crianças

9/10/2014 – 23:10h

“A gente é monstro”, Editora Cia das Letras

O filme “Os Boxtrolls”, que está em exibição em mais de 300 salas por todo o Brasil, é uma animação baseada no livro “A gente é monstro”, de Alan Snow, Cia das Letras. Nesta fábula inventiva, um mundo cheio de criaturas incríveis _ em alguns casos terríveis, em outros hilárias _ é palco de uma aventura divertida, nos moldes clássicos. Fartamente ilustrado por desenhos em branco e preto do próprio autor.

Ovo, um garoto criado por estranhas e amáveis criaturinhas catadoras de lixo, tem seus amigos presos por Archibald Snatcher, o vilão da cidade. Ele elabora um plano ousado e tenta descobrir um caminho para resgatar seus amigos desse malvado exterminador.

“Hikôki e a mensageira do Sol”, Editora Miguilim

Já imaginou como seria a vida se o dia fosse permanente e a luz do Sol brilhasse ininterruptamente? Seria o Reino do Sol e, talvez, a vida das pessoas fosse bem diferente…

O livro “Hikôki e a mensageira do Sol”, de autoria da editora do Blog Conta uma História, Rosa Maria Miguel Fontes, ilustrações Maurizio Manzo, editora Miguilim, conta a história de um pássaro (tão veloz quanto um avião), que voa alto e para muito longe da Terra. Ele sempre visita um lugar mágico habitado por um velho sábio que deseja contar uma novidade para todo mundo: o Sol nunca mais vai embora. Este sábio, no entanto, não sabe como falar para as pessoas sobre o Reino do Sol.

Hikôki conta para este sábio sobre uma menina, Ana Laura, que ama os raios da luz do dia e que, por isso, pode ajudá-lo. O pássaro, então, convida a menina para conhecer o sábio e o lugar mágico. Curiosa, a menina aceita e descobre a alegria de viver num lugar constantemente iluminado e capaz de transformar as pessoas.

“O abraço das cores” – Editora Miguilim

Esta é a história da menina Camila, que adora colorir. Certo dia, ela decide ignorar o Vermelho e sua atitude tem repercussão no arco das cores: a cor acorda irritada e acaba importunando as demais. O Laranja tenta acalmar o Vermelho, mas não consegue. O Amarelo também e é humilhado. O Violeta pede tolerância e é mais uma cor que fracassa. Chega o momento de o Verde entrar em ação, porém, ele acaba brigando com o Azul e o Anil. A discórdia se generaliza dentro do arco das cores.

Uma forte tempestade interrompe a briga entre as cores. Assustadas com o vento forte, raios e trovões, as cores decidem se abraçar e, neste momento, relembram como era bom viverem unidas. Em seguida, o tempo muda e elas são banhadas pelos raios de Sol. A luz do astro-rei revela para as cores que juntas formam o admirado arco-íris e que todas elas são belas e importantes.

A autoria deste livro também é da jornalista Rosa Maria Miguel Fontes e as ilustrações de Nelson Tunes.

“Zero, pra que te quero?”, Editora FTD

Junto com o fogo, a roda, o telefone e a televisão, o algarismo zero foi uma das criações mais importantes da humanidade. Relacionado à noção de “vazio” e de “nenhum”, o número se torna um elemento essencial no sistema decimal. E para ajudar as crianças que estão no primeiro ano do ensino fundamental a entender essa questão, um bom recurso pode ser a literatura.

Na obra “Zero, pra que te quero?”, Editora FTD, o autor Gianni Rodari fala, de forma lúdica, do valor posicional do algarismo zero na matemática. A história foi ilustrada por Elena Del Vento e tem números como personagens: Zero se sente completamente sem valor, não merecendo nem a atenção dos colegas. Até que o Um pega carona com ele e, sentados lado a lado, descobrem que juntos podem ter outro significado. O texto, em forma de versos, aborda metaforicamente a questão de que todos têm um valor.

“A trilha da sua vida”, Editora Alaúde

Este livro traz 12 canções para alegrar a garotada e incentivá-la a adotar hábitos saudáveis. Inspirado em sua experiência de pai, o músico Giancarlo Gerbelli criou os personagens Tico e Papito. Ao som de rock, blues, reggae e outros ritmos, os dois estimulam as crianças a comer direito, mastigar bem os alimentos, escovar os dentes, tomar banho, brincar bastante e ficar menos diante da tela da TV e do computador.

Tico, Papito e as letras das canções ganham vida nas páginas do livro por meio de lindas aquarelas, que acrescentam mais uma dimensão ao trabalho – texto, ilustrações e música para encantar jovens leitores. O CD com as canções acompanha o livro.

Através de suas experiências e convivência com seus filhos, o autor Giancarlo resolveu criar o CD e logo após teve a ideia do livro. E para compor a equipe do seu projeto, ele chamou o seu tio Primo Augusto Gerbelli e seu primo para cuidarem da ilustração. Esse trabalho traz como ponto principal a convivência entre pais e filhos e o dia a dia das famílias.

“Cozinhando no quintal”, Editora Terceiro Nome

Este livro traz à tona uma brincadeira típica da infância, mas que infelizmente poucas crianças têm a oportunidade de praticar, por que não moram em casas ou não têm quintal: brincar de fazer comidinha. Escrito pela educadora Renata Meirelles, idealizadora do projeto Território do Brincar, o livro “Cozinhando no quintal, que foi lançado há poucos dias, nasceu a partir da experiência vivida por ela e pelo documentarista David Reeks entre abril de 2012 e dezembro de 2013, quando percorreram diversas regiões brasileiras – incluindo comunidades rurais, indígenas e quilombolas, grandes metrópoles e localidades no sertão e no litoral.

“Cozinhando no quintal” mostra, por meio de registros fotográficos, como as crianças utilizam com criatividade os elementos ao seu redor na hora de brincar de cozinhar, fazendo comidinhas com ingredientes encontrados no quintal, como flor, lama, grama, folhas e sementes. As fotos dos pratos dos pequenos chefs vêm acompanhadas de textos com informações sobre os ingredientes escolhidos e o modo de preparo.

“Amarra Meu Cadarço?”

8/10/2014 – 21:13h

Mendê e Telúria estão de volta num livro especial para os pequenos leitores. Eles vão adorar ganhá-lo de presente no Dia das Crianças.

Eles estão felizes porque vão visitar o vovô e a vovó. Telúria nota que o cadarço do irmão está desamarrado. Ela tenta amarrá-lo, mas não consegue. Então, resolve pedir ajuda aos “moradores” da caixa de brinquedos. Eles tentar ajudar, porém cada um tem um motivo que impede. Quem poderá ajudá-lo nesse grande desafio?

Amarra Meu Cadarço, de João Marcos, Editora A Semente, 24 páginas, é o primeiro livro da coleção Meu Primeiro Quadrinho, que pretende apresentar aos pequenos leitores o universo das histórias em quadrinhos, numa linguagem que privilegia o diálogo verbo-visual para os leitores iniciantes.

O autor João Marcos é mestre em Artes Visuais pela UFMG. Professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Vale do Rio Doce e roteirista da Mauricio de Sousa Produções.  É autor de diversos livros em quadrinhos como “20.000 Léguas Submarinas em quadrinhos”, em parceria com Will (Nemo), “Histórias Tão Pequenas de Nós Dois” (Abacatte Editorial), “O Mundo Mendelévio e o Planeta Telúria”, “Sete Histórias de Pescaria de Seu Vivinho”, em parceria com Fabio Sombra (Abacatte) entre outros.

Brincadeiras de rua

7/10/2014 – 19:31h

Todos os sábados deste mês, que é dedicado às crianças, elas vão poder participar das mais diversas brincadeiras de rua e de oficinas, histórias e teatro. Um grupo de lojistas do Sion se reuniu para promover o Mês das Crianças, no quarteirão da Rua Major Lopes, entre as ruas Raul Pompeia e Viçosa, sempre de 10:00h às 13:00 horas.

Cristiane Resende Vallim, proprietária da Charlotte, é a coordenadora de um dos eventos mais esperados pelas crianças: a visita de Peppa e da Galinha Pintadinha. A porquinha cor de rosa e a galinha mais famosa participam juntas das brincadeiras de rua no dia 18.  No dia 25, Peppa volta para continuar a festa com as crianças.

Cristiane está preparando muitas atividades para as crianças poderem curtir Peppa e a Galinha Pintadinha do jeito que elas gostam. Para completar a animação, muitas guloseimas serão distribuídas para os participantes.

Neste sábado, dia 11, será a vez de a meninada brincar no pula-pula, preparado pela Traquitana Brinquedos. E não vai faltar o algodão-doce!

Nota 10 para o Magazine Luíza

7/10/2014 – 13:25h

O Magazine não é o primeiro, mas sempre que se tem a notícia de uma iniciativa como a desta rede de lojas, que adquire livros para presentear funcionários e familiares, nasce a vontade de parabenizar. A loja de Franca, numa promoção da funcionária Cristina Mestres, está comemorando o Dia das Crianças com o livro infantil “Revoada de Versos”, escrita pelo escritor Marciano Vasques, em parceria com André Luís Oliveira, Editora Coruja, e doando dezenas de exemplares para os filhos dos funcionários.

Esta loja foi a primeira da rede, inaugurada em 1957, e que deu origem às outras 736 espalhadas em 16 estados brasileiros. O livro escolhido narra a história de raros pássaros e pardais de quintais, enaltecendo a poesia como carro chefe da história.

“Todos merecem uma poesia que e pode ser tornar uma rica experiência da imaginação”, explica o escritor Marciano Vasques. Cacatua, quero-quero, gaivota, pavão _ cada página adquire asas na poética dos escritores. Vasques considera brilhante a iniciativa promovida pela loja Magazine Luíza, uma vez que o hábito da leitura deve ser desenvolvido e estimulado durante a infância.

“Presentear uma criança com um livro é um ato grandioso. É por meio da leitura que eles desenvolverão habilidades de leitura e escrita durante a infância. Magazine Luiza acertou em cheio neste presente e me sinto honrado em fazer parte deste projeto maravilho”, diz o escritor.

O autor ainda frisa que a poesia é um texto que geralmente atrai as crianças, pois apresenta um caráter lúdico que ajuda na orientação didática em sala de aula. “A poesia mexe com o imaginário, expressa desejos, sentimentos e ainda mostra que é possível brincar com as palavras”, conta Vasques.

Nascido em Santos, São Paulo, Marciano Vasques é especialista em literatura infantil. Participante de diversas antologias, em 1998 lançou seu primeiro livro de literatura infantil: “Assembleia das Palavras”. Nunca mais parou. É autor de 33 livros por editoras como Cortez, Dimensão, Saraiva, Paulus, Paulinas, Noovha América, Nova Alexandrina, Franco e Cuore. Sua obra é voltada para a alfabetização e a educação das crianças.  Seus livros são adotados por muitas escolas.

Entre seus títulos estão: “Uma Dúzia e Meia de Bichinhos”; “Uma aventura na Casa Azul”; “Contos de Éramos”; “A incrível Ciranda dos Sinônimos”; “Duas Dezenas de Meninos num Poema”; “Espantalhos”; “Rufina”; “Letras Sapecas”; “Algazarra das Letras”; “Griselma”, “O Voo de Pégaso”, entre outros.

“Piscina, já”

6/10/2014 – 19:30h

A Ditadura Militar é contada neste livro por uma menina de 11 anos e, de uma forma muito natural, o autor traz para as crianças da atualidade, um episódio sombrio da História do Brasil.


Através da atitude firme de um grupo de crianças para fazer prevalecer seus direitos de usarem a piscina de um condomínio fictício, em pleno Rio de Janeiro, desenvolve-se outra muito mais aguerrida de uma família sedenta de justiça para libertar um preso político.

Esta é a trama de Luiz Antônio Aguiar em “Piscina, já”, 104 páginas, lançamento da Editora Biruta para marcar os 50 anos do Golpe Militar e contar para as crianças da atualidade sobre o tempo sombrio da Ditadura.  Enquanto a menina protagonista, Lara, sofre junto com a família os horrores da perseguição política seguida da prisão e sumiço do querido Tio Zeca, além da constante luta para tentar libertá-lo, também experimenta outra ditadura, neste caso, de um dos moradores do Condomínio da Colina, na Serra das Araras _ onde costuma curtir passeios e férias _ que vai dominar o lugar e secar a piscina.

“Tio Zeca era nosso herói. Daí, quando ele chegava lá em casa, com aquelas camisetas com estampas de Che Guevara, barba tipo eu sou comuna e seus cabelos bagunçados, pedindo xampu e um pente, a gente fazia a festa. Ele sempre tinha histórias ótimas para contar”…

“Aconteceu que, um dia, pediram pra gente parar de falar nele. Principalmente na frente de vizinhos, de pessoal de fora de casa. Ele deixou de passar na nossa casa aos domingos para comer a lasanha que minha avó fazia _ que ele adorava; tinha um apetite monstro para aquela lasanha, a bocona dele era um buraco sem fundo! E também nunca mais apareceu por lá, assim de surpresa, como costumava fazer, sempre com alguma novidade”…

“Quem apareceu foi a polícia. Meteram o pé na porta, entrou uma dúzia de caras, cada um com uma arma mais medonha na mão, abanando no nosso nariz. E berrando. Diziam tudo berrando. Não paravam de berrar!”

Assim começa a história do Tio Zeca, seus sobrinhos, sua irmã e mãe _ uma família carioca como outra qualquer, na década de 1970. O autor consegue mostrar como muita naturalidade para as crianças da atualidade como a Ditadura Militar conseguiu desestabilizar lares e famílias, instituições e o Brasil. E ainda ajuda os pequenos leitores a experimentarem uma pitada do que foi viver nesta época, através de um fato aparentemente simples.

Nas férias de verão, o centro de todas as brincadeiras era a piscina comunitária abastecida com a água vinda diretamente do alto da serra. Mas, o General Pimenta, que tinha acabado de se mudar para uma casa enorme do condomínio, vivia reclamando que a água do riozinho mal chegava a sua casa para abastecer sua piscina particular. Foi aí então que a grande confusão começou, pois o general usou sua influência para desviar toda a água até sua própria piscina. E a turma do Condomínio da Colina agiu, quebrando a obra que o General Pimenta construiu disposta a brigar contra a repressão: “Piscina Já”! E foram vitoriosos.

Sobre o livro

No posfácio, “Para entender, um pouquinho, o Brasil dessa época”, os editores apresentam um panorama mais detalhado sobre como foi implantada a Ditadura, quais foram as consequências e em que momento aconteceu a campanha das Diretas Já, que deu origem ao nome do livro.

Luiz Antônio Aguiar é autor de cerca de 90 títulos. Ganhou diversos prêmios pelo mundo, o Jabuti (1994); várias menções do Prêmio Altamente Recomendável, da FNLIJ; inscrito na lista de honra do IBBY (2007); o White Ravens (2008), a maior biblioteca de literatura infantil e juvenil do mundo – na Alemanha. Mestre em Literatura Brasileira pela PUC RJ. Colaborador em jornais. Costuma ministrar oficinas de leitura e de criação literária por todo o país. Para conhecê-lo melhor, acesse: www.luizantonioaguiar.com.br

O ilustrador Tiago Lacerda nasceu em 1979 em Volta Redonda. Formou-se em Design e trabalhou como cartunista, fazendo animações para TV e Cinema. Desde 2012 ilustra uma coluna semanal da Revista sãopaulo; em 2013 tornou-se colaborador da revista VIP. Além disso, é editor da revista Beleléu, um importante selo de quadrinhos na cena independente do Rio de Janeiro.

Peça seus livros

2/10/2014 – 19:37h

No mês das crianças, volta o sucesso da Coleção Itaú de Livros Infantis e a Fundação Itaú Social dá início a uma nova campanha de doação. Este ano, espera-se que mais gente venha a aderir à campanha.  Leia para uma criança! Aproveite o incentivo para formar o hábito de ler para sempre. Entre no site https://www.itau.com.br/crianca/pratique/, preencha um pequeno cadastro e peça os dois exemplares que estão sendo doados este ano:

Gato pra cá, rato pra lá – Sylvia Orthof – Se alguém for procurar uma grande história, neste livro, não vai encontrar. Ele resolveu escolher o caminho do singelo, e livro, se a gente não deixar ele ser como ele cisma, fica amarrado. Acho que esta história é pra ler pouco e imaginar muito.

Papai!- Philippe Corentin – À noite, criança dorme? Nem sempre. Às vezes, na hora do descanso, ela quer os pais por perto. Pois monstros, fantasmas e similares habitam o quarto e provocam pesadelos. É difícil de distinguir o sonho da realidade. Por isso, pede socorro. E não é só a mãe que aconchega e acalma. A presença protetora e corajosa do pai é sempre bem-vinda.

Processo de seleção dos livros

Em 2014, os gêneros narrativo e lírico foram definidos como critérios principais para a escolha dos livros que compõem a Coleção Itaú de Livros Infantis. O processo de seleção contou com profissionais renomados e ocorreu em três etapas: uma triagem inicial feita pela consultoria A Cor da Letra e equipe do programa Itaú Criança mais duas comissões de especialistas em literatura infantil.

Foram considerados os seguintes critérios:
– Foco na faixa etária de 0 a 5 anos;
– Livros que também despertem o interesse de adultos que irão acompanhar as crianças na leitura;
– Títulos, autores e editoras diferentes das edições anteriores do Itaú Criança;
– Reconhecimentos e premiações em projetos e programas de leitura, número de edições dos livros, reimpressões e tiragem;
– Autor deverá ter publicado mais de um livro de literatura dirigido ao público infantil;
– Livros que apresentem temas universais, considerando a diversidade e características regionais, costumes e cultura brasileira.

Além disso, para a composição final dos dois livros da Coleção pelo menos um dos livros deve ser de autor nacional e os livros devem ser de editoras diferentes.