Dois lançamentos recentes

30/7/2015 – 13:15h

1-      Editora Positivo lança livro “O barco dos sonhos”

A Editora Positivo e o autor Rogério Coelho convidam seus leitores, a partir de 9 anos de idade, a embarcar em um mundo onde realidade e sonho se misturam, com seu recente lançamento: “O barco dos sonhos”.

Nessa narrativa, as imagens do autor abrem janelas de sensibilidade e retratam a magia que pode surgir de uma folha em branco, das mãos de um velho e de um menino, e da misteriosa correspondência entre eles. As cores, formas e volumes são palavras não escritas que a inteligência do leitor reconstrói, como a poesia do perto e do longe, como a viagem de um barco de sonhos para atar as duas pontas da vida.

O autor é ilustrador profissional, desde 1997. Já criou as imagens de mais de 100 livros de literatura infantojuvenil para as maiores editoras brasileiras. Monteiro Lobato, Ruth Rocha, Ferreira Gullar, Ana Maria Machado e Moacyr Scliar estão entre os escritores que tiveram seus textos ilustrados por ele. Recebeu vários prêmios pelo seu trabalho, como a menção “Altamente Recomendável” da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) e o Prêmio Jabuti 2012, da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

Você pode adquirir o livro, consultando o site da editora: http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/institucional/como-comprar.html

2-     Editora Gaivota lança Confusões de “Dona Ana x Confusões de Seu José”

O livro infantil usa rimas divertidas para falar sobre a chegada do amor. Dona Ana é uma mulher muito acelerada e sempre faz duas coisas por vez. Mas um dia se cansou dessa vida agitada e decidiu visitar o mágico da cidade. Depois de muita fumaça, virou uma pessoa mais tranqüila, mas também bastante atrapalhada. Com Seu José, as coisas também acontecem de um jeito peculiar. Faz suas compras semanais no supermercado, mas não gosta de economizar. Na hora de pagar a conta, tira o dinheiro da careca ou da sola do pé. Vai à academia, mas odeia se exercitar. As histórias acabam por se cruzar, quando os dois se esbarram na farmácia e não conseguem mais se largar.

Nessa história divertida e nada convencional, os personagens passeiam por cenários coloridos, cheios de movimento, expressões, cores e sabores. Permite trabalhar temas como: cotidiano, convivência social, diferenças e a chegada do amor. As ilustrações contribuem para a atmosfera alegre do livro, destacando as formas e cores de cada elemento.

A autora Lidia Izecson é pedagoga e mestre em educação. Trabalhou nas Secretarias Municipal e Estadual de educação de São Paulo e possui grande experiência em capacitação de educadores e incentivo à leitura. Entre muitas outras obras, publicou em 2004 o título “Cadê meu avô?”, pela Editora Biruta. E em 2006, recebeu o prêmio Jabuti de melhor obra paradidática com o “Almanaque: Cortes e Recortes da Terra Paulista”. Faz parte do grupo Beco de Escritores.

A ilustradora Mariana Ruiz Johnson nasceu em Buenos Aires, Argentina, em uma família dedicada ao mundo dos livros. Estudou Artes Plásticas, com foco em ilustrações de títulos infantis. Já publicou obras como autora e ilustradora em diversos países. E recebeu, em 2013, pelo livro “Mamá”, o Prêmio Compostela al Álbum Ilustrado (prêmio internacional da cidade de Santiago de Compostela, Espanha).

Para saber onde adquirir o livre acesse http://www.editoragaivota.com.br/onde-encontrar/

Ler livros deve ser divertido

28/7/2015 – 11:01h

Aqui estão 15 dicas preparadas pela Revista Época para estimular crianças a ler mais. Segundo a revista, estudos comprovam que ler ajuda a desenvolver o cérebro, ter melhor desempenho acadêmico e até mesmo a criar uma sociedade mais igualitária. Estimular crianças a tomar gosto pelos livros é uma missão importante de pais e educadores.

O professor Júlio César Michelato, coordenador de Português do ensino fundamental do colégio Objetivo, afirma que a leitura extraclasse gera resultados em sala de aula.  “Há uma diferença enorme na produção dos alunos que leem em relação aos que não costumam pegar em livros – os que leem têm uma bagagem maior, sabem reivindicar, argumentar com mais propriedade.”

Como convencer os pequenos a largar joguinhos e a TV para abrir um livro? Apesar da leitura ser uma atividade divertida e que pode ajudar adultos e crianças a criar laços afetivos, muitas vezes, é difícil criar esse hábito. Por isso, reunimos algumas dicas de como estimular os pequenos (ou nem tanto) a ler mais.

1. Seja exemplo
Ainda que seja um consenso dizer que é importante ler, 70% dos brasileiros adultos não leram nenhum livro em 2014, segundo uma pesquisa da Fecomercio-RJ. Como a leitura é um ato cultural, é importante que os adultos desenvolvam esse hábito para que a criança também aprenda a desenvolver. “A partir do momento que você está em casa engatinhando, você vê o seu pais lendo um jornal, um livro, uma revista, aquilo automaticamente passa a fazer parte da sua vida”, diz o Michelato.

2. Desligue a televisão
85% dos brasileiros gostam de assistir a televisão durante o tempo livre, enquanto só 28%  da população escolhe a leitura, segundo o estudo Retratos da Leitura no Brasil. O problema é que com o eletrodoméstico ligado fica difícil conseguir ler. “A TV desligada também gera um espaço vazio físico e psíquico para a leitura. Especialmente se o adulto também for ler naquele momento”, afirma a professora e doutora Beth Cardozo do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária da PUC-SP.

3. Crie um momento de leitura
Use momentos em família para atualizar a leitura. Você com seus livros, as crianças com os delas e conversem sobre o tema. “Além de ser importante ser um exemplo, é bacana mostrar para a criança o que está lendo. Não que ela deva ler aquele livro, mas é interessante mostrar as opções que existem de leitura”, afirma a professora Samantha Ishikawa, do Colégio Santa Maria de São Paulo.
Dá até para pensar em uma espécie de clube do livro, em que vocês escolhem um título e compartilham as impressões depois. Não tenha medo de dizer que não gostou de um livro e as razões para isso. Assim, a criança pode compreender que existem diferentes tipos de obras e que é possível deixar uma obra de lado e começar outra.

4. Ofereça diferentes tipos de texto
Também é bom para oferecer diferentes tipos de texto. Apesar de gerar certa insegurança, não há problema em deixar que crianças leiam conteúdo destinado a diferentes faixas etárias. “Muitas vezes, pais estranham o interesse dos filhos em enciclopédias ou livros de receitas, mas são tipos de texto que podem gerar muito conhecimento para a criança”, afirma Samantha.

5. Respeite o gosto do leitor
Especialmente entre as crianças mais velhas, os pais podem ter preconceitos com os gostos literários dos filhos, que tendem a se interessar por um único gênero. Estimule a leitura desses títulos, mas tente oferecer também outras opções. Leitura demais não machuca. “O fundamental é ter contato com a leitura”, afirma a professora do Santa Maria. Na hora de oferecer novos títulos, é importante conhecer a criança. Observe-a, investigue seus interesses. Acertar na hora de indicar um livro pode garantir que o pequeno se apaixone pela leitura.

6. Incentive contato com os livros
É importante cultivar a relação com livros mesmo antes da alfabetização. Com crianças pequenas, é legal explorar a leitura de imagens ou deixar que o livro seja usado como um objeto para brincadeira. A escritora Lygia Bojunga gostava de contar que antes de aprender a ler brincava de casinha dentro dos livros, que usava como tijolos e paredes. “Isso é importante para criar intimidade com o objeto”, afirma Beth.
No entanto, é preciso tomar cuidado para não dramatizar, caso algum título fique avariado. “Ensine o respeito pelos livros, mas não os deixe encastelados. Não tem motivo para fazer drama por livros rasgados ou riscados”, diz Beth.

7. Vá com calma
Não tem necessidade de cobrar que a criança termine um livro por dia. Assim como os adultos, as crianças podem ler aos poucos. Outra preocupação é não forçar para que a criança leia tudo sozinha. É possível alternar a leitura para que seja um processo mais prazeroso, mas tome cuidado para evitar um tom professoral e não ficar bombardeando a criança de perguntas como “entendeu?”. Por vezes, a leitura é apenas um momento de deixar a criatividade rolar solta.

8. Frequente livrarias e bibliotecas
Procure frequentar a programação de livrarias, bibliotecas, bienais e feiras do livro da região. Em geral, é possível aproveitar a  programação relacionada a leitura, como encontros com autores, debates e cotações de histórias. Nas bibliotecas, também é possível começar a compreender obrigações e responsabilidades.

9. Monte um cantinho da leitura
Crie um ambiente confortável que estimule a leitura, no qual a criança tenha acesso aos livros sempre que quiser, com iluminação adequada. Podem ser títulos emprestados em bibliotecas ou um pequeno acervo próprio. O importante é estarem à mão para estimular a leitura.

10. Conheça o autor
Crianças fantasiam muito sobre quem é o autor dos livros. Quando descobrem mais sobre a vida dele, podem se interessar em ler sua obra. Se o pequeno gostou de algum livro, dá para investir em oferecer outros títulos do mesmo escritor. Outra sugestão é procurar blogs e canais de contato com os leitores que muitos autores mantêm. Eles, em geral, respondem mensagens e podem criar ainda mais interesse na leitura.

11. Estude a época retratada
Muitas vezes as crianças não entendem o porquê da leitura. Explorar a época em que o livro foi escrito ou o tempo que ela descreve pode gerar interesse. “Quanto mais informações você tiver sobre o livro, mais a criança fica interessada na historia”, afirma Samantha.

12. Alie com outras diversões
Associe a leitura a passeios. Se o livro fala de animais, que tal ir ao zoológico? Se ele fala do Universo, que tal ir ao planetário ou observar as estrelas do quintal? Filmes e peças de teatro também são bons métodos para gerar interesse nos livros em que foram baseados e vice versa. Textos teatrais também são opções bacanas. De leitura mais direta, agradam e podem ensinar muito.

13. Tablet não é só para joguinhos
Criar uma biblioteca virtual (seja no tablet ou no computador) também pode ser outra forma de estimular a leitura. Para algumas crianças, a leitura pode ser até mais rápida por conta das cores e luminosidade. “Mas o interessante é também não ficar só no digital. É bacana não ficar em uma única ferramenta”, diz Samantha.

14. Use a tecnologia a favor dos livros
Muitos sites de editoras (ou e-books mais incrementados) disponibilizam atividades lúdicas sobre os títulos. O que pode ampliar as atividades e o interesse pela leitura. O professor Julio Michelato também indica procurar canais do Youtube sobre literatura. “A linguagem jovem pode estimular outros a se interessar e ler mais”, afirma.

15. Não deixe se tornar uma obrigação
Se tudo isso for feito, não tem risco. Mas é importante tomar cuidado para não fazer que a leitura seja mais uma incumbência. Ler livros deve ser divertido para as crianças para que se torne um hábito para a vida toda.

Fonte: Marina Ribeiro – Época

Bate-papo entre autores e leitores

24/7/2015 – 12:12h

“Jabuti entre Autores e Leitores” é o novo projeto da Câmara Brasileira do Livro. Trata-se de uma série de eventos culturais – em parceria com livrarias, bibliotecas públicas, universidades e centros culturais – com o objetivo de discutir e difundir obras contempladas com o Prêmio Jabuti. A iniciativa possibilita o encontro de autores e ilustradores com os leitores, o que sem dúvida fortalece e incentiva boas práticas de leitura.

Aliás, os leitores adoram estes encontros. As crianças, em especial, sentem-se motivadas a perguntar tudo sobre a produção literária e se mostram curiosas diante dos autores.

Dia 30 de julho, quinta-feira, às 16 horas, o bate-papo vai ser em São Paulo, no Férias da Vila, com o autor Paulo Venturelli (foto). O endereço é Livraria da Vila , Loja Lorena, Al. Lorena, 1731/SP.

No bate-papo com as crianças, Paulo Venturelli fará leitura de trechos da obra “Visita à Baleia”, contará sobre a experiência de ser vencedor do Prêmio Jabuti e também dará sugestões de como ilustrar e escrever livros. Haverá, ainda, uma oficina de origamis relacionada à história.

As ilustrações que mostramos no blog são do livro “Visita à Baleia”, Editora Positivo, de autoria de Nelson Cruz.

No dia 3 de agosto, às 19 horas, o Jabuti traz bate-papo com Ignácio de Loyola Brandão, Teatro Eva Herz, Livraria Cultura da Paulista, Av. Paulista, 2.073.

Sobre o prêmio

As inscrições para a 57a edição do Prêmio Jabuti 2015, a maior condecoração literária do país, estão abertas até o dia 31 de julho. Editores, autores, ilustradores, tradutores, capistas e designers podem inscrever seus livros em 27 categorias.

Serão aceitas obras inéditas, editadas no Brasil, inscritas no ISBN e que apresentam ficha catalográfica. Até mesmo as antologias deverão ser compostas por textos integralmente inéditos para concorrer. Os interessados em se inscrever devem acessar o site www.premiojabuti.com.br, onde está disponível o regulamento completo da premiação.

Este ano tem algumas novidades a começar por duas novas categorias: Adaptação e Infantil Digital. A primeira consiste em obras adaptadas, por meio de nova redação ou por transformação de textos em imagens, incluindo as histórias em quadrinhos. Já a segunda abrange conteúdos para o público infantil combinados a elementos multimídia interativos. Além disso, as categorias Arquitetura e Urbanismo e Artes e Fotografia foram unificadas, contemplando obras compostas por pesquisas, ensaios e textos profissionais relacionados a tais temas.

Para o presidente da CBL, Luís Antonio Torelli, as mudanças na edição de 2015 têm como propósito manter a premiação atual. “Hoje em dia, é impossível ignorar os avanços dos recursos tecnológicos. O livro digital é uma realidade dentro do mercado editorial e devemos incluí-lo como uma plataforma de leitura importante. Inclusive, essa é a base da nossa gestão: ‘mais livros em todos os sentidos’” afirma. “Para continuar sendo referência e ter reconhecimento, devemos atualizar os nossos critérios de avaliação. Afinal, temos mais de 50 anos de história”.

Concurso literário da Editora Adonis

23/7/2015 – 10:59h

Até o final de julho, a Editora Adonis recebe inscrições para a quinta edição do Concurso Agostinho de Cultura, que premiará novos escritores com a publicação de livros.

Estão abertas, até o dia 31 de julho, as inscrições para a quinta edição do Concurso Agostinho de Cultura. Organizado anualmente pela Editora Adonis, o Concurso busca fomentar a produção literária aproximando escritores e mercado editorial por meio da publicação de textos originais.

Na edição de 2014/2015 os inscritos, maiores de 18 anos, podem apresentar originais em seis categorias (Primeiro Leitor, Leitor Iniciante, Leitor em Processo, Infantojuvenil, Neoleitor e a novidade: Poesia para todas as idades). Serão aceitas obras em prosa e poesia escritas em língua portuguesa. O escritor pode apresentar mais de um original.

Os critérios utilizados para avaliação dos textos inscritos são: qualidade do texto, trabalho estético com a linguagem, coerência e consistência do texto, construção do narrador, caracterização das personagens, ambientação e temporalidade, além de potencialidade interpretativa. Os textos serão selecionados por um júri especializado em literatura, nomeado pela própria editora e se mantém em segredo até a divulgação dos vencedores.

Os interessados devem enviar seus textos originais à Editora Adonis (Quinto Concurso Agostinho de Cultura – Endereço: Rua do Acetato, 189 – Distrito Industrial Abdo Najar – CEP: 13474-763) e possuir o Registro de Direito Autoral/EDA (Escritório de Direito Autoral), que tem por finalidade atribuir ao autor segurança quanto ao direito sobre sua obra (Lei nº 9.610/98). A identificação dos originais deverá ser feita por meio de pseudônimo escolhido pelo escritor.

O concurso é o principal meio de publicação de obras pelo selo Adonis e uma grande oportunidade para revelação de novos talentos. Desde sua primeira edição, em 2008, o concurso já publicou dezenas de títulos e revelou diversos escritores, entre eles Gabriel Araújo dos Santos, Teresa Candolo, Jacqueline Salgado, Patrícia Gibin de Oliveira, Ana Margarida Mignone, Atílio Bari, Vivian Ferreira e muitos outros.

Diferente dos anos anteriores, a quinta edição do concurso foi aberta em julho de 2014. Escritores do Brasil inteiro e demais países de língua portuguesa tiveram pouco mais de um ano para enviar seus originais.

Informações sobre  Quinto Concurso Agostinho de Cultura podem ser obtidas pelo telefone (19) 3471.5608 o por email contato@editoraadonis.com.br. O regulamento completo do concurso está disponível no site da editora www.editoraadonis.com.br/concurso.

Games baseados em livros

21/7/2015 – 11:01h

Curiosidade: sabia que alguns dos mais populares jogos eletrônicos, que as crianças adoram manipular, foram baseados em textos, personagens ou enredos literários? Que tal aproveitar para estimular a jogatina juntamente com a leitura destas obras?

O site TecMundo compilou uma lista de jogos que foram, direta ou indiretamente, baseados em obras literárias. Estes livros contribuíram de alguma forma para estes jogos. Em alguns casos, o autor contribuiu para a adaptação, noutros foram apenas os personagens ou o contexto histórico a inspirar os criadores do jogo.

The Witcher 3: Wild Hunt – Precedido por The Witcher e The Witcher 2: Assassins of Kings

Todos baseados na série de romances de fantasia com o mesmo título do autor polaco Andrzej Sapkowski.

Parasite Eve

O enredo foi escrito pelo farmacologista Hideaki Sena e lançado em 1995 no Japão. Conta a história de mitocôndrias chamadas Eve, que tentam destruir a raça humana usando corpos como hospedeiros.

Metro 2033

O livro homônimo foi escrito em 2005 pelo russo Dmitriy Glukhovskiy. O próprio autor decidiu adaptar o seu livro a um jogo em vez de um filme.

Dune/Dune II

Os fãs de ficção científica certamente conhecem o livro lançado em 1965 por Frank Herbert. A história foi também adaptada ao cinema por David Lynch.

Assassin’s Creed

O fabricante do game, Ubisoft, confirmou que o primeiro Assassin’s Creed é levemente baseado na obra ‘Alamut’, de Vladimir Bartol.

Dynasty Warriors

É o spin-off de um jogo de estratégia diretamente baseado no livro ‘O Romance dos Três Reinos’, publicado no século XIV por Luo Guanzhong.

Fonte: Notícias ao Minuto – Blog do Galeno

Dicas para ler ebooks

17/7/2015 – 18:34h

Os adultos sabem que as crianças dão um show de habilidades no uso de eletrônicos, mas não custa aos pais auxiliarem nesta interação. No caso de ebooks, o blogueiro David Rothman, do site TeleRead, listou algumas dicas para os leitores de ebooks tirarem o melhor da experiência da leitura.


Confira seis sugestões com foco no conforto:

Escolha o “ereader” certo, pois eles são como aparelhos auditivos ou óculos de grau: o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Antes de comprar, preste atenção a detalhes como a resolução da tela.

Se o brilho da tela é muito intenso, experimente ler com texto branco e fundo preto.

Outra alternativa é usar fontes de traço mais grosso, além de reduzir o brilho da tela – o que ainda economiza bateria. (Aparelhos Kindle não têm o recurso de passar o texto para negrito. Escrevam para a Amazon: jeff@amazon.com)

Aprenda a usar os comandos para mudar margens, comprimento de linha, espaçamento entre linhas e outras variáveis. Experimente! Vale a pena.

Procure por ebooks com formato redimensionável, como ePub, para que consiga mudar o tamanho da letra sem que as linhas quebrem no lugar errado. PDF, um dos formatos mais populares, é um desastre mesmo com alguns softwares que atenuam os problemas.

Parece óbvio, mas vá lá: vá ao oftalmologista e certifique-se de que seus óculos ou suas lentes correspondem às necessidades dos seus olhos!

Outra notícia sobre ebooks

Leonardo Neto, fundador e editor do PublishNews publicou: Prêmio Jabuti dispensa ISBN e ficha catalográfica de eBooks infantis. A matéria dele diz o seguinte:

A 57ª edição do Prêmio Jabuti, a mais tradicional láurea literária do País, incluiu – em caráter experimental, pela primeira vez em sua história, uma categoria para avaliar e premiar o livro digital. O anúncio foi feito no início de junho. A novidade agora é que a curadoria do prêmio fez uma alteração no regulamento para permitir a inscrição de livros sem ISBN e ficha catalográfica na categoria Livro Infantil Digital. Para justificar a alteração no seu regulamento, o conselho curador considerou o “expressivo número de considerações e consultas recebidas pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) [entidade responsável pelo prêmio] relativas a dificuldades encontradas para inclusão de ficha catalográfica e ISBN em livros infantis digitais”. Lembrando sempre que o prazo para inscrições termina no dia 31 de julho. Para mais informações e inscrições, acesso o site do Prêmio Jabuti.

Literatura, crianças e criação

16/7/2015 – 9:41h

Suria Scapin e Isabela Parada *

Ao se aproximar de reflexões sobre a literatura infantil é possível que um questionamento se faça presente: como a literatura pode despertar nas crianças algum aprendizado, independente de um objetivo a ser alcançado? No fundo, esta questão é como uma matrioska, que contém outras e outras e outras em seu interior.

Quando nos questionamos sobre  isso, buscamos o ponto central do aspecto educativo da literatura infantil e a nossa primeira pergunta foi: qual é o papel do leitor na leitura? E, como consideramos que esse papel vai além de apenas compreender as ideias do livro, não há ninguém melhor para nos falar sobre isso do que um autor de literatura infantil, não é mesmo?

Em um vídeo, Bartolomeu Campos de Queirós[1] lê o Manifesto por um Brasil Literário e tece comentários sobre ele, afirmando que o que está nas mãos do leitor é a criação: “o fenômeno literário, talvez, seja a fantasia do escritor dialogando com a fantasia do leitor e construindo uma terceira obra, que nunca vai ser escrita”.

Mas pensamos que isso só é possível quando a arte literária infantil alcança a emoção do leitor e exige dele uma capacidade ativa e criativa de interpretação, sendo preciso, para tanto, que as crianças recorram à própria vivência e, a partir dela, criem sentido para aquilo que estão lendo.

Surgiu, daí, uma segunda questão: sendo a criação também papel do leitor, como o escritor pode propiciar isso? E tivemos uma resposta, desta vez, dada por Silvia Oberg: [2] “Esta é uma das qualidades da literatura — e da arte, em geral — deixar espaços livres para que a imaginação e a sensibilidade do leitor/fruidor possa trabalhar”.

E então alcançamos um primeiro ponto importante: a literatura é feita com espaços que permitem ao leitor criar uma obra própria, única, a partir da sua imaginação, e isso nos permite concluir que, em contato com obras literárias, as crianças têm sua capacidade de fantasiar potencializada. Lembrando que estamos questionando o papel educativo da literatura, conclusão esta que nos levou a uma terceira questão — talvez, o cerne da matrioska: aprende-se ao fantasiar?

Vamos esclarecer a importância da fantasia, da imaginação, novamente com palavras de Bartolomeu Campos de Queirós, daquele mesmo vídeo:

O homem é feito de real e de ideal. A literatura, quando ela aparece para as crianças, ela traz esse diálogo com a fantasia. E a fantasia é o que existe de mais importante na construção do mundo: se existe o novo é porque ele foi fantasiado anteriormente. Então, nós devemos à fantasia todo o desenvolvimento do mundo.

É legal saber como funciona a imaginação e, aqui, Vigotsky [3] pode nos ajudar, explicando o desenvolvimento das funções psicológicas superiores. Ele afirma que a imaginação se faz por meio de uma estrutura mental, para a qual é indispensável um material base que vem das experiências vividas. Este, junto com a necessidade humana de adaptação, de sobrevivência e de satisfação de desejos, leva ao impulso criativo. Para a criação, colocamos em movimento todo um mecanismo mental em que o material adquirido das experiências é reorganizado e, assim, criamos algo novo. Por isso, Vigostky considera que a imaginação não é um divertimento do cérebro, mas uma função vital e necessária.

Todos nós passamos, então, por um desenvolvimento das estruturas mentais imaginativas, que amadurecem na idade adulta. E, por mais contrasenso que haja com o pensamento comum, o autor afirma que a imaginação infantil é muito mais pobre que a do adulto pelo fato desta estrutura ainda não estar totalmente formada no pensamento infantil e também porque a experiência de um adulto é mais rica que a das crianças, portanto, a base material dos adultos é maior que a das crianças.

Exatamente aqui chegamos ao ponto que responde a nossa questão inicial, pois a construção de sentidos, por meio da interpretação do lido, nada mais é do que criação e, para criar, é necessário imaginar. Isso só reforça a necessidade de um cuidado para que não haja, na literatura infantil, apenas uma via de compreensão.

Podemos dar como exemplo frases com o objetivo de ensinar alguma coisa para as crianças. Estas são direcionadas ao leitor do livro e não servem ao desenrolar da história ou da personagem, interrompem a interação deles com a narrativa e fazem perder-se o vínculo criança-história.

E o que isso acarretaria? Acarretaria a retirada do espaço criador necessário à fantasia! Sem esse espaço criador, o mecanismo da imaginação não seria acionado e, portanto, não haveria qualquer incentivo ao desenvolvimento da estrutura imaginativa da criança.

Quando nos perguntamos se um livro precisa ser educativo, estamos falando do desenvolvimento da inteligência das crianças e este desenvolvimento é exatamente a criação de estruturas mentais; no caso de que estamos tratando, é a criação e o desenvolvimento das estruturas mentais que possibilitam a imaginação.

A literatura infantil pode despertar um aprendizado nas crianças ao possibilitar a elas que, lendo um livro, tenham o prazer de criar uma obra, que nunca vai ser escrita, mas que vai ficar na sua própria história.
[1] Bartolomeu Campos de Queirós (1944-2012) foi um escritor mineiro que lutou pela disseminação da ideia de que a arte, especialmente a literatura, é parte essencial no processo educativo e atuou ativamente no Movimento por um Brasil Literário.

[2] Silvia Orbeg é doutora em Ciência da Informação pela Escola de Comunicação e Arte (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), com especialização em literatura infantil e juvenil.

[3] Lev Semenovitch Vygotsky (1896-1934), psicólogo bielo-russo, que, apesar de ter falecido cedo, aos 38 anos, produziu uma obra densa sobre a gênese das funções psicológicas superiores, sendo uma referência para estudos sobre desenvolvimento e aprendizagem infantil.

*Suria Scapin e Isabela Parada – Editora Pipoca

Disney faz tour na Ásia

14/7/2015 – 19:58h

Contos clássicos do Ocidente são retratados por ilustrador coreano. Como ele transferiu para o Oriente imagens de histórias tão conhecidas por nós?

Ilustração coreana para Alice no País das Maravilhas

Claro que você conhece bem os contos clássicos europeus, mesmo que apenas para a versão Disney: Riding Hood, Branca de Neve, O Príncipe Sapo, Alice no país das maravilhas etc. Eles fazem parte da nossa cultura e aos olhos do mundo. Mas o que acontece quando o Extremo Oriente tenta adaptá-los à sua cultura?

Isso é exatamente o que ele fez Nayoung Wooh, um ilustrador sul-coreano, de 36 anos, que tem chamado a atenção internacional com sua série sobre contos de fadas orientalizados. Estética e estrelas foram transferidas para a Ásia, mantendo o espírito de ingenuidade original.

Tudo começou com o seu interesse em hanbok, roupa tradicional coreana. “Na escola eu não estava interessado. Ele viu sua beleza intrínseca. Eu pensei que era apenas uma fantasia arcaica para ocasiões especiais. Eu acho que a maioria dos coreanos têm essa visão”, explica ele.

O interesse por esta peça de vestuário cresceu após a emissão de várias séries históricas sobre a Dinastia Joseon, como Hwangjiyi ou Sungkyunkwan Scandal. “Minha curiosidade foi despertada e então gradualmente vi desenhos Natsuki Sumeragi. Sua obra veio até mim e queria fazer trabalhos de arte sobre a beleza do hanbok”, lembra.

Assim, ele veio chegou até às histórias. “Parecia o ambiente natural para o hanbok. Eu sempre fui muito interessado em contos clássicos e folclore europeu e asiático”, diz ele. No entanto, a experiência começou como algo mais do que um projeto de arte. Era uma terapia.

“Depois de graduar-se em Arte Oriental, eu trabalhei como designer gráfico durante três anos para um desenvolvedor de jogos de vídeo chamado Nexon. Mas há 10 anos eu sofri uma depressão terrível. Eu parei meu trabalho. Eu senti que eu era a única pessoa que não sabia o que fazer com sua vida . Eu estava cansado de tudo e precisava desesperadamente de algo para segurar. Eu me tranquei em casa e jogou consola durante todo o dia “, lembra o artista.

Finalmente, o desenho é o que pegou. “Eu nunca passei tempo pensando em mim ou sobre o que o desenho significava para mim. A depressão me levou a fazer isso e  também a me concentrar na produção de arte, o que me permitiu reconciliar comigo mesmo”, diz ele.

De todas as ilustrações, seu favorito é a Alice no País das Maravilhas. “É muito especial para mim e está baseado em uma das cenas do livro mais famosas. Eu amei trabalhar sobre ela e muitas pessoas pensam que é a melhor. Ele queria visualizar uma passagem em que Alice cai de um mundo para outro carregando uma hanbok “, explica.

Continua? “Eu tenho feito alguns esboços preliminares para Thumbelina, O Mágico de Oz e Gato de Botas. Mas tenho muitos projetos. A Oz será minha prioridade quando eu tiver tempo. Também quero reunir todas as imagens em um livro e levantar dúvidas sobre a hanbok estrutura e como desenhar “, enumera.

Fonte: Maria de Sancha – Huffington Post

Branca de Neve

“Sempre fui apaixonada pelas palavras e pelas entrelinhas”

11/7/2015 – 11:56h

Entrevista

Stella Maris Rezende – Escritora, desenhista, cantora e atriz

“A arte literária tem uma riqueza de linguagem, uma poeticidade, uma beleza incomum e encantadora que todas as pessoas deveriam vivenciar”

Rosa Maria: Nas viagens que realiza pelo Brasil e nos eventos literários dos quais participa, você faz contato com muitos jovens. Como você sente o jovem: quais suas expectativas, apreensões, sonhos?

Stella Maris: Sinto-os ávidos por respostas, mas também abertos a novas perguntas, o que é fundamental. Em qualquer época ou lugar do mundo, os jovens se parecem bastante, porque vivenciam angústias, sonhos, frustrações e alegrias que se assemelham. Tenho leitores jovens por todo o Brasil e é maravilhoso imaginar que, embora possuam tanta coisa em comum, cada um tem seus inextricáveis mistérios e íntimas inquietações. Os que leem literatura costumam falar e escrever melhor. Os que leem best-sellers, autoajuda e romances encharcados de estereótipos e superficialidades aos poucos se cansam desse tipo de leitura e procuram livros mais condizentes com a complexidade da condição humana. Bom, eu sei que alguns vão continuar lendo apenas best-sellers, infelizmente. A arte literária tem uma riqueza de linguagem, uma poeticidade, uma beleza incomum e encantadora que todas as pessoas deveriam vivenciar.

RM: O que os jovens buscam na literatura?

SM: Os que leem best-sellers buscam respostas. Os que leem literatura buscam diálogos, reflexões, perguntas, sonhos, trocas, riquezas, muito encantamento e livre imaginação.

RM: O que procura apresentar para eles em suas palestras?

SM: Através de textos de alta qualidade artística, reflexões cheias de bom humor e olhar crítico, procuro estimular a leitura literária.

RM: Você percebe no jovem o interesse pela carreira de escritor?

SM: Sim, em muitos deles. Infelizmente, têm pressa em publicar. Sempre digo que o mais importante é ler muito, escrever e reescrever muito, com disciplina, paciência, persistência, habilidade, foco e livre imaginação.

RM: Como você orienta os jovens que desejam se preparar para esta carreira?

SM: Indico meu livro “Esses livros dentro da gente – uma conversa com o jovem escritor”, Casa da Palavra, que dá dicas para quem quer se tornar escritor ou um bom leitor.

RM: Por que você se tornou escritora?

SM: Porque nasci com essa vocação. Desde menina, sempre fui apaixonada pelas palavras e pelas entrelinhas. Gosto de contar histórias, de um modo que encante e seduza o leitor, e isso compõe o que há de mais verdadeiro em mim.

RM: Como começou e como foi a sua formação?

Sou formada em Letras e mestrado em Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília. Publiquei meus primeiros poemas no jornal Correio Braziliense, aos 19 anos. Aos 29, publiquei meu primeiro livro de contos. Aos 30, ganhei meu primeiro prêmio nacional importante e a partir daí não parei mais. Hoje posso dizer que recebi alguns dos prêmios mais prestigiados do Brasil: 4 Jabutis, 3 Prêmios João-de-Barro, Bienal Nestlé, Barco a Vapor, Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), Prêmio Brasília de Literatura e vários selos de Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.

RM: Como você avalia a movimentação em torno da atividade literária no atual cenário brasileiro? Cite os fatos positivos e negativos.

SM: Há muitas feiras de livro, encontros literários, congressos e oficinas de leitura e escrita. O ponto negativo é o livro e a leitura literária não serem a atração principal em alguns desses eventos. No intuito de atrair o público, muitos organizadores convidam artistas famosos, celebridades, sinalizando que a literatura não atrai por si mesma, que é preciso haver festa e espalhafato, para que talvez o público se aproxime dos livros. Talvez tenham razão de certo modo. No entanto, na minha maneira de pensar, é preciso que haja uma divulgação maior e mais intensa nas escolas, nas universidades e na comunidade em geral, chamando o público por meio de campanhas criativas e poéticas, atraindo as pessoas para a festa e a mágica das palavras. Num bom livro de literatura há música, teatro, cinema, poesia, drama, pintura, todas as artes, enfim. O livro literário é rico e encantador por si só. Um ponto positivo desses eventos é que os autores encontram vários de seus leitores, trocam ideias, estreitam laços de amizade. Outro ponto importante é que os autores reencontram outros escritores, trocam experiências, frustrações e alegrias. O ponto mais significativo é que o objeto livro tem oportunidade de se tornar algo mais próximo das pessoas em geral. Antigamente, era mais difícil a gente ver um autor e conversar com ele. Hoje em dia, tornou-se mais fácil e até comum. É fundamental que essas oportunidades sejam divulgadas com antecedência, atraindo o público de maneira mais inteligente e artística. Uma leitura prévia de livros dos autores convidados seria um modo objetivo e bonito de se divulgar os eventos. Na Feira de Porto Alegre, por exemplo, há adoções e leitura prévia de livros dos convidados, e esse é um dos motivos que fazem dessa feira uma das mais bem-sucedidas do Brasil.

RM: Existe algum segmento da atividade que tenha alcançado o grau de excelência? Qual?

SM: Grau de excelência eu não sei, mas tenho certeza de que as oficinas de leitura e escrita têm estimulado muita gente a ler e escrever melhor.

Um trecho do meu livro “Esses livros dentro da gente”:

“Quem quer escrever, escreve. Principalmente se terminou de ler um livro maravilhoso. Um livro maravilhoso escreve outros livros dentro da gente. É preciso saber ler esses livros dentro da gente”.

Referência em literatura

"Gosto de contar histórias, de um modo que encante e seduza o leitor, e isso compõe o que há de mais verdadeiro em mim"

11/7/2015 – 11:54h

“Nasci ali juntinho da Serra da Saudade
Minas Gerais, Dores do Indaiá
Meu nome, Stella Maris
Eu sou estrela-do-mar”.

Assim, a escritora Stella Maris Rezende fala de si e do seu nome. É estrela do mar. Na literatura, digo, é estrela maior. Seu nome brilha e ilumina textos impecáveis, que assina, contando histórias que não cansamos de ler. Sua obra é extensa, mas alguns títulos ficam na nossa memória com mais intensidade: “As gêmeas da família”, “A sobrinha do poeta”, “A mocinha do mercado central”, “A guardiã dos segredos da família”, “O espelho da alma”.

Stella Maris Rezende escreve desde sempre, pois nasceu com um talento que a vem impulsionando para a literatura. Mas não se descuidou de esculpir seu dom: é mestre em Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília e ainda desenhista, cantora e atriz. Viveu parte da infância em Belo Horizonte, mudou-se para Brasília em 1962 e desde 2007 reside no Rio de Janeiro. Atualmente, além de escrever, Stella Maris ministra a oficina “Letras Mágicas, que incentiva a leitura e a escrita entre crianças, jovens e adultos.

A escritora tem um público cativo, os jovens. Sua obra vem recebendo os mais respeitados prêmios literários do Brasil, o que a torna uma referência em literatura no país. Sua agenda é bem disputada. Stella Maris é convidada e presente nos mais variados eventos literários realizados no Brasil a fora, o que permite que seus leitores, especialmente os jovens, se aproximem dela e de sua obra.

O Blog Conta uma História pediu à Stella Maris uma entrevista para falar de sua experiência no contato com o jovem leitor. Ao clicar à direita do blog, na categoria Entrevista você vai ler esta exclusiva que tem um algo a mais: um caminho para os jovens se dedicarem mais à literatura. Além de ler, também devem escrever.