Games podem auxiliar o aprendizado

29/4/2016 – 20:59h

Os jogos eletrônicos se bem empregados podem trazer benefícios para os usuários. E para a educação também. Especialista em soluções de educação a distância personalizadas, a empresa Orbitotal elabora games para educação e treinamento.


O ensino a distância (EAD ou eLearning) ganha um poderoso aliado: os jogos eletrônicos. Os games educacionais são uma tendência mundial e trazem para o universo dos estudos a empolgação e a motivação dos tradicionais jogos eletrônicos. É por esse e outros motivos que eles estão substituindo o ensino convencional em empresas e instituições de ensino.

Um game corporativo torna mais fácil o treinamento de equipes e estudantes, assim como o aumento do interesse e do engajamento. Um dos métodos mais conhecidos, que utiliza elementos de games para ensinar, é a gamificação (do inglês, gamification). Gamificar uma apostila ou um tutorial, por exemplo, é certeza de mais eficiência e melhor compreensão do conteúdo. “A gamificação é um recurso que pode ser utilizado para aumentar o interesse e garantir o aprendizado de uma maneira mais agradável”, aponta o diretor da Orbitotal, especialista em games para a educação, Marlon Moser.

Ele explica que o ideal é que o estudante seja motivado pela diversão do jogo, e não pela pontuação. “Nossos jogos são criados em parceria com experts em neurociência e psicologia cognitiva, para oferecer produtos que sejam mais eficientes e atraentes”, afirma.

Moser conta que um dos principais objetivos no uso dos games, é que as pessoas encontrem motivação e diversão nas tarefas que elas já têm que fazer. Sendo assim, as tarefas são realizadas com a mesma sensação positiva e divertida que os jogos tradicionais são capazes de trazer.

O uso dos games tem um forte impacto em qualquer estratégia digital. Gráficos detalhados, simulações de leis da física, animações, etc. Tudo isso faz com que os jogadores se sintam totalmente imersos em mundos alternativos. As empresas que usam jogos em seus negócios levam muito a sério o estímulo visual. “Através de análise e estudo, é possível criar simulações e jogos direcionados para interesses específicos de cada empresa, gerando assim mais aprendizado e interação entre as pessoas. Outra vantagem é que o conteúdo pode se adaptar de acordo com as necessidades e o ritmo de cada usuário.”, afirma Marlon.

Alguns elementos dos games que são mais comumente usados na educação:

•          Uso de fases para desbloquear novos conteúdos

•          Simulações de situações e ambientes

•          Trabalho em equipe para atingir objetivos

•          Desafios que requerem diferentes habilidades

“O que você vai ser quando crescer”

28/4/2016 – 16:59h

Música, poemas e teatro. Arcelor Mittal reúne tudo isso num espetáculo, que conta a história de um menino que sonha em ser mágico, mas que diante de algumas frustrações começa a redimensionar seus sonhos e descobrir novos dons. Vai ser dia 1º de maio, domingo, 16 horas, no Teatro Bradesco, em BH.

As entradas para ver o espetáculo custam R$ 22,00 e R$ 11,00.

Numa homenagem ao escritor infantojuvenil, Leo Cunha, que tem seus poemas musicados, o projeto foi lançado em abril na Bienal do Livro de Minas.

O CD do cantor Thelmo Lins traz ilustrações de Eduardo Sá, design gráfico de Fabiano Lanna e fotos de Mary Lane Vaz.

Às vésperas de completar 30 anos de carreira, em 2013, o cantor Thelmo Lins passou por um processo de reflexão sobre o tempo de dedicação às artes. E, mais além, quais dos seus sonhos de criança ele havia retido ainda na maturidade? Pouco tempo depois, reencontrou seu antigo colega de faculdade, o  escritor, poeta e professor Leo Cunha. Conversaram sobre carreira, livros, discos, trajetórias, afinidades. Destes episódios, surgiu o projeto “O que você vai ser quando crescer”? que inclui a criação de um espetáculo musical dedicado ao público infantil e a produção do CD com a gravação da trilha sonora.

O projeto inaugura sua parceria com entre Thelmo Lins e Leo Cunha, um dos mais aclamados nomes da literatura infantojuvenil brasileira, ganhador de vários prêmios, dentre eles o cobiçado Jabuti. Leo e Thelmo, que foram contemporâneos no curso de Jornalismo da PUC-MG, escreveram o texto do espetáculo a quatro mãos. E, das 13 canções do espetáculo, Thelmo Lins criou onze. E as outras duas foram compostas pelo também cantor e compositor Wagner Cosse.

“O que você vai ser quando crescer”? traz diversas músicas que homenageiam profissões. Elas foram extraídas de livros como “Profissonhos – Um Guia Poético”, “Poemas Lambuzados”, “Poemas Avoados” e “Debaixo de um Tapete Voador”, todos de Leo Cunha. As canções tratam de profissões como “Poeta”, “Músico”, “Esportista”, “Escultor” e “Astronauta”. No disco, ainda foram registradas “Balão”, “Língua de Sobra”, “Desculpa”, “O Gagago”, “Rapunzel”, “A Pergunta”, “A Resposta” e “Profissonhos”, que estão dentro do contexto da proposta.

Os arranjos e a direção musical foram conduzidos pelo violonista e guitarrista Rogério Delayon. A gravação aconteceu em seu próprio estúdio, o Toca do Leão, em Nova Lima, Minas Gerais. Ainda integram a equipe do CD os músicos Evaldo Milagres (percussão e bateria), Sanchez Almeida (contrabaixo), Danilo Abreu (teclado), Sérgio Danilo (sopros), Sirley Rossi (percussão), Tatá Sympa (acordeon), Sheyla Barroso (castanhola) e as vozes de Ana Cristina, Graziela Cruz, Kaio Carmona e Wagner Cosse, no coro. Os cantores Raíssa Alves, Jai Baptista (que marcam presença em musicais famosos da capital mineira, como A Pequena Sereia, A Arca de Vinicius e Mulheres de Holanda), Antonio Delayon e Pirulito da Vila fazem participações especiais.

O espetáculo

A montagem do musical infantil, dirigida por Fernando Bustamante, estreia no dia 1º de maio de 2016, no Teatro Bradesco. O espetáculo integra o projeto Diversão em Cena, patrocinado pela Arcelor Mittal, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

O texto, inspirado na obra de Leo Cunha, conta a história de um menino que sonha em ser um mágico e fazer muitos truques legais. Ele assiste ao show de um mágico que se apresenta numa festa de um colega e fica deslumbrado. Durante a peça, tenta falar com ele, para poder extrair alguns ensinamentos. O mágico, no entanto, não dá a mínima bola. Enquanto isso, o menino provoca uma série de problemas com seus truques mal sucedidos.

Na frustração de não conseguir cumprir sua vontade, o menino pergunta ao pai, à mãe, ao avô e até à assistente do mágico, Rapunzel, se eles conseguiram alcançar tudo o que queriam ser quando crianças. As respostas vão abrindo um novo caminho para o menino, que começa a redimensionar seus sonhos. Uma grande ajuda é fornecida pelo seu professor de música, que reconhece seu talento na área musical e lhe dá de presente um superinstrumento musical, onde ele pode exercitar seus verdadeiros dons: cantar, dançar, contar anedotas, driblar trava-línguas, dentre outros. Bem, o final surpreendente dessa história só será conhecido para quem assistir ao espetáculo.

Os mais procurados

24/4/2016 – 19:09h

Biblioteca Pública de Minas divulga os 5 livros infantis mais solicitados.

A lista de livros que fizeram parte da nossa infância é bastante extensa. Em uma mistura de reinos, florestas, príncipes encantados, amigos inesperados, magia, amor eterno, juízos de moral e valores sociais, aguardávamos ansiosamente pelo “e viveram felizes para sempre”.

“A literatura infantil será uma primeira forma de incentivo ao gosto pela leitura, que deve principalmente vir de casa. Os pais precisam estar atentos para essa questão, tornando-se um habito para toda a família. Através dela, a criança será mais entendida do mundo, além de escrever, falar e criar com mais facilidade”, explica Andresa Aredes Ferreira, bibliotecária.

A Biblioteca Pública Luiz de Bessa, localizada em Belo Horizonte, possui em seu acervo diversas obras infantis disponíveis para empréstimos. Conheça agora os cinco títulos mais solicitados do gênero:

Turma da Mônica Jovem – Maurício de Souza

A Turma da Mônica Jovem é uma nova versão dos personagens de Maurício de Souza, porém, no estilo mangá com mais ação e aventuras. Os integrantes agora são adolescentes e vivem todas as complexidades da fase. Além disso, algumas características marcantes deles também mudaram como, por exemplo, o Cascão, que passa a tomar banho mais vezes, e o Cebolinha, que troca menos o “r” pelo “l”.

Série Desventuras em Séries – Lemony Snicket

Violet, Klaus e Sunny são encantadores e inteligentes, mas ocupam o primeiro lugar na classificação das pessoas mais infelizes do mundo. De fato, a infelicidade segue os seus passos desde a primeira página, quando eles estão na praia e recebem uma trágica notícia. Esses ímãs que atraem desgraças terão de enfrentar, por exemplo, roupas que pinicam o corpo, um gosmento vilão dominado pela cobiça, um incêndio calamitoso e mingau frio no café da manhã. É por isso que, logo na quarta capa, Snicket avisa ao leitor: ‘Não há nada que o impeça de fechar o livro imediatamente e sair para outra leitura sobre coisas felizes se é isso que você prefere’.

O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint-Exupery

Le Petit Prince, The Little Prince, El Principito, Der Kleine Prinz – em qualquer uma das mais de 150 línguas em que é publicado, causa encanto a história do piloto cujo avião cai no deserto do Saara, onde ele encontra um príncipe, “um pedacinho de gente inteiramente extraordinário” que o leva a uma jornada filosófica e poética através de planetas que encerram a solidão humana em personagens como o vaidoso, capaz de ouvir apenas elogios; o acendedor de lampiões, fiel ao regulamento; o bêbado, que bebia por ter vergonha de beber; o homem de negócios que possuía as estrelas contando-as e encontrando-as em ambição inútil e desenfreada; a serpente enigmática; a flor a qual amava acima de todos os planetas.

Reinações de Narizinho – Monteiro Lobato

“Reinações de Narizinho”, um clássico da literatura infantil brasileira que continua atual como nunca, reúne histórias escritas por Monteiro Lobato em 1920. O livro narra as primeiras aventuras que acontecem no Sítio do Picapau Amarelo e apresenta Emília, a boneca de pano tagarela e sabida, Tia Nastácia, famosa por seus deliciosos bolinhos, Dona Benta, uma avó muito especial, e sua neta Lúcia, a menina do nariz arrebitado. Lúcia, mais conhecida como Narizinho, é quem transporta os leitores a incríveis viagens pelo mundo da fantasia. Tudo começa com uma inesperada visita da neta de Dona Benta ao Reino das Águas Claras e com a chegada de seu primo, Pedrinho, ao Sítio do Picapau Amarelo para mais uma temporada de férias. Depois do passeio pelo Reino das Águas Claras, as reinações de Narizinho ficam ainda melhores. As crianças se divertem fazendo o Visconde com um sabugo de milho e planejando o casamento de Emília com o leitão Rabicó.

Rick e a girafa – Carlos Drumond de Andrade

Rick acalenta o sonho de viajar o mundo montado numa girafa; Paulinho diz que todas as borboletas da Terra formaram um tapete voador para levá-lo ao Sétimo Céu. Já no mundo dos adultos, Fernão Soropita perde o sorriso depois que manda fazer uma dentadura de ouro; a medrosa dona Irene tem a maior surpresa ao se ver de frente com um ladrão muito mais medroso que ela. Nas 29 histórias reunidas neste livro, Carlos Drummond de Andrade nos convida a ver o mundo como ele vê: com olhos de criança, de poeta e de observador atento aos acontecimentos do dia a dia.

Fonte: Site da Secretaria de Cultura do Estado/Biblioteca Pública

A Bienal do Livro neste fim de semana

A Bela e a Fera: encontro das crianças com personagens – Foto: Divulgação

21/4/2016 – 21:28h

Evento vai até domingo, 24 de abril, no Expominas, em BH; bate-papo com autores, lançamento de livros, sessões de autógrafos e promoções, brincadeiras, encontro com personagens de histórias infantis e competições são algumas das atrações para o público. Destacamos, aqui, a programação infantil.

Na sexta, 22 de abril, os portões do Expominas abrem às 9h e as atividades infantis terão início às 10h com o cortejo Apanhador de Desperdícios. Às 11h30, a Trupe Gaia segue com a atividade “É folclore sim senhor”. Às 11h, terá exibição do filme “Detetives do prédio azul” no Cineminha e performances diversas.

No sábado, 23, as atividades iniciam às 10h45 com contação de histórias comandada pela Trupe de Gaia. Às 11h, com o filme Detetives do prédio azul, e às 11h30 tem Cantigas de quintal. Das 13h30 às 16h30 acontecem várias sessões do Sarau Liter… Uau!. Das 14h30 às 17h, o cortejo Apanhador de Desperdícios percorre o pavilhão do Expominas com peraltagens e poesia. A programação infantil do sábado se encerra às 15h30 com Bichos de Todo Jeito.

No domingo, 24, a Bienal se despede da garotada com uma intensa programação que se estende ao longo do dia. Às 10h, o espetáculo Folclore sim senhor resgata histórias do imaginário popular e com muito mistério e humor envolve os personagens em aventuras que estimulam a criatividade e encantamento dos pequenos fazendo uma ponte entre o mundo real e a fantasia. Às 11h30, o grupo Sem Pé Nem Cabeça traz os personagens Pitaco e Mocotó que entram no universo da imaginação e fazem as crianças mergulharem no mundo dos livros e dos sonhos.

Às 14h, o Sarau liter… UAU! trará uma disputa acirrada e lúdica entre os participantes. Às 15h30, o Cortejo Apanhador de Desperdícios volta com suas peraltagens e poesias ao imaginário infantil. Às 16h30, o grupo Cantarolando Despropósitos apresenta duas atrações: O menino que carregava água na peneira e A menina avoada, do poeta Manoel de Barros. A programação se encerra às 18h com Cantigas de Quintal, com música, teatro e poesia, com a proposta de mostrar o rico repertório da cultura popular tradicional do Brasil.

A Bienal do Livro no feriado

Fotos: Divulgação

20/4/2016 – 21:33h

O público infantil e juvenil de Belo Horizonte e entorno terá uma opção e tanto para se divertir na Bienal do Livro de Minas neste  feriado de 21/4: uma verdadeira maratona literária, com a participação de escritores em debates, lançamento de livros, encontros profissionais e sessões de autógrafos. O evento, com atrações para todas as idades, possui uma vasta agenda cultural, dividida em espaços como Café Literário, Conexão Jovem, Espaço Geek & Quadrinhos e Quintal de Histórias, além da programação dos expositores.

Dia 21 de abril, os portões abrem às 10h e, a partir das 10h45, a Trupe Gaia passa a divertir os pequenos leitores com contações de histórias e performances diversas.

No Espaço Geek & Quadrinhos, a programação começa às 11h e contará com sessão de RPG e oficina de quadrinhos. Haverá, ainda, o lançamento do livro Cripta de Shogun 2, de Daniel Werneck, e o bate-papo “O futuro, os rumos da ficção científica no Brasil e no mundo”, com Lady Sybylla.

O Conexão Jovem trará Pedro Afonso,às 10:00h, conhecido por seu canal no Youtube, RezendeEvil, que está entre os mais populares do Brasil. Os vídeos do rapaz já alcançaram 1 bilhão de acessos e seu canal ainda vem crescendo extraordinariamente. No Encontro com os autores a atração será a criadora do Movimento Vamos Juntas, Babi Souza.

Promoções

Nos últimos dias de Bienal do Livro de Minas, o visitante encontra realmente de tudo dentro do vasto universo da literatura, tanto em preço, quanto em gênero e formato. Dos clássicos brasileiros e internacionais à cultura geek, é possível encontrar milhares de títulos, com preços a partir de R$ 1,00. É o caso da editora Memorial do Cordel, de Juazeiro do Norte (CE), que comercializa livros de cordel. Os temas são diversos – vão de tragédia, passando por política, romance e chegando a comédia, direcionados ao público infantojuvenil e adulto.

Para os amantes de música, a editora Aleph, ainda que especializada em ficção científica, tem biografias consistentes de ídolos do rock ‘n roll, como Bob Dylan e Led Zeppelin, ofertados a R$ 10,00. Também na Aleph, a inédita biografia do cantor e guitarrista americano, Lou Reed, ainda não lançada oficialmente nas livrarias e sites, está sendo vendida com 30% de desconto. “Todos os nossos títulos estão com descontos especialmente para o evento”, explica Orlando Prado, gerente comercial da editora.

A Amazon também oferece uma boa oportunidade para os visitantes da Bienal. No evento, o Kindle está sendo comercializado a R$ 199,00. Com o equipamento, o leitor tem acesso a todos os conteúdos de domínio público disponíveis na internet e também pode optar por um plano mensal, no valor de R$ 19,90, e ter acesso a conteúdos exclusivos oferecidos pela editora.

No total, 160 expositores estão presentes na Bienal do Livro de Minas. A programação oficial e a agenda dos estandes estão disponíveis no site www.bienaldolivrominas.com.br. Vale frisar que a Bienal não se responsabiliza pelos preços praticados pelos expositores que podem alterar os preços sem aviso prévio e conforme disponibilidade de estoque.

Itaú lança livros infantis para celular

19/4/2016 – 10:12h

Projeto Coleção Livros na Timeline  (Linha do Tempo) traz histórias de Luis Fernando Verissimo e Marcelo Rubens Paiva em formato inovador no Facebook.

O Itaú lança o primeiro de uma série de livros infantis exclusivos para smartphones. Marcelo Rubens Paiva inaugura o projeto seguido de Luis Fernando Verissimo que já trabalha na história para o segundo livro. O Autor do best-seller “Adeus Ano Velho”, Marcelo Rubens Paiva, mostra em o “Menino e o Foguete” a importância da imaginação para as crianças. As ilustrações são de Alexandre Rampazo, que já teve seus traços em mais de 50 livros infantis.

As histórias ganham sons e animações utilizando o recém-lançado Facebook Canvas, formato de anúncio full-screen interativo para celulares. Atualmente, cerca de 80% dos brasileiros usam o celular como principal meio de acesso à internet. “Para potencializar ainda mais essa iniciativa do Itaú, resolvemos transformar o formato Canvas em livros infantis para que os pais também possam ler para os filhos dentro das suas próprias timelines no Facebook”, comenta Eco Moliterno, VP de Criação da Africa, agência responsável pelo projeto.

A ação é mais uma iniciativa do programa Itaú Criança da Fundação Itaú Social. A campanha “Leia para uma Criança” já distribuiu mais de 40 milhões de livros infantis no Brasil. “O Itaú acredita na educação como propulsora do desenvolvimento da sociedade. O brasileiro é um dos povos mais conectados do mundo e o convite é justamente incentivar as pessoas a dedicarem parte deste tempo à leitura para crianças”, finaliza Eduardo Tracanella, superintendente de marketing do Itaú.

A ação conta ainda com uma parceria da rede Saraiva. No período de 18 a 31/4/2016, qualquer pessoa, cliente ou não cliente Itaú, poderá contar com 15% de desconto na compra de livros infantis. O primeiro livro já está disponível na página do Itaú no Facebook: https://www.facebook.com/itau.

Dia Nacional do Livro Infantil

18/4/2016 – 10:16h

Hoje é o Dia Nacional do Livro Infantil e a data foi escolhida para homenagear Monteiro Lobato, que nasceu neste dia e é considerado o pai da literatura infantil no Brasil. O Dia Nacional do Livro Infantil motiva inúmeros eventos Brasil a fora. São ações bem variadas, mas com o mesmo apelo: mostrar a importância de a criança ter acesso ao livro e à leitura.

Em Belo Horizonte, a Bienal do Livro de Minas Gerais faz sua homenagem ao livro através de sua programação infantil, que busca caminhos para surpreender as crianças. Quem sabe, com um poeta? Hoje, no Quintal de Histórias, às 13:30h e 14:00h, Rafael Fares e Marcos Braccini apresentam “Caderninho sobre o nada”. É um convite para o público conhecer o universo poético do escritor Manoel de Barros.

A apresentação foi elaborada a partir de um encontro com o poeta e nos transporta para o “mundo pequeno” do escritor e de sua vida: qual a matéria de sua poesia e como seu olhar pode transformar a tarde em palavras, a partir de gestos simples. Os artistas farão também uma homenagem ao autor com o “Caderninho sobre o nada”, cena que entrelaça memórias vividas e inventadas com frases, além das “Inutilezas”, brincadeiras com palavras inspiradas no “Livro sobre o Nada”.

A Bienal do Livro de Minas está sendo realizada no Expominas até o dia 24/4.

A editora mineira Lê e a paulista Brinque-Book utilizam as redes sociais para divulgarem suas mensagens alusivas ao Dia Nacional o Livro Infantil. O blog pede licença para compartilhá-las aqui.

**********

Em Curitiba, o projeto “Aprender.digital” promove uma ação de incentivo à leitura para crianças em idade pré-escolar, alunos do Centro de Educação Infantil Augusto Sandino, no bairro Santa Cândida, em Curitiba.  Unir alfabetização e literatura é o objetivo dos organizadores. “Aprender a ler e escrever é um processo mágico que abre as portas de um mundo novo à criança. E este é o momento ideal para conciliar a alfabetização com o prazer da leitura de livros infantis.  Nosso projeto pretende ampliar o número de leitores em nosso país. E para que isso aconteça, deve-se começa desde muito cedo,” explica Naira Passoni.

Idealizadores e autores do livro “O nome da gente”, que enriquece o trabalho escolar de alfabetização, a partir do próprio nome da criança, Naira Passoni e Parahuari Branco, do projeto “Aprender.digital”, tiveram a iniciativa de promover para alunos do pré do C.E.I  Augusto Sandino, a experiência de terem em mãos um livro personalizado com seu nome, feito especialmente para cada um deles, do qual também são personagens.  Hoje, após um dia de contação de histórias na escola, que incluirá clássicos infantis e obras de outros autores, as crianças serão presenteadas com os exemplares de “O nome da gente”.

**********

Em São Paulo, a Fundação Itaú avança com sua campanha “Leia para uma criança”. O acesso à leitura deve ser universal. Pensando nisso, a Coleção Itaú Criança disponibiliza a versão em fonte ampliada e braile. Produzida a pedido da Fundação Itaú Social pela Fundação Dorina Nowill, permite que adultos com deficiência visual também leiam para suas crianças. Atualmente, duas coleções podem ser solicitados:

“Gato prá Cá, Rato para Lá”, de Silvia Orthof (Editora Rovelle) e “Papai!” de Philippe Corentin (Editora Cosac Naify)

“Dorme, menino, dorme”, de Laura Herrera (Editora Livros da Matriz) e “Tatu-balão”, de Sônia Barros (Editora Aletria).

A Coleção é gratuita e os pedidos podem ser feitos pelo Fale Conosco do site www.itau.com.br/crianca.

**********

O site da revista Nova Escola  www.revistaescola.abril.com.br/monteiro-lobato/traz um conteúdo rico sobre o escritor e sua obra com o título: “Monteiro Lobato, o pioneiro da literatura infantil brasileira”. Na abertura, diz assim: “Por tudo que Monteiro Lobato significa – “fundador de nosso imaginário” nas palavras de Marisa Lajolo, “primeiro reformador da prosa brasileira”, para Oswald de Andrade, “dos valores mais indiscutidos da nossa literatura moderna”, para Antonio Candido – é dever da escola incluir no currículo a leitura de suas obras. O encantamento que suas histórias provocam é inesgotável. Não há idade para começar a ler Lobato, e não parar mais.

São inúmeros artigos, análises e a relação dos mais famosos livros de Monteiro Lobato que têm ensinado gerações e gerações o interesse pela leitura. A melhor forma de defender o livro infantil e comemorar a data é curtir essa pesquisa da Nova Escola.

Dia de proclamar o direito ao livro

15/4/2016 – 22:29h

Na abertura da 5ª Bienal do Livro de Minas Gerais, Rosana Mont´Alverne, presidente da Câmara Brasileira do Livro, entidade responsável pelo evento, homenageou o patrono Murilo Rubião e defendeu que o direito ao livro e à leitura, especificamente, deveria ser previsto na Constituição Federal, no rol dos direitos e garantias fundamentais. O blog divulga a íntegra do pronunciamento:

Rosana Mont´Alverne Neto *

Para tudo há uma ocasião e um tempo para cada propósito debaixo do Céu: tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir; tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar, tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter; tempo de procurar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de lançar fora; tempo de rasgar e tempo de costurar, tempo de calar e tempo de falar; tempo de amar e tempo de odiar, tempo de lutar e tempo de viver em paz.

Que bela literatura há na Bíblia! Seus versos sempre me socorrem, desde as dúvidas mais simples às mais agudas preocupações. O fato é que vivemos tempos graves, sombrios, chegamos mesmo a duvidar se é hora de rasgar ou costurar, se de calar ou falar ou se é tempo de chorar ou de rir. Ou de rir para não chorar.

Pesquisando, descobri que o escritor Murilo Rubião, Patrono da 5ª Bienal do Livro de Minas, costumava abrir cada um dos seus contos com uma epígrafe da Bíblia. Disse em sua última entrevista (publicada na Folha de São Paulo de 5 de outubro de 1991) que só citava versos do “Antigo Testamento, que é exatamente o mais mitológico, o mais forte e de uma religiosidade violenta… Não tem aquela coisa de multiplicar pães nem peixes. E aquela violência das profecias, do mundo acabar, do castigo, de Deus castigar violentamente os infiéis, um Deus que expulsa Adão e Eva do paraíso, que é pouco compreensivo, mas autêntico”.

Há hoje quem deseje esse Deus bem severo a lançar raios exterminadores sobre aqueles que insistem somente na desagregação e no ódio. Outros, mais delicados, prefeririam outro tipo de raio, aquele raio ordenador a que se referiu Drummond em seu poema “Prece de um mineiro no Rio”. Ambos autênticos, como queria Murilo Rubião.

“Acredito que a literatura pode ajudar a manter vivo o desejo de inventar outra história para uma nação e outra utopia como saída”, disse o escritor moçambicano Mia Couto, quando meditava sobre uma nação leitora como utopia.

Também o escritor francês Daniel Pennac nos lembra em seu delicioso livro “Como um romance”, Editora Rocco: “O verbo ler não suporta o imperativo. Aversão que partilha como alguns outros: o verbo amar… o verbo sonhar… Bem, é sempre possível tentar, é claro. Vamos lá: ‘Me ame’! ‘Sonhe’! ‘Leia’! ‘Leia logo, que diabo, eu estou mandando você ler’! ‘Vá para o seu quarto e leia’! Resultado? Nulo”.

Pennac é um autor que defende a leitura como um direito, não como um dever.

Tenho visto inúmeras iniciativas de promoção da leitura pelo país. Fala-se muito em “prazer de ler”, “paixão de ler”, “viajar na leitura”, significados que, sem dúvida, combinam com o leitor pronto, o leitor que já escolheu ser leitor. Preocupa-me o ainda não leitor, aquele que desconhece o seu direito à leitura. Aliás, nos tempos corridos de hoje, até os leitores “veteranos” precisam ser lembrados desse direito. Quem já não sentiu uma ponta de culpa por dedicar algumas horas a um livro em um dia de semana?

Galhofa à parte, a leitura como um direito precisa entrar na pauta nacional de debates da cultura, da educação e da inclusão social. Num país onde 60% da população não lê nem um livro por ano, as políticas públicas do livro e da leitura não podem sofrer cortes, retrocessos, suspensões ou mesmo encerramentos. Antes, precisam ser ampliadas, fortalecidas e diversificadas. Penso mesmo que o direito ao livro e à leitura, especificamente, deveria ser previsto na Constituição Federal, no rol dos direitos e garantias fundamentais.

A Câmara Mineira do Livro vem acompanhando com muito interesse tudo o que se produz sobre indicadores e estratégias de promoção e mediação de leitura. Temos permanente diálogo com as Secretarias de Estado da Cultura e da Educação e com os órgãos de educação e cultura dos municípios, além dos pleitos que temos levado aos Ministérios da Cultura e da Educação. Nosso objetivo é contribuir na elaboração e implantação de políticas públicas de caráter permanente, concernentes à cadeia produtiva do livro, à aquisição de obras literárias e sua distribuição nas escolas e bibliotecas, além da sistematização do apoio às feiras e festivais literários e aos diversos programas de incentivo e formação de professores, bibliotecários e mediadores de leitura.

“As coisas mudam no devagar depressa dos tempos”, disse Guimarães Rosa. 45 anos depois da criação da Câmara Mineira do Livro, aqui estamos lutando pela mesma causa. Há muito ainda a fazer e desejo que não nos falte alegria e coragem para seguir acreditando na utopia de um país leitor. Já disseram que as utopias servem para isso: para nos fazer caminhar. Parece que está funcionando. Continuamos caminhando, recolhendo as pedras do caminho, semeando e observando o crescimento do que se plantou.

Estejam certos de que o que aqui se realiza é algo de grandioso, importante, cujos efeitos positivos transcendem e muito os 10 dias de realização desta Bienal. Aos apoiadores e patrocinadores quero dizer que vale cada vez mais a pena apostar em um país leitor, vale a pena acreditar nas possibilidades de um livro aberto nas mãos de crianças, jovens e adultos. Vale a pena acreditar na literatura como caminho cidadão. Vale a pena continuar preservando.

Se em algum momento da história o equívoco humano foi capaz de levar o planeta e as sociedades ao ponto crítico em que se encontram, talvez seja chegada a hora de refletir e agir em torno da mensagem de esperança que nos legou Fernando Brant, o nosso poeta de tanta saudade: “ Vou seguindo pela vida/ Me esquecendo de você/Eu não quero mais a morte,/Tenho muito que viver/Vou querer amar de novo/E se não der não vou sofrer/Já não sonho, hoje faço/Com meu braço meu viver”.

* Presidente da Câmara Mineira do Livro

As crianças tomam conta da Bienal

Exibição da Trupe Gaia no espaço infantil Quintal de Histórias - Foto: Divulgação

15/4/2016 – 22:25h

A 5ª edição da Bienal do Livro de Minas Gerais começou hoje e vai até o dia 24. Dez dias de intimidade com o livro e a leitura, de aproximação com os escritores, de convivência com a arte literária. Os organizadores confirmam a presença de 100 grandes autores, 160 expositores e aguardam 260 mil visitantes, sendo 46 mil alunos da visitação escolar.

O Expominas, no final da manhã, do primeiro dia de Bienal, já tinha centenas de alunos e professores nos estandes das editoras e aguardando pelo início da programação, à tarde. Enquanto isso, acontecia a abertura oficial do evento, uma ocasião para as homenagens aos profissionais que vêm se dedicando ao livro: o jornalista e escritor Murilo Rubião; a escritora Andreia Donadon Leal; o escritor, curador de arte, jornalista e gestor público, Ângelo Osvaldo; o livreiro fundador da Livraria Van Damme, Johan Van Damme; a Secretária de Estado de Educação de Minas Mazzarelo Rodrigues _ receberam o Prêmio Personalidades do Livro outorgado pelos dirigentes da Câmara Mineira do Livro.

O espaço infantil, Quintal de Histórias, durante o primeiro dia, foi comandado pela Trupe Gaia. Muita música, humor e brincadeiras. O espaço infantil da Bienal é dedicado ao entretenimento das crianças, à narração de histórias, à semeadura do interesse pelo livro. Neste fim de semana, 16 e 17 de abril, o comando das atividades fica a cargo de Alessandra Visentin, que vai contar histórias; de sessões de cinema com a turma Detetives do Prédio Azul e novas brincadeiras da Trupe Gaia.

46 mil estudantes integram o programa Visitação Escolar da Bienal - Foto: Divulgação

Na Bienal, o fim da trilogia “Sábado à noite”

A autora da trilogia “Sábado à Noite”, Babi Dewet, estará na Bienal para um bate-papo com os leitores no espaço Conexão Jovem

12/4/2016 – 20:15h

A 5ª Bienal do Livro de Minas Gerais 2016 recebe Babi Dewet nos dias 15, 16 e 17 de abril, às 16h. A blogueira e autora da trilogia “Sábado à Noite” Babi Dewet, publicada pelo selo Generale, da Editora Évora, estará na Bienal para um bate-papo com os leitores no espaço Conexão Jovem especialmente voltado para o público adolescente. Babi irá se reunir em sessões literárias, participará de debates e diálogos informais com seus leitores para discutir suas obras de ficção recheadas de romance, comédia e música e vai participar de uma tarde de autógrafos no dia 17.

A 5ª Bienal do Livro de Minas Gerais é o evento literário mais importante de Minas Gerais e acontece em Belo Horizonte, no Centro de Convenções Expominas, entre os dias 15 e 24 de Abril. O selo Generale vai anunciar o lançamento do último livro da trilogia escrito por Babi Dewet, que narra as aventuras de uma banda super amada.  A autora está se sentindo órfã. Afinal, ela acaba de concluir a história de amor de Amanda e Daniel.

Tudo começou nos tempos do colégio e termina em “Sábado à Noite 3 – Com amor e música”. O livro traz a continuação da fanfic independente escrita por Babi Dewet e que ganhou vida após ser publicada pelo selo Generale da Editora Évora. Os encontros e desencontros do casal vai dos bancos escolares de Alta Granada até o sucesso da banda Scotty ser espalhado por todo país.

“Sábado à Noite 3 – Com amor e música” é o fim da trilogia iniciada em 2011, mas o começo do sucesso da banda Scotty formada por Daniel, Caio, Rafael e Bruno. O trio deixou as máscaras e o amadorismo e começa a ser reconhecido pelo país com sua música. Esse volume é recheado de amor e amizade.

Babi Dewet, leitora assídua, tem se deparado com obras de autores nacionais novos e valoriza muito essa mudança no mercado editorial brasileiro. É apaixonada por cultura pop, literatura fantástica e bandas britânicas. Blogueira e viciada em internet, Babi passa horas lendo resenhas e conversando com leitores.

A autora nasceu no dia 30 de dezembro de 1986, no Rio de janeiro. No início da adolescência, morou em Alto Paraíso (GO) e aprendeu muito sobre limites e amadurecimento. É formada em Cinema e dona de um curso que engloba um projeto de reeducação para jovens. É apaixonada por cultura pop, literatura fantástica e bandas britânicas. Fã de carteirinha de fenômenos como Harry Potter e Crepúsculo, também adora os clássicos de Jane Austen.

O livro “Sábado à Noite 3, Com amor e música” tem 304 páginas e custa R$ 39,90.