Cinema gratuito nestas férias

O Cine Santa Tereza, em Beagá, tem uma programação gratuita de filmes para as crianças, no período de 17 a 28 de julho.

“Branca de Neve”

“Branca de Neve”

A informação é do site BHAZ: a Fundação Municipal de Cultura apresenta no MIS Cine Santa Tereza uma seleção de filmes destinados ao público infantil que se tornaram grandes e inesquecíveis clássicos do cinema universal para espectadores de todas as idades.

Entre os dias 17 e 28 de julho, as crianças, adolescentes, jovens e adultos terão a oportunidade de ver e rever longa metragens que marcaram diferentes gerações e que vão desde a década de 1930 até a década de 1990. As sessões são gratuitas e os ingressos distribuídos meia hora antes de cada uma delas.

Na programação, animações históricas da Disney, como (o primeiro longa de animação do Estúdio), “101 Dálmatas”, “A Dama e o Vagabundo”, além de títulos em live action, como “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, “Mary Poppins” e “O Mágico de Oz.

Além de filmes, o espaço recentemente inaugurado e que fica no coração do charmoso bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte, oferece biblioteca pública com diversos títulos de literatura para leitores de todas as idades, além de exposição de cartazes cinematográficos.

O MIS fica na rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza – Praça Duque de Caxias.

“O Mágico de Oz”

“O Mágico de Oz”

A programação

Dia 17, domingo, às 17h

101 Dálmatas (Clyde Geronimi, Hamilton Luske| EUA|1961|Animação|79 min)

Anita e Roger possuem um casal de dálmatas. Quando a fêmea acaba de dar à luz, Cruela Cruel, viciada em roupas de pele de animais, se propõe a comprá-los.

Classificação indicativa: livre

Dia 20, quarta-feira, às 17h

A Branca de Neve (David Hand, Wilfred Jackson, Larry Morey, Ben Sharpsteen, William Cottrell, Perce Pearce| EUA|1937| Animação|88 min)

Uma rainha má e bela resolve, por inveja e vaidade, mandar matar sua enteada, Branca de Neve, a mais linda de todo o reino. Mas o carrasco que deveria assassiná-la a deixa partir e ela encontra a cabana dos sete anões, que trabalham em uma mina e passam a protegê-la.

Classificação indicativa: livre

Dia 21, quinta-feira, às 19h30

O Mágico de Oz (Victor Fleming, Mervyn LeRoy, George Cukor, King Vidor, Norman Taurog| 1939|Musical |112 min)

Dorothy vive em uma fazenda com seus tios. Quando um tornado ataca a região, a menina e seu cachorro são carregados pelo ciclone e aterrissam na terra de Oz, caindo em cima da Bruxa Má do Leste e a matando. Lá, Dorothy é vista como uma heroína, mas o que ela quer é voltar para sua terra. Para isso, precisará da ajuda do Poderoso Mágico de Oz que mora na Cidade das Esmeraldas.

Classificação indicativa: livre

Dia 22, sexta-feira, às 17h

Pinóquio (Hamilton Luske, Ben Sharpsteen, Norman Ferguson, Jack Kinney, Wilfred Jackson, T. Hee, Bill Roberts| EUA|1940| Animação| 88 min)

Gepeto é um carpinteiro solitário que, um dia, resolve fazer um boneco de madeira para lhe fazer companhia. Durante a noite, a Fada Azul dá vida ao boneco, que passa a se chamar Pinóquio, e que tem uma particularidade: sempre que mente seu nariz cresce.

Classificação indicativa: livre

Dia 23, sábado, às 17h

Aladdin (John Musker e Ron Clements| EUA|1992| Animação|91 min)

No coração de uma cidade encantada, um jovem chamado Aladdin e seu travesso macaco, Abu, lutam para salvar a independente Princesa Jasmine.

Classificação indicativa: livre

Dia 23, sábado, às 19h

Mary Poppins (Robert Stevenson|EUA |1964 |Musical |140 min)

Mary Poppins é a adorável babá que viaja pelos céus e nos corações de todos quantos a conhecem. Com a sua mala repleta de magias Mary vai proporcionar alegrias e surpresas infindáveis a uma perturbada família.

Classificação indicativa: 10 anos

"A Dama e o Vagabundo"

“A Dama e o Vagabundo”

Dia 24, domingo, às 17h

A Dama e o Vagabundo (Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske, EUA, 1955. Animação, 75 min)

As aventuras emocionantes de Dama, uma adorável e mimada cocker spaniel, e Vagabundo, um vira-lata livre com um coração de ouro, em uma das maiores histórias de amor de todos os tempos.

Classificação indicativa: livre

Dia 24, domingo, às 19h30

O Rei Leão (Roger Allers e Rob Minkoff|EUA|1994|Animação|89 min)

Mufasa, o Rei Leão, e a rainha Sarabi apresentam ao reino o herdeiro do trono, Simba, que recebe a bênção do sábio babuíno Rafiki, mas ao crescer é envolvido nas artimanhas de seu tio Scar, que planeja herdar o torno.

Classificação indicativa: livre

Dia 27, quarta-feira, às 19h30

O Cão e a Raposa (Ted Berman, Richard Rich, Art Stevens|EUA|1981|Animação|83 min)

Um filhote de raposa órfão e um cachorrinho viram grandes amigos quando pequenos, mas a amizade entre eles se mostra impossível ao perceberem que eles pertencem a mundos diferentes

Classificação indicativa: livre

Dia 28, quinta-feira, às 19h30

A Fantástica Fábrica de Chocolate (Mel Stuart|EUA|1971|Drama|100min)

Um grupo de crianças vence o concurso das barras de chocolate Wonka e tem acesso à misteriosa, mágica e fantástica fábrica de chocolate, onde segredos bizarros da fabricação do produto escondem-se.

Classificação indicativa: livre

A programação dos shoppings

Clássicos da literatura infantil são encenados, em Belo Horizonte, no Shopping Pátio Savassi e no Ponteio Lar Shopping durante as férias de julho.

"A Bela e a Fera"

“A Bela e a Fera”

Nesta temporada, o Pátio Savassi promove, durante 15 dias, uma programação selecionada de peças teatrais.  O cronograma especial do shopping começa neste sábado, dia 16 de julho, e segue até 31 do mesmo mês, no anfiteatro do mall. O reportório contará com as peças: “Rapunzel”, “A Bela e a Fera”, “A Bela Adormecida”, “Peter Pan”, “Mágico de Oz”, “Rainha da Neve”, “Pequena Sereia”, “Os Saltimbancos”, “Cinderela” e ainda “Aladim”. Ao todo, serão 22 apresentações.

“Nosso objetivo é proporcionar aos clientes e suas famílias momentos de entretenimento de qualidade, por isso optamos por uma programação que concilia cultura e lazer, pois acreditamos que será um sucesso”, destaca a gerente de marketing do Pátio Savassi, Rejane Duarte. Promovida pela companhia Cyntilante Produções, cada apresentação terá entre 30 e 50 minutos.

As peças do Pátio Savassi 

Local: Anfiteatro do Pátio Savassi, entrada piso L3 (Av. do Contorno, 6061 – Savassi).

Preço dos ingressos: R$10 inteira e R$5 meia entrada / A bilheteria funcionará das 13h às 19h, de 16 a 31 de julho de 2016 /balcão piso L3

Datas e horários:

Peça Datas Horários
Rapunzel Período: 18 e 25/7 16h
Branca de Neve Período: 19 e 26/7 16h
A Bela Adormecida Período: 20 e 27/7 16h
Peter Pan Período: 21 e 28/7 16h
Mágico de Oz Período: 22 e 29/7 16h
Rainha da Neve Período: 16/07 16h e 17h30
Pequena Sereia Período: 17/07 16h e 17h30
Os Saltimbancos Período: 23/07 16h e 17:30h
Cinderela Período: 24/07 16h e 17:30h
Bela e a Fera Período: 30/07 16h e 17:30h
Aladim Período: 31/07 16h e 17:30h
"A fantástica floresta"

“A fantástica floresta”

O Ponteio Lar Shopping também preparou uma programação especial e nos próximos finais de semana, dias 16 e 17, 23 e 24, 30 e 31 de julho, sempre às 16h, o mall irá apresentar gratuitamente peças teatrais infantis. O evento acontece em um espaço de 1260 m² no piso L1.

“O Ponteio é um centro de compras, lazer, cultura e entretenimento. Mais de que um shopping da decoração, o mall tem a missão de oferecer diversão e cultura. Esse é mais um projeto que busca unir a família e promover momentos emocionantes”, revela Luiz Sternick, gerente de marketing do Ponteio.

A programação terá início neste final de semana com a peça “A Fantástica Floresta” da Lima Produções Artísticas. Com texto de Lívia Gaudencio e direção de Marcelo Carrusca, “A Fantástica Floresta” é um espetáculo que conta a história de um garoto à procura de seu avô que desapareceu na floresta. Ele usa um apito para ajudá-lo nesta busca e conta também com o público para acompanhá-lo nesta viagem incrível. O conteúdo da história desperta a atenção das crianças para a preservação do meio ambiente e da vida animal.

Programação do Ponteio

Dia 16 de julho (sábado)- às 16h- A Fantástica Floresta. Companhia Lima Produções Artísticas

Dia 17 (domingo)- às 16h Pratubatê- Companhia de Teatro Trampolim

Dia 23 (sábado)- às 16h O que Mora no Escuro- Lima Produções Artísticas

Dia 24 (domingo)- às 16- A Banda- Companhia Armatrux

Dia 30 (sábado)- às 16h- O Quintal de Guegue- Lima Produções Artísticas

Dia 31 (domingo) às 16h- Uma Surpresa para Benedita- Companhia de Teatro Trampulim

Local: Piso L1- Ponteio Lar Shopping

Endereço: BR 356, 2500, Santa Lúcia

Entrada Franca

Informações: (31) 3503 2500

Férias nos Museus de Beagá

O clássico “A Bela Adormecida” está na programação de férias de Belo Horizonte. Os museus Giramundo, Inimá de Paula e dos Brinquedos, apoiados pelo Mercantil do Brasil, oferecem o espetáculo teatral, além de  cinema e oficinas durante o mês de julho. Algumas atividades são gratuitas; outras não, mas com preços bem acessíveis.

“A Bela Adormecida”, Giramundo

“A Bela Adormecida”, Giramundo

Para aproveitar os momentos de  lazer, o Museu Giramundo, o Museu Inimá de Paula e o Museu dos Brinquedos, apoiados pelo Mercantil do Brasil, prepararam programações especiais para as crianças e seus familiares.

O Museu Giramundo, maior acervo de teatro de bonecos do Brasil, apresenta em todos os sábados do mês, o espetáculo “A Bela Adormecida”, a partir das 11h da manhã. Além disso, nos mesmos dias, o espaço promove das 10h às 11h a troca de brinquedos. Para participar, cada criança leva um brinquedo, em bom estado de conservação, mas que não queira mais e troca por outro que interessar. O público também pode visitar a exposição “Os Bichos”.

Exposição “Os Bichos”, Giramundo

Exposição “Os Bichos”, Giramundo

No Museu Inimá de Paula, a criançada vai divertir, gratuitamente, com o Cine Inimá, que acontece no sábado, 23 de julho, às 15h. O filme escolhido foi Zootopia. O cinema tem capacidade para 130 pessoas e a classificação é livre.

O filme Da Disneyi "Zootopia"

O filme da Disney “Zootopia”, Museu Inimá de Paula

Já no Museu dos Brinquedos, a diversão fica por conta das oficinas de construção de brinquedos. A sala vai se transformar em uma “Fábrica de Brinquedos” e o pátio recebe o “Recreio de Brinquedos”, onde brincadeiras e cânticos vão acontecer. A “Brinquedoteca” e o salão de jogos também são opções de passatempo. Para completar, quem passar pelo espaço poderá conferir a coleção de brinquedos, com um acervo de cerca de 900 objetos e a Exposição GambioGame, que conta a história dos jogos eletrônicos. O museu ainda promove uma Colônia de Férias, com atividades entre 20 e 31 de julho.

 Exposição GambioGame, Museu dos Brinquedos

Exposição GambioGame, Museu dos Brinquedos

 Museu Giramundo – R. Varginha, 245 – Floresta, Belo Horizonte

“A Bela Adormecida”

Data: todos os sábados de julho – 11 horas

Informações: (31) 3446-0686 / www.giramundo.org

Valor: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia) – a partir de quatro pessoas da mesma família, todos pagam meia.

Exposição “Os Bichos” – até 27 de agosto

O Giramundo produziu uma curiosa coleção de “bichos bonecos” ao longo de suas montagens especialmente na série “Miniteatro Ecológico”, “Gato Malhado e Andorinha Sinhá” e “Carnaval dos Animais”. Além disso, outros espetáculos do grupo possuem animais, conhecidos ou imaginários. A exposição “Os Bichos” coleciona estes seres, aproveitando para tratar de questões de conscientização ambiental e proteção da biodiversidade.

Museu Inimá de Paula – Rua da Bahia, 1.201 – Centro / Belo Horizonte

Cine Inimá – Zootopia

Data: 23 de julho – sábado

Horário: 15h

Faixa etária: Livre

Vagas: 130 pessoas/dia

Valor: Gratuito

Informações: (31) 3213-4320

Museu dos Brinquedos -Av. Afonso Pena, 2564 – Funcionários / Belo Horizonte

Informações: (31) 3261-3992

Oficinas e brincadeiras, exposições de brinquedos e a GambioGame e brinquedoteca

Data: 18 a 30 de julho (segunda a sábado)

Horário: 10h às 17h30

Faixa etária: acima de 3 anos

Valor: R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia) para permanência no local. Desconto de 20% para família a partir de quatro pessoas.

Colônia de Férias

Data: de 18 a 22 de julho (segunda à sexta-feira).

Horário: 13h às 17h30

Faixa etária: a partir de 3 anos

Entrada: R$ 60,00. A criança deve levar o lanche.

Escrever à mão desenvolve o cérebro

Reportagem do UOL ressalta a necessidade de educadores e pais cuidarem da  caligrafia infantil e incentivarem as crianças a escreverem à mão mesmo com as facilidades dos teclados de celulares, tablets e outros eletrônicos.

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“As crianças que vivem no mundo dos teclados precisam aprender a antiquada caligrafia?

Há uma tendência a descartar a escrita à mão como uma habilidade que não é mais essencial, mesmo que os pesquisadores já tenham alertado para o fato de que aprender a escrever pode ser a chave para, bem, aprender a escrever.

E, além da conexão emocional que os adultos podem sentir com a maneira como aprendemos a escrever, existe um crescente número de pesquisas sobre o que o cérebro que se desenvolve normalmente aprende ao formar letras em uma página, sejam de forma ou cursivas.

Em um artigo publicado este ano no ‘The Journal of Learning Disabilities’, pesquisadores estudaram como a linguagem oral e escrita se relacionava com a atenção e com o que é chamado de habilidades de “função executiva” (como planejamento) em crianças do quarto ao nono ano, com e sem dificuldades de aprendizagem.

Virginia Berninger, professora de Psicologia Educacional da Universidade de Washington e principal autora do estudo, contou que a evidência dessa e de outras pesquisas sugere que ‘escrever à mão – formando letras – envolve a mente, e isso pode ajudar as crianças a prestar atenção à linguagem escrita’.

No ano passado, em um artigo no ‘Journal of Early Childhood Literacy’, Laura Dinehart, professora associada de Educação da Primeira Infância na Universidade Internacional da Flórida, discutiu várias possibilidades de associações entre boa caligrafia e desempenho acadêmico: crianças com boa escrita à mão são capazes de conseguir notas melhores porque seu trabalho é mais agradável para os professores lerem; as que têm dificuldades com a escrita podem achar que uma parte muito grande de sua atenção está sendo consumida pela produção de letras, e assim o conteúdo sofre.

Mas podemos realmente estimular o cérebro das crianças ao ajudá-las a formar letras com suas mãos?

Em uma população de crianças pobres, diz Laura, as que possuíam boa coordenação motora fina antes mesmo do jardim da infância se deram melhor mais tarde na escola.

Ela diz que mais pesquisas são necessárias sobre a escrita nos anos pré-escolares e sobre as maneiras para ajudar crianças pequenas a desenvolver as habilidades que precisam para realizar “tarefas complexas” que exigem coordenação de processos cognitivos, motores e neuromusculares.

As pessoas precisam ver as letras ‘nos olhos da mente’ para produzi-las na página, explica ela. A imagem do cérebro mostra que a ativação dessa região é diferente em crianças que têm problemas com a caligrafia.

Escaneamentos cerebrais funcionais de adultos mostram que uma rede cerebral característica é ativada quando eles leem, incluindo áreas que se relacionam com processos motores. Os cientistas inferiram que o processo cognitivo de ler pode estar conectado com o processo motor de formar letras.

Larin James, professora de Ciências Psicológicas e do Cérebro na Universidade de Indiana, escaneou o cérebro de crianças que ainda não sabiam caligrafia. “Seus cérebros não distinguiam as letras; elas respondiam às letras da mesma forma que respondiam a um triângulo”, conta ela.

Depois que as crianças aprenderam a escrever à mão, os padrões de ativação do cérebro em resposta às letras mostraram mais ativação daquela rede de leitura, incluindo os giros fusiformes, junto com o giro inferior frontal e regiões parietais posteriores do cérebro, que os adultos usam para processar a linguagem escrita – mesmo que as crianças ainda estivessem em um estágio muito inicial na caligrafia.

‘As letras que elas produzem são muito bagunçadas e variáveis, e isso na verdade é bom para o modo como as crianças aprendem as coisas. Esse parece ser um dos grandes benefícios da escrita à mão’, conta Larin James.

Especialistas em caligrafia vêm lutando com a questão de se a letra cursiva confere habilidades e benefícios especiais, além dos fornecidos pela letra de forma. Virginia cita um estudo de 2015 que sugere que, começando por volta da quarta série, as habilidades com a letra cursiva ofereciam vantagens tanto na ortografia quanto na composição, talvez porque as linhas que conectam as letras ajudem as crianças a formar palavras.

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Para crianças pequenas com desenvolvimento típico, digitar as letras não parece gerar a mesma ativação do cérebro. À medida que as pessoas crescem, claro, a maioria faz a transição para a escrita em teclados. No entanto, como muitos que ensinam na universidade, eu me questiono a respeito do uso de laptops em sala de aula, mais porque me preocupo com o fato de a atenção dos alunos estar vagando do que com promover a caligrafia. Ainda assim, estudos sobre anotações feitas à mão sugerem que ‘alunos de faculdade que escrevem em teclados estão menos propensos a se lembrar e a saber do conteúdo do que se anotassem à mão’, conta Laura Dinehart.

Virginia diz que a pesquisa sugere que crianças precisam de um treinamento introdutório em letras de forma, depois, mais dois anos de aprendizado e prática de letra cursiva, começando na terceira série, e então a atenção sistemática para a digitação.

Usar um teclado e especialmente aprender as posições das letras sem olhar para as teclas, diz ela, pode muito bem aproveitar as fibras que se intercomunicam no cérebro, já que, ao contrário da caligrafia, as crianças vão usar as duas mãos para digitar.

Como pediatra, acho que pode ser mais um caso em que deveríamos tomar cuidado para que a atração do mundo digital não leve embora experiências significativas que podem ter impacto real no desenvolvimento rápido do cérebro das crianças.

Dominar a caligrafia, mesmo com letras bagunçadas e tudo, é uma maneira de se apropriar da escrita de maneira profunda.

‘Minha pesquisa global se concentra na maneira como o aprendizado e a interação com as palavras feitas com as próprias mãos têm um efeito realmente significativo em nossa cognição’, explica Larin James. ‘É sobre como a caligrafia muda o funcionamento do cérebro e pode alterar seu desenvolvimento, ‘ conclui.”

Começa a Viradinha Cultural de BH

A 4ª edição da Virada Cultural de Belo Horizonte, neste fim de semana, oferece mais espaço para a criançada. São mais de 80 atrações infantis, o dobro de atividades oferecidas para o público na Viradinha de 2015. Entre elas estão espetáculos teatrais infantis, exibições de filmes, circo, totó humano, descida com rolimã, shows, contações de história entre outras atividades concentradas principalmente durante a manhã e tarde de domingo. As atividades são gratuitas.

Giramundo Teatro de Bonecos, Pedro e o Lobo - Fotos: divulgação

Giramundo Teatro de Bonecos, Pedro e o Lobo – Fotos: divulgação

Uma jornada de vinte e quatro horas, ininterruptas, de programação artística e cultural nas diversas áreas: música, teatro, dança, circo, literatura, artes plásticas artes cênicas, artes visuais, performance, moda, gastronomia. Esta é a Virada Cultural de Belo Horizonte, que chega à quarta edição neste fim de semana, 9 e 10 de julho. Um movimento que já faz parte do calendário oficial da cidade, a Virada reúne e apresenta o que há de melhor no cenário artístico da capital e Região Metropolitana.

Neste ano, a Viradinha ganha força, com mais de 80 atrações infantis, o dobro de atividades oferecidas para o público em 2015. Diversos espetáculos teatrais infantis, exibições de filmes e contações de história ocorrem em todos os pontos da Virada, principalmente na manhã e tarde de domingo no Palco Artes Cênicas e Espaço Diverso (Parque Municipal), nos arcos do Viaduto Santa Tereza e no Museu Histórico Abílio Barreto.

1º Viradão Circense da Trupe Gaia

1º Viradão Circense da Trupe Gaia

O 1º Viradão Circense da Trupe Gaia reúne diversos coletivos circenses da cidade em 31 atividades, entre elas oficinas, exibição de filmes, espetáculos e atividades relacionadas ao universo do circo, lideradas pelo palhaço Guga, durante as 24h de evento, na Av. dos Andradas em frente ao Edifício Central.

Já o segmento “No circuito“ conta com o Totó Humano com uma grande estrutura baseada no jogo de Totó, onde as pessoas darão lugar aos bonecos em partidas de futebol, das 10h às 19h de domingo, na Av. dos Andradas. O espaço também recebe o projeto Rua do Lazer da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer trará diversão e brincadeiras das 14h às 18h. A tradicional brincadeira do Mundialito de Rolimã acontece na Av. Assis Chateaubriand próximo ao Viaduto Santa Tereza entre 10h e 14h de domingo.

Totó Humano: as pessoas dão lugar aos bonecos em partidas de futebol

Totó Humano: as pessoas dão lugar aos bonecos em partidas de futebol

A parte superior do Viaduto Santa Tereza recebe lançamentos de livros, feiras, exposições e a Mostra de Filmes Vila Colorê, que exibe 6 curtas da série Vila Colorê, para crianças de 3 a 12 anos. O Palco nos Arcos, recebe a apresentação MPBaixinhos de todas as idades, novo trabalho da atriz e cantora Maria Tereza Costa, resgata as principais canções da música infantil brasileira, das cantigas de roda aos grandes hits dos anos 80, em um show lúdico, com contação de história e oficinas de instrumentos musicais e brinquedos feitos com material reciclado.

Brincadeira do Mundialito de Rolimã

Brincadeira do Mundialito de Rolimã

O palco Artes Cênicas, no Parque Municipal, recebe a partir das 9h30 do domingo uma série de espetáculos infantis iniciando com o Pequeno Grande Encontro, da Cia Lunática, e encerrando com a apresentação musical de Irene Bertachini e Cristiano Gouveia, Lili canta o mundo.

Na Praça da Liberdade, o Bike Anjo ensina as pessoas que nunca andaram de bicicleta a darem suas primeira pedaladas das 9h às 13h. Já o memorial Minas Vale oferece o Bom dia Memorial, com as atividades Infância e Memória Memorial Minas Vale, Animação para Criançada e o Bailinho DJ Cateb, a partir das 10h.

Bike Anjo ensina a andar de bicicleta

Bike Anjo ensina a andar de bicicleta

Outro espaço que recebe atrações da Viradinha é o Palco Meu Vizinho Pardini, localizado com o Espetáculo de Circo, às 10h, o Teatro, histórias e brincadeiras com cantora e apresentadora Rúbia Mesquita, às 11h, e o espetáculo do grupo Giramundo Teatro de Bonecos, o Pedro e o Lobo, às 16h.

O domingo Sesc Palladium também tem atrações especiais para a criançada. Dia 10 começa com exibição do filme Lifi – Uma Galinha na Selva, às 9h, às 11h será a vez de A Lady e o Lobo e, às 13h, será exibido o filme O Menino e o Mundo. Na área externa do Sesc Palladium realiza-se a ação Desenho na calçada, iniciativa voltada para crianças, adultos e famílias, que oferece oportunidade para que possam desenhar juntos com giz de lousa molhado nas calçadas e trecho isolado da rua Rio de Janeiro. A atividade acontece das 10h às 15h. O Coletivo Pernalta apresenta, às 10h e também na área externa da rua Rio de Janeiro, o espetáculo Bora Brincar, uma grande festa musical em que os atores estão em pernas-de-pau. Os pequenos também poderão se divertir com o Mini Festival de Teatro Lambe Lambe, do Coletivo EmCaixa, a partir das 10h.

 

Lançamentos da Aletria

“Moscas e outras memórias”

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590310_moscas-e-outras-memorias-725479_m1_635980658008922000“Moscas e outras memórias” é uma produção da autora e ilustradora Eve Ferretti em parceria com a escritora Fabíola Werlang.

Os textos e imagens  apresentam situações aparentemente excêntricas e complexas vistas de maneira sutil, como olha uma criança. A relação entre a narrativa escrita e a ilustrada aqui se estabelece como um jogo: enquanto o texto conta uma situação aparentemente normal da vida do personagem, a ilustração revela a face excêntrica do mesmo personagem.

Inspirada nas produções de Edward Lear e Lewis Carroll, “Moscas e outras memórias” é um livro intrigante, assim como os olhares das crianças para as realidades diversas com as quais se deparam. Sua narrativa não se desenvolve na tentativa de esclarecer e amenizar as ‘estranhezas’ do mundo, antes comunica essas excentricidades com a mesma despretensão com a qual elas se colocam para o protagonista em suas vivências.

 

“O Fuxico de Janaína”

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600174_fuxico-de-janaina-o-730464_m1_636020938694002000“O Fuxico de Janaína” nos traz, à maneira dos tradicionais griôts africanos, narrativas míticas da religiosidade de origem afro-banto. Janaína representa aspectos do sincretismo, ou seja, transita por imaginários de diversas tradições culturais.

A história deste livro é uma recriação baseada nos relatos orais do “povo de santo” da nação Angola, narrados por Tata Kajalacy, que também atende por Ataualpa de Figueiredo Neto. A leitura de “O Fuxico de Janaína” nos permite a aproximação de um Brasil ainda pouco conhecido. Por isso, apesar de ser direcionado ao público infanto-juvenil certamente despertará a curiosidade e a atenção de leitores interessados nos mitos afro-brasileiros.

 

“Nos passos de Cascaes”

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772145_AmpliadaO diário “Nos passos de Cascaes” revela as histórias mágicas de uma pequena ilha de cultura açoriana localizada no sul do Brasil. Através desta obra, o leitor é convidado a conhecer um pouco do universo mítico dos seres fantásticos brasileiros e incentivado a pesquisar o folclore de sua região.

Com linguagem moderna, a obra se aproxima esteticamente dessa nova geração de jovens leitores que tem sua  formação influenciada pela internet, mas que não abre mão da aventura de explorar o mundo e registrar suas experiências.

Onde adquirir os livros:

http://www.aletria.com.br/lojavirtual/index.php

 

 

“O menino, o assovio e a encruzilhada”

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A notícia de hoje vem da assessoria de imprensa da Editora Sesi-SP e refere-se à estreia de Afonso Borges, escritor e produtor cultural, no universo infantil. O livro, lançado em junho, é “O menino, o assovio e a encruzilhada”, 28 páginas, e faz parte do Clube do Livro “Quem lê sabe o por quê” lançado este ano pela editora e que funciona assim: todo mês, o leitor recebe um título do catálogo da editora, selecionado por uma curadoria especializada, e dentro da faixa etária do filho do assinante. Afonso Borges tem mais quatro livros publicados, mas destinados ao público adulto.

Com delicadeza e simplicidade, o livro infantil conta a história de um menino diante da difícil decisão sobre a escolha do seu caminho. Durante o conto, as opções são apresentadas de uma forma que permite as crianças leitoras se colocarem no lugar no menino diante da encruzilhada na tomada de decisão para fazer escolhas – das mais simples às mais decisivas.

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A quarta capa é assinada pela escritora, editora e doutora em literatura, Maria Antonieta Cunha, que define:

Este conto de Afonso Borges lembra-me Carlos Drummond de Andrade quando defende que o simples nada tem de fácil: ao contrário, é difícil, resultado de muitas elaborações, da busca da palavra e da frase justa a determinada história ou poema. “O menino, o assovio e a encruzilhada” é bastante simples: a narrativa é linear, a personagem é uma só, as palavras, de nosso cotidiano. Para construir a história, há um ritmo bem marcado, quase ralentado, há muitas metáforas e sinestesias sem qualquer rebuscamento – e há as múltiplas interpretações, que se tornam uma encruzilhada também para o leitor. Encruzilhada é a palavra-chave da narrativa e na verdade não é só da vida do menino: é da história de cada um de nós, chamados o tempo todo a fazer escolhas. E a pergunta fundamental é: numa encruzilhada, como e por que escolhemos certo caminho? Boa questão, que vai por algum tempo ocupar a mente do leitor, encerrada a leitura. E que vai gerar reflexões e discussões interessantes – um bom sinal da qualidade do conto.

Um destaque para as belíssimas ilustrações de Alexandre Rampazo, que nasceu e vive em São Paulo. Formou-se em design pela Faculdade de Belas Artes de SP. Transitou pelos diversos campos das artes visuais, mas foi na literatura, ilustrando e escrevendo, que encontrou motivo maior para se dedicar profissionalmente: criar histórias, narrá-las por meio das imagens, contadas além do texto escrito. Tem aproximadamente 50 livros ilustrados publicados, além de escrever e ilustrar alguns de autoria própria. Alguns de seus trabalhos em coautoria foram selecionados para o catálogo IBBY/FNLIJ’s Selection Bologna Children’s Book Fair e Prêmio Jabuti.

7f23b108f5dea7ff91441be2e94fa24fAfonso Borges é mineiro de Belo Horizonte, nascido em 1962. Escreve em jornais desde os 16 anos e já trabalhou em diversos veículos como repórter, editor e colaborador. É o criador do “Sempre Um Papo”, programa de debates com escritores, que se realiza em BH e em algumas cidades brasileiras desde 1986. Criou também o Fliaraxá, foi curador de diversos festivais, é comentarista da Rádio CBN Bhz, com o programa “Mondolivro”, e tem um blog no site do jornal O Globo.

O livro custa R$ 24,90 e pode ser adquirido no site da editora https://www.sesispeditora.com.br/catalogo/quem-le-sabe-por-que-a-partir-de-8-anos/o-menino-o-assovio-e-encruzilhada/

 

Oficinas do Texto da Positivo

Com mais de 1,3 milhão de livros escritos por crianças e jovens em coautoria com grandes autores, Oficina do Texto da Positivo Educacional chega a seu 16º ano com uma novidade: convites em vídeos gravados pelo escritor e cartunista Ziraldo, pelo autor de livros infantis Ilan Brenman e pelo ilustrador Daniel Cabral, e por um tradutor-intérprete de LIBRAS.

 

image007O projeto Oficinas do Texto, um dos maiores sucessos da Positivo Educacional e um dos exemplos mais bem sucedidos da aplicação da tecnologia na educação, já está no ar e, neste ano, com uma novidade: vídeos convites (https://youtu.be/Hbe6nYJcVAY, https://youtu.be/tk-Iq6loEdo https://youtu.be/JjBZ8e3sajI) gravados pelos autores parceiros do projeto e traduzidos por um intérprete da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

“Incluir a mensagem em LIBRAS nos vídeos convidando os alunos para participarem da Oficina foi a forma que encontramos de mobilizar também aqueles com deficiência auditiva para esse projeto que é um grande sucesso. Queremos que eles também participem dessa iniciativa e escrevam uma obra em coautoria com personalidades da literatura brasileira”, diz Patrícia Sprada Barbosa, ‎Coordenadora Pedagógica doEducacional, conjunto de tecnologias educacionais para a sala de aula desenvolvido pela Positivo Informática Tecnologia Educacional.

Patrícia lembra, ainda, que o convite neste formato acaba mostrando também  uma outra forma de comunicação e despertando  em todos os alunos o interesse e o conhecimento sobre a linguagem de sinais.

A Oficina do Texto existe desde 2000 e, este ano, os parceiros são o cartunista e consagrado autor da literatura infantojuvenil Ziraldo, o escritor Ilan Brenman, que entre outros sucessos escreveu “Até as princesas soltam pum”, e o ilustrador Daniel Cabral.

Além de livros, o projeto Oficinas do Texto 2016 também prevê a criação de um jornal. O jornal é apresentado com suas habituais seções – cultura, esportes, economia, humor etc., mas o aluno pode alterar tudo, inclusive os títulos de cada uma delas. “Além de criar o conteúdo, cada matéria do jornal pode ser ilustrada com imagens obtidas em um grande banco de imagens, dividido em diferentes categorias, criado para essa Oficina do Texto pela equipe do Educacional, informa Patrícia.

O projeto Oficinas do Texto também possibilita que o aluno grave um áudio com a história que criou e que depois pode ser ouvido em tablets e smartphones por meio de um QR Code.

Temas para 2016

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“Deixa eu contar um sonho”: o tema desafia os alunos para escreverem sobre um sonho inventado, a partir de uma série de imagens criadas por Ziraldo. As histórias podem ser escritas em português, inglês ou espanhol.

 

 

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“A caverna encantada”: o projeto vai mexer com a imaginação dos estudantes, que se aventuram em uma caverna encantada ao lado de Lúcio, um guia munido de um lampião a gás. O parceiro, neste caso, é o renomado escritor infantil Ilan Brenman.

 

 

image016“O sonho de Pierre”: no ano em que o Rio de Janeiro recebe as Olimpíadas, essa Oficina do Texto apresenta um personagem que foi o grande responsável pelo renascimento desse grande evento, o Barão Pierre de Coubertin. O cenário da história é a cidade de Paris, no final do Século XIX, e apresenta o ainda jovem Pierre no momento em que vai conhecer a obra fantástica de outro grande sonhador, o escritor Júlio Verne, considerado o pai da ficção científica. Júlio, com sua obra visionária, irá inspirar Pierre a uma incrível viagem. O parceiro nesta Oficina é o ilustrador Daniel Cabral.

image017“Uma viagem no tempo”: em formato de jornal, essa oficina pode transformar a sala de aula na redação de um jornal que relata uma viagem no tempo e no espaço. Os alunos escolhem um destino e narram os acontecimentos como se estivessem presentes nos mais variados locais e épocas. Cultura, esportes, economia e humor são apenas algumas das seções para as quais os estudantes poderão produzir textos criativos e ilustrá-los com imagens do grande acervo próprio dessa ferramenta, que podem ser referentes a temas atuais ou de épocas passadas, ou ainda, pertencentes a um futuro distante.

 

Leitura nas férias

Editora FTD Educação dá dicas de cinco livros para a recreação das crianças durante as férias e outras dicas para que esta leitura signifique mais do que recreação e também proporcione aproximação entre a família. 

A consultora educacional da FTD Educação, Viviane Flores, dá dicas para aproveitar os momentos de descanso com um bom livro. Segundo ela, a leitura cria uma oportunidade de divertimento acessível e aproxima a família.

“Nas férias, o ideal é que os livros  sejam desvinculados  das propostas acadêmicas. Os pais podem identificar os interesses de seus filhos e oferecer opções mais lúdicas em que a diversão seja o principal”, explica a consultora pedagógica da FTD Educação, Viviane Flores.

Se a família costuma viajar para sair da rotina e aproveitar o recesso em um cenário diferente, os livros e revistas também podem ser bons companheiros para os momentos de deslocamento, além de  períodos de chuva na praia ou no intervalo da recreação, por exemplo.

“O mais importante é relaxar e há muitas formas de fazer isso por meio da leitura. Nenhum recurso sofisticado será mais lembrado que sua atenção nesse momento”, conclui.

A FTD Educação, por exemplo, conta com livros que vão da educação infantil ao ensino médio e conta ainda soluções para integrar escola e família na formação de jovens leitores. Trata-se do projeto Cultivando Leitores, que pretende criar uma parceria com a família para incentivar nas crianças e nos jovens o hábito da leitura em casa.

A seguir, algumas dicas da consultora para escolher o livro neste período e sugestões para uma leitura divertida:

  1. Use o tempo para ler juntos – contar histórias e criar momentos inesquecíveis com as crianças é fundamental.
  2. Mostre os livros que você gostava de ler quando criança – essa é uma forma de dar o exemplo para seus filhos e fazê-los se aproximarem da leitura;
  3. Vá às bibliotecas e gibitecas – é um passeio diferente e divertido.  Há obras bastante acessíveis e que podem revelar à criança um universo novo.

Sugestões de leitura:

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  1. “A vida acidentada de um vampirinho e outras aventuras de Draculinha”

Autor: Carlos Queiroz Telles, Eneas Carlos Pereira, Eve Ferretti

Série: Aquarela

Indicação: a partir de 10 anos (5o ano do Ensino Fundamental)

Número de páginas: 184

Preço Sugerido:  R$ 45,00

Os Morcegal são uma família muito estranha… de vampiros assustadores! Tem o pai, Draculão, sempre preocupado com as contas. Tem a mãe, Draculeta, que enche os filhos de mimos. Tem a irmã mais velha, Dracunilda, que se acha meio incompreendida. E tem, claro, Draculinha, o caçula, que vive armando as maiores confusões. Eles moram em Transilvânia City, sonham em passar as férias na Draculândia e adoram ver filmes produzidos em Hollyblood. A clássica coleção de Carlos Queiroz Telles e Eneas Carlos Pereira em um único volume.

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  1. “A Lenda do Dia e da Noite”

Autor e ilustrador: Rui de Oliveira

Indicação: a partir de 8 anos (terceiro ano Ensino Fundamental)

Número de páginas: 40

Preço sugerido: R$ 29,90

Este livro é uma adaptação de uma lenda dos índios Karajá sobre a criação do dia e da noite, tendo sido utilizadas em sua realização as artes de um desenho animado do mesmo nome. Este projeto, denominado América Morena, é uma trilogia de desenhos destinados à televisão. Além de sua temática, todo o tratamento gráfico foi baseado no imaginário visual da arte ameríndia e da africana.

Quanto à criação do livro “A lenda do dia e da noite”, a referência visual adotada no desenho das personagens e dos cenários foi a arte plumária, a cesteira, a pintura corporal e, principalmente, a dos índios Karajá e suas variadas lilocas – pequenas estatuetas de barro pintadas.

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  1. “O livro dos esportes olímpicos – Biblioteca da Turma”

Autor: Maurício de Sousa

Indicação: Ensino Fundamental (4º ano)

Número de Páginas: 96

Editora: FTD Educação

Preço Sugerido: R$ 55,40 (livro do aluno)

Já que as olimpíadas estão quase chegando, essa obra é uma boa diversão para saber mais sobre os jogos. Maurício de Sousa apresenta origens, histórias e curiosidades sobre os esportes olímpicos. Também mostra os atletas que se destacaram em diversas modalidades, os grandes recordistas, histórias de superação, países-sedes, as Olimpíadas de Inverno, os Jogos Paraolímpicos e muito mais.  Ao final, um Almanaque com curiosidades incríveis e atividades para testar seus conhecimentos.

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  1. “A viagem de um barquinho”

Autora: Silvia Orthof

Ilustração: Tatiana Paiva

Indicação: a partir de 8 anos (3o do Ensino Fundamental)

Número de páginas: 72

Preço Sugerido: R$ 45,00

Editora: FTD Educação

Um menino fez um barquinho de papel. Apareceu uma lavadeira que não tinha água para lavar sua roupa, então, de dentro da sua trouxa, puxou um rio de pano. O barquinho viu o rio inventado e fugiu. Este livro conta a história da lavadeira Elisete e do menino Chico Eduardo em busca do barquinho. O livro traz a história em duas versões: conto em verso e peça teatral.

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  1. “O cavalo transparente”

Autora: Silvia Orthof

Ilustração: Suppa

Indicação: a partir de 9 anos (4o ano Ensino Fundamental)

Número de páginas:96

Preço sugerido: R$ 42,00

Editora: FTD Educação

A cigana Carmen perdeu um vidrinho de perfume que guarda um mistério. Para encontrá-lo, ela conta com a ajuda do cavaleiro Montaria e seu cavalo transparente, feito de água tão clarinha que ninguém consegue enxergá-lo. Nessa aventura, eles encontram personagens insólitos como a Ilha, o Eco, a Sereia e Neto-Netuno. O livro traz a história em duas versões: conto e peça teatral.