“Planeta Azul” e as aventuras para 2017

“Planeta Azul” é uma revista em quadrinhos, que circula especialmente em escolas e é editada pela Fundação Mokiti Okada, em São Paulo. O planejamento da revista para 2017 prevê conteúdo que privilegia respeito à natureza e valores humanos como altruísmo, cidadania, cooperação, paz, alegria, gratidão, harmonia e virtudes. A equipe que produz “Planeta Azul” está divulgando os rumos da revista para o próximo ano. O primeiro número de 2017 vai circular no mês de março e todas as edições continuarão como referência para pais e professores. O que os personagens Mestre Coruja, Professora Bela, Abelhuda e Abelhudinho, Flora, Doutora Ararilda, Periquito, Dado, Mel, Cascudão e Lili entre outros vão aprontar?

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Em formato de história de quadrinhos, a Revista “Planeta Azul” é publicada em oito edições correspondentes aos meses do ano letivo. Cada edição é composta de histórias verídicas vividas pelos alunos em sala de aula, em suas famílias e/ou na sociedade e adaptadas aos personagens da Turma do Planeta Azul. As narrativas abordam temas como: cidadania; preservação do meio ambiente; formação do caráter altruísta; bondade; cortesia; respeito; limpeza e organização; alimentação saudável; arte etc.

mestre_coruja150As experiências chegam à redação da revista por meio de centenas de cartas enviadas aos personagens bem como são obtidas por intermédio de acompanhamento e/ou visitas às escolas. Aquelas que se encaixam dentro da proposta anual são transformadas em roteiros e produzidas em novas histórias publicadas nas respectivas edições. Por esta razão, é importante que o professor fique atento à prática de boas ações dos alunos e, dentro do possível, os estimule na elaboração do roteiro da história. Este exercício favorece os estímulos cognitivos, o raciocínio lógico-operatório, a estrutura do pensamento, o ensino-aprendizagem, bem como auxilia no desenvolvimento da linguagem oral e escrita, na compreensão de texto, no vocabulário, no interesse pela leitura, entre outros.

No material divulgado, a equipe de produção afirma:prof_bela“Sabemos que a conservação dos sistemas naturais e da diversidade da vida está estreitamente ligada à diversidade cultural. As pessoas e as culturas de todos os tempos construíram suas vidas e histórias baseadas em valores, que, por sua vez, podem ser compreendidos como referenciais que norteiam nossas motivações, escolhas e maneiras de sentir e agir”.

“Os valores são semeados e construídos no interior da mente humana, através de uma profunda articulação com a família, a escola e a sociedade, ou seja, passam a fazer parte do nosso mundo interior durante a convivência cotidiana, em um ambiente em que eles são cultivados. O bem, a justiça, a solidariedade, o respeito à vida, o amor ao próximo, a gratidão à Natureza são exemplos de valores dos quais todos somos responsáveis pela sua disseminação e prática. Em meio aos avanços tecnológicos, abordagens sobre sustentabilidade etc reconhecemos que o próprio desenvolvimento humano precisa ser capaz de proteger a estrutura, o funcionamento e a diversidade dos sistemas naturais, dos quais dependem todas as espécies, inclusive a nossa”.

abelhudaperso_abelhudinho“Com isso, temos como base principal deste trabalho incentivar os valores humanos e a gratidão à Natureza, de modo acontribuir para o processo de ensino – aprendizagem e a extrair o que há de melhor no indivíduo, que, em sua formação, esteja consciente de que a ação de um único ser humano pode influenciar positivamente o caminho de muita gente”.

“O mundo se torna um lugar melhor quando cada indivíduo torna-se uma pessoa melhor. É imprescindível que a sociedade num todo, assuma responsabilidades na formação das gerações futuras, para que possam usufruir de uma evolução consciente, feliz e equilibrada”.

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ararilda150As histórias criadas para a revista visam desenvolver valores e ações que promovam a formação individual e coletiva em relação ao respeito à vida, à justiça, à solidariedade e à harmonia social e ambiental em prol da construção de um mundo melhor.

Despertar a percepção do aluno para atitudes de respeito à vida; amor ao próximo; servir à humanidade e ter gratidão à natureza;

cascudao_150Criar e motivar um ambiente propício para a realização de atividades que incentivem as capacidades individuais do aluno, dentro de um contexto coletivo em que se perceba o todo e se trabalhe para o bem coletivo;

Desenvolver métodos que abordem a prática de valores inerentes do ser humano, como altruísmo; gratidão; amor; solidariedade etc;

Aumentar a capacidade de o aluno compreender, além de métodos e conceitos sobre sustentabilidade, a gratidão à grande natureza;

Reconhecer e explorar os benefícios de uma alimentação saudável e o consumo de produtos da agricultura natural e orgânica.

peperiquitoflora150A revista ainda promove entre seus leitores a Campanha do Obrigado, incentivo à horta caseira, preparação de arranjos de flores naturais, cozinha experimental, relaxamento, diário de aprendizados, pensamento da semana e música. Mais informações: www.planetaazul.com.br     (11) 5087-5000

Livros transformam pessoas

Fim de 2016 e o desejo crescente que 2017 possa se instalar pleno de bons acontecimentos tanto no plano pessoal como no coletivo. As crianças são os construtores do futuro. Se 2017 não der conta de cumprir tanta expectativa, quem sabe os próximo anos. Por isso, sugerimos três livros infantis da FTD Educação que podem ajudar estes construtores a entenderem a realidade e a refletirem sobre o que precisa ser reformulado para a sociedade se mostrar realmente civilizada e boa para a gente viver.

“Alguém que não me lembro disse uma vez que a arte e os livros não mudam o mundo, mas transformam as pessoas e essas sim podem trabalhar para mudar o mundo para melhor. O papel da literatura e da arte é esse, alimentar nossa imaginação, trazer questões, nos embriagar de invenções maravilhosas e terríveis que nos tocam e nos fazem pensar na vida e no mundo”. Fernando Vilela, autor e ilustrador.

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“Como mudar o mundo?”

FTD Educação – Autor: Stela Barbieri e Fernando Vilela – Ilustração: Fernando Vilela

Número de páginas: 96 – Preço sugerido: R$ 48,70 – Indicação: a partir de 10 anos

Os contos deste livro foram inspirados nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, propostos pela ONU, em 2000, mas que ainda continuam sendo desafios para toda a humanidade. Entre os objetivos, estão o combate à pobreza, à fome, à mortalidade infantil, à Aids, à malária e a outras doenças, a luta por educação, igualdade entre os sexos, autonomia das mulheres, saúde das gestantes, sustentabilidade ambiental e parceria mundial para o desenvolvimento.

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“Mohamed, o menino afegão”

FTD Educação – Autor: Fernando Vaz – Ilustração: Marcos Guilherme

Número de páginas: 112 – Preço sugerido: R$ 46,80 – Indicação: a partir de 12 anos

Mohamed, um menino afegão, mostra o caminho que um garoto fez de Cabul, capital do Afeganistão, a Peshawar, no Paquistão. Em busca de seu pai, desaparecido na guerra, o garoto conta apenas com a companhia de Jahad. Essa emocionante narrativa apresenta-nos o quase desconhecido cenário afegão com sua gente, os valores islâmicos e a visão de um menino que luta para sobreviver e compreender a irracionalidade da guerra.

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“O pequeno samurai”

FTD Educação – Autor: André Kondo – Ilustração: Alexandre Rampazo

Número de páginas: 64 – Preço sugerido: R$ 48,50 – Indicação: a partir de 9 anos

Os samurais eram guerreiros japoneses que se destacavam pelo rigoroso código de conduta, defendendo a justiça, a coragem, a compaixão, a cortesia, a sinceridade, a lealdade e a honra. Em “O pequeno samurai”, Yuji narra como descobriu, com a ajuda de seu avô, que era um pequeno samurai e como isso o ajudou em sua longa jornada rumo ao Brasil. De forma sensível e emocionante, o menino descreve como foi a despedida de sua terra natal, a aventura de viajar de navio até o outro lado do mundo e a descoberta de que no Brasil também existiam samurais.  O livro recebeu o Prêmio Nacional de Literatura Infantil João-de-Barro em 2009, com dupla menção honrosa, no Júri Infantil e Adulto.

Explosão na venda de livros infantis na China

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A notícia que nos chega, através da Publishers Weekly, diz que o mercado de livros para crianças na China está embalado e não há sinais de que vá parar tão cedo. Essa percepção era consensual entre os visitantes da Feira Internacional do Livro Infantil de Xangai (CCBF, do nome em inglês). Números gigantescos e circunstâncias nada comuns convergem para criar um segmento em expansão: 370 milhões de crianças abaixo dos 18 anos. Além disso, a classe média chinesa que cresce muito rapidamente – cobrindo 70% da população urbana, ou 200 milhões de pessoas – está aumentando sua influência no mercado ao se tornar mais exigente, conhecedora, sofisticada e dando sua opinião.

Editora brasileira conquista o mercado asiático

A Câmara Brasileira do Livro, por sua vez, dá exemplo de estratégia de uma editora brasileira que está  conquistando leitores na China, Taiwan, Coreia do Sul e Malásia e se preparando também para repetir o feito no Oriente Médio, tendo a Turquia e o Líbano como portas de entrada.

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Em 2013, Antonio Erivan Gomes participou da Feira do Livro de Bolonha representando a Cortez, uma editora brasileira. Ele soube de algo que iria mudar a estratégia de sua companhia: a China iria acabar com a “política do filho único”, implantada no país por muitas décadas. E teve um insight. Em poucos anos, a China vivenciaria o nascimento de 40 milhões de crianças – uma nova geração de leitores consumidores. A Cortez, vale mencionar, é uma editora que opera parcialmente com foco em livros infantis.

Porém, vislumbrar um potencial em fazer negócios com a China não significa exatamente a mesma coisa que estar de fato presente no mercado. Então, como foi que a Cortez alcançou as editoras chinesas? A estratégia adotada por ela foi um sucesso comprovado. A empresa utilizou intensamente a sua rede construída ao longo dos anos em que esteve participando de feiras de livros. A Cortez falou com pessoas que sabiam o quanto a editora era séria e se dedicou também a quem pudesse ajudá-la a penetrar no mercado chinês. Porém, o trabalho estava longe de acabar.

“No início, nós tivemos alguns obstáculos no caminho. Para começar, nós conseguimos um acordo com uma editora chinesa, mas ele foi cancelado devido a problemas de comunicação”, explica Gomes. “Nossos autores ficaram realmente frustrados”, ele continua, “já que eles estavam interessados em serem traduzidos para o mandarim”.

Outra ferramenta para ser bem-sucedido no mercado asiático é estar fisicamente presente. “Eu fui à China pelo menos quatro vezes nos últimos anos”, explica Gomes. Sua estratégia tem valido muito a pena, já que seus livros têm alcançado não apenas os leitores chineses, mas também os amantes de livros em Taiwan, Coreia do Sul e Malásia.

O processo de venda dos direitos editoriais, para um livro finalmente chegar às lojas asiáticas, leva em torno de 18 meses. Os livros que já estão circulando comercialmente têm sido publicados em maior escala do que apenas no Brasil.

Antonio Erivan Gomes explica que pequenos ajustes tiveram que ser feitos para superar barreiras culturais e facilitar a recepção dos livros de sua empresa, “porém nada que tenha mudado a alma do trabalho”, ele garante. “As histórias da Cortez são sofisticadas, porém universais, e, portanto, de fácil comunicação com pessoas de todo o mundo”.

O sucesso delas no mercado asiático motivou a Cortez a focar mais suas atividades em mercados não tradicionais – países que podem estar abertos a receber histórias de autores brasileiros. Agora, a Cortez já prevê que suas histórias brasileiras serão vendidas no Oriente Médio, tendo a Turquia e o Líbano como portas de entrada.

“Nas asas do haicai”

O livro é um lançamento da Aletria Editora. A autora Sônia Barros cria versos, numa forma poética japonesa, e a ilustradora Angela-Lago faz arte com desenhos com os quais qualquer criança vai se identificar.

untitledPara começar a falar deste livro, vamos explicar o haicai para quem ainda não conhece este estilo japonês. Haikai, vocábulo composto de hai = brincadeira, gracejo e kai = harmonia, realização. O estilo se compõe de apenas 17 sílabas poéticas. São versos curtos, concisos e objetivos. Além de Sônia Barros, outros escritores brasileiros também exercitaram haicais: Leo Cunha, Guilherme de Almeida, Paulo Leminski, José Paulo Paes, Nelson Cruz, Alonso Alvarez, Angela Leite, Olga Savary, Millôr Fernandes, etc.

Juliana Mont´Alverne Flores e Rosa Mont´Alverne Neto, ambas diretoras da Aletria, afirmam que o livro “retrata voos poéticos, usando como fio condutor o alfabeto… Um voo de A a Z para dar asas à imaginação de crianças de todas as idades”. Elas explicam que “Nas asas do haicai” é um título que trabalha a narrativa escrita na mesma medida da narrativa ilustrada, tornando o conjunto harmonioso e carregado de uma beleza com valores simbólicos significativos, que “arejam nosso senso estético e qualificam nossa forma de ver o mundo”.

04e6a7f9c0a84495735457324f809236“Os desenhos de Angela-Lago são também poesia pura”, afirmam. Angela é um dos mais importantes nomes da literatura infantil do mundo e, mais uma vez, inovou usando a estética de desenhos de criança, quase garatujas, como convite para o leitor refletir e sentir os delicados haicais de Sônia Barros.

“A árvore voa

em cada galho ou folha

que o vento carrega”.

Este é o haicai da letra A.

Segundo a autora, “trata-se de um divertido desafio, retratar voos em apenas três versos. Angela-Lago acompanha com desenhos que ganham contornos da letra em questão. O haicai da letra D, H e L são estes:

 

 

e65de901e1e1f3c9e27291c60bca85e3“O dinheiro voa

quando a gente gasta

sem antes pensar”.

 

“Homem também voa

toda vez que se diverte:

volta a ser menino!

 

“Livro se transforma

em tapete voador

quando tem leitor”.

Crianças e adultos, com certeza, vão adorar descobrir novos haicais como o da letra B, que fala da bola; o da letra F, que brinca com a fofoca; ou da letra N, com netos e netas, até chegar à letra Z e às cigarras.

“Nas asas do haicai” pode ser comprado por R$ 46,00, pela internet, no site da Aletria https://www.aletria.com.br/home/Nas-Asas-do-Haicai

Editora Positivo: “ler é bem divertido”

Em tempos tão conectados, a comunicação é cada vez mais importante. Saber se expressar com palavras e por escrito é fundamental. Quem lê, leva vantagem. Por isso, o livro é, cada vez mais, uma grande opção de presente para todas as idades. Principalmente para crianças e adolescentes, que ainda estão formando a sua personalidade nesse mundo tão cheio de opções e armadilhas digitais.

Livro é conhecimento, é diversão, é passatempo, é comunhão. Livro é um acontecimento. Livro é um presentão. Ler é tão importante que se tornou uma recomendação médica internacional, apoiada pela ONU. A Sociedade Brasileira de Pediatria lançou no Brasil a campanha “Receite um livro”, para estimular os pediatras, pais e mães a lerem com as crianças.

Cristiane Mateus, editora de literatura da Editora Positivo, mestre em literatura, que se especializa no Máster em Libros y Literatura Infantil y Juvenil, da Universidade Autônoma de Barcelona, afirma que escolher bons livros é fundamental: “A escolha certa, possibilita a formação do hábito de leitura, é um caminho que leva o leitor a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa.”

Mas como escolher? Cristiane Mateus dá algumas dicas: “Em primeiro lugar é preciso escolher literatura de boa qualidade para crianças e saber diferenciar esse tipo de obra das demais. Há ótimos livros didáticos, por exemplo, mas eles não são literatura. Para escolher bons livros não há uma receita, mas é possível encontrar critérios. A idade cronológica de um leitor é apenas um dos parâmetros. As editoras costumam sugerir idades, o que é válido, mas é preciso comparar essa sugestão com a criança real que receberá o livro. A idade também pode indicar o nível de alfabetização. Uma criança não alfabetizada necessitará de um mediador e isso deve ser levado em consideração. Mais do que a idade e o tema, é a linguagem, misteriosa e rica, que precisa pesar na hora da escolha. Na dúvida, leve um livro difícil e desafiador. Vale lembrar que muitos livros literários são para todas as idades.”

Com a curadoria de Cristiane Mateus, aqui vão três dicas de bons livros:

imagem_release_808924_smallAs mais belas histórias da Grécia Antiga

Hércules, Édipo, Prometeu, Teseu e o Minotauro. Com seus deuses e principais heróis, a mitologia grega influencia as artes até hoje. Ela é explicada em linguagem simples nesta adaptação de Josef Guggenmos do clássico “Os mais belos mitos da antiguidade clássica”. Tem criativas ilustrações de Stefanie Harjes que promovem um diálogo entre a Antiguidade e a Modernidade.

A partir de 10 anos – Editora Positivo – R$ 54,90

imagem_release_808933_smallEra uma vez…

As histórias clássicas como Chapeuzinho Vermelho, Alice no País das Maravilhas, Pinóquio, Peter Pan e outras são recriadas pelo ilustrador Benjamin Lacombe neste livro em páginas pop-up, que ao se abrirem formam desenhos em três dimensões. Também é uma boa opção para os adultos contarem as histórias para as crianças enquanto manuseiam o livro.

Para todas as idades – Editora Positivo – R$ 54,90

imagem_release_808948_smallO leão e o pássaro

Mais uma sugestão da autora Marianne Dubuc sobre um leão que encontra um pássaro machucado em um dia de outono. Pode surgir uma amizade entre os dois? Pois é justamente a amizade que a obra ajuda a discutir enquanto apresenta as estações do ano e fala sobre sentimentos de bem querer e de desapego.

A partir dos 6 anos – Editora Positivo – R$ 44,30

“Vamos apostar corrida?”

Esse é o título do livro, que conta a história do Molequinho Doce.  É uma adaptação do clássico americano “The Gingerbread man”, no qual um biscoito de gengibre, de repente, ganha vida e foge.  Contamos desta história no post anterior. A escritora Alaíde Lisboa também já fez uma adaptação deste clássico com “A bonequinha doce”. Quem criou o Molequinho Doce foi o escritor Henrique Vale, paulista que mora em Belo Horizonte, que soube muito bem “abrasileirar” esta história.

f925e7_8f4811d55132431ea6983ce78915ef89mv2No livro “Vamos apostar corrida?”, Henrique Vale se inspira na história original dos biscoitos de gengibre, mas prefere criar um personagem bem brasileiro feito de pé de moleque com efeito mágico do Saci-Pererê. Desde que ganha vida, o Molequinho Doce corre muito de animais da fauna do nosso país. Tudo começa “numa cabana perdida num matagal, onde vivia um casal que não tinha filhos”.

“Um dia, a senhora preparou uma receita de pé de moleque”… “Enquanto cortava o doce em quadrados, teve a ideia de fazer um menino de pé de moleque. Riscou os olhos e as sobrancelhas, o nariz e a boca. Fez o contorno de uma camisa e a enfeitou com botões de amendoins.”

Enquanto o casal estava longe da cozinha e o biscoito guardado em cima da mesa, “o Saci-Pererê sentiu o cheiro da guloseima e resolveu fazer uma visita. Entrou na cozinha sem fazer barulho, pegou todos os doces da tigela, menos um: o menininho pé de moleque”…  “tirou o pó serelepe e jogou sobre o doce em forma de menino” e “o menino ganhou vida… saltou sobre a mesa, desceu escorregando pela toalha e começou a correr”…

Começou a corrida. O casal de idosos seguiu o menino até o terreiro, sem conseguir alcançá-lo. Ele gritava:

“Corram, corram mais rápido que puderem!”

No terreiro, o Molequinho Doce encontrou o galo carijó, que “se assanhou ao ver o pé de moleque. Pulou do poleiro e ia bicar se a velha não jogasse o tamanco e gritasse: “Esse doce é meu, galo bicudo!”

Que dela, nada. O moleque fugiu. “Vamos apostar corrida?”

Fugindo, logo encontrou a vaca; depois, um tamanduá e até o Pequeno Polegar. Será que foi este personagem famoso e esperto que alcançou o Molequinho Doce? Mais personagens entram corrida, depois que o moleque passa a correr com a bota que anda até sete léguas com a qual enfrentou uma onça e até mesmo o Saci-Pererê.

Pelo Saci, o Molequinho Doce não esperava. Nem eu. E você?

“Vamos apostar uma corrida” foi ilustrado por Vanessa Prezoto e lançado pela Bambolê Editora. Tem 32 páginas e pode ser comprado por R$ 32,00 no site da editora.

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A história dos biscoitos de gengibre

A encantadora de histórias Juliana de Castro Anselmo com o seu restaurante da imaginação, o Bistrô da Juju, tem sempre uma narrativa gostosa para nos contar. Com seu avental recheado, chapéu branco mágico e um tanto de talheres para cozinhar surpresas para as crianças, hoje, ela vai contar como surgiram os biscoitos que enfeitam o Natal e ensinar a receita para o leitor saborear mais esta guloseima natalina.

Um lembrete: dia 24/12, o blog vai falar de outra história baseada nos biscoitos do gengibre contada no livro “Vamos apostar corrida?”, de Henrique Vale, ilustrado por Vanessa Prezoto, Editora Bambolê.

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As palavras doces da Juju

É tempo de Natal! O Bistrô da Juju, um restaurante da imaginação, onde se prepara palavras, confeitam-se sonhos e cozinha-se alegria e esperança, irá oferecer aos seus clientes um cardápio muito especial.

Dizem que existem muitas histórias sobre a origem dos biscoitos de gengibre e mel, que são os principais ingredientes dos pequenos homenzinhos natalinos. Uma delas remete ao século XV, na Europa, onde já havia a tradição de construir casas e bonequinhos de pão de mel.

Isso inspirou mais tarde, os irmãos Grimm a criarem a famosa história de João e Maria. Estes biscoitos por terem uma longa duração e poderem ficar fora de refrigeração são utilizados para enfeitar árvores e arranjos natalinos que ficam muito charmosos.

Existe uma fábula sobre eles que é a seguinte:

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“Era uma vez, há muito tempo, uma velha senhora que estava assando um grande biscoito de gengibre em formato de boneco. Quando ele estava pronto e ela abriu o forno, o biscoito como por encanto pulou da forma e saiu correndo pela janela. A senhora e o marido começaram a correr atrás dele, pois estavam famintos, mas o biscoito conseguiu escapar, enquanto gritava:

– Corra, Corra! Corra o mais rápido que puderem! Vocês não podem me pegar. Eu sou o homem de biscoito de gengibre!

Logo à frente, o biscoito encontrou vários animais, famintos que também queriam come-lo: a vaca, o porco, o cavalo… e ninguém conseguia alcançá-lo.

Para todos, ele gritava:                                                   

– Corra, Corra! Corra o mais rápido que puderem! Vocês não podem me pegar. Eu sou o homem de biscoito de gengibre!

Bem, o homem de biscoito de gengibre, correndo como nunca, assustou-se quando chegou à margem do rio.

E agora? Foi o que ele pensou.

Aí uma raposa apareceu muito prestativa e ofereceu-lhe uma ajuda para atravessar o rio.

– Suba nas minhas costas, disse a raposa. Vou levá-lo até a outra margem.

– Mas você não está com fome? Não vai me comer? Perguntou o homem de biscoito de gengibre.

– Não, respondeu a raposa!

O homem de biscoito de gengibre aceitou o convite e subiu em suas costas.

Durante a travessia, a raposa foi queixando-se que o homem era muito pesado e pediu a ele que mudasse de lugar até chegar a seu focinho.

Quando chegaram à outra margem do rio, a raposa o jogou para cima, tentando comê-lo. O homem de biscoito de gengibre foi muito mais esperto e saiu correndo:

– Corra, Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar. Eu sou o homem de biscoito de gengibre!

A raposa escorregou nas margens do rio e foi levada pela correnteza.

E dizem que até hoje o homem de biscoito de gengibre corre por aí sem que ninguém consiga pegá-lo.”

A receita dos biscoitos de gengibre

untitled-3Ingredientes:

100 g de manteiga

1 xícara (chá) de açúcar mascavo

4 colheres (sopa) de mel

1 ovo

1 colher (café) de gengibre em pó

1 colher (sobremesa) de bicarbonato de sódio

2 xícaras (chá) de farinha de trigo

untitled-5Modo de Preparo:

Em uma panela, coloque a manteiga, o açúcar e o mel. Leve ao fogo e misture bem até que derreta.

Transfira para uma tigela, acrescente o ovo, o gengibre em pó e o bicarbonato de sódio e misture.

Junte a farinha de trigo aos poucos, mexendo sempre, até que a massa fique consistente. Deixe descansar no refrigerador por 2 horas.

untitled-4Em seguida, retire a massa e abra-a numa espessura de cerca de um centímetro.

Corte-a no formato que desejar com uma faca ou utilize cortadores de biscoito, xícaras e copinhos. Coloque os biscoitinhos em uma assadeira e leve ao forno médio (180ºC) pré-aquecido por 10 minutos ou até que estejam dourados.

Rendimento: 40 pessoas – Tempo: 45 minutos

Mensagem da Juju

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Desejo que todos possam ter um Natal muito feliz!

Que façam os biscoitos de homem de gengibre para enfeitar o Natal de vocês.

E, cuidado: se eles saírem correndo, corram atrás o mais rápido que puderem!

Três histórias, três livros para presente

As sugestões que divulgamos são obras infantis da Editora Boa Nova e referências para Papai Noel. Lembre-se: nos últimos anos, os livros têm sido um dos mais desejados presentes de Natal.

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“Scooby Doo: viagem misteriosa” – Luis Hu Rivas
Apertem os cintos! Nesse livro, o leitor está prestes a entrar em uma viagem cheia de surpresas. Scooby-Doo e sua turma pegam a estrada, mas uma tempestade obriga os detetives da Máquina do Mistério a passar a noite na antiga casa das Irmãs de Hydesville. Será que estão em um lugar assombrado, onde ocorrem estranhos fenômenos? Só Scooby-Doo e sua turma podem resolver este mistério.

Páginas: 64 – Preço: R$31,90
leao-com-dor-de-dente-nao-ha-quem-aguente-70898“Leão com dor de dente não há quem aguente” – Etna Lacerda
Lá na floresta, o macaquinho locutor deu uma notícia quente: o Rei leão acordou com dor de dente. Porém, os bichinhos nem deram importância. O problema era do leão, que não soubera cuidar de seus afiados dentes. Muitos até gostaram, pois o leão, com dor de dente, não sairia da toca por um bom tempo. Os dias e as noites seriam bem mais tranquilos para todos. Tranquilos? Nada disso! Durante noites seguidas, os bichinhos da floresta não conseguiram dormir com aqueles urros ensurdecedores. Todos, agora, fundiam a cuca em busca de uma solução. Afinal, leão com dor de dente, não há quem aguente!

Páginas: 28 – Preço: R$10,90
albano-e-o-misterio-da-ilha-70899“Albano e o mistério da ilha” – Rafael Sanches
Albano é um albatroz que vive na Ilha da Boia, um paraíso ecológico. Albano era bom amigo, bom filho, bom aluno, mas não tinha muita habilidade com esportes. Mesmo assim, vivia sendo convidado pelos colegas, que gostavam muito dele, para jogos de futebol, basquete, vôlei… e, como era superdesastrado, acabava passando vergonha. Certo dia, foi aconselhado a inventar um jogo e a brincar com ele, mas fazia isso sempre sozinho. O albatroz, claro, ganhava todas! Porém, chegou o dia em que percebeu a importância das disputas coletivas e de interagir com os outros habitantes da ilha. Então, passou a rever seus conceitos, obtendo novos valores para a sua vida.

Páginas: 28 – Preço: R$ 10,90

Quem é amigo do livro

O Instituto Pró-Livro criado pelas entidades do livro – ABRELIVROS, Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), desde o início das suas atividades, em 2007, comanda uma série de iniciativas visando fomentar a leitura, difundir o livro e transformar o Brasil em um país de leitores. Agora dá mais um passo rumo aos seus objetivos. A premiação da 1ª edição do Prêmio IPL – Retratos da Leitura, o qual não só reconhecerá como também homenageará organizações por suas práticas que estimulam a leitura, foi entregue em 15 de dezembro, em São Paulo.

O Júri foi formado por especialistas representando as categorias do Prêmio: Marcos da Veiga Pereira (presidente do IPL), Maria Lúcia Kerr (cadeia produtiva), Luis Antonio Torelli (cadeia produtiva), Carlo Carrenho (mídia), João Pedro Paes Leme (mídia), José Castilho (biblioteca/ONGs), Sonia Madi (ONGs), Vera Saboya (biblioteca e ONGs) e Zoara Failla (coordenadora – IPL).

“Certamente muitas outras mereciam esse prêmio, mas, nesse lançamento quase simbólico, serão homenageadas aquelas que, segundo os especialistas, atenderam aos principais critérios que orientaram essa indicação, como: reconhecimento, relevância, abrangência, continuidade, história e inovação”, afirma Marcos da Veiga Pereira, presidente do Instituto Pró-Livro.

Os vencedores

Data: 13/04/2016 Local: Imperatriz - MA Cliente: Suzano Ref1:Responsabilidade Social Ref2: Imperatriz - MA Job: Imperatriz - MA 13/04/16 Instituto Ecofuturo - Projeto Bibliotecas Comunitárias - Ler é Preciso - Foto: Sérgio Zacchi

Instituto Ecofuturo – Projeto Bibliotecas Comunitárias – Ler é Preciso – Foto: Sérgio Zacchi

Na categoria Cadeia Produtiva
· Instituto Ecofuturo (mantenedora: Suzano Papel e Celulose) – Projeto Bibliotecas Comunitárias – Ler é Preciso.
· Skoob – (Portal de compartilhamento sobre livros e leituras pelos leitores)
· Companhia das Letras (Editora Schwarcz) – Projeto Clubes de leitura com remição de pena.

Programa Itaú Criança - Campanha “Leia para uma criança” - Divulgação

Programa Itaú Criança – Campanha “Leia para uma criança” – Divulgação

Categoria ONGs:
· Fundação Itaú Social – Programa Itaú Criança – Campanha “Leia para uma criança”
· Associação Vaga Lume – Expedição Vaga Lume
· ACEC – Associação Cultural Estudos Contemporâneos – Flupp – A Festa Literária das Periferias.

Revista digital “Emília”

Revista digital “Emília”

Categoria Mídia:
· Revista Emília
· Fundação Volkswagen – Plataforma do Letramento (coordenação técnica CENPEC)
· GloboNews Literatura

Biblioteca Pública Estadual do Acre

Biblioteca Pública Estadual do Acre

Categoria Bibliotecas:
· Biblioteca Pública Estadual do Acre
· Biblioteca de São Paulo – Parque da Juventude
· Rede Bibliotecas Parque do Estado do Rio de Janeiro

Já para a segunda edição do Prêmio IPL Retratos da Leitura, em 2017, as instituições interessadas em participar poderão inscrever seus projetos de fomento à leitura ou difusão do livro. Essa edição será lançada em março/17, com ampla divulgação e apresentação de seu regulamento. “O nosso desejo é que o prêmio possibilite reconhecer ações exitosas já em prática pelo Brasil e que estimule mais instituições a incentivarem a leitura, alcançando um maior número de pessoas, para, em um futuro não muito distante, nos tornarmos uma sociedade que desfrute dos benefícios promovidos pela leitura”, conclui Marcos da Veiga Pereira.

Outra novidade do IPL será o lançamento, também em março/17, de sua Plataforma Pró-Livro. Um espaço colaborativo onde será possível, além de receber as inscrições dos projetos para concorrer à 2ª edição do Prêmio, cadastrar, mapear, divulgar e conhecer estudos, pesquisas, programas e projetos de fomento à leitura e difusão/acesso ao livro, desenvolvidos em todo o Brasil pelo governo, universidades e sociedade civil. Ela também oferecerá ferramentas para promover o intercâmbio e troca de experiências e conhecimentos, por meio do uso de fóruns e integração com redes e mídias sociais. “A partir dessa plataforma, o IPL espera difundir e valorizar ações voltadas à promoção da leitura que acontecem pelo Brasil, e, compartilhar experiências, estudos, metodologias e ideias que possam melhor qualificar e estimular novas ações e políticas mais efetivas, voltadas ao fomento e à melhoria da qualidade da leitura”, acredita o presidente do IPL.

Como transformar o livro em ótimo presente

O Natal é em especial a festa das crianças. A espera pelo presente de Papai Noel emociona. Acho difícil uma criança relacionar um livro na lista de presentes. Ela ainda não sabe o quão divertido pode ser ganhar um livro, mas o seu Papai Noel sabe. Por isso, apresentamos dez dicas preparadas pela curadoria do Leiturinha, clube de assinatura de livros infantis, que vão ajudar o ‘velhinho’ a colocar a magia do presente natalino também nos livros infantis.

imagesce76tszg1) Descubra temas de interesse do pequeno
É louco por futebol? Tem curiosidade sobre dinossauros? Gosta de artes? Sonha em ser princesa? Quanto mais você conhecer o pequeno leitor, mais fácil fica encontrar obras que ele poderá gostar. Há inúmeras possibilidades de temas, narrativas e personagens. Para os menores, rimas e poesias costumam ser bem aceitas, enquanto histórias mais intrigantes são boas pedidas para os que já têm fluência na leitura.

2) Considere as faixas de desenvolvimento
Embora descobrir interesses seja natural, trabalhar com o elemento surpresa garante empolgação para ler novas histórias. A Leiturinha oferece planos mensais para os pequenos receberem livros cuidadosamente selecionados para cada faixa do desenvolvimento. A seleção é feita por uma equipe de especialistas que conta com psicólogos e pedagogos e vem acompanhada de uma cartinha pedagógica com dicas de leitura.

untitled3) Reserve um tempo para lerem juntos
Criança gosta de atenção. Sentar para ler um livro é uma oportunidade de toque, carinho, conversa, e é também um momento de troca de opiniões, de muitas perguntas e de algumas respostas. De todas as maneiras, há um elo invisível que mantém unidos aqueles que compartilham seus sentimentos e ideias inspirados por uma obra literária.

4) Faça um cantinho de leitura em sua casa
Ofereça também a oportunidade de seu pequeno ter autonomia para escolher e ler seus livrinhos. Prateleiras baixas deixam os livros disponíveis às mãozinhas curiosas. Deixe que seu pequeno manuseie, sinta e toque os livros. Almofadas, travesseiros e tapetes deixam o chão aconchegante para se espalhar entre histórias e aventuras.

untitled-15) Façam juntos o próprio livro
Estimule seu pequeno a imaginar, criar, escrever e ilustrar as próprias histórias. Materiais simples como papel, lápis, tintas e canetinhas garantem diversão e uma obra exclusiva. Ainda é possível incrementar com gravuras, texturas e armarinhos. Depois, é só pedir uma dedicatória e colocar o livro na estante.
6) Registre o momento
Produza com a criança materiais que personalizem o momento da leitura. Isso pode incluir a criação e confecção de marca-páginas, de um livro de resenhas ou ilustrações e até mesmo um espaço para encenação das obras. Quanto mais ideias e envolvimento, melhor.

pai-natal-livros-267x3007) Faça passeios literários
Leve a criança para passear em livrarias e bibliotecas. As livrarias costumam ter espaços pensados para acomodar os pequenos e os adultos. Já as bibliotecas municipais podem oferecer gratuitamente um acervo diferenciado que ajuda ainda mais os pequenos a se familiarizarem com os livros.

8) Explore a leitura
Saia em busca de formas para explorar a leitura. Leu um texto informativo? A internet pode ter algum dado positivo a acrescentar. O texto era sensível? Que tal produzir uma ilustração, um desenho ou um poema sobre a história? É uma via de mão dupla em que tanto os elementos cotidianos podem direcionar a literatura quanto as histórias podem inspirar movimentos na vida real.

dar-livros-de-presente9) Estimule a criatividade antes, durante e depois da leitura
Ao iniciar a leitura, faça perguntas sobre a obra. Instigue a curiosidade, deixando a criança manusear o livro antes da leitura. Depois, observe as reações a cada página virada. Formule perguntas sobre as personagens, sobre o enredo, veja se seu pequeno tem outras sugestões de desfecho. Depois da leitura, ajude a criança a construir sentido para o que foi lido e auxilie a compreensão. Também vale contar sobre o autor e o ilustrador. No geral, as crianças gostam de ter uma referência mais concreta sobre quem pensou ou participou do desenvolvimento daquela história.

images621p3ycc10) Seja exemplo
Estimule em casa o hábito da leitura criando oportunidades para que os pequenos leiam. Famílias de pais leitores tendem a oferecer uma ambiente mais propício à leitura. Leia também e mostre que a leitura pode ser prazerosa, comentando sobre os livros que tem lido. Adapte suas opiniões à idade e conte sobre seus autores e obras preferidos.