O livro vai pra rua

Em Belo Horizonte, na Rua Fernandes Tourinho, Savassi, o Festival do Livro na Rua (FLIR) coloca arte e literatura ao alcance da população. Durante três dias de FLIR, de 1º a 3 de setembro, a famosa “rua das livrarias” abrigará Mostra Literária, narração de histórias, mesas-redondas, exposições, shows e outras tantas atividades culturais.
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Livrarias são extensões da casa de ávidos leitores, não é verdade? Em Belo Horizonte, tais pessoas têm o privilégio de frequentar uma via pública famosa justamente por acolher, em diversos estabelecimentos, a arte, a beleza e a magia dos livros. Trata-se da Rua Fernandes Tourinho, na Savassi, que nos dias 1º, 2 e 3 de setembro será palco do Festival Livro na Rua (FLIR), uma celebração à diversidade e à literatura, comandada pelos livreiros da região. Os dois quarteirões da rua, entre as avenidas Cristóvão Colombo e Getúlio Vargas, abrigarão barracas com artistas, palco com shows, apresentações de contação de histórias e mostra literária. Toda a programação é gratuita.

Realizado em parceria com a Câmara Mineira do Livro e com o Sesc Minas Gerais, o Festival nasceu da ideia de promover as livrarias de rua, que se mantêm como espaço de convivência entre leitores e livros – objetos que, aliás, vão muito além de meros objetos de consumo:

“Livrarias são espaços sentimentais que vivem a literatura e têm grande importância na formação do leitor”, ressalta o vice-presidente da Câmara Mineira do Livro e um dos idealizadores do FLIR, Alencar Fráguas Perdigão.

“O papel da Câmara Mineira do Livro é representar editores, livreiros e distribuidores e agir criativamente na formulação de ações que promovam esses três segmentos da cadeia produtiva do livro. As livrarias de rua precisam ser protegidas e valorizadas não apenas como empresas que geram empregos e pagam impostos ou como importante espaço para as pequenas e médias editoras exporem sua produção, mas também como verdadeiros pontos de cultura, locais de formação de leitores e de encontros que celebram e fortalecem a cultura literária da cidade”, afirma Rosana Mont’Alverne, presidente da Câmara Mineira do Livro.

Segundo a pesquisa “Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro”, de 2017, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), 52,73% dos livros são adquiridos em tais espaços. Os estabelecimentos de rua destacam-se por selecionar obras que valorizam a diversidade da produção editorial do país, além de conceder espaço a pequenas editoras e dar destaque, em vitrines e estantes, a gêneros menos populares e a novos autores.

Durante os três dias do FLIR, além da mostra literária, que reunirá as livrarias Quixote, Ouvidor, Scriptum, João Paulo II, Café com Letras, D’Plácido, A Savassi Livraria, Cia do Livro, Esquerda Literária, Leitura, Livro Arbítrio, Livraria Internacional de Belo Horizonte, Papel de Seda, Paulinas e Livraria de Rua, haverá exposição de artistas e artesãos locais, intervenções artísticas, shows, sessões de narração de histórias e mesas-redondas com inúmeros autores.

O FLIR é uma realização conjunta das livrarias da rua Fernandes Tourinho e da Câmara Mineira do Livro e conta com o apoio da Fundação Municipal de Cultura, parceria cultural do Sesc MG e patrocínio da Unimed BH via Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Encontro dos Profissionais do Livro

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O II Encontro Internacional da Indústria do Livro (InterLivro), que vai acontecer dia 1/9, é uma tarde de programação com palestras e painéis voltadas ao profissional do livro que acontece na XVIII Bienal do Livro.

A Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, marcada para acontecer entre os dias 31 de agosto e 10 de setembro, deverá reunir boa parte da força de trabalho da indústria editorial brasileira no Rio Centro. São editores, agentes, escritores, que, além do interesse no público que frequenta a Bienal, estará de olho em novos negócios e oportunidades.

Foi pensando nisso que o PublishNews, a Fagga e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) se uniram para realizar a segunda edição do InterLivro: Encontro Internacional de Profissionais do Livro. Para o evento, que acontece no dia 1º de setembro, foi escalado um time internacional de primeira, que inclui o americano Ed Nawotka (Publishers Weekly), que fará a palestra de abertura; o português Miguels Martin (Porto Editora), que falará sobre o mercado global de livros em português, e a alemã Sandra Schüssel (MVB), que vai apresentar sete lições que o país do 7 x 1 pode nos ensinar. O time de brasileiros é composto por nomes como Marcos Pereira (Sextante / SNEL), Marcelo Gioia (Bookwire) e Mariana Bueno (Fipe).

Encerrando a programação do InterLivro serão entregues os troféus aos ganhadores do Prêmio Jovens Talentos da Indústria do Livro 2017, que levará um profissional para a Feira do Livro de Frankfurt com todas as despesas de passagem e hospedagem pagas.

“O InterLivro caminha junto com o propósito de fortalecer a profissionalização do setor editorial, que é uma das bandeiras fundamentais do SNEL. A Bienal se transformou num grande evento cultural e precisava de uma programação profissional à altura, voltada especialmente para a indústria do livro. Essa parceria com o PublishNews pelo segundo ano consecutivo é muito importante porque dá enfoque a assuntos que enriquecem o debate e as atividades em nosso mercado, como o livro digital, as experiências internacionais e a acessibilidade, culminando com a entrega do prêmio Jovens Talentos, que teve o apoio do SNEL desde o primeiro momento”, defendeu Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL.

A programação pode ser acessada no link http://www.interlivro.com.br/programacao.

Neste site também é possível realizar a pré-inscrição gratuita para participar do evento.

“É uma honra para o PublishNews mais uma vez montar o InterLivro na Bienal do Rio. Os eventos do livro no Brasil muitas vezes carecem de programação específica a profissionais do setor e temos procurado preencher este espaço. Aliás, neste sentido, fundamental ressaltar o apoio do SNEL e da Fagga (ou GLS, ou Bienal), que forneceram a estrutura básica do evento, e também dos patrocinadores que permitem que o evento seja absolutamente gratuito”, comentou Carlo Carrenho, fundador do PublishNews.

O InterLivro 2017 é realizado graças aos apoios da Sextante, Bibliomundi, Casa Educação, F1 Soluções, Ubook, Metabooks, Meta Solutions, BR75 e #coisadelivreiro.

Fonte: PublishNews

Bienal terá 16 lançamentos ‘Turma da Mônica’

No evento, oito editoras lançarão novidades em parceria com a Maurício de Sousa Produções e o desenhista participará de palestras e sessões de autógrafos.

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Na Bienal do Livro de 2017, que acontecerá de 31 de agosto a 10 de setembro, no Riocentro – RJ, a divisão editorial da Maurício de Sousa Produções, considerada a maior produtora de conteúdo infantil do Brasil, apresentará 16 lançamentos com os personagens do criador da Turma da Mônica, por oito editoras.

O desenhista Maurício de Sousa participará de três palestras dentro da programação oficial da Bienal para conversar sobre os lançamentos, além de realizar sessões de autógrafos nas editoras licenciadas. A relação completa de dias e horários estará disponível, em breve, no site da Turma da Mônica.

No sábado, dia 2 de setembro, às 17h30, o autor participará, ao lado de Mario Sergio Cortella, de um bate-papo sobre o livro Vamos Pensar um Pouco? Lições Ilustradas com a Turma da Mônica, da Editora Cortez. No dia 3 de setembro, às 17h, Mauricio conversará sobre sua biografia, A História que Não está no Gibi, da Editora Sextante.

Ele também participará do lançamento do livro Uma Viagem Inesperada, da Editora Nemo, no dia 10 de setembro, às 18h. O desenhista estará acompanhado por Marina Sousa, sua filha e inspiradora da personagem Marina, e pelas quatro autoras – Babi Dewet, Melina Souza, Carol Christo e Pam Gonçalves.

O cartunista e o mercado editorial

Maurício de Sousa é um dos autores com mais obras vendidas no Brasil principalmente no segmento infantojuvenil. Além do seu sucesso no mercado de quadrinhos, ele também conquistou a liderança na categoria de livros ilustrados.

Em 57 anos de carreira, Maurício criou cerca de 400 personagens, sendo 70 fixos. A Turma da Mônica tem mais de um bilhão de revistas vendidas no mundo, desde o primeiro exemplar publicado em 1970. E mais de 60 países já publicaram suas histórias. São cerca de 10 milhões de leitores/mês só para a sua área de impressos. Mauricio é o primeiro autor de quadrinhos no mundo que entrou para uma Academia de Letras – a Academia Paulista de Letras.

A Maurício de Sousa Produções sempre procura parcerias e lançamentos de publicações para ajudar no desenvolvimento de crianças e adolescentes. De acordo com uma pesquisa da Datafolha, realizada em 2017, 80% dos brasileiros consideram que as revistas da Turma da Mônica em quadrinhos têm um papel importante na alfabetização das crianças no Brasil e 85% concordam que os gibis da Turma da Mônica incentivam a leitura de livros de modo geral.

Além disso, 64% concordam que os gibis da Turma da Mônica ajudaram seus filhos a aprender a ler. [Fonte: Pesquisa Datafolha realizada de 7 a 9 de março de 2017, com 2.100 entrevistas, distribuídas em 130 municípios brasileiros, com margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95]

Lançamentos

SEXTANTE

imagemMaurício – A História que Não Está no Gibi
Em sua biografia, Mauricio de Sousa faz uma viagem no tempo e relembra vários momentos de sua vida. Feita a partir de depoimentos ao jornalista Luís Colombini, o livro mostra que o desenhista tem em si vários trejeitos de seus personagens: um lado otimista, um jeito perseverante de levar a vida e até uma pequena dose de teimosia. Ele ainda compartilha fotos de seu arquivo pessoal (da infância, de sua família e até de pessoas que viraram personagens), seu processo de criação, o que fez para transformar tantos sonhos em realidade e como, até hoje, continua se reinventando. Autor: Mauricio de Sousa | Ano 2017|16 x 23 cm | 336 páginas |R$ 49,90 ou R$ 29,90 (e-book)

 

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Outro Lar
Em Outro Lar, a Turma da Mônica vai ao Rio de Janeiro visitar André, um primo do Cascão, que, além de apresentar os pontos turísticos da Cidade Maravilhosa, vai mostrar às crianças como a prática de bons hábitos pode ajudar a ter sonhos melhores, e até conhecer lugares inimagináveis. Autores: Mauricio de Sousa, Luis Hu e Ala Mitchell | Ano 2017|20 x 26 cm| 64 páginas |R$ 31,90| ISBN 978-85-8353-085-5

 

 

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Aprendendo o ABC
A de amizade, B de brincadeira e C de Cascão e Cebolinha. Com este livro, você vai aprender o alfabeto com a Mônica e sua turminha! E para o aprendizado ficar mais divertido, brinque e cole os adesivos! Ano 2017|35,5 x 28 cm | 48 páginas |R$ 14,90| ISBN 978-85-3807-042-9

 

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Biblioteca de Boas Maneiras
Obrigada!; Por favor!; Com licença!; Saudações; Olá!; Desculpa!

As boas maneiras estão presentes no dia a dia de todas as pessoas. O que acha de aprendê-las e praticá-las? Com a Mônica, o Cebolinha, a Magali e o Cascão, será ainda mais fácil. Consulte essa pequena biblioteca de boas maneiras sempre que precisar e divirta-se! Além disso, o verso dos livros formam uma cena divertida! Ano 2017|17,3 x 23 cm | 60 páginas |R$ 24,90| ISBN 978-85-3807-620-9

Vamos Aprender o Alfabeto
Prepare-se para embarcar nesta aventura com a Mônica e a turma do Limoeiro! Ao lado deles, aprender o alfabeto será mais fácil e divertido, com atividades práticas e diversas outras para exercitar o seu aprendizado. Ano 2017|20,5 x 2,5 cm | 16 páginas |R$ 4,50| ISBN 978-85-3806-953-9

Vamos Aprender os Números
Prepare-se para embarcar nesta aventura com a Mônica e a turma do Limoeiro! Ao lado deles, aprender os números será mais fácil e divertido, com atividades práticas e diversas para exercitar o seu aprendizado. Ano 2017|20,5 x 27,5 cm | 16 páginas |R$ 4,50| ISBN 978-85-3807-622-3

Vamos Aprender as Cores e Formas
Prepare-se para embarcar nesta aventura com a Mônica e a turma do Limoeiro! Ao lado deles, aprender as cores e as formas será mais fácil e divertido, com atividades práticas e diversas para exercitar o seu aprendizado. Ano 2017|20,5 x 27,5 cm | 16 páginas |R$ 4,50| ISBN 978-85-3807-623-0

 

218534Vamos Aprender os Traços
Prepare-se para embarcar nesta aventura com a Mônica e a turma do Limoeiro! Ao lado deles, aprender diferentes traços e linhas será mais fácil e divertido, com atividades práticas e diversas para exercitar a sua coordenação motora. Ano 2017|20,5 x 27,5 cm | 16 páginas |R$ 4,50| ISBN 978-85-3807-621-6

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O que não falta nos dias da Mônica e de seus amigos é diversão! Venha resolver muitos desafios com essa turma. São atividades sobre o alfabeto, os números e muito mais, para você aprender e brincar ao mesmo tempo! Ano 2017|18,5 x 26,5 cm | 32 páginas |R$ 7,90| ISBN 978-85-3807-430-4

 

 

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CORTEZ

Vamos Pensar um Pouco? – Lições Ilustradas com a Turma da Mônica
Vamos pensar um pouco? Dá para notar que esse é um convite muito diferente de “Vamos pensar pouco?” Esse “um” faz toda a diferença! Na vida, cada um faz toda a diferença, mas não basta ser apenas um; pensamos melhor quando pensamos em turma e, melhor ainda, acompanhados da Turma da Mônica, que nos anima a pensarmos mais, com persistência e alegria, com generosidade e liberdade, com inventividade e criatividade. Esse é o principal motivo que juntou o desenhista, Mauricio de Sousa, pai da turma, e o filósofo Mario Sergio Cortella, fã da turma, fazendo com que a arte da ilustração e a arte da filosofia se encontrem para dialogar com quem acolhe o nosso convite. Autor: Mauricio de Sousa e Mario Sergio Cortella| Ano 2017|14 x 21 cm | 80 páginas |R$ 29,90| ISBN 978-85-249-2548-1

 
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Alice no País das Maravilhas
Esta obra-prima de Lewis Carroll é um clássico da literatura infantil universal. No País das Maravilhas, a jovem Alice descobre que o impossível pode acontecer. Entre a loucura e a sanidade, o enredo fantástico diverte e ensina valiosas lições, mesmo quando a protagonista reluta em reconhecê-las. Esta obra mudou para sempre o estilo, as intenções, o modo de narrar e o respeito do autor pelos seus leitores. O livro influenciou diversas gerações de escritores e ilustradores, deu origem a filmes, adaptações e muito mais. Nesta linda versão, a Mônica, com sua personalidade marcante, reinterpreta Alice, enquanto outros personagens de Mauricio de Sousa vivem papéis também inesquecíveis. Ricamente ilustrado, inspirador e surpreendente, este livro é recomendado para leitores de todas as idades. Autor: Mauricio de Sousa e Lewis Carroll | Ano 2017| 23,5 x 30,5 cm | 80 páginas |R$ 69,90| ISBN 978-85-394-2128-2

 
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Uma Viagem a Portugal
Quem não gosta de aprender brincando? E de conhecer o mundo sem sair de casa, só com o poder da imaginação? Agora, isso é possível e ainda acompanhado da Turma da Mônica em uma divertida viagem a Portugal! O leitor irá descobrir várias palavras diferentes que só são usadas no português falado por lá, além de visitar lugares interessantes e saber como é a vida das pessoas naquele país. Nesta aventura, o leitor vai conhecer mais de 250 palavras, como “matraquilhos”, “peúgas”, “esferovite” e “chávena”, que fazem parte do idioma português, mas que os brasileiros não fazem ideia do que significam. E isso na companhia de toda a Turma da Mônica, inclusive do António Alfacinha, o amiguinho português que vai servir de guia para a essa aventura. Boa viagem! Autor: Mauricio de Sousa e José Santos | Ano 2017| 20 x 26cm| 96 páginas |R$ 50,00| ISBN 978-85-7974-341-2

 

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Turma da Mônica Jovem – Uma Viagem Inesperada
Em quatro contos, cada personagem vive uma aventura especial. Mônica desvenda a Coreia do Sul, vivendo experiências que a permitem conhecer um idioma diferente, a culinária local e o mundo do k-pop. Magali parte para uma viagem imprevista a Paraty. Denise vai a uma fazenda, onde terá a chance de aprender que experiências simples num ambiente distante das redes sociais podem ser muito reveladoras. Marina viaja a Londres, onde descobre que se arriscar um pouco mais pode trazer resultados inesperados. Autoras: Babi Dewet, Carol Christo, Pam Gonçalves e Melina Souza | Ano 2017|14 x 21cm | 336 páginas |R$ 39,80| ISBN: 978-85-8286-414-2

 

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Graphic MSP – Capitão Feio – Identidade
Ele é um homem solitário, sem memórias, sem passado e… extremamente poderoso. Mas a revelação de seu misterioso dom tornará cada vez mais difícil sua relação com a sociedade. Em Identidade, os gêmeos, Magno e Marcelo Costa, fazem uma releitura angustiante e surpreendente do Capitão Feio, o principal vilão de Mauricio de Sousa. Autores: Magno e Marcelo Costa | Ano 2017|28 x 19 cm | 100 páginas |R$ 26,90 (brochura) ou R$ 36,90 (capa dura)

Turma da Mônica Jovem em Cores – Lembranças
Em Mônica – Lembranças, a líder da turma foi aprisionada em um aparelho que apaga memórias. Enquanto Mônica navega pelo seu passado, será que terá força suficiente para manter suas lembranças e ainda derrotar sua misteriosa inimiga? Autor: Mauricio de Sousa | Ano 2017|28 x 19 cm | 108 páginas |R$ 39,90 (capa dura)

Turma da Mônica Jovem – Primeira Série # 3
Republicação da primeira série da Turma da Mônica Jovem, em histórias cheias de aventura em estilo mangá. Este volume reúne as edições 6, 7 e 8 da publicação original. A turma viaja para Marte com a ajuda de Astro, o veterano herói que já desbravou as galáxias. Quando estão no planeta vermelho, encontram e ativam um robô guerreiro dentro de uma antiga construção, mas não sabem que estão chamando a atenção de um Império Galáctico bélico e conquistador. Viaje pelo hiperespaço em O brilho de um pulsar, uma aventura completa baseada no longa-metragem A princesa e o robô | Ano: 2009|R$ 17,90

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Programação

Dia 2/9 – Sábado – 17h30:
Editora Cortez – Bate-papo com Maurício de Sousa e Mario Sergio Cortella sobre o livro Vamos Pensar um Pouco? Lições Ilustradas com a Turma da Mônica. Autógrafos para 50 senhas

Dia 3/9 – Domingo – 17h
Editora Sextante – Bate-papo sobre a Biografia. Autógrafos para 50 senhas

Dia 10/9 – Domingo – 18h
Editora Nemo – Bate-papo sobre o livro Uma Viagem Inesperada entre Mauricio de Sousa, Marina Sousa e as quatro autoras (Babi Dewet, Melina Souza, Carol Christo e Pam Gonçalves). Autógrafos para 50 senhas de Mauricio e Marina

A relação completa de dias e horários das sessões de autógrafos do desenhista Mauricio de Sousa nas editoras licenciadas estará disponível, em breve, no site da Turma da Mônica.

“VoVó inVenta palaVras”

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Só o amor pode explicar certas coisas. Uma avó, cujos pensamentos foram morar muito longe, por isso ela se esqueceu das palavras. Mas o desejo de comunicar com os netos era tão grande, que ela passou a inventar o próprio vocabulário.

A história dessa vovó é um caso de amor. Acredito que por isso, a cada dia, mais pessoas querem conhecer o livro, que é de minha autoria, foi ilustrado por Maurizio Manzo (FOTO) e lançado pela Páginas Editora. Neste fim de semana, VoVó vai participar da Festa Literária de Divinópolis 2017 (Flid), de 25 a 27/8.

No sábado, 26/8, às 15:00 horas, a Livraria da Flid promove um debate comigo e  Maurizio Manzo sobre o livro e o tema de sua história.

helenaEm sua quarta edição, a Flid, que é realizada pela Gulliver Editora e a Boutique do Livro, propõe-se a criar um espaço de convivência com a literatura e a vida. A vida cultural, entendida como fenômeno humano, estético e transcendente da própria experiência de vida.

Os demais autores convidados para o evento literário mais importante de Divinópolis e que vem acontecendo anualmente são: Olavo Romano (contador de casos mineiros), Reinaldo Figueiredo (ex-Casseta e Planeta), Carlos Herculano (jornalista com obras adaptadas para o cinema e TV), João Marcos (roteirista da Turma da Mônica), Vanessa Corrêa (psicopedagoga e contadora de histórias), Olegário Alfredo (poeta de cordel) e Juarez Nogueira (escritor e curador do evento). Participam também os ilustradores Iara Rachid e Maurizio Manzo, além do ator e produtor cultural Juvenal Bernardes. www.flid.com.br

O “ofício” de uma ilustradora

A ilustradora mineira Marilda Castanha completa 30 anos de atuação na literatura. Ela foi a homenageada no Salão do Livro Infantil e Juvenil de Minas 2017 e, na abertura do evento, semana passada, falou lindamente sobre o seu trabalho, ou melhor, o seu belo, reconhecido e premiado  “ofício”.

Marilda Castanha Foto: Divulgação

Marilda Castanha – Foto: Divulgação

… “Receber esta homenagem no Salão do Livro Infantil e Juvenil de Minas Gerais, já é por si só motivo de orgulho. Mas para mim tem um significado próprio e muito pessoal, pois neste ano completo 30 anos de ofício! Poderia ter usado a palavra “carreira”, mas prefiro ofício. Carreira me passa a ideia de competição. Ofício não. Com a palavra ofício me reconheço. Ela me remete ao fazer, onde não preciso competir com ninguém (muito menos, claro, com meu marido, o ilustrador Nelson Cruz).

A palavra ofício abarca o que tenho feito nestes 30 anos: sento à minha mesa, e mesmo que eu esteja cheia de dúvidas e questionamentos, é pelo ofício diário do ato de ilustrar que busco e encontro respostas. Realizar o meu ofício é ao mesmo tempo reverenciar quem me incentivou (família, mestres e ilustradores), como também retribuir – ao incentivar ilustradores iniciantes e talentosos – tudo aquilo que recebi.

Com este ofício criei uma família paralela, são ilustradores autores que considero irmãos, grandes e verdadeiros amigos.  Ofício dá trabalho, mas traz um contentamento “sem fim” quando somos valorizados, premiados ou quando um novo projeto é aprovado por uma editora. Contentamento este que continua quando o livro, já publicado, chega às mãos dos leitores.

Este caminho que o livro percorre, de um rascunho inicial até as mãos do leitor, está sendo lembrado e representado no Salão do Livro Infantil e Juvenil pela imagem criada pelo designer Romero Ronconi: um pássaro de origami. O ilustrador, autor e grande amigo Marcelo Xavier em seu belo livro “Asa de papel” também aponta que livro pode ser:  grande companheiro,  remédio para momentos difíceis ou ainda  passaporte para viagens e aventuras.  Nós, o povo do livro, com as “asas de papel” que construímos, acreditamos que a leitura, e principalmente a literatura, não precisam, e nem devem, estar vinculadas e restritas apenas ao universo escolar.

Como prova disto cito projetos de leitura, que são realizados em todo o país por pessoas movidas, na maioria das vezes, apenas por um sonho, e que abrigam leitores em sítios, hospitais, presídios, praças públicas, pontos de ônibus.  Além de centenas de bibliotecas comunitárias que reinventam espaços e resistem bravamente em garagens, padarias, borracharias, açougues, oficinas mecânicas…  Todos eles sabem da importância de levar a crianças e adultos as “asas de papel” que criamos e são, sem exceção, um grande estímulo ao nosso trabalho…

marildaConsidero também que a homenagem que recebo se estende a todos os ilustradores, pois afirma que a Ilustração de um livro, muitas vezes, e principalmente nos livros ilustrados, é concebida como uma criação narrativa e autoral.   Não foi por acaso que Rosana Mont’Alverne, ao me pedir a criação de uma ilustração (a que está na entrada do Parque recebendo todos vocês e também na programação do evento) disse o que todo ilustrador quer ouvir: – Você tem total liberdade!   Nesta ilustração (veja imagem ao lado), que criei as marcas do meu trabalho (texturas e cores fortes) estão presentes.  Acontece que aprendi também, nestes 30 anos, que habilidade técnica não vale nada (ou quase nada) se não estiver a serviço de uma ideia, de um conceito ou de uma declaração.

Por isto é que considero que o personagem criado é minha declaração do que pode ser, pelo menos para mim, um leitor: alguém interessado ou mesmo apaixonado por leitura. Olhos por todo o corpo e várias mãos para segurar diferentes livros. É também livre para fazer suas próprias escolhas. Tem uma carinha simpática, pois não há ao seu lado ninguém para cerceá-lo, dirigi-lo e muito menos proibir-lhe de ler este ou aquele livro, por este ou aquele motivo. Com estes livros ele fará o que todo bom leitor faz: LER! Um observador atento pode até me questionar: mas ele tem pernas curtas, Marilda! Sim, quatro pernas (ou patas) curtas, mas o que importa? Nas mãos ele possui asas.

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E para terminar, quero citar uma frase de Murilo Rubião: “Eu sinto a literatura não como uma missão, mas como uma maldição, porque não conseguiria fazer outra coisa e nem deixar de escrever.”

Parafraseando Murilo Rubião, acho que eu sofro da maldição… De desenhar!

Quem me conhece sabe que ando sempre com um pequeno bloco e uma caneta ou lápis na bolsa. Desenhar é minha maldição. Mas uma maldição abençoada! Pois me deu “régua e compasso” para o meu ofício. E é por tudo isto que hoje me alegro, comemoro e agradeço imensamente a vocês a homenagem recebida e desejo que o Salão do Livro traga, a todos nós, (ilustradores, escritores, editores, livreiros, narradores) e principalmente leitores, que somos o povo do livro, as melhores “réguas e compassos” para cada um de nós.  Simplesmente para que nossas pernas curtas (nossos limites) não nos impeçam de criarmos asas.  Sejam elas feitas de papel, ou não! Muito obrigada”.

Um belo registro no coração de Belo Horizonte

Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

No Parque Municipal de Belo Horizonte, o Salão do Livro Infantil e Juvenil de Minas Gerais encerrou sua programação e com muito sucesso. Mas o evento vai ter continuidade pela internet. A Câmara Mineira do Livro (CML), em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte (SMED), vai levar o Salão até as escolas públicas da rede municipal através do site http://www.salaodolivro.com.br/salao-virtual

Segundo Rosana Mont´Alverne, presidente da CML, este espaço virtual vai “permitir aos alunos da rede pública do município o exercício das escolhas literárias em sala de aula com a mediação dos professores”. A escolha é pela web, mas os livros escolhidos são impressos e serão entregues nas escolas, ela garante.

Leo Cunha e Paula Pimenta durante programação do Salão do Livro

Leo Cunha e Paula Pimenta durante programação do Salão do Livro

Leo Cunha, o curador da programação do Salão do Livro, que atraiu tanta gente para os auditórios do Parque Municipal, informa ao blog que os eventos realizados no Francisco Nunes ultrapassaram a 400 participantes. “A equipe do teatro contou uma a uma as pessoas presentes em cada sessão”, explica Leo. “Quanto ao Encontro Marcadinho (outra atividade do Salão), o público médio das sessões foi de 30 a 50 pessoas, mas chegou a 100 pessoas, em alguns casos”, acrescenta.

A participação dos expositores foi muito ativa durante todo o evento. A maioria das editoras tinha autores participando do Encontro Marcadinho, das oficinas, mesas redondas ou contação de histórias. Os Vale- livros também movimentaram bastante os estandes.

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Entre os temas preferidos pelo público, o curador explica: “Foi muito legal a participação do público, por exemplo, nas mesas sobre Séries e Sagas, sobre livros de terror de aventura, sobre ilustração e na mesa sobre os tabus e a censura”.

Outra questão que chamou a atenção dele foi o fato de várias crianças e adolescentes levarem de casa seus livros para seus autores favoritos autografarem.

Segundo Leo Cunha, “o balanço final é muito positivo, tanto para as atividades de reflexão e debate, quanto no aspecto comercial. A escolha do Parque Municipal se mostrou muito acertada, apesar de alguns poucos desencontros na questão dos horários de abertura e fechamento. É um local bonito convidativo, de fácil acesso e circulação. Se eu tivesse que apostar, apostaria na manutenção do parque para a próxima edição do Salão”, conclui o curador.

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De fato, houve praticamente unanimidade quanto à riqueza literária desta edição do Salão do Livro, além de uma acolhida muito grande do evento pelo público. O Parque Municipal esteve mais bonito na semana do Salão (16 a 20/8), mais alegre e festivo.

A literatura deixou um belo registro no coração de Belo Horizonte. Que venha logo a próxima edição!

“Por quê?”

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Um dos mais recentes lançamentos da literatura infantil é o livro “Por quê?”, de Míriam de Oliveira, texto e ilustrações. Com texto rimado, o livro chama a a atenção dos leitores para a filosofia do cotidiano. As dúvidas são propulsoras de nossas vidas especialmente na infância, a fase de grandes descobertas e aprendizados. Desde o período intrauterino, ainda que inconscientemente, iniciamos a formulação de hipóteses acerca do mundo e estas questões só tendem a aumentar.

Míriam Menezes de Oliveira é escritora, ativista cultural, membro do CETRANS (Centro de Transdisciplinaridade), além de contadora de histórias.

Link para compra: http://www.asabeca.com.br/detalhes.php?prod=8114&friurl=_-POR-QUE–Mirian-Menezes-de-Oliveira-_&kb=351#.WXocRYTyvIV

Os pais ensinam filhos a gostarem de ler

Especialmente as mães são apontadas na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil como as maiores influenciadoras da leitura.

Helping her son with his reading

Já notou como as crianças falam, gesticulam e interagem de modo semelhante aos pais? Os hábitos de estudo e leitura também estão relacionados aos exemplos familiares. De acordo com a Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pelo Instituto Pró-Livro ao Ibope Inteligência, a mãe ou uma responsável do sexo feminino foram apontadas como principal influenciadora do gosto pela leitura.

De acordo com a 4ª edição da pesquisa, o hábito de leitura dos pais tem forte influência na construção do gosto dos filhos pela leitura. Dos respondentes, 33%, afirmam ter sofrido influência de alguém para começar a gostar de ler, sendo que deste total, 11% mencionam a mãe ou um responsável do sexo feminino como influenciador do gosto pela leitura; 7% dizem terem sido influenciados por um professor ou uma professora; e 4% dos entrevistados alegaram ainda que o pai ou o responsável do sexo masculino foi o influenciador. Entre aqueles que viam seus pais lendo também temos mais leitores que informam gostar de ler, o que reforça a importância desse exemplo no ambiente familiar. É papel dos pais e da escola ajudar as crianças e jovens a enxergar o livro não apenas como uma obrigação escolar, mas como uma oportunidade de entretenimento e diversão.

Zoara Failla, coordenadora da pesquisa, declara: “Nossos jovens estão sofrendo uma exclusão perversa. Eles não sabem se gostam de ler porque não lhes foi oferecido esse cardápio. É preciso garantir a todos, por meio de políticas públicas, o direito ao acesso a livros de literatura de qualquer segmento, incluindo o juvenil, para que possam escolher o que ler. É preciso garantir, especialmente, o direito de compreender aquilo que leem. E lhes garantir o direito de experimentar. Que lhes sejam oferecidos espaços, encontros e práticas leitoras cativantes e mediadas. Que encontrem pais, professores e bibliotecários, valorizados, capacitados e que gostem de ler literatura e de conquistar leitores, para que esses jovens brasileiros exerçam seu direito de serem despertados pelo prazer de ler”.

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A formação dos filhos como leitores

Em matéria para o DM, o jornalista André Junior escreveu: “Ouvir e ler histórias desenvolve todo o potencial crítico da criança. O ato de contar histórias deve ser uma prática diária nas instituições de educação infantil e principalmente em casa. Sabemos, com todos os pontos e vírgulas, que contar histórias é extremamente importante e benéfico para as crianças.

Desde a mais tenra idade há quem afirme a eficácia de embalar os bebês, ainda no ventre, com a melodia da voz da mãe, contando histórias, para familiarizar a criança desde aí, com os mecanismos narrativos, e com a proximidade e o afeto que o contar histórias envolve. Essas ações, de certo modo, já fazem parte das estratégias para a formação do leitor.

Através de uma história que se descobre outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e ser, outras regras, outra ética, outra ótica.

Além da importância que causam no desenvolvimento da criança, as histórias infantis quando são narradas por um dos pais, estreitam a relação e a comunicação e proporcionam a troca afetiva. Pensando acerca dos vários benefícios que esse ritual mágico pode propiciar.

Nesses momentos, além de contar é necessário ler as histórias. É possível também a leitura compartilhada de livros em capítulos, o que possibilita às crianças o acesso, pela leitura do professor, a textos mais longos.

Outra atividade permanente interessante é á roda de leitores, em que periodicamente as crianças tomam emprestados livros da instituição, para lerem em casa com os pais ou amiguinhos.

Na Educação Infantil as histórias fazem parte essencial no desenvolvimento físico, psicológico e social das crianças. São momentos únicos de reflexão e encantamento que estabelece relações com a imaginação e o mundo em que vive, construindo assim saberes e experiências. E para entrar em contato com essas histórias, a criança necessitará da mediação de um profissional consciente da arte de contar histórias e que na maioria das vezes é o professor de sala de aula que faz esse papel, e que será na realidade a chave para esse mundo encantador de ouvir e contar histórias.

Toda criança adora ouvir história. E pode ser a mesma, muitas e muitas vezes. Transformar a hora da leitura em um momento de aprendizado é essencial. Ouvir e ler histórias desenvolve todo o potencial crítico da criança. É poder pensar, duvidar, se perguntar, questionar. É se sentir inquieto, cutucado, querendo saber mais e melhor ou percebendo que se pode mudar de ideia. É ter vontade de reler ou deixar de lado de uma vez.

A partir dos 3, 4 anos, as crianças têm um vocabulário maior e constroem as primeiras frases. A leitura para os pequenos, tanto em casa quanto na escola, contribui muito nessa fase de desenvolvimento. Mas também não se pode descuidar das conversas do dia a dia.

É possível transformar simples palavras em histórias inesquecíveis para as crianças. Mais do que textos memoráveis, ao compartilhar narrativas, compartilhamos sentimentos. Momentos de partilha de alegria, euforia e amor são guardados na lembrança desde muito cedo e a arte de contar histórias facilita que estes momentos sejam mesmo divertidos, amorosos, inesquecíveis.

Os contos tradicionais exploram conteúdos e sentimentos que interessam muito às crianças. Como o medo, o abandono, o crescimento, o mal e assim por diante. Elas têm muito interesse em conversar sobre esses temas”. A matéria do jornal encerra aqui.
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Como agir durante a contação de histórias

O site Brasil Escola sugere:

Primeiramente os pais precisam acreditar na história que narram e transmitir isso para o filho.

Escolha um momento do dia para a atividade, como na hora de dormir.

Preste atenção na entoação da voz, imitando os personagens, assim você estará despertando a curiosidade da criança.

Crie um clima, ao chegar após um dia inteiro fora de casa não comece contar histórias imediatamente. Proporcione um tempo de diálogo e brincadeira com seu filho para ele se envolver no clima da história e se desligar das outras atividades.

Utilize objetos que alimentem a imaginação da criança. Pode ser um lençol que se transforma em capa do príncipe encantando ou um lápis em vara de condão.

Não obrigue a criança a ouvir histórias quando ela não quer.

Prepare-se para as interrupções, criança faz muitas perguntas; explique o que for necessário e continue a história.

Atenda os desejos de seu filho, quando ele pedir para ouvir a mesma história não mude, a fim de evitar a ansiedade ocasionada pelo desconhecido. Essa atitude da criança pode ser também uma forma de buscar segurança.

Quando os pais, antes da criança dormir, contam história, é um momento de interação. Transmite confiança e segurança, cria situação de amorosidade e desenvolve uma memória afetiva muito boa. A criança vai resgatar este sentimento de conforto e amorosidade, quando for estudar os livros da escola.

Os livros ajudam na autoestima e na confiança. A participação dos pais no ato de contar histórias reforça este sentimento. Os pais devem estimular a criatividade da criança na hora de contar uma história. A criança tem conflitos e precisa aprender a se proteger emocionalmente.

Você pode estimular a criança a contar história e também pode entrar na brincadeira. Quando estiver com a criança, procure se tornar mais criança e brincar. “O ritmo de vida hoje é bem diferente do tempo dos nossos pais ou avós. A TV, internet e o videogame ocupam a criança. Quando chega a noite, os pais estão cansados e, em vez de brincar, deixam os filhos vendo TV ou mexendo no computador.

A literatura ao alcance do leitor

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O Salão do Livro Infantil e Juvenil de Minas Gerais, que pode ser visitado até o dia 20/8, domingo, no Parque Municipal, é uma ampla e rica vitrine de livros dedicados às crianças e jovens. Logo na entrada do Salão, o visitante depara com uma sequência de estandes com pessoas especializadas para falar de literatura infantil e apresentar a produção de cada editora. É a oportunidade de pais e educadores conhecerem essa valiosa produção literária de Belo Horizonte e poderem adquirir livros por preços promocionais.

Tenho três livros de minha autoria presentes no Salão. “Hikôki e a mensageira do Sol”, ilustrado por Maurizio Manzo, e “O abraço das Cores”, ilustrado por Nelson Tunes _ ambos com selo da Miguilim _ podem ser conhecidos e comprados no estande dessa editora. O lançamento mais recente “VoVó inVenta palaVras”, também ilustrado por Maurizio Manzo, está sendo vendido no estande da Páginas Editora.

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Carinho especial com os avós

Nesta sexta-feira, 19/8, às 10:00 horas, vai ter apresentação e debate sobre o tema do livro “VoVó inVenta palaVras”. O encontro vai acontecer no Palco Rede Social, dentro do Parque Municipal, como parte da programação do Salão do Livro Infantil e Juvenil.

Esse livro trata de um tema atual e muito delicado: as transformações dos idosos e as dificuldades da família compreender e saber como lidar com esta fase de pais e avós. Mas com a completa doação, gratidão e muito amor é possível encontrar os caminhos certos para aconchegar quem está ao nosso lado especialmente quem amamos. Acredito que esta experiência possa ajudar filhos e netos, que amam pais e avós, mas muitas vezes não sabem mais como interagir com eles.

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Acredite, o Reino do Sol existe

Já imaginou como seria a vida se o dia fosse permanente e a luz do Sol brilhasse ininterruptamente? Seria o Reino do Sol e, talvez, a vida das pessoas fosse bem diferente… O livro infantil “Hikôki e a mensageira do Sol” conta a história de um pássaro (tão veloz quanto um avião), que voa alto e para muito longe da Terra. Ele sempre visita um lugar mágico habitado por um velho sábio que deseja contar uma novidade para todo mundo: o Sol nunca mais vai embora. Este sábio, no entanto, não sabe como falar para as pessoas sobre o Reino do Sol.

Hikôki conta para este sábio sobre uma menina, Ana Laura, que ama os raios da luz do dia e que, por isso, pode ajudá-lo. O pássaro, então, convida a menina para conhecer o sábio e o lugar mágico. Curiosa, a menina aceita e descobre a alegria de viver num lugar constantemente iluminado e capaz de transformar as pessoas.

A história de “Hikôki e a mensageira do Sol” é baseada numa vivência real: a menina Ana Laura que sempre sonhou com um Sol permanente em sua vida. O desejo desta criança me inspirou para escrever uma história para satisfazer a vontade de Ana Laura.

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Um abraço une todas as cores

“O abraço das cores” é a história da menina Camila, que adora colorir. Certo dia, ela decide ignorar o Vermelho e sua atitude tem repercussão no arco das cores: a cor acorda irritada e acaba importunando as demais. O Laranja tenta acalmar o Vermelho, mas não consegue. O Amarelo também e é humilhado. O Violeta pede tolerância e é mais uma cor que fracassa. Chega o momento de o Verde entrar em ação, porém, ele acaba brigando com o Azul e o Anil. A discórdia se generaliza dentro do arco das cores.

Uma forte tempestade interrompe a briga entre as cores. Assustadas com o vento forte, raios e trovões, as cores decidem se abraçar e, neste momento, relembram como era bom viverem unidas. Em seguida, o tempo muda e elas são banhadas pelos raios de Sol. A luz do astro-rei revela para as cores que juntas formam o admirado arco-íris e que todas elas são belas e importantes.

Clube do Livro Infantil Solidário

20770216_1860183847342599_63928403332585729_nUm dos lançamentos programados para o primeiro dia do Salão do Livro Infantil de Juvenil de Minas Gerais, ontem, no Parque Municipal, foi a do CLIS ou Clube do Livro Infantil Solidário criado pela Páginas Editora para favorecer o acesso à leitura a pessoas carentes.

Leida Reis, titular da editora, explicou a iniciativa: empresas ou pessoas físicas contribuem com o valor de R$ 45,00 para que o clube possa adquirir livros de qualidade literária e realizar eventos mensais em creches e outras instituições de apoio a crianças em “situação de vulnerabilidade social” previamente selecionadas para a doação.

“O CLIS visa preparar nossas crianças para um futuro onde o saber se torna instrumento de cidadania e ações positivas tanto para o indivíduo quanto para toda a sociedade”, afirma Leida.

Quem desejar apoiar a iniciativa deve entrar no site www.clis.com.br para se tornar assinante. A Páginas Editora cuida da seleção e aquisição dos livros e da organização do evento mensal. O valor pago pelo assinante também será usado para aquisição de algum tipo de complemento de material escolar para estimular as crianças para o estudo, que será entregue junto com os livros.

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No dia do evento mensal, a editora ainda vai preparar um lanche e levar os livros autografados pelos autores e ilustradores, além de organização uma contação de histórias. Os assinantes também serão convidados para participarem do evento.

Em setembro, nos dias 13 e 16, estão programados dois eventos: um destinado à Casa Novella e Obras Educativas Padre Giussani em Belo Horizonte. “Bilô Desembolô”, de autoria de Vanessa Corrêa e lançado pela Páginas Editora, foi o escolhido para ser doado às duas instituições.

Além do site, os interessados podem obter informações pelo email solidário@clis.com.br e pelos telefones 99138-8423 ou 3412-5669.

O Salão do Livro Infantil e Juvenil de Minas Gerais prossegue até o dia 20/8, durante todo o dia, no Parque Municipal, com entrada gratuita.