“O diário de Anne Frank”, 70 anos

Este ano, a narrativa da adolescente completa 70 anos com um saldo que parece inesgotável. São mais de 30 milhões de cópias em mais de 50 línguas e presença no currículo das escolas mundo afora. No Brasil, o livro ocupa as listas dos mais vendidos. Entre livros e filmes, que se dedicam a contar e recontar a trajetória da jovem escritora, este mês a Nemo Editora lança a versão comemorativa no formato de História em Quadrinhos.

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Em 1942, Anne Frank, uma garota judia de apenas 13 anos, é forçada a se esconder com a família diante das constantes ameaças dos nazistas. Em seu diário, ela narra a própria história, privada do mundo exterior, enquanto sonha em ter sua liberdade de volta.

Por meio dele, podemos acessar os sentimentos mais profundos da garota que, presa por tanto tempo em um pequeno abrigo com outras sete pessoas, ainda se revela uma jovem engraçada, sensível e cheia de esperança.

Anne Frank não conquista a tão sonhada liberdade, mas sua história sobrevive.

“O diário de Anne Frank”, a mais conhecida narrativa do período, apesar de ser um registro pessoal, acaba por refletir experiências similares às vividas por tantos outros judeus. E, mais do que isso, tem um caráter universal capaz de emocionar qualquer leitor, mesmo após quase 70 anos de sua publicação.

A versão HQ que a Nemo Editora lança em Belo Horizonte (dia 12 de agosto, às 16:30h, à Rua Rio Grande do Norte, 477 no bairro Santa Efigênia), é uma adaptação do título O anexo: notas do diário de 12 de junho de 1942 a 1º de agosto de 1944, um relato doce e, ao mesmo tempo, melancólico da menina judia e sua experiência durante a Segunda Guerra.

A edição em HQ tem ilustrações de Mirela Spinelli, tem 96 páginas e custa R$ 37,90.

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