Um belo registro no coração de Belo Horizonte

Fotos: Divulgação

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No Parque Municipal de Belo Horizonte, o Salão do Livro Infantil e Juvenil de Minas Gerais encerrou sua programação e com muito sucesso. Mas o evento vai ter continuidade pela internet. A Câmara Mineira do Livro (CML), em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte (SMED), vai levar o Salão até as escolas públicas da rede municipal através do site http://www.salaodolivro.com.br/salao-virtual

Segundo Rosana Mont´Alverne, presidente da CML, este espaço virtual vai “permitir aos alunos da rede pública do município o exercício das escolhas literárias em sala de aula com a mediação dos professores”. A escolha é pela web, mas os livros escolhidos são impressos e serão entregues nas escolas, ela garante.

Leo Cunha e Paula Pimenta durante programação do Salão do Livro

Leo Cunha e Paula Pimenta durante programação do Salão do Livro

Leo Cunha, o curador da programação do Salão do Livro, que atraiu tanta gente para os auditórios do Parque Municipal, informa ao blog que os eventos realizados no Francisco Nunes ultrapassaram a 400 participantes. “A equipe do teatro contou uma a uma as pessoas presentes em cada sessão”, explica Leo. “Quanto ao Encontro Marcadinho (outra atividade do Salão), o público médio das sessões foi de 30 a 50 pessoas, mas chegou a 100 pessoas, em alguns casos”, acrescenta.

A participação dos expositores foi muito ativa durante todo o evento. A maioria das editoras tinha autores participando do Encontro Marcadinho, das oficinas, mesas redondas ou contação de histórias. Os Vale- livros também movimentaram bastante os estandes.

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Entre os temas preferidos pelo público, o curador explica: “Foi muito legal a participação do público, por exemplo, nas mesas sobre Séries e Sagas, sobre livros de terror de aventura, sobre ilustração e na mesa sobre os tabus e a censura”.

Outra questão que chamou a atenção dele foi o fato de várias crianças e adolescentes levarem de casa seus livros para seus autores favoritos autografarem.

Segundo Leo Cunha, “o balanço final é muito positivo, tanto para as atividades de reflexão e debate, quanto no aspecto comercial. A escolha do Parque Municipal se mostrou muito acertada, apesar de alguns poucos desencontros na questão dos horários de abertura e fechamento. É um local bonito convidativo, de fácil acesso e circulação. Se eu tivesse que apostar, apostaria na manutenção do parque para a próxima edição do Salão”, conclui o curador.

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De fato, houve praticamente unanimidade quanto à riqueza literária desta edição do Salão do Livro, além de uma acolhida muito grande do evento pelo público. O Parque Municipal esteve mais bonito na semana do Salão (16 a 20/8), mais alegre e festivo.

A literatura deixou um belo registro no coração de Belo Horizonte. Que venha logo a próxima edição!

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