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“Santa Leitura” na Pampulha

Domingo, dia 1º de outubro, a partir das 10 horas, o ponto de encontro da literatura infantil será ao lado da Igreja São Francisco de Assis, na praça Dino Barbieri. Todos estão convidados a curtir um domingo agradável em um ambiente arborizado, democrático e muito bonito.

O evento de incentivo à leitura é chamado, carinhosamente, pelos moradores da região de “Santa Leitura no Bosque” por causa das mangueiras existentes no espaço. O encontro tem livros para todas as idades, mas é na verdade um “Mundo de Literatura Infantil”, onde as crianças se sentem donas do projeto. Todos podem aproveitar uma variedade enorme de livros, além de contação de histórias com Eri Alves.

“O projeto é recheado de amor e é uma forma de despertar o interesse pelos livros, pelo conhecimento e tem sido bem correspondido, a praça é visitada por pessoas do mundo todo, mas principalmente pelos belo-horizontinos”, destaca Estella Cruzmel, idealizadora do projeto.

DivulgaçãoIdosos no Museu dos Brinquedos

O  Dia dos Idosos, celebrado nacionalmente no próximo dia 1º de outubro, será comemorado ao longo de todo o mês no Museu dos Brinquedos, que preparou uma programação especial para a Terceira Idade.Todas as tardes de segunda-feira de outubro, que correspondem aos dias 2, 9, 16 e 30/10, das 15h às 17h, haverá atendimento especial para a Terceira Idade.

O Museu contará com a presença de um profissional com experiência na área para receber o público e apoiar os educadores. Serão oferecidas oficinas, brincadeiras, visitas guiadas ao acervo, contação de histórias, músicas e brincadeiras cantadas, escolhidas especialmente para os idosos.

“A proposta busca proporcionar a este público um momento de reviver a magia de uma época tão saudosa, a infância, resgatar a delícia das brincadeiras genuínas e coletivas, promover momentos de socialização e valorizar as memórias individuais” destaca a diretora do Museu, Tatiana de Azevedo Camargo.  Os grupos interessados devem agendar antecipadamente; visitas individuais espontâneas podem comparecer sem marcação prévia.

Mais informações: Telefone: (31) 3261-3992 / 99843 0325 (Paula)

Site: www.museudosbrinquedos.org.br

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Parceiros de “Ler é Viver”

O Instituto Gil Nogueira (IGN), que mantém há 11 anos o projeto “Ler é Viver” para difundir a literatura entre alunos da rede pública de Belo Horizonte e algumas cidades do interior mineiro, ampliou, neste mês, o quadro de empresas parceiras da ONG. O Minas Shopping, um dos novos apoiadores, definiu que todas as suas ações de responsabilidade social passam, a partir de agora, a ser focadas no instituto. A primeira ação solidária será a premiação semestral de 100 professores do projeto com vale-compras.

Além disso, será implantado ‘um projeto para contação de histórias e um ponto de coleta de livros permanente no Minas Shopping. Outra ação é a divulgação do projeto “Ler é Viver” na home do site, no aplicativo MEU MINAS, post no Facebook (facebook.com/minasshopping) e envio de newsletter sobre o projeto. O Minas Shopping também vai aplicar a marca do projeto “Ler é Viver” em todas as peças de divulgação que envolverem sessões de autógrafos e outros eventos ligados a literatura.

No início dos semestres letivos, cada sala de aula das escolas participantes recebe do IGN uma caixa contendo 50 livros de literatura infantil, que podem ser levados para casa ou lidos em sala de aula. As crianças são estimuladas a ler e a interpretar os livros, a partir de incentivos, como as oficinas semanais de “contação de histórias” e uma premiação semestral que contempla alunos com melhor desempenho na interpretação dos livros lidos, mensurado por meio de uma avaliação pedagógica. Os professores também são premiados, todo semestre, a partir do alcance de média de 20 livros lidos e interpretados por sala. Assim, nos meses de junho e novembro, festas com atração cultural são promovidas nas escolas para entrega dos prêmios.

Outro novo parceiro do Instituto Gil Nogueira é o Grupo Interface, que possui 24 anos de experiência no mercado de comunicação empresarial. O objetivo, segundo o diretor-presidente da Interface, José Renato Lara, é envolver os profissionais do grupo no universo da leitura e fomentar a responsabilidade social. Uma das ações realizadas pela Interface será divulgar o Instituto Gil Nogueira nas redes sociais para disseminar o projeto entre o público da empresa. As demais empresas parceiras do Instituto Gil Nogueira são Gerdau, Hermes Pardini, JAM, Milplan Engenharia, MIP Engenharia e Automax, entre outras.

“Habitar a Infância: como ler literatura infantil”

Jornalista Graça Ramos lança livro de reflexão e referência para pais e educadores.

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A jornalista e escritora Graça Ramos lançou este ano o livro “Habitar a Infância: como ler literatura infantil”. Mestre em Literatura e doutora em História da Arte, ela reuniu todo o seu instrumental teórico e experiência pessoal para preparar uma obra que é pura declaração de amor à leitura e aos pequenos leitores. Publicado pela Tema Editorialo livro reúne textos dedicados à literatura infantil e juvenil. São 132 páginas. A capa e o projeto gráfico são de Sérgio Luz.

Mais do que um guia para os chamados intermediários – aqueles que se colocam entre o livro e a criança – Graça buscou envolver os adultos no jogo de imaginação e sentidos proposto nas obras que abordou. Os 68 textos que assina, publicados originalmente no blog “A pequena leitora”, não subestimam, em nenhum momento, a inteligência e a complexidade das crianças a que se destinam as obras analisadas.

Sua linguagem coloquial e envolvente convida os leitores a visitarem temas variados, leves ou densos, que tanto podem ser sugestões de leitura para as férias da criançada como uma delicada incursão pelo tabu da morte. Cada artigo é pontuado por livros relacionados ao principal tema abordado, o que torna “Habitar a Infância” de uma riqueza bibliográfica singular.

O cardápio é bem variado. São mais de 300 obras de literatura infantil organizadas nas referências bibliográficas completas que compõem a edição. O índice onomástico é outro recurso inserido no livro para facilitar a experiência dos pais e educadores em busca de autores que possam enriquecer e diversificar o universo infantil. “Quisemos oferecer orientação, sempre valorizando a inteligência do adulto e da criança”, explica Graça Ramos, que ilumina com seu olhar crítico e amoroso os textos literários que comenta.

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“Concentração e fruição”

Na era da comunicação digital, o fascínio que as telas exercem sobre as crianças e jovens pode ser equilibrado com o estímulo à leitura de livros impressos, um formato que se modernizou e também tem seus trunfos para atrair atenção. As imagens coloridas e inteligentes que costumam acompanhar as boas publicações de literatura infantil merecem atenção especial da autora, até por sua formação em História da Arte. No mundo conectado e dispersivo em que vivemos, a leitura é ato de “concentração e fruição”, observa a autora.

Uma sugestão valiosa que ela apresenta aos adultos é que não imponham a leitura às crianças. De maneira diferente da educação formal nas escolas, o ambiente familiar deve ser estimulante para conquistar a adesão das crianças à leitura. Dispor livros nas prateleiras mais baixas das estantes para que os pequenos possam alcançá-los e se interessar pelas obras é também bom começo para uma jornada de descobertas. Aproximar o objeto-livro das crianças, desde bebês, é o caminho mais recomendado.

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Na visão de Graça Ramos _ (foto) _ não se trata de induzir os pais a uma visão utilitarista da leitura, como se interessasse apenas formar futuros profissionais bem-sucedidos. O que ela quer mesmo é liberar o imaginário infantil, deixar que as mentes levantem voo graças a textos e imagens irresistíveis. Reconhecidas em toda sua complexidade existencial, as crianças podem encontrar na leitura caminhos para entender a diversidade do mundo e construir um repertório que lhes permita alcançar toda sua potencialidade como cidadãos.

Os quatro capítulos que compõem o livro reservam um olhar atento também às políticas públicas voltadas para a educação do público infantojuvenil. Graça Ramos aponta a carência de bibliotecas especializadas nesse segmento e a ausência de espaços conhecidos como “bebetecas”, comuns em países desenvolvidos e destinados aos muito pequenos. A palestra que proferiu na Academia Brasileira de Letras sobre a nova crítica da literatura infantojuvenil é o fecho de um livro que representa um presente a todos que se interessam pela melhor formação das crianças brasileiras. Onde comprar: http://www.temaeditorial.com.br/tema/habitar-a-infancia/

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“A vida por um ideal”

Este é o nome do livro escrito por Lannoy Dorin, ilustrações de Jorge Fantucci, lançado recentemente pela Editora do Brasil e indicado para leitura de jovens. A trama é tal como a realidade mostrada dia a dia pela imprensa, que se movimenta constantemente para revelar crimes de todos os tipos especialmente os praticados por políticos.

No caso do livro, o crime é de prostituição infantil com a exploração de meninas; o local é a fictícia pequena cidade de Rialto; os políticos são deputados, senadores e uma ONG; o jornal de fantasia chama-se O Debate e o jornalista, autor das reportagens que desvenda o crime e leva os políticos para a cadeia, era Ivan Farina.

essa“Na saída do Fórum, o alto, magro e introvertido Ivan franziu a testa, fechou os olhos e pensou: ‘Esse velho careca’ – referia-se ao Dr. Diógenes _ ‘mente mais que bula de remédio. Ele, que certa gente considera nobre defensor da moral, não faz ideia do que este modesto repórter sabe… Contra a empáfia desse engomadinho, tenho também artimanhas e a verdade. Sei das coisas e, um dia, esse poço de arrogância vai ter que engolir cada uma dessas palavras decoradas de discurso para TV”.

Era como pensava o jornalista. Pensava. Por que o protagonista no final do livro se transforma em herói ou mártir, já que foi assassinado após a prisão dos criminosos. Faltaram ao fictício jornalista as devidas precauções que os verdadeiros profissionais precisam adotar no caso do jornalismo investigativo principalmente se atuam nas editorias de Polícia.

“O delegado levantou-se, foi até a mesinha em que estava a garrafa térmica, fez sinal a Ivan oferecendo o café. Ivan levantou-se e, indo pegar a xícara, confessou:

_ Dr. Lincoln, eu acho que entrei de gaiato nessa. Caramba, como pude ser tão ingênuo?

_ Não, meu caro repórter, você fez o que achava certo. E sua intuição estava correta. Pense como está sendo útil à sociedade…”

Fica uma história que ressalta a luta por ideais sociais e/ou profissionais. Espero que o jovem leitor entenda a morte do personagem como uma necessidade de lutar, porém, com bom senso, embasamento e equilíbrio. Afinal, são tão poucos os idealistas… Eles devem entender que se a vida é um bem precioso para todos, imagina para eles que lutam pelo bem estar e segurança da sociedade!

O autor

Nascido em 1934, na cidade paulista de Tambaú, Lannoy Dorin escreve sobre uma profissão que conhece bem em “A vida por um ideal”. Como o protagonista Ivan, ele também é jornalista. Mas também é pedagogo e mestre em Psicologia. Atua como professor desde 1959 e já colaborou com a criação de duas universidades, dez faculdades e cerca de vinte cursos de nível superior no interior paulista. Iniciou a carreira de escritor em 1969, com um livro de psicologia publicado pela Editora do Brasil. Escreveu todos os seus livros infantis inspirado em histórias reais, que conheceu em sua experiência como professor e psicólogo.

A Bienal de Contagem

17155683_1815876098673269_3099763911135906565_nNeste fim de semana, dias 23 e 24 de setembro, será realizada a 2ª Bienal do Livro de Contagem, no Centro de Memória do Trabalhador. Consta da programação, oficinas literárias voltadas para todas as idades, lançamentos de livros, contação de histórias e concursos de cosplay. As mesas de debates trarão temas atuais, como autismo, representação de pessoas com deficiência, adoção, transexualidade, dentre outros.

 

A programação da 2ª Bienal do Livro de Contagem é robusta e conta com nomes como o poeta Felipe Arco (200 mil paçocas e infinitas poesias), Ique Carvalho (Faça amor, não faça jogo), Marcus Barcellos (Horror na Colina de Darrington), Leida Reis (do projeto Clube do Livro Infantil Solidário), Laura Conrado (Na minha onda), Felipe Castilho (série O legado folclórico) e Rodney Buchemi (quadrinista da Marvel e DC).

Um dos destaques é Marcus Barcelos. Escritor e roteirista, ele é um dos embaixadores do Wattpad no Brasil. Em 2016, sua obra “Horror na Colina de Darrington” teve mais de um milhão de leituras no Wattpad e ganhou uma edição definitiva publicada pela Faro Editorial.

Apaixonado por literatura, principalmente de terror, desde criança, cresceu lendo os grandes mestres do gênero como Stephen King, Edgar Allan Poe, H.P. Lovecraft, Anne Rice, e outros. Começou a escrever seu livro de estreia, o “Horror na Colina de Darrington”, em 2014, na plataforma Wattpad, e logo ganhou notoriedade, atingindo uma posição de destaque no gênero e sendo convidado a se tornar um dos Embaixadores no Brasil.

Um dos destaques da Bienal é Marcus Barcelos, um dos embaixadores do Wattpad no Brasil com um milhão de leitores para "Horror na Colina de Darrington"

Um dos destaques da Bienal é Marcus Barcelos, um dos embaixadores do Wattpad no Brasil com um milhão de leitores para “Horror na Colina de Darrington”

Outra iniciativa da curadoria da Bienal vai ajudar alguém a publicar o seu primeiro livro. Num mini palco, haverá oportunidade de escritores se apresentarem durante dois minutos. Estão previstas cinco apresentações por dia. A curadoria da Bienal junto com os responsáveis por editoras vão ouvir os escritores. Após análise da melhor apresentação, um deles será convidado a publicar seu livro.

O grupo editorial Autêntica tem atrações especiais.

23/9 às 11:40h – As meninas do blog Indiretas do Bem batem um super papo com os visitantes. As senhas podem ser retiradas 30minutos antes do evento na porta do auditório. Após o bate-papo acontecerá a sessão de autógrafos.

23/9 às 13:20h – A autora Carol Christo e o autor Felipe Castilho farão um bate-papo sobre quadrinhos ! As senhas podem ser retiradas 30min antes do evento na porta do auditório. Após o bate-papo acontecerá a sessão de autógrafos.

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A programação

Sábado – 23 de Setembro

Espaço Terra (Auditório II)

9:20 – Cena de Literatura Independente: Abertura com Rodrigo Ricardo
10:00 – Para não falar que não falamos de amor: “Ana Faria, Fabiana Rodrigues, Glauco Sttauffenberg”
11:00 – Quadrinhos independentes e Animação 2D – Com Emerson
11:50 – Diálogos sobre o Autismo, com a escritora Michelle Malab.
12:40 – Cena de Literatura Independente: “Bate papo com Marcus Alencar, Jenny Rugeroni, Vivi Righi”
13:30 – Literatura Erótica, com Danilo Barbosa e Kakau Tiamo, S Miller.
14:20 – Bate papo com o escritor e jornalista Felipe Pedrosa e Gustavo Majory.
14:40 – Transformando cidades em livros, com Felipe Arco.
15:20 – Como amarrar um leitor, roda de conversa com os autores “Zeca Machado, Poliana Nogueira, Lednilson e Marcos Mota”.
16:00 – Diálogos sobre o Autismo, com a escritora Selma Sueli e o escritor Victor Mendonça.
16:50 – Entrevista com a Academia Transliteraria.
17:40 – Bate papo com os autores Maurício de Carvalho e Robert Andrade.
18:20 – Para criançada gostar de ler, com Samuel Medina e Eduardo Maia.
19:00 – A literatura e resistência, com o MC Douglas Din.

Espaço Água (Semi Arena)

9:30 – Show Infantil com a companhia Pé de Moleque
10:05 – Show com Marco Aur
10:50 – Contação de Histórias com Ana Raquel
13:00 – Contação de Histórias com Pierre André
13:50 – Contação de Histórias com Samuel Medina
16:05 – Contação de Histórias com Alzira Umbelino

Espaço Fogo (Auditório I)

9:20 – Bate Papo com Paula Landucci
10:05 – Dibujos Invisibles, com Gervasio Troche
10:50 – Como é ser mulher e negra hoje? Como a literatura pode ajudar na nossa luta? – Conversando com as meninas do Estaremos Lá.
11:40 – Gente que espalha o amor – Uma conversa com as meninas do Indiretas do bem: Ariane e Jéssica.
12:30 – Bate papo com Sandro Ribeiro – Quadrinista da DC Comics e Marvel.
13:05 – O mundo dos quadrinhos – Um bate papo com Felipe Castilho e Carol Christo.
13:50 – O Conselho Jedi: Conversando sobre o Universo Star Wars.
14:35 – A participação da mulher negra na literatura brasileira, com Stephanie Ribeiro – Mediação: Monique Evelle
15:20 – Ditaduras e Homossexualidades, uma conversa com Renan Quinalha.
16:50 – A história da Marvel Comics, com Cláudio Diniz.
17:35 – Trans, cadeirante, ativista – Luta e Literatura, com Leandrinha Du Art.
18:20 – As adaptações de quadrinho e o Cinema – Rodolfo Castrezana, o Nerd Rabugento.
19:05 – Livros e Terror – Bate papo com Marcus Barcelos.

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Domingo – 24 de Setembro

Espaço Terra

9:20 – Poesia para todas e em todas as idades, com Lecy Souza, Marly Costa, Caliel Christian, Yuri Marcelo, Fernanda Lúcia.
10:05 – A importância e urgência da literatura infantil, com Leida Reis, fundadora do CLIS.
10:50 – Oficina de Quadrinhos com Emerson Lopes
12:20 – Resolvemos escrever sobre amor, com Samara Nogueira, Thais Venzel, Fernanda Lúcia e Jalmelice Luz.
13:05 – Escrevendo para Crianças, encantando a família – Paula Fernandes e Ana Cristina Melo.
13:50 – Bate Papo Especial: Setembro Amarelo, Vinicius Grossos e Luzia Freitas.
14:35 – O Diário de P. Landucci, com Paula Landucci.
15:00 – Mesa de Debate: A Cultura como formação da cidade, com Andreza Coutinho e Oscar Capucho;
16:05 – Educação e Diversidade, mesa de discussão com Daniel Braga e Aniele.
16:50 – Bate Papo com o autor Gustavo Majory.
17:35 – A produção literária Independente: Amador, Advaílton, Nadson Gonçalvez.
18:20 – Bate papo com os autores Dim Farnese e Ramon Ferrary.

Espaço Água (Semi Arena)

10:50 – O Quintal da Guegué
13:00 – Contação de Histórias com Pierre André
14:35 – Contação de Histórias com Ana Raquel
15:20 – Concurso de Cosplay
16:40 – Oficina para bebês e crianças pequenas, com CIA Pé de Moleque.
17:30 – Show com Marco Aur

Espaço Fogo (Auditório I)

10:05 – O Nerd do Século XXI – Um bate papo com Rodolfo Castrezana, O Nerd Rabugento.
10:50 – Diálogos sobre Adoção, um bate papo com a autora e mãe adotiva Fabiana Nogueira Neves
11:35 – “O verão em que tudo mudou” – Uma roda de conversa com Gabriela Freitas, Vinicius Grossos e Thais Wandrofski.
13:05 – Bate papo com Augusto Alvarenga
13:50 – Cromossomos 21 com o escritor e diretor Alex Duarte
14:35 – Escrevendo sobre o amor: Laura Conrado, Samanta Holtz e Iris Figueiredo.
15:20 – Diálogos sobre adoção: com as escritoras Carmem Lúcia, Luciana Neves e Denise Martins.
16:05 – Todas as formas de amor, bate papo com Ique Carvalho.
16:50 – Anúncio: A III Bienal do Livro de Contagem
17:35 – O mundo das HQs, com o desenhista da Marvel e DC Comics, Rodney Buchemi.
18:20 – Bate papo com Janaína Barcelos

Endereço completo: Avenida Marechal Castelo Branco, 567, Eldorado – Contagem

Personagens humanos são preferidos

A lebre e a tartaruga? O patinho feio? Nada disso! Segundo uma nova pesquisa, contos com protagonistas humanos transmitem melhor valores morais aos pequenos.

Imagem extraída do livro A menina e o segredo da fadinha - Toninho Hashitomi/Rosa Maria Miguel Fontes

Imagens extraídas do livro “A menina e o segredo da fadinha” – Toninho Hashitomi/Rosa Maria Miguel Fontes

Estudos da Universidade de Toronto, no Canadá, compararam como cerca de cem crianças se comportavam após ouvirem a lenda de uma raposa que aprendia a importância de dividir ou a mesma narrativa só que com humanos no lugar dos animais.

Para ter certeza de que a moral da história faria diferença, um terceiro grupo leu um livro sobre sementes. Ao fim da leitura, os voluntários, com idades entre 4 e 6 anos, receberam 10 adesivos como recompensa e foram comunicados que os outros participantes não ganhariam nenhum adesivo. Depois, se quisessem, poderiam doar o que receberam às outras crianças sem que o pesquisador estivesse olhando.

Como resultado, quem tinha escutado a versão humana foi mais generoso do que quem ouviu a fábula com animais. “No geral, as crianças agiram mais de acordo com a moral da história com pessoas”, comentou Patricia Ganea, professora de desenvolvimento cognitivo da instituição canadense e autora do estudo, em comunicado para a imprensa.

Menina rosto - CópiaA ideia do grupo de cientistas é chamar a atenção dos autores de livros infantis para o tema para que desenvolvam contos mais realistas, o que melhoraria a capacidade de absorção das crianças.

O papel da ficção

Por volta dos 2 anos, a criança começa a construir seu próprio mundo de faz-de-conta, processo importante para o desenvolvimento cognitivo do pequeno. E, mesmo antes desse período, os pais podem já começar a ler para os bebês, pois o fato da imaginação ganhar asas tem grande valor para a criação dos baixinhos.

“Histórias são lúdicas e apresentam conceitos em uma linguagem acessível para eles, que é a do imaginário”, comenta Deborah Moss, neuropsicóloga e mestre em desenvolvimento infantil pela Universidade de São Paulo.

Na hora de escolher os títulos que serão apresentados, não precisa fugir dos contos com animais, apesar do achado do novo trabalho. “A criança tem capacidade de projetar situações e entender o simbolismo até mais do que o adulto, o importante é que os pais expliquem o que está acontecendo e transmita a história aos filhos”, completa a neuropsicóloga.

A dica é oferecer um cardápio variado de contos aos pequenos sem se esquecer de ressaltar as características humanas e os sentimentos dos personagens, sejam eles animais, objetos ou pessoas.

Fonte: Chloé Pinheiro – bebe.com.br

Livraria da Rua

Belo Horizonte ganhou mais uma livraria. Mas não é simplesmente uma livraria. É a “Livraria da Rua”, que fica na Savassi, Rua Antônio de Albuquerque, 913. O empreendimento criado e dirigido por Alexandre Machado funciona dentro de um novo conceito: como galeria de arte e espaço de convivência e de realização de eventos.

Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

Se literatura é arte, se livro é arte, por que livraria até agora não funcionava no estado da arte?

A Livraria da Rua foi criada para levar o leitor para dentro de um espaço bonito, confortável e sofisticado. Para permitir o leitor um encontro com o livro e não apenas a compra de um título. Ao entrar pela porta dessa livraria, o visitante vai encontrar uma variedade de livros de qualidade  e um ambiente diferente e muito artístico.

No lugar das tradicionais prateleiras, os livros estão espalhados sobre as mesas e bem ao alcance do público. Quando alguém encontrar o livro que procura ou sentir vontade de conhecer outro título, não precisa realizar a compra e ir embora. Pode ficar mais, se ajeitar e até começar a leitura. A livraria possui mesas e cadeiras para o leitor apreciar o livro lá mesmo.

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Tudo foi planejado para funcionar como um espaço de convivência e reunir pessoas em torno dos livros. Decorada com painéis e imagens artísticas, a livraria favorece a contemplação, além da leitura propriamente dita. Se quiser conversar ou trocar ideias, a livraria também oferece uma cafeteria e venda de cafés especiais.

No local também podem ser realizados lançamentos de livros, palestras, oficinas e outros eventos. Ou seja, a Livraria da Rua chegou para romper com a maneira como estamos acostumados a conviver com as tradicionais livrarias e para se tornar um centro de referência cultural em Belo Horizonte.

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“Livros são objetos de arte. Devem ficar em ambientes artísticos”, afirma Alexandre Machado. Foi ele quem idealizou a livraria a partir de sua extensa experiência com o livros, pois ele também é editor da Miguilim Editora.

Outra iniciativa de Alexandre Machado foi com a curadoria da Livraria da Rua. A venda de livros é previamente estudada e os títulos são selecionados em busca de alta qualidade literária. “Temos uma curadoria de qualidade para todos os públicos e fora do circuito comercial. Estamos trabalhando para valorizar a Livraria da Rua como ponto cultural e de mediação da leitura”, esclarece Alexandre.

Está na hora de curtir a nova livraria, que coloca Belo Horizonte em outro patamar cultural: Rua Antônio de Albuquerque, 913 – Savassi.

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“Enrolados outra vez” estreia neste domingo

Amanhã, 17/9, o Disney Channel exibe um especial que antecede a estreia da série, no dia 1º/10. Rapunzel volta com novas aventuras e muito cabelo em “Enrolados Outra Vez”.
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Chegou o momento que os fãs de Enrolados tanto aguardavam. Rapunzel e seu cabelo mágico chegam com novas aventuras no dia 17 de setembro às 20h30 no Disney Channel e simultaneamente no Disney Junior. O especial, chamado Enrolados Outra Vez, traz os dois primeiros episódios desta tão aguardada animação.

Já no dia 1º de outubro, às 17h30, o Disney Channel apresenta um grande evento de lançamento que inclui a reexibição do especial e mais 5 episódios inéditos. Ao todo serão mais de 3 horas de diversão que “enrolarão” a família toda. As novas histórias, que começam a ser transmitidas a partir de outubro de 2017, se passam entre os acontecimentos do longa metragem Enrolados (2010) e do curta Enrolados para Sempre (2012).

A tão aguardada estreia da série Enrolados Outra Vez também terá uma forte presença nas plataformas digitais. Os fãs poderão assistir a vídeos, ver imagens, brincar com jogos e muito mais em http://disney.com.br/. Além disso, todos estão convidados a usar a hashtag #EnroladosOutraVez para compartilhar suas expectativas e impressões do regresso da Rapunzel.

Com uma equipe do lendário compositor vencedor do Oscar®, Alan Menken, e o letrista Glenn Slater, Enrolados Outra Vez  retoma a brilhante narrativa e a música memorável do filme original que conquistou espectadores em todo o mundo. A série segue Rapunzel em suas aventuras, ao se familiarizar com seus pais, seu reino de Corona e seu povo. Seu espírito inconcebível e sua curiosidade natural a levaram a perceber que ela tem muito a aprender sobre o mundo antes de assumir seu papel como Princesa da Coroa.

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Nesse contexto, os personagens do filme acompanham Rapunzel em suas andanças, incluindo seu parceiro de vida, José, seu mascote fiel o camaleão Pascal e seu cavalo diligente, Maximus. Além disso, a série apresenta Cassandra, uma nova personagem que se torna grande amiga e confidente de Rapunzel. Produzido pela Disney Television Animation, Enrolados Outra Vez já é um sucesso de público nos Estados Unidos, onde recentemente anunciou a produção de uma segunda temporada.

Lançado em 2010, Enrolados foi o 50º filme de animação dos Walt Disney Animation Studios e apresentou o mundo a Rapunzel, uma adolescente bonita e vivaz com um cabelo dourado de 21 metros de comprimento, além do charmoso bandido José Bezerra. Juntos, eles embarcaram em uma viagem cheia de ação com um cavalo superpolicial, um camaleão superprotetor e uma gangue áspera de bandidos. Ela foi nomeada aos Golden Globes® e Critics Choice Awards® para Melhor Filme de Animação e para a música “I See the Light”, que por sua vez ganhou o Prêmio Grammy®. O termo Rapunzel é uma das marcas Disney mais vendidas do mundo e os produtos Rapunzel estão entre os produtos Disney Princess mais populares.

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Disney Channel  América Latina

O Disney Channel faz parte da The Walt Disney Company América Latina e apresenta uma programação variada para crianças de 6 a 12 anos e suas famílias. O canal é transmitido 24 horas por dia, em espanhol e em português, e chega a mais de 65,0 milhões de lares em 19 países da região, via cabo e satélite, dos quais 11,9 milhões correspondem ao sinal em HD. O canal apresenta produções originais latino-americanas como Sou Luna e Pijama Party e segmentos de novidades como Disney Planet.

Além de exibe séries comoO Mundo de Riley, Que talento!, Liv e Maddie, Agente K.C., Não Fui Eu, Jessie, Austin & Ally, e Stan, o Cão Blogueiro, Acampados, Amigas a Qualquer Hora, e Hank Zipzer; e séries de animação como: Os 7A, Phineas e Ferb, Gravity Falls: Um Verão de Mistérios, Acampamento Lakebottom, Heidi e Zip Zip. Filmes Disney Channel, como: Minha Irmã Invisível, Descendentes, Bad Hair Day, Como Criar o Garoto Perfeito, Cloud 9, Teen Beach Movie, Teen Beach 2, Aminimigos e Zapped, além de filmes da Walt Disney Animation Studios como Frozen – Uma Aventura Congelante; incluindo os principais títulos da Disney-Pixar, como a saga de Toy Story e Monstros; além de outros clássicos da Disney

O canal também conta com dois websites: www.disneylatino.com/disneychannel (espanhol) e www.disney.com.br/disneychannel (português).

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Novidades do mercado editorial

Livro de Carina Rissi no formato de áudio

imagem_release_980147Os usuários do Ubook, maior plataforma de audiolivros por streaming da América Latina, agora poderão ouvir a continuação de uma história de amor intenso que ultrapassa as barreiras do tempo. Em ‘Encontrada: à espera do felizes para sempre’, a autora best-seller brasileira Carina Rissi traz de volta o mundo apaixonante de Ian e Sofia, permitindo-nos mergulhar mais uma vez nesta maluca e envolvente história de amor. Quem também retorna ao Ubook no segundo livro da série Perdida, é a narradora e atriz Cristina Flores, que já tem fãs de seu trabalho entre os assinantes do Ubook, e volta para contar as peripécias de Sofia e Ian.

O sucesso da série, que já tem quatro volumes publicados e um quinto a caminho, é tão grande que os direitos foram adquiridos para transformá-la em filme e a história deverá estrear nas telonas num futuro próximo.  Enquanto a obra não é retratada pela sétima arte, Carina celebra a oportunidade de ampliar seu público por meio de uma das vertentes que mais tem crescido no mercado editorial: o audiolivro.

“É muito emocionante perceber que as nossas palavras ganham voz, por isso, a experiência de passar esta história para o audiolivro foi muito especial para mim”, avalia a autora. “Sem contar que esta é também uma forma de fazer com que esta história possa chegar a muitas outras pessoas, e também para os deficientes visuais, um público muito cativo dos audiolivros, e que sempre me perguntavam quando eles também teriam a oportunidade de conhecer minhas histórias, fato que o Ubook me auxiliou a poder proporcionar não apenas para este público, mas para uma nova geração que encontra nos aplicativos uma forma de consumir cultura, entretenimento e informação”, complementa.

Literatura Fantástica

novoAlex Godoi, autor independente, nos convida para conhecer seu livro “Os lendários heróis de Green Wood”, uma literatura fantástica nacional cheia de aventura, mistérios e muito mais.

Vocês poderão ter uma noção melhor do livro, conferindo em primeiríssima mão, o trailer do book da obra que será disponibilizado para divulgação a partir de outubro nas feiras literárias. Acesse o link abaixo para conferir, pois o vídeo está muito bom mesmo!

https://www.youtube.com/watch?v=-o3OVXXtab8

A 1ª edição desta obra foi lançada em 2016 pela Scortecci. Recentemente, devido o retorno que o autor teve dos leitores, ele resolveu lançar a segunda edição revisada do livro, já disponível em eBook pelo Amazon.  https://www.amazon.com/-/e/B074R8462N?ref_=pe_1724030_132998070

Quem desejar conhecer mais, acesse outros links

www.portalgreenwood.blogspot.com

https://www.facebook.com/oslendariosheroisdegreenwood/

Em nome da paz, compreensão e união

A Editora Brasil nos lembra que 17/9  é comemorado como o Dia da Compreensão Mundial e sugere dois livros infantojuvenis para marcar a data: “Poesias para a paz” e “Vento forte, de sul e de norte”. São opções de leitura para pais, jovens e educadores refletirem sobre as diferenças e a necessidade de cultivar a paz.

Poesias-para-a-paz-32ahc127f0zfvdzgm4yscqPoesias para a paz

A paz, um tema caro à humanidade, virou poesia nas mãos criativas dos escritores César Obeid e Jonas Ribeiro. Com ritmo e rimas, a dupla fez poemas para que as crianças se divertissem e pudessem refletir sobre respeito, solidariedade e diálogo; frutos cotidianos da paz. Esta é a terceira produção conjunta destes autores, que já lançaram pela Editora do Brasil os títulos “A escada transparente” e “O menino de muitas caras”. As ilustrações da argentina Vanina Starkoff, complementam o texto, trazendo muitas cores, leveza e detalhes que transmitem uma sensação de paz verdadeira.

 

554734_vento-forte-de-sul-e-norte-707506_l1_635814544693074000Vento forte, de sul e de norte

Desde criança, em alguns momentos da vida, Luísa teve de enfrentar três situações de preconceito: o fato de ser negra, adotada e ter pais gays. Quando chamou Henrique para sua casa a fim de ajudá-lo com as aulas de matemática, jamais pensou que ele agiria como tantas outras pessoas. Mas e aquela repentina aproximação de Gabriel? Será que ele realmente era um idiota como seu amigo Henrique? Uma história envolvente que lida com assuntos como homofobia, racismo e preconceito, mas na qual a amizade e o amor farão Luísa, protagonista deste sensível texto, se tornar forte para aguentar os ventos do sul e do norte.

Beagá abraça a literatura

Após a realização de dois importantes eventos literários nos últimos dias, como o Salão do Livro Infantil e Juvenil e o Livro na Rua, esta semana, a cidade embarca no Festival Literário Internacional de Belo Horizonte, o FLI-BH. Serão realizadas 16 oficinas e mais de 200 atrações nesta segunda edição do festival.

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O Festival Literário Internacional de Belo Horizonte (FLI-BH) chega a sua segunda edição e acontece entre os dias 14 e 17 de setembro, no Centro de Referência da Juventude, na Praça da Estação. Neste ano serão oferecidas 16 oficinas voltadas para escritores, narradores de histórias, ilustradores, bibliotecários, educadores e leitores da cidade.

Com programação diversa e atividades gratuitas de valorização da literatura e fomento à leitura, o FLI-BH é realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura (FMC), em parceria com a terceira edição da Primavera Literária, da Liga Brasileira de Editoras Independentes (LIBRE). O evento conta ainda com a parceria cultural do Sesc Minas Gerais e do BDMG Cultural.

Com o tema “Vozes de Todos os Cantos”, a segunda edição do FLI-BH propõe trazer à cena a diversidade que a literatura expressa reunindo grupos que movimentam a cena literária na cidade e em diferentes partes do mundo. A ideia é romper com as divisões entre centro e periferia, entre guetos, grupos e classes sociais, entre o tradicional e o novo, e apossar da força que vem de diferentes territórios, com a variedade de culturas, de gêneros, de opções de expressão. O festival homenageia a escritora mineira Laís Corrêa de Araújo, personalidade influente no meio literário, que se configura como uma grande intelectual brasileira, pesquisadora, ficcionista, tradutora e ensaísta.

Estão previstas mais de 200 atrações e toda a programação é gratuita. Abaixo, segue a relação das oficinas a serem realizadas.

Foto: ©thaina nogueira/Divulgação

Foto: ©thaina nogueira/Divulgação

MPB CRIAÇÃO DRAMATÚRGICA, com Marina Viana (BH)

14 de setembro, quinta-feira, de 10 às 13h

A partir das metodologias tortas utilizadas no processo de criação do texto MPB: Peça Manifesto em três estrofes e um refrão, como criação e coleta de playlists, diálogos feitos com recorte de músicas, paródias, bem como as ideias de plagicombinação e teatro fanzine que acompanham a atriz/dramaturga, a oficina se dá a partir da investigação de escritas e ações na estrutura de canção, manifesto, número de cabaré, mutilando, reconstruindo e remontando letras de música, textos literários, filmes, criando diálogos e discursos novos a partir destes recortes para dramaturgia.

Marina Viana é atriz, dramaturga e diretora teatral graduada no curso de Artes Cênicas da UFMG. É integrante dos grupos Mayombe Grupo de Teatro, Teatro 171, Cia Primeira Campainha e é colaboradora de outros coletivos de Belo Horizonte. Tem uma banda, já publicou zines, realiza prêmios e faz cabaré.

 

COMO COMEÇAR UM SARAU? com Camila Félix (BH)

14 de setembro, quinta-feira, de 14 às 17h

A oficina pretende mostrar os porquês e os caminhos em que começam e seguem os saraus já existentes, incentivando a promoção de novos saraus em escolas, bairros, grupos de amigos e lugares possíveis.

Camila Félix é poeta, militante da poesia e dos saraus e graduada em arquitetura. Participa de performances e de vários saraus e eventos de Belo Horizonte, provocando ocupações do espaço público e uma cidade mais acessível e justa. É autora da pesquisa “Atlas dos saraus: mapeamento dos saraus de poesia da região metropolitana de Belo Horizonte”, defendida na Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais.

 

Ateliê de Criação Literária ESCREVENDO O FUTURO, com Luiz Bras (Cobra Norato – Terra Brasilis)

14 e 15 de setembro, quinta e sexta-feira, de 10 às 13h

Nos últimos cem anos, a ciência e a tecnologia começaram a modificar a biosfera e o ser humano de maneira assustadora. Mas esse processo, apesar de muito debatido por filósofos, sociólogos historiadores e cientistas, raramente aparece na literatura brasileira contemporânea. A proposta é que os atelienses expressem em prosa ou verso nossa inquietação presente com o futuro pós-humano que se aproxima, está chegando, já está aqui.

Luiz Bras nasceu em Cobra Norato, MS. É escritor e coordenador de ateliês de criação literária. Já publicou diversos livros, entre eles Distrito federal (rapsódia), Não chore (novela) e MáquinaMacunaíma (contos). Também organizou os três volumes da coletânea de poemas Hiperconexões: realidade expandida, sobre nosso futuro pós-humano.

Foto: ©netun lima - Divulgação

Foto: ©netun lima – Divulgação

ESCRITA EXPERIMENTAL DA LITERATURA BRASILEIRA, com Isadora Krieger (SP)

14 e 15 de setembro, quinta e sexta-feira, de 14 às 18h

A oficina aborda o processo criativo, sobretudo pelo viés do mistério. Tem como principal objetivo provocar o inconsciente e estimular a criatividade. Serão apresentados pontos essenciais da escrita ficcional, tais como a relação com os personagens; a entrega do autor; a imagem poética; os tipos de narradores; as construções de diálogos; densidade, forma e precisão. Também serão colocados em prática exercícios que proporcionarão uma maior compreensão e assimilação da parte teórica.

Isadora Krieger é poeta e escritora. Publicou os livros “Memória da Bananeira”, “O gosto da cabeça” e “Caráter anal”. Foi idealizadora e produtora do CabaretRevoltaire, espaço aberto a experimentações artísticas em diversas linguagens.

 

CARA OU COROA: A CRIAÇÃO DE PERSONAGENS com Rosinha (Olinda – PE)

14 e 15 de setembro, quinta e sexta-feira, de 14 às 18h

Nada é feito sem o personagem. Ele é o elemento principal de uma história. Neste laboratório será trabalhada a teoria dos contrastes, que visa a quebra de estereótipos e a busca de imagens autorais, com a experimentação de algumas ferramentas para a criação de personagens, na busca de poses, gestos, expressões e novas morfologias capazes de revelar emoções e atitudes que resultem em personagens únicos.

Rosinha é escritora e ilustradora. Tem muitos livros publicados, dentre eles O mar de Cecília (Editora do Brasil), E você? (Editora Jujuba), Chapeuzinho Vermelho (Editora Callis), A história da princesa do Reino da Pedra Fina (Editora Projeto). Recebeu importantes prêmios literários, como White Ravens, Altamente Recomendável FNLIJ, Jabuti e Açorianos. Criou, junto com Anabella Lopez, a Escola Usina de Imagens de formação de ilustradores, em Recife.

fli_ilustra_2017_baixa1-226x300METÁFORAS VISUAIS: A LEITURA DO LIVRO ILUSTRADO, com Marilda Castanha (Santa Luzia – MG)

15 de setembro, sexta-feira, de 9 às 13h e de 14 às 18h

O que poderíamos chamar de metáforas visuais? O que é um livro ilustrado? O que seria uma narrativa de imagens? Somos leitores de imagens? Essas perguntas nortearão a oficina, que tem como convite a compreensão das imagens nos livros ilustrados. Esta oficina integra o projeto Ler em família: leitura e literatura na primeira infância, viabilizado pelo Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Marilda Castanha é escritora e ilustradora. Publicou muitos livros, dentre eles Sem fim (Positivo), Fases da lua e outros segredos (Peirópolis), Ops (Cosac Naify), Mil e uma estrelas (SM) e Em asas de algodão (SM). Recebeu importantes prêmios: Runner-Up (Japão), Prix GraphiqueOctogone (França), Jabuti, FNLIJ e, o mais recente, Nami Concours (Coréia do Sul).

 

PalavrAÇÃO, com Rogério Coelho (BH)

16 de setembro, sexta-feira, de 10 às 13h e de 14 às 17h

A oficina busca explorar a palavra falada, a poesia oral, a escrita criativa e outros processos da palavra em ação. Jogos, experimentos da escrita, autorrepresentação pela poesia, duelos dialéticos, escritas performáticas, intervenções urbanas, entre outras habilidades farão parte da oficina, numa provocação que requer dos/as participantes o (re)encontro da palavra “Ação” em seus cotidianos, em suas vivências, em suas histórias.

Rogério Coelho é poeta, ator e pesquisador da poesia marginal. Foi um dos fundadores, em 2008, do Coletivoz, um dos mais antigos coletivos de saraus de Belo Horizonte, e um dos pioneiros na organização de batalhas de Slam na capital e região metropolitana. É autor de pesquisa de mestrado intitulada PalavrAÇÃO: Coletivoz e Slam Clube da Luta sobre o movimento poético-performático desses coletivos, defendida da Escola de Belas Artes da UFMG.

 

CONTOS E CANTOS DE NINAR, com Aline Cântia e Chicó do Céu (BH)

15 de setembro, sexta-feira, de 14 às 18h

Contar histórias, ler e cantar enquanto o sono não chega é uma das tradições mais antigas do mundo, e pode ser o primeiro contato da criança com a literatura e a música. A oficina pretende trazer o universo dos contos e acalantos, a partir do despertar da memória coletiva de pais e educadores. Esta oficina integra o projeto Ler, brincar e aprender em família: um olhar para a primeira infância, viabilizado pelo Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente / Itaú Social.

Aline Cântia é narradora de histórias, pesquisadora da cultura oral, mestre em Estudos Literários e doutoranda em Educação. Fundadora do Instituto Cultural Abrapalavra, já se apresentou em diversas partes do Brasil e do mundo. Chicó do Céu é músico, compositor, pesquisador do universo da canção e da literatura. Também é fundador do Instituto Cultural Abrapalavra, com quem já viajou o mundo e recebeu diversos prêmios na área cultural e da educação.

 

NO LUGAR DA LEITURA, A BIBLIOTECA, com Luiz Percival Leme Britto (Santarém – PA)

15 e 16 de setembro, sexta-feira e sábado, de 8h30 às 13h30

O curso tem como objetivo contribuir para a formação continuada dos profissionais que atuam na área de formação de leitores, discutindo a importância da biblioteca como instituição para o acesso permanente ao conhecimento registrado pela escrita. Para isso, propõe uma reflexão sobre a relevância social da escrita, a singularidade da leitura literária e as condições para a participação de todas as pessoas, com olhar específico para as com deficiência.

Luiz Percival Leme Britto é doutor em Linguística, pesquisador e professor da Universidade Federal do Oeste do Pará. Tem vasta experiência na formação de professores na área de Educação e Linguagem, coordena o LELIT – Grupo de Pesquisa e Intervenção em Leitura, Escrita e Escola e o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – PNAIC / Oeste do Pará. É membro do Movimento por um Brasil Literário e autor dos livros À sombra do caos: ensino de língua x tradição gramatical (Mercado de Letras), Contra o consenso – cultura escrita, educação e participação (Mercado de Letras), Inquietudes e desacordos: a leitura além do óbvio (Mercado de Letras) e Ao revés do avesso: leitura e formação (Pulo do Gato).

 

PARA DESPERTAR O OLHAR: LER, VER E TOCAR OS LIVROS COM AS CRIANÇAS com Lúcia Hiratsuka (SP)

15 e 16 de setembro, sexta-feira e sábado, de 14 às 18h

A oficina tem como proposta a observação e a percepção do espaço e das sensações dentro de um livro ilustrado, a partir de haicais clássicos e sumiês dos grandes mestres. Os participantes experimentarão a arte do sumiê, com exercícios inspirados em haicais, buscando o essencial e a simplicidade.

Lúcia Hiratsuka é escritora e ilustradora. Publicou, dentre muitos outros, os livros Orie (Pequena Zahar), Tantos cantos (DCL), IssumBoshi – o pequeno samurai (Abacatte) e Antes da chuva (Global). Recebeu importantes prêmios, como o Jabuti O Melhor para a Criança FNLIJ e vários selos Altamente Recomendável.

PEQUENO LABORATÓRIO DE CONTADORES DE HISTÓRIAS com Rodolfo Castro (Lisboa, Portugal)

16 de setembro, sábado, de 9h30 às 12h30

A oficina apresenta uma proposta lúdica e fundamentada sobre os processos criativos da narração de histórias contemporânea. Propõe, ainda, a dinâmica de experimentação e improvisação, com o objetivo de experimentar com os participantes a importância de conhecer a técnica para poder esquecer-se dela.

Rodolfo Castro (Portugal) – Nascido na Argentina e criado entre Buenos Aires e Montevidéu, Rodolfo Castro se define como um narrador de histórias urbano, logo, escravo do livro. Seu estilo não é resgatar a tradição oral da comunidade e sim contar literatura. Até os 30 anos foi professor do ensino fundamental na Argentina e fazia excursão com as crianças onde aproveitava para contar-lhes histórias. Depois se mudou para o México, onde passou três anos percorrendo escolas e contando histórias para sobreviver. Atualmente vive em Lisboa. Autor de livros de contos e de teoria do conto, Rodolfo vem pela primeira vez a Belo Horizonte e lança seu segundo livro pela editora Aletria: Contos da meia-noite do mundo.

 

LEITURA UNIVERSAL, INTERPRETAÇÕES SINGULARES: A LEITURA COM CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA com Mariana Rosa (BH)

16 de setembro, sábado, de 9 às 13h

A oficina tem como objetivo contribuir para a inclusão das crianças com deficiência nas bibliotecas e espaços de leitura de Belo Horizonte. Para isso, os participantes serão convidados a refletir sobre o conceito da deficiência, um breve histórico do tema no mundo, os diversos significados assumidos no convívio em sociedade, as barreiras, os tabus e as possibilidades de inclusão, do respeito e da valorização das diferenças por meio da leitura. Esta oficina integra o projeto Ler em família: leitura e literatura na primeira infância, viabilizado pelo Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente

Mariana Rosa é jornalista, autora do blog e do livro Diário da mãe da Alice, no qual registra suas descobertas, experiências e sentimentos como mãe de uma criança com deficiência. É também embaixadora mineira da ONG Prematuridade e articuladora de grupos de apoio a mães e familiares de crianças com necessidades especiais de saúde.

 

LIVRO DE ARTISTA, com César Maurício Alberto

16 de setembro, sábado, de 10 às 13h

Nas artes contemporâneas, o livro de artista é encarado como uma obra de arte, um objeto tanto único quanto singular dentro dos domínios do artista. Em geral, mistura várias áreas das artes, como a escrita, o desenho, a pintura, colagem, gravura, fotografia, numa verdadeira bricolagem. Assim, o produto deste processo é, ao mesmo tempo, um objeto, um livro, um diário de viagem e uma obra de arte. A oficina buscará fazer uma ponte dessa ferramenta de registro pessoal que é o livro de artista – supostamente identificado com uma arte erudita ou inacessível para a grande maioria da população -, com a arte e a cultura feita por moradores das comunidades ou mesmo pelo cidadão comum.

César Maurício Alberto é diretor artístico da ONG Favela é Isso Aí e desenvolve pesquisa de doutoramento em Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra (Portugal), com o estudo “Autorrepresentação, do modernismo ao contemporâneo: o Corpo como objeto na Arte”.

 

LIVRO EXPERIMENTO, com Santiago Régis (BH)

16 de setembro, sábado, de 14 às 17h

Compreendendo o livro como espaço criativo, a oficina pretende apresentar aos participantes alguns processos de produção independente de um livro, percebendo os limites e as possibilidades de uma autopublicação e algumas técnicas e modelos de encadernação.

Santiago Régis é ilustrador, graduado em Belas Artes pela Universidade Federal de Goiás. Tem trabalhos de ilustração em galerias de arte, estampas e cartazes, mas sua principal atuação artística é na produção editorial. Publicou, dentre outros, os livros Chico Moleque, um sonho de liberdade e Contos Cedrinos, com textos de Maria Luiza Bretas (Cânone Editorial), Asas de pirilampo, com texto de Maria Helena Bazzo (Editora Passarinho), João tinha medo, com texto de Sônia Menezes (Editora RHJ).

 

ÁUDIOVÍDEOPOESIA, com Zi Reis (BH)

16 e 17 de setembro, sábado e domingo, de 14 às 17h

A oficina propõe a compreensão de técnicas para a captação e edição de áudio&voz&música&vídeo com o objetivo de experimentações sonoras e visuais, buscando apreciação estética e escrita criativa colaborativa em grupo.

Zi Reis é multiartista, graduada em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFMG. Tem formação técnica em Vídeo, Direção e Produção Audiovisual pela Escola de Arte e Tecnologia Oi Kabum! BH. Seu trabalho transita por diversas áreas, especialmente pela performance, a fotografia, o cinema, a pintura e a literatura. Integra o Sarau Vira Lata, buscando a ocupação de diversos espaços da cidade com intervenções poéticas.

 

PALAVREANDO, com Eduardo DW (BH)

17 de setembro, domingo, de 14 às 17h

A oficina trabalha com gatilhos criativos, pensando na produção da escrita poética a partir das produções musicais do poeta e MC Eduardo Dw. Neste encontro, o gatilho criativo será o samba Com que roupa, de Noel Rosa.

Eduardo DW é poeta e MC.

“Para gostar de ler”

Documentário produzido pelo Itaú em parceria com a Prodigo Filmes e a agência DPZ&T, em diferentes regiões do país, reforça importância dos livros na primeira infância.

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Quando pensamos em mudar o mundo para melhor, um passo importante deveria ser ainda mais valorizado nessa jornada: a educação infantil. E um dos pontos fundamentais da discussão envolve a leitura para as crianças, incluindo o papel dos adultos como leitores e o impacto das histórias no desenvolvimento infantil. É o que conta o documentário “Para Gostar de Ler”, produzido pelo Itaú em parceria com a Prodigo Films, e co-produzido pela DPZ&T. O documentário está disponível nos canais digitais oficiais do Itaú.

Com direção de Eduardo Rajabally, “Para Gostar de Ler” acompanha cinco famílias de diferentes regiões do país e ilustra como a leitura influencia as vidas de pais e filhos, com destaque para os pontos de vista das próprias estrelas mirins do documentário. Em paralelo, os adultos comentam sobre o quanto os livros podem estimular as crianças em relação ao desenvolvimento da imaginação, a criatividade e o raciocínio. Há espaço ainda para demonstrar como as histórias e o poder da palavra são capazes de incentivar suas visões a respeito do mundo, com base na compreensão de que existem bons e maus momentos que levam à busca por soluções ou caminhos possíveis para diversas situações. Além da percepção sobre a importância da família, dos amigos, das brincadeiras e da cultura no dia a dia.

Como a leitura pode fazer a diferença nas vidas das crianças brasileiras, levando-se em consideração que estas vivem em um país no qual 60% de seus cidadãos nunca contaram com nenhum adulto lendo para eles durante sua infância? “Para Gostar de Ler” não teria como responder a essa pergunta, e retratar um cenário tão abrangente, deixando de fora opiniões e insights de renomados especialistas.

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Para isso, conta com participações de profissionais de diversas áreas, entre escritores, médicos, educadores, pedagogos, professores, neurocientistas, psicólogos. Ilan Brenman, Drauzio Varella, Leandro Karnal, Eva Furnari, Wellington Nogueira, entre outros, intercalam e complementam experiências reais narradas pelas famílias que protagonizam a produção, enfatizando como os livros representam uma alternativa para melhorar a relação entre pais e filhos. E, também, como podem estimular o aprendizado e a formação das crianças, uma vez que 85% do desenvolvimento cerebral de um ser humano acontece antes dele completar cinco anos de idade.

“Para Gostar de Ler” faz parte do Programa Itaú Criança, que a marca promove desde 2010, incentivando a transformação da sociedade a partir da leitura para crianças. Por meio dessa iniciativa o banco já distribuiu gratuitamente mais de 45 milhões de livros para todas as regiões do País.

“Estamos na sexta edição da campanha do Leia para uma Criança, que integra o Itaú Criança. Em 2017, procuramos trazer um conteúdo diferente, com argumentos e dados científicos a respeito da leitura para crianças na primeira infância e seus benefícios”, informa Eduardo Tracanella, superintendente de marketing do Itaú Unibanco. “‘Para Gostar de Ler’ representa esse nosso objetivo, assim como nosso apoio a causa da Educação”, completa.

“Quando levamos para o Itaú a ideia de produzir um documentário, queríamos retratar o impacto decisivo que as histórias têm no desenvolvimento infantil e mostrar como o momento da leitura fortalece o vínculo entre adultos e crianças. Para isso, o filme combina depoimentos de especialistas com histórias reais de famílias brasileiras que contam como a leitura para crianças faz parte de suas vidas”, comenta Rafael Urenha, Chief Creative Officer da DPZ&T.

“A leitura na primeira infância não é só vital como também a mais mágica de todas. Somos produtores audiovisuais e contadores de histórias e temos a obrigação e o prazer de promover a leitura sempre. Não apenas para as crianças, mas para todos”, diz Francesco Civita, produtor do filme e sócio da Prodigo Films. Este é o segundo documentário produzido pelo Itaú com foco no conteúdo ligado às causas apoiadas pelo banco, que são Educação, Cultura, Esporte e Mobilidade Urbana. O primeiro foi “Ciclos”, lançado em janeiro de 2017, que aborda a bicicleta como modal de transporte ativo nas grandes cidades.

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Realidades

O cenário de vulnerabilidade social é um dos temas abordados no documentário. É o caso da família de Teliciane, mãe de Enzo, Guilherme, Rafaela e Victor, com idades entre 3 e 12 anos e moradores de Alvorada (RS). Teliciane, que é doméstica, conta como passou a sentir prazer pela leitura e a comprar livros para seus filhos, incentivando-os a estudar. O documentário também cita a experiência de Luciana, de Belo Horizonte (MG), que recorreu à leitura para explicar a sua filha Beatriz, de 5 anos, sobre suas origens e o que significa adoção.

Em outra história, a literatura colaborou para melhorar a relação entre Martina e seu irmão Vicente, de 4 e 3 anos, respectivamente, e moradores de Porto Alegre (RS). Já o caso de Pietra, de Salvador (BA), e Lourenço, de São Paulo (SP), ambos de 5 anos, apresentam pontos em comum – ela gosta de unicórnios, enquanto o menino se interessa por zumbis, mas os pais das duas crianças acreditam ser importante manter a imaginação viva e que a leitura proporciona momentos únicos de magia. “Para Gostar de Ler” também mostra a história da professora Nanci Soueid, que desde pequena se tornou leitora por incentivo de sua avó, que lia para ela, por exemplo, a Bíblia e as cartas do pai.

O documentário destaca ainda a importância da inclusão e apresenta depoimentos de diversas crianças, entre elas o garoto Matheus, de 8 anos, que é deficiente visual.

Serviço
Título: Para Gostar de Ler (Brasil, 2017, 59 minutos)
Onde assistir: itau.com.br/paragostardeler