Neste domingo, tem histórias para a meninada

A ONG Instituto Gil Nogueira prepara uma tarde especial, 18/2, para as crianças brincarem de histórias, no Minas Shopping, em Beagá, através do Projeto Era uma vez… Além disso, a ONG estende sua atuação até o Norte de Minas e cerca de 400 alunos de quatro escolas municipais serão beneficiados com 30 livros por semestre.

Foto: Mayra Goulart - Divulgação

Foto: Mayra Goulart – Divulgação

O contador de histórias Mário Alves e a cantora, compositora e multi-instrumentista Andressa Versi participam, neste domingo (18 de fevereiro), do Projeto “Era Uma Vez – Oficina de Contação de Histórias”, mais uma ação da parceria do Minas Shopping com o Instituto Gil Nogueira (IGN) para incentivar a leitura. O projeto será realizado, das 14h às 15h, no Piso 1, em frente à loja Leitura. Duas histórias serão contadas: “O bicho mais poderoso”, conto de origem africana, e “A vitória da esperança”, conto da tradição judaica, adaptado pelo próprio Mário Alves. Na oficina, as crianças e seus pais ou responsáveis vão interagir com os contadores. Toda a programação é gratuita, com vagas limitadas.

Pós-graduado em História pela UFMG e formado em contação de histórias pelo Instituto Cultural Aletria, a atuação de Mário Alves foi destaque em diversos projetos do setor educativo. Em 2013, criou “A arte de compartilhar histórias”, empresa especializada no desenvolvimento de pessoas, líderes e equipes a partir de linguagens artísticas. Desde setembro de 2015 é responsável pelo projeto “Canto do Conto” e, desde agosto de 2017, passou a fazer parte do projeto “Ler é Viver”, do Instituto Gil Nogueira. Já Andressa Versi é cantora, compositora, multi-instrumentista e musicoterapeuta formada pela UFMG. Integra o grupo “Xicas da Silva” e possui um duo de piano e voz com a pianista Ana Rossoni. Desde 2013, se apresenta em vários palcos de Minas e do Brasil e é destaque na cena autoral de BH.

Diversos contadores de história vão se revezar aos domingos, sempre contando duas histórias durante o Projeto Era Uma Vez. O shopping fica na Avenida Cristiano Machado, 4000 – Bairro União – Belo Horizonte. Telefone: (31) 3429-3500.

Foto Beto Heterovick - Divulgação

Foto Beto Heterovick – Divulgação

Norte de Minas

A ONG Instituto Gil Nogueira desenvolve ações de leitura junto à sociedade, como o projeto “Ler é Viver”, que já beneficiou mais de 50 mil crianças do ensino fundamental da rede pública de ensino do Estado de Minas Gerais. Ao longo dos seus 12 anos, mais de 1 milhão de livros foram lidos e interpretados em 50 escolas. O Instituto está anunciando uma parceria para estender o projeto “Ler é Viver Viajando” ao Norte de Minas.

Quatro escolas municipais das cidades de Várzea da Palma, Buritizeiros e Olhos D´Água serão as primeiras a receber o “Ler é Viver Viajando”, novo formato de difundir a literatura entre alunos da rede pública de Belo Horizonte e interior de Minas. Cerca de 400 alunos serão beneficiados, a partir de 5 de março, com o projeto, resultado da parceria firmada em dezembro de 2017 entre a Rima Industrial e o IGN de incentivo à leitura em escolas municipais instaladas em zonas urbanas, como as de Buritizeiro e Várzea da Palma e rurais, como as duas de Olhos D’Água.

Carmen Lima, gerente-geral do Instituto Gil Nogueira, explica que o novo formato do projeto terá uma redução da quantidade de livros na caixa de 50 para 30 livros, duas unidades de cada obra literária. Essa redução atende a pedidos de pais, alunos e professores que alegavam que o prazo para a leitura de 50 livros em um semestre era muito curto.

Os estudantes das escolas beneficiadas pelo projeto “Ler é Viver Viajando” terão um passaporte com dados pessoais e foto que será preenchido com a ficha cadastral de cada livro lido e o carimbo de um avião. No final do ano, ele será premiado de acordo com o número de aviões conquistados.

Outra novidade do IGN para o projeto “Ler é Viver Viajando”, para valorizar ainda mais o esforço do aluno, é o retorno da premiação com medalhas: de 9 a 11 carimbos, ele ganha uma estrela e medalha de bronze; de 12 a 14 carimbos, duas estrelas e medalha de prata, e o prêmio maior, três estrelas e a medalha de ouro vai para aquele que ler 15 livros. Os livros são enviados diretamente às escolas no início de cada semestre, recolhidos ao final e trocados por outras obras literárias, possibilitando a leitura de mais títulos. Cada sala de aula recebe um kit, facilitando o acesso das crianças.

As crianças são estimuladas a ler e a interpretar os livros a partir de incentivos como oficinas semanais de contação de histórias e a premiação semestral para aqueles com melhor desempenho na interpretação dos livros lidos, de acordo com uma avaliação pedagógica.

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