Vamos ouvir histórias?

Projeto de incentivo à leitura une magia dos livros e contação de histórias no Minas Shopping, de Belo Horizonte, neste domingo, 3 de fevereiro.

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Ouvir uma boa história é uma das atividades que mais desenvolve a imaginação e criatividade das crianças. Por isso, neste domingo, 3 de fevereiro, é dia de levar os pequenos para embarcarem no mundo da literatura com os contadores Aline Medeiros e Túlio Rocha, do projeto “Era Uma Vez – Oficina de Contação de Histórias”. A dupla narra histórias conhecidas e passadas de geração em geração.

A cada edição do projeto, que é uma parceria entre o Instituto Gil Nogueira (IGN) e o Minas Shopping, uma nova história é apresentada ao público, proporcionando uma divertida opção de lazer em família. A atividade terá início às 14h, no Piso 1 do Minas Shopping, em frente à loja Leitura. Toda a programação é gratuita, mas as vagas são limitadas. Outras informações no site www.minasshopping.com.br.

As histórias apresentam desfechos engraçados, com lições que se encaixam perfeitamente como aprendizado para toda a vida. “Não diga isso, Zeca” conta a história de um menino, que depois de ser corrigido pela mãe, se esforça para falar sempre a coisa certa, mas parece dizê-la sempre na hora errada. A mãe manda o Zeca comprar repolho. “Eca!”, ele responde. “Não diga isso, Zeca!”, ensina a mãe. Será que uma hora ele acerta?

No conto “Como Pipas no Céu”, as crianças vão embarcar em uma aventura com o personagem Carlinhos. Filho único, o menino adora brincar com seu videogame, mas sente-se sozinho, pois seus pais trabalham muito e não têm tempo para brincar com ele. Em uma viagem inesperada ao sítio de seu avô, Carlinhos vai descobrir o caminho para realizar seu maior sonho: voar. A história brinca com a imaginação das crianças e resgata a magia dos livros.

A atividade oferece um momento de diversão para que as crianças interajam com os contadores e compartilhem uma tarde agradável ao lado dos pais ou responsáveis.

“Narizinho arrebitado”

Mauricio de Sousa & A Turma da Mônica lançam o primeiro livro infantil adaptado do original de Monteiro Lobato.

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No ano em que a obra de Monteiro Lobato entra em domínio público, a turma mais amada pelas crianças e jovens do Brasil chega às livrarias para contar a primeira história infantil escrita pelo pai de todos os leitores: Monteiro Lobato.

Com ilustrações de Mauricio de Sousa, “Narizinho arrebitado”, agora publicado pela Girassol Brasil Edições, traz para o jovem leitor as primeiras peripécias da neta de Dona Benta, Lúcia, prima de Pedrinho, também conhecida por Narizinho. “Narizinho tem 7 anos, é morena como jambo, gosta muito de pipoca e já sabe fazer bolinhos de polvilho”.

Em “Narizinho arrebitado”, Monteiro Lobato apresenta o universo lúdico e fascinante do Sítio do Picapau Amarelo, onde fica a casa de sua avó, dona Benta, a partir das andanças de uma Narizinho mais do que simpática (nossa já conhecida Magali),sempre acompanhada de sua inseparável amiga, a tagarela boneca de pano Emília (aqui, vivida pela carismática Mônica).

Na beira do rio e no Reino das Águas Claras, Lúcia (ops, Narizinho) faz o que mais gosta: fica em contato e interage com a natureza, com os peixes e tudo que a cerca. É por ali que vive momentos lúdicos e inesquecíveis com o Doutor Caramujo – com o Príncipe Escamado, rei do Reino das Águas Claras – até ser chamada por Tia Anastácia para voltar para casa e reencontrar sua querida avó.

É uma aventura atrás da outra e a turma que Narizinho conhece não para por aí: a famosa barata, Dona Carochinha (e suas histórias que não terminam), o Maestro Tangará, o sapo Major Agarra, o Fura-Bolos e a renomada costureira francesa (Dona Aranha) trazem ao dia a dia de Narizinho momentos inesquecíveis e que criança alguma é capaz de se esquecer. No entanto, o maior desafio de todos estava por vir: salvar sua boneca e melhor amiga Emília, que ainda nem fala, de ficar cega….

O livro é uma adaptação de Regina Zilberman para o original de  Monteiro Lobato. Regina é licenciada em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutorada em Romanística pela Universidade de Heidelberg, na Alemanha. Seus estágios de pós-doutorado foram realizados na University College (Inglaterra) e na Brown University (Estados Unidos). É professora adjunta do Instituto de Letras, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e pesquisadora 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Autora de diversas obras, entre elas Como e por que ler a literatura infantil brasileira (2014) e Literatura infantil brasileira: uma nova outra história (2017), é uma das maiores especialistas brasileiras em Monteiro Lobato.

Fundada no ano 2000, a Editora Girassol Brasil nasceu com o objetivo de levar a crianças e jovens leitores livros com altíssima qualidade editorial e gráfica, que pudessem despertar o interesse pela leitura, além de também proporcionar momentos de diversão. Hoje, a editora tornou-se referência no mercado editorial. Com mais de três mil obras publicadas ao longo de sua história, a Girassol Brasil publica obras educativas e interativas, como contos de fadas, fábulas, literatura infantil e de estudo e pesquisa.

Os livros também são conhecidos pelo primoroso acabamento: pop-ups, com abas, som e cheiro, que encantam crianças e jovens. Com muita responsabilidade e dedicação, a editora busca constantemente se renovar e ter sempre em seu catálogo obras com as mais modernas tecnologias do mundo gráfico a favor do estímulo à leitura. São mais de 120 títulos ao longo de 11 anos de parceria entre a Girassol e a Mauricio de Sousa Produções.

Turma da Mônica – “Narizinho arrebitado”

Autor: Monteiro Lobato

Adaptação: Regina Zilberman; ilustrações: Maurício de Sousa

Apresentação na orelha: José Vicente – Reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares

Girassol Brasil

64 páginas; preço: R$ 34,90

Na casa do livro habita a palavra

26230221_1777122492298621_7345037740990890289_nEsta semana, eu conheci um lindo texto, através da neuropsicopedagoga, amiga virtual Eliane Maria Fernandes Campos, que publico abaixo para os leitores do blog. Esse texto é de autoria da poeta e escritora de Santa Catarina, Nic Cardeal, (FOTO) que descreve as sensações e responsabilidades de se frequentar uma livraria. Quem já pensou nisso? Pois lendo as reflexões de Nic Cardeal, entendi muitas das experiências por mim vividas nas livrarias físicas. Livraria é um local mágico, de uma atmosfera que nos faz flutuar em meio às propostas e fantasias que parecem se soltarem de dentro dos livros e nos envolver.

 

“Frequentar uma livraria exige respeito. Carinho e cuidado. Muita paixão. Também é preciso indignação. Ternura. Coragem. Gratidão.

É preciso fazer-se nu perante o mundo. Despir a roupa da alma. Para depois preenchê-la. Com amor – às palavras. “Tem que ter paixão por palavras. E viajar por estados de dicionários. Mundos de dicionários” (*).

Na casa do livro habita a palavra. Por isso exige silêncios. Uma livraria é como um berçário. Livros adormecem (e meditam) em livrarias. Acordam nas prateleiras. Aguardando novos lares. Livros são como filhos. De diversos pais – e lugares.

Frequentar uma livraria pede disciplina. A um só tempo, boas doses de anarquia. Encantamentos. E brincadeiras. Porque “um livro é um brinquedo feito com letras. Ler é brincar” (**)…

É bom estar sóbrio em uma livraria. Bêbado de tanta vida sendo sorvida. “Tem que seguir a trilha dos mestres antigos. Aqueles caminhos cheios de mistérios por onde andaram Andersen, Lewis Carroll e os Irmãos Grimm. Qualquer passeio tem que durar Mil e Uma Noites” (***).

Não há como entrar em uma livraria e sair ileso. Sem ser contagiado pela paixão por palavras. No arado da linha a palavra trabalha. Carrega pedras. Faz esculturas. Abre sulcos profundos no fundo da terra. Descobre fontes de água. Pode ser doce, salobra, salgada. De chuva, de bica, de poço, de poça.

Pode estar longe, guardando saudades, na seca árida da falta. A palavra dorme, acorda. Sonha presenças na curva da estrada. Traz horizontes pra bem perto da gente. A palavra – poção mágica.

Anjo, bruxa, alegrias imensas ou miúdas. Dores intensas, moídas. Personagens passeiam nas prateleiras de uma livraria. Sentimentos ligeiros. Emoções escondidas entre gavetas. Olhares profundos. Gargalhadas inusitadas. Brincadeiras de crianças.

Gnomos travessos, fadas estudiosas, lamparinas preguiçosas. Tudo é possível, passível, impossível, imprevisível, imprescindível em uma livraria – a guardadora das palavras…

Sair de uma livraria exige cuidado. Jamais sairemos iguais. Sairemos maiores, mais vastos, outros – até a próxima virada de página do livro – da vida!”

(* e ***) Stella Maris Rezende, in: ‘Esses Livros Dentro da Gente’, Rio de Janeiro: Casa da Palavra: 2007).
(**) Rubem Alves, na internet.

“Cinderela Pop”, o filme

A autora do livro “Cinderela Pop”, Paula Pimenta, é tão pop quanto as princesas sobre as quais escreve. Fenômeno da literatura infantojuvenil, suas vendas já chegam a quase um milhão de exemplares. E agora a autora vai deixar a sua marca no cinema nacional também com o filme homônimo, que estreia dia 28 de fevereiro.

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“Cinderela Pop”, releitura de um dos contos de fadas mais famosos da Disney, chega aos cinemas dia 28 fevereiro com Maisa Silva no papel da protagonista Cintia Dorella, a adolescente que descobre uma traição no casamento dos pais. Descrente no amor, ela vai morar na casa da tia e passa a trabalhar como DJ se tornando a Cinderela Pop. Mas ela não esperava que um príncipe encantado pudesse fazê-la se apaixonar. A atriz Maisa Silva também é youtuber e apresentadora muito popular.

A primeira vez que Cintia, uma cinderela moderna e nada borralheira, apareceu, foi em “O livro das princesas”, coletânea de contos idealizada pela Editora Galera Record com releituras de quatro clássicos. A história dessa adolescente cheia de atitude fez tanto sucesso que ganhou um livro próprio.

Aos 17 anos,em “Cinderela Pop”, Cintia vai morar com a tia após a separação dos pais. E é lá que ela aprende sobre música e mixagem de som. Agora DJ,  a garota vira sucesso nas festas sem que ninguém saiba a sua verdadeira identidade até que um dia as presenças da DJ e de Cintia são requisitadas na mesma festa.

Seu pai contratou a DJ Cinderela para tocar no aniversário das suas enteadas e faz questão que Cintia esteja lá para comemorar com as meias-irmãs. Como lidar com a situação? E detalhe: nessa mesma festa o cantor Fredy Prince (interpretado por Filipe Bragança), paixão platônica de Cintia, será uma das atrações.

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“Cinderela Pop” é dirigido por Bruno Garotti. Além de Maisa, o elenco conta com nomes como Fernanda Paes Leme, Sérgio Malheiros, Filipe Bragança, Giovanna Grigio e Marcelo Valle.

Paula Pimenta (na foto acima) é de Belo Horizonte, Minas Gerais, mas adoraria morar em um reino encantado e viver uma história de princesa. Começou sua carreira de escritora em 2001, com o livro de poemas Confissão. É autora das séries “Fazendo meu filme” e “Minha vida fora de série”, dos livros de crônicas “Apaixonada por palavras” e “Apaixonada por histórias”. Participou da antologia “O livro das princesas”, que deu origem a uma nova série iniciada com a história “Princesa adormecida”.

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“Ana e o Mundo do Avesso”

Lançamento da Paulus Editora aborda o medo de abandono e a solidão das crianças.

 

Ana-e-o-Mundo-do-Avesso-Capa-228x300Ana é uma menina esperta e sensível, que tenta descobrir qual é seu lugar no mundo. Para isso, ela viaja até o Mundo do Avesso em busca de respostas que nem sempre são fáceis de ser achadas, mas essenciais para que se encontre a verdadeira felicidade.

“No Mundo do Avesso, as pessoas andavam mais calmas, cuidavam umas das outras e respeitavam a todos. As diferenças eram aceitas e as pessoas se comunicavam sem medo”. 

“Ana e o Mundo do Avesso” é uma leitura indicada para crianças a partir dos 9 anos. A autora, psicóloga, arteterapeuta e educadora Mônica Guttmann fala sobre o medo e solidão que a pequena Ana sente com a chegada do irmão. Diante desses sentimentos ela busca refúgio no mundo da imaginação – o Mundo do Avesso. É nele que ela se sente segura e feliz.

“Medo e solidão não fazia parte desse mundo. Ana se dava conta de que medo e a solidão acontecem quando a imaginação está apertada sem luz e sem espaço para ser livre. No Mundo do Avesso de Ana, a imaginação era livre e ela se sentia protegida e feliz”.

Por meio da leitura, a autora mostra a importância da presença dos pais na vida das crianças. Nesta história, a vida de Ana muda, quando os pais adentram em seu Mundo do Avesso. A partir de então, ela não se sente mais comparada com ninguém, o medo e a solidão cedem espaço para a segurança e o amor. “Seus pais aprenderam a escutar e conversar sobre seus sentimentos e emoções, o medo e a solidão que a acompanharam durante tanto tempo desapareceram”.

De acordo com Mônica, a personagem Ana representa o lado mais autêntico e sensível de todos: adultos e crianças. “Ana representa nosso lado ingenuamente saudável e autêntico, que crianças e adolescentes lutam tanto para preservar e na maioria das vezes não conseguem. Representa crianças e adolescentes dentro e fora de nós que não desistem de ter a liberdade de ser quem são e transformar apenas aquilo que necessita ser transformado”, conclui.

Mônica Guttmann também é professora do curso de formação em arteterapia do Instituto Sedes Sapientiae (SP), da Associação Palas Athena (SP), e professora convidada em universidades, instituições e espaços culturais no Brasil e no exterior. Oferece assessoria e supervisão para profissionais e instituições de saúde e educação, assim como palestras e cursos sobre arteterapia, educação e psicologia, no Brasil e no exterior. Autora de diversos livros voltados para adultos e crianças.

O livro traz ilustrações de Bill Borges, tem 32 páginas, custa R$ 42,00 e pode ser comprado no site da editora: https://www.paulus.com.br/loja/ana-e-o-mundo-ao-avesso_p_4942.html

Os novos consultores do Clube Leitura

A ampliação da equipe busca atingir novos públicos, tornar mais diversa a experiência literária e contribuir para a formação de novos leitores

 

Para garantir mais leitura em 2019 e possibilitar experiências literárias ainda mais interessantes e diversificadas para os leitores de todas as idades, o Clube Leitura divulga a relação de novos consultores literários. Além de Menalton Braff, que indica obras para o Clube Leitura Adulto e Família, passam a integrar a equipe de consultores literários Ilan Brenman, Babi Dewet, Cris Correa, Márcio Fernandes, Daiana Garbin e Flávio Gomes.

Para Igor Mendes, gerente do Clube Leitura, “um dos nossos propósitos é  quebrar barreiras e contribuir para que os leitores superem preconceitos e se abram a novas possibilidades de leitura. Essa nova formatação mantém a ideia da escolha de obra mensal e da possibilidade de navegar, de forma ainda mais ampla, entre vários estilos dentro da mesma assinatura”.

Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

Ilan Brenman é considerado um dos mais importantes autores de livros infantis do Brasil da atualidade. Já publicou mais de 70 livros (alguns premiados e traduzidos para países como Alemanha, França, Itália, Polônia, Suécia, Dinamarca, Espanha, Portugal, México, Argentina, Coreia e China). Ganhou diversas vezes o selo “Altamente Recomendável” pela Fundação Nacional do Livro Infanto Juvenil. É o autor do best-seller internacional: “Até as princesas soltam pum.”

É doutor e Mestre pela faculdade de Educação da USP, bacharel em psicologia pela PUC de São Paulo. Seus trabalhos acadêmicos ressaltam a importância da literatura infantil e juvenil com muito respeito a inteligência e a sensibilidade da criança e do jovem leitor. Ilan circula pelo Brasil há quase 20 anos ministrando palestras nas áreas educativas e culturais. Foi colunista da Revista Crescer, entre 2011 e 2017, onde debatia assuntos ligados à educação e cultura. E desde 2014 tem uma coluna na Rádio CBN sobre Educação e Literatura. No Clube Leitura, Ilan indicará obras de literatura infantojuvenil e Young Adult (YA).

thumbnail_Babi Dewet foto divulgaçãoBabi Dewet nasceu no Rio de Janeiro, passou grande parte da adolescência em Alto Paraíso (GO) e mora em São Paulo. É formada em Cinema e dona de uma escola com projeto de reeducação para jovens. Amante de música, Babi é apaixonada por cultura pop, YA e bandas britânicas. Possui um canal no Youtube sobre KPop e livros. E é apresentadora de shows e eventos de cultura coreana.

Leitora assídua, Babi sempre quis ser uma rockstar, mas acabou escrevendo livros sobre o assunto. Começou sua carreira literária escrevendo fanfics. Publicou “Sábado à noite” inicialmente de forma independente em 2010 e a trilogia pela editora Generale, em 2011. Também escreveu um dos quatro contos do livro “Um ano inesquecível”, publicado pela editora Gutenberg e com a participação das escritoras nacionais Paula Pimenta, Bruna Vieira e Thalita Rebouças. Atualmente, já publicou dez livros, incluindo a série “Cidade da música” (Gutenberg), o conto da Mônica no livro “Turma da Mônica Jovem – Uma viagem inesperada” com o Maurício de Sousa (NEMO), coletâneas e o “Kpop – Manual de Sobrevivência” (Gutenberg). No Clube Leitura, Babi indicará obras de literatura infanto-juvenil e Young Adult (também para o Clube Leitura Adulto).

thumbnail_Cristiane Correa v2 - Credito Arquivo AutoraCris Correa é jornalista formada pela Faculdade  Cásper Líbero, com especialização em Publishing pela Universidade Yale. Atua ainda como palestrante, especializada em negócios e gestão. Antes de se dedicar à carreira de escritora, trabalhou por 12 anos na revista Exame. Foi eleita pela revista Época como uma das personalidades mais influentes do Brasil.

É autora de “Sonho grande”, obra que narra a trajetória dos empresários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, donos da ABInbev, Lojas Americanas, Burger King e Kraft Heinz. O livro foi também publicado nos Estados Unidos, Portugal, Coreia, China, Taiwan e Vietnã. Em 2015, Cristiane lançou seu segundo livro: “Abilio – determinado, ambicioso, polêmico”, que conta a história de Abilio Diniz. Seu trabalho mais recente é “Vicente Falconi – O que importa é resultado”, publicado em outubro de 2017. Juntos, os três best sellers já venderam mais de 550 mil exemplares. No Clube Leitura, Cris Correa indicará biografias e livros de não-ficção.

thumbnail_Marcio Fernandes - Credito Arquivo AutorMárcio Fernandes é Administrador de Empresas, pós-graduado e com MBA em Finanças pela USP, no Brasil, e outros desenvolvimentos nos Estados Unidos e Europa, em universidades como Stanford (Inglaterra), Insead (França) e IMD (Suíça). Foi nomeado, aos 36 anos, presidente da Elektro, uma das maiores distribuidoras de energia elétrica do país, onde criou uma nova Filosofia de Gestão que desafia o modelo tradicional e propõe ao mundo corporativo uma nova possibilidade. Publicou os livros “Felicidade dá lucro”, em 2015, e “O fim do círculo vicioso”, em 2017. Hoje em Dia, atua como conselheiro independente e palestrante. No Clube Leitura, Márcio irá indicar títulos sobre gestão e desenvolvimento pessoal.

Márcio foi considerado pela revista Você S/A o líder mais admirado do Brasil em 2014, obtendo a maior pontuação da história da pesquisa, com 98,3% de satisfação e engajamento de seu time. Em 2016, foi nomeado Executivo de Valor em seu setor pelo Jornal Valor Econômico. Em 2017, alcançou 100% da confiança de seus, até então, quase 4 mil colaboradores de acordo com a pesquisa GPTW e foi considerado, pela segunda vez, o líder mais admirado do Brasil pela revista Você S/A.

thumbnail_Daiana Garbin - foto divulgaçãoDaiana Garbin é jornalista formada pela Universidade de Caxias do Sul e estudante de Psicanálise no Instituto Sedes Sapientiae (São Paulo). Começou sua trajetória como locutora de rádio aos 18 anos. Aos 24 anos, iniciou a carreira em televisão, onde atuou como repórter, editora, produtora e apresentadora. Durante oito anos trabalhou como repórter na Rede Globo em São Paulo. Em abril de 2016, deixou a TV para dedicar-se ao projeto EuVejo Youtube.com/daianagarbin em que discute questões relacionadas aos transtornos alimentares, autoimagem e saúde mental. O canal EuVejo no YouTube tem hoje mais de 110 mil inscritos e mais dois milhões e meio de visualizações.

Em outubro de 2017, Daiana lançou seu primeiro livro, o best-seller “Fazendo as pazes com o corpo”. Na obra, conta como foi conviver por 22 anos com transtorno alimentar e o sofrimento que a relação doentia com a comida causa na vida das pessoas. O livro trata também da relação da autoestima e da autoconfiança na vida das mulheres e traz explicações médicas, entrevistas com psicólogos, psiquiatras e nutricionistas. No Clube Leitura, Daiana indicará obras sobre bem-estar, qualidade de vida e assuntos relacionados.

thumbnail_Flavio Gomes - Foto divulgaçãoFlávio Gomes é jornalista, com passagem por veículos como Popular da Tarde, Folha de S.Paulo, revista Placar e as rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Transamérica, Eldorado e Estadão-ESPN. Na TV, esteve por oito anos na ESPN Brasil e hoje é comentarista do canal Fox Sports. Seu blog e o site Grande Prêmio, no ar desde 1996, já passaram pelos portais iG, MSN e UOL. Cobriu mais de 250 GPs de Fórmula 1, além de Olimpíadas e Copas do Mundo.

Publicou em 2005, a coletânea de crônicas “O Boto do Reno”. Em 2017, lançou seu primeiro romance, “Dois cigarros”. É um leitor voraz e ama dos clássicos a Senhor dos Anéis. No Clube Leitura, irá indicar surpreendentes obras de ficção.

Como funciona o clube

A Leitura, uma das principais redes de livraria brasileiras, com 70 lojas espalhadas em todo o país, lançou, em 2018, o Clube Leitura – o primeiro clube de assinaturas criado por uma empresa do varejo em território nacional. Oferece as seguintes modalidades de assinatura: Clube Leitura Adulto; Clube Leitura Kids & Teens, com indicações de livros infantojuvenis; Clube Leitura Família, que reúne as indicações dos quatro consultores, a partir de uma única assinatura – modelo pioneiro em todo o Brasil; e o Clube Leitura Kids & Teens – Turma da Mônica.

São sete possibilidades de combinação, entre um ou mais livros ou diferentes faixas etárias. As assinaturas custam a partir de R$ 34,90 (mais frete) no Clube Leitura Kids & Teens (no caso de um livro mensal) e podem chegar a R$ 99,90 (mais frete), no caso da modalidade Clube Leitura Família, na opção completa, que compreende dois livros adultos e um livro infantil. Um mimo especial é enviado mensalmente, independentemente da modalidade escolhida. Quem já é assinante, poderá ampliar o plano com a nova categoria Clube Leitura Turma da Mônica por um preço diferenciado: R$ 39,90/mês (mais frete). Para novos assinantes, a assinatura custará R$ 44,90/mês (mais frete).

As assinaturas podem ser feitas pelo site www.clubeleitura.com.br e em todas as lojas físicas da rede, em todo o Brasil.

Dois clássicos de Monteiro Lobato

A boa notícia chega da Autêntica Editora: este mês, tem lançamento de duas novas edições para os  clássicos “Reinações de Narizinho” e “Sítio do Picapau Amarelo”, de  Monteiro Lobato, fundador da literatura infantil brasileira.

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“Reinações de Narizinho”, (1931), primeiro livro de Monteiro Lobato para crianças, traz uma série de aventuras independentes, a maior parte passada no “Sítio do Picapau Amarelo”, embora elas aconteçam também em outros lugares, como o Reino das Águas Claras e o País das Fábulas. É neste livro também que somos apresentados a alguns dos personagens que vivem no sítio e que vêm encantando diversas gerações de crianças do Brasil.

 

 

 

afc2b02b-e28a-47c1-b40a-d35b8faf53edEm “O Picapau Amarelo”, (1939), a turma do sítio se encontra com seres da mitologia grega, como Pégaso e Quimera; personagens de contos de fadas europeus, como Cinderela, Pequeno Polegar, Chapeuzinho Vermelho; e personagens clássicos da literatura mundial, como Capitão Gancho, Peter Pan, Dom Quixote, Aladim… É que o Mundo da Fábula resolveu se mudar para o sítio com seus castelos, suas carruagens, seus animais e foi então que as mais incríveis aventuras começaram.

Os livros são apresentados de forma criativa e original pela premiada escritora Maria Valéria Rezende, lobatiana de raiz, que conta:

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Sônia Junqueira, editora da coleção, também fala sobre sua ligação com Monteiro Lobato no blog da Autêntica. Ela é escritora, editora dos livros de Monteiro Lobato e responsável também pela editoria de infantis e juvenis na editora:

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Ela continua: “Não fui a única: acontecia com todas as crianças que liam aqueles livros mágicos. Em suas páginas nos transportávamos para mundos inimagináveis, para universos indescritíveis, e nossas mentes se abriam e queriam saber, e perguntavam, e procuravam respostas  e nossa ideia de mundo se alargava, enriquecida. Foram muitas as gerações de “lobatianos” e todas elas continuam fiéis a esse grande escritor, cujos personagens de certa forma representaram, para nós, o mesmo que Harry Potter e sua turma para gerações mais recentes, numa outra medida.

Agora, aos 73 anos, tenho a enorme alegria de coordenar uma edição daqueles livros que tanto me encantaram. É um outro jeito de eu me transportar novamente para aquele sítio e reviver emoções, sob nova perspectiva. É um outro prazer, o de entregar a novos leitores essa riqueza tão eterna. E é recordar com carinho o começo de minha vida de leitora apaixonada e fiel – à leitura, aos livros, à Emília que eu tanto queria ter sido. Isso é ou não é a maior das galantezas?”

“Reinações de Narizinho” custa R$ 44,90, tem 352 páginas e foi ilustrado por Diogo Droschi.

“Sítio do Picapau Amarelo” custa 39,80, tem 176 páginas e também foi ilustrado por Diogo Droschi.

Onde comprar

Amazon https://www.amazon.com.br/Reina%C3%A7%C3%B5es-Narizinho-Monteiro-Lobato/dp/8551304453/ref=sr_1_6?ie=UTF8&qid=1547058466&sr=8-6&keywords=reinacoes

Travessa

https://www.travessa.com.br/reinacoes-de-narizinho/artigo/4975044d-cf71-4cde-9243-0b8b0751ad38?pcd=041&gclid=EAIaIQobChMIjM_S2arh3wIVDYTICh3DLQ3aEAkYASABEgIA-_D_BwE

Site da Autêntica

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“Cabra-cega”

Suspense e aventura na cidade de Vassouras. Mistura de thriller à brasileira com romance de formação, “Cabra-cega” conta a história de um garoto que se depara com segredos ao redor de sua própria família.

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Antes de começar a falar deste lançamento da Zit Editora, eu gostaria de lembrar o que é cabra-cega. Quem já brincou de cabra-cega? Como muitas brincadeiras de rua ou de terreiro de casa foram deixadas de lado, então, eu explico que cabra-cega é um jogo recreativo, em que um dos participantes, de olhos vendados, procura adivinhar e agarrar os outros. Aquele que for agarrado passará a ficar com os olhos vendados. No mundo moderno é um jogo infantil, mas na Idade Média foi um passatempo palaciano.

Ao ler o livro, senti que o nome remete à condição do personagem principal da trama que, mesmo sem saber, ele é conduzido a descobrir algo, a se agarrar com um fato surpreendente.

E que personagem é esse? Ele é Ed, um garoto muito inteligente e curioso, mas menos valente do que gostaria. Ele está de férias na casa dos avós, na cidade carioca de Vassouras, “um lugar onde o tempo se esquecia de passar. Quando eu chegava, encontrava tudo como antes, como se eu não tivesse ido embora”.

Onde costuma gastar as tardes jogando pelada ou participando dos campeonatos de cuspe a distância. Ir para os lados da estrada de terra é proibido. Assim como é proibido indagar sobre quem é Coxo, o velho de pés tortos, cego e com cicatrizes profundas que fazem dele uma mistura de Coringa com Duas Caras.

Naquele verão, porém, a curiosidade de Ed está mais aguçada do que o normal. E uma sequência de acasos faz com que fique ainda mais incontrolável o desejo de desvendar os segredos que parecem rondar a cidade. Quem é Coxo, afinal? É verdade que cometeu um crime no passado? Quem é a mulher lindíssima que ajuda Ed a se levantar de um tombo e que mora no casarão amarelo misterioso”?

Os medos do garoto são muitos e ele não consegue ficar sozinho, daí ele ir pro quarto dos avós e dormir no colchão ao pé da cama da avó. Esse medo começa depois de ele assistir um vídeo sobre o guepardo, o “animal mais rápido do mundo, que pode chegar a uma velocidade de 120 km/h” _ destaca a autora _ e uma sequência de imagens dele perseguindo um grupo de gazelas.

O medo ainda se mantém por outro motivo especial: o menino conheceu o Coxo.

“Antes do sol pegar no sono, os moleques paravam o jogo e todos nós íamos pro início de uma estrada de terra que ficava ao lado do campo de futebol. Lá, a gente esperava pelo Coxo, um homem meio velho e de pés tortos. O Coxo era cego. Cicatrizes profundas desenhavam o seu rosto. Ele era uma mistura de Coringa com Duas Caras. Todo dia, o Coxo aparecia na estrada de terra andando na direção do centro da cidade.

Diziam que ele tinha cometido alguns crimes quando mais jovem, coisas que garoto novo não devia saber. Todos os moleques tinham medo do Coxo.

Quando ele passava, a molecada fazia silêncio. A gente olhava o arrastar da perna dele. Os pés tortos rabiscavam o barro da estrada. Quando o Coxo parava, todos os moleques brincavam de estátua.

Silêncio”.

Ed evitou confrontar com o Coxo por algum tempo, preferindo outras aventuras. Até que, um dia…

“Alguém me agarrou pelo pescoço.

E a mão na minha boca abafou os meus gritos.

Fui jogado no chão e, por cima de mim, senti um peso pesado.

E aí eu vi aquele que eu não queria ver. Eu olhava de perto os olhos mortos que, sem ver, enxergavam. Gritei muitos gritos abafados pela sua mão…

O Coxo não só grunhia, ele falava. Sua voz era mais assustadora que seu rosto. Era cavernosa! Eu me debati. Queria me soltar. Minha vontade não atendida reagia com gritos contidos pela mão do Coxo…

Senti minha calça molhar, eram alguns dos meus gritos saindo por baixo. Outros saíram pelos olhos. E o Coxo riu uma risada debochada do meu pânico…

Mas o pior estava se aproximando”.

Logo as investigações do garoto vão fazê-lo desconfiar que muito de todo aquele mistério aponta, surpreendentemente, para sua própria família. Há algo no passado de seu avô, que a tristeza de sua avó não consegue de todo esconder. Há muito a descobrir e parte dessas descobertas podem apontar para fatos dolorosos e trágicos do passado.

Vou contar só um pouquinho da trama para você:

“E a porta abriu.

Um ar ainda mais fedido veio me receber. E eu vi uma escada. Estava escuro lá para baixo. Procurei um interruptor. Achei.

Acendi a luz. Da escada.

E desci.

Nossa! O cheiro lá embaixo era quase insuportável. Suor, cocô, mijo. Tudo misturado.

Outro interruptor. E acendi. A luz. Um porão.

E eu vi… um homem preso numa jaula.

Ele quando me viu, ficou inquieto. Fazia sons. Mas não falava.

A sua boca sem dentes.

E

A sua língua cortada!

E ele me olhava sem me entender.

E os seus sons

Eu na entendia”.

Qual o segredo atrás desse homem enjaulado? Por quê?

Com uma trama que deixa o fôlego do leitor em suspenso da primeira até a última linha, “Cabra-cega” é um delicioso thriller à brasileira. E é também um romance de formação. Romance breve, voltado ao público infantojuvenil, que resgata o melhor da tradição ficcional brasileira em retratar as peripécias de jovens experimentando a transformação do amadurecimento. Envolto em reviravoltas e em revelações, Ed acaba se deparando com o fato de que a vida não é exatamente um embate entre o bem e o mal. E que as pessoas e relações nem sempre cumprem o roteiro que haviam planejado.

A autora Cacau Vilardo nasceu no Rio de Janeiro, formou-se em letras, formação do ator e direito. Além dos livros “Era uma vez”… e “Vôvó”, é também autora dos contos “Mulher de 50” e “A alcoviteira”, que ganhou o 3º lugar no Prêmio Paulo Britto de Prosa e Poesia. Colaborou com o roteiro do curta-metragem “A má notícia” selecionado para o 16º Festival de Filmes de Tiradentes. É membro do Vancouver Writers Fest, ministrante de workshops de storytelling e palestrante em feiras de livros e escolas.

O livro “Cabra-cega” tem 144 páginas e custa R$ 32,30. À venda nas livrarias ou na loja virtual  www.fokaki.com.br

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Museu do colecionador

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Certos livros, séries e filmes fazem fãs perenes. É o caso das sagas de Harry Potter, Star Wars, Game of Thrones, The Beatles, Piratas do Caribe, que ganharam um site com uma grande variedade de produtos sobre os heróis e relíquias por trás de cada um desses títulos.

 

 

 

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A empresa Museu do Colecionador surgiu com a proposta de oferecer produtos inovadores, com variedades e qualidade internacionais. Hoje, o empreendimento vende para todo o Brasil.

 

 

 

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Segundo os dirigentes do negócio, eles têm como prioridade a oferta de variedade de produtos de qualidade, com o melhor preço do mercado, possibilitando a compra de produtos importados diretamente dos Estados Unidos, Londres, Alemanha e China. Facilitando, assim, a compra e recebimento do produto no conforto de sua casa.

 

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O objetivo dessa turma é ser referência em venda pela internet de produtos importados.

 

 

 

 

 

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O link do museu é https://museudocolecionador.com.br/

HQ da Turma da Mônica chega aos EUA

Monica Adventures faz sua estreia, nesse mês de janeiro, ao estilo Graphic Novel pela Editora Papercutz pelo selo Charmz.

 

thumbnail_image002NOVA IORQUE, NY:  Papercutz, uma das editoras de graphic novels infantis mais inovadoras nos Estados Unidos, continua sua longa tradição de publicar alguns dos melhores quadrinhos do mundo com Monica Adventures. Os leitores americanos agora poderão conhecer a turma mais amada do Brasil na versão Turma da Mônica Jovem.

Monica Adventures começa com Mônica, Magali, Cascão e Cebola aproveitando as gloriosas férias na praia até que o ex de Mônica, Tony, decide chegar na festa. Embora Cebola e Mônica tenham tido suas diferenças quando crianças, eles evoluíram seu relacionamento que tornou-se uma paixão. Logo depois de voltar para a escola, os quatro amigos devem achar uma forma de ganhar dinheiro suficiente para assistir a um filme juntos, enquanto o Cebola encontra novas maneiras de impressionar Mônica e manter Tony à distância!

thumbnail_image001Cascão é o amigo e braço direito do Cebola, adora e pratica esportes enquanto Magali se encaixa perfeitamente no papel de fã fitness, cuidando bem mais do corpo, preocupando-se com a alimentação e praticando esportes, enquanto continua essa amiga super carinhosa que adora gatos. Cebola, por outro lado, é um rapaz inteligente, humanitário que quer mudar o mundo para o bem enquanto sua paixão, Mônica, é a líder romântica, empoderada e reconhecida como líder da turma. Juntos, os personagens criam uma química irresistível que deixa o leitor ligado até a última página.

O lançamento dos personagens de Mauricio de Sousa chega aos EUA, como um produto de sucesso absoluto no Brasil, no ano em que se completam 60 anos de publicação da primeira tira do Bidu e Franjinha na Folha da Manhã, em 1959.

“Sempre quis mostrar nosso trabalho em quadrinhos nos EUA de onde vieram grandes publicações que me inspiraram em início de carreira no Brasil. E temos, nessa produção, o tempero brasileiro que vai interessar bastante aos leitores americanos”, fala Mauricio de Sousa. “Esse conteúdo tem apelo universal e preenche uma necessidade que não está sendo atendida hoje”, diz Terry Nantier, editor da Papercutz. “É por isso que estamos tão animados com o potencial aqui nos EUA.”

Monica Adventures pode ser encontrado nas livrarias independentes, nas principais livrarias de comics e nas bibliotecas. Também estarão disponíveis para compra no site da Papercutz (http://papercutz.com/kids-comics-graphic-novels/monica)  e na Amazon.