“Pé de pipa”

Neste livro de imagem, que será lançado no sábado (27/4), pela Crivinho Editora, o leitor tem espaço para a criação, podendo acrescentar ao desenho da história o seu próprio olhar.

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Ao pé de uma árvore, crianças de todas as cores, nacionalidades e culturas se reúnem para construir pipas. Não demora muito e o céu logo se enche com os tons vibrantes das pipas e rabiolas, que atravessam as nuvens. Da belíssima savana africana à cidade mais iluminada; do alto de um dourado templo chinês ao topo de um morro carioca, as pipas invadem o horizonte…

Essa pode ser uma das várias possibilidades de “Pé de Pipa”, o novo lançamento da Crivo Editorial pelo selo Crivinho, que será neste sábado, dia 27/4, de 10:00h às 13:00 horas, no Museu das Minas e do Metal, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte.

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Neste lindo livro de imagem, dos autores Juliana Galvão e Maurizio Manzo, o leitor (observador) tem espaço para a criação e para a oralidade, podendo acrescentar ao desenho da história o seu próprio olhar.

Sob a sombra do Pé de Pipa, todas as culturas compreendem-se numa só linguagem: diversão na diversidade. A ausência de palavra potencializa a comunicação, reforçando uma leitura singular e repleta de possibilidades, independentemente de idade, gênero ou nacionalidade.

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“O Pé de Pipa pode representar muitas coisas: o ponto de encontro de milhares de crianças, a fonte comum dos sonhos, ou um portal que leva para todos os lugares do mundo!”, explica o editor Lucas Maroca de Castro.

“Mas não há dúvida de que o Pé de Pipa é o ponto de partida para inúmeras histórias que, para muito além das palavras, podem ser contadas, reinventadas e contadas várias vezes”.

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Juliana Galvão é formada em Letras, com mestrado em Estudos Literários. Atua como editora de textos há mais de dez anos, preparando e revisando livros acadêmicos, institucionais e de ficção.

Maurizio Manzo é formado em design gráfico com especializações em design editorial e em arte e cultura mineira. Já ilustrou vários livros e este, em particular, o fez lembrar da sua infância, quando fazia pipas com seus amigos.

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