“Era uma vez”

Quem comanda a narração de histórias é a dupla Tatiane Moreira e Roberta Colen, do grupo Filhas da Terra - Foto: Divulgação
Quem comanda a narração de histórias é a dupla Tatiane Moreira e Roberta Colen do grupo Filhas da Terra – Foto: Divulgação
As férias escolares estão quase chegando ao fim. Para aproveitar o período de descanso, o projeto “Era Uma Vez – Oficina de Contação de História” promove neste domingo, 28 de julho, uma divertida tarde em família com dois encantadores contos infantis. Quem comanda a atração é a dupla Tatiane Moreira e Roberta Colen, do grupo Filhas da Terra, que prometem entreter visitantes de todas as idades.

 

A contação será no Piso 2, em frente à padaria Pão Pão. Fruto da parceria entre o Instituto Gil Nogueira (IGN) e o Minas Shopping, o projeto busca oferecer atividades de lazer que aliam conhecimento e o hábito da leitura para as crianças. A programação é gratuita.

A primeira narrativa, “Histórias do Mar”, se passa em uma época em que não haviam histórias no mundo. As pessoas não sonhavam e também não se reuniam para trocar experiências. Triste com esta realidade, Mazanendaba sai pelo mundo em busca de histórias. Com ajuda de uma esperta águia e de um sábio golfinho, a menina vai encontrar o que procura no fundo do mar.

Em seguida, a dupla apresenta “A menina que queria ser sereia”. A narrativa acompanha a história da pequena Carol, uma pequena sonhadora que fantasiava em morar na praia. Cheia de imaginação, a menina amava sereias e acreditava que se fosse morar a beira mar teria a chance de ver uma sereia de perto ou, até mesmo, se tornar uma delas.

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Contadoras de histórias há cinco anos, a dupla Filhas da Terra propõe um encontro de histórias e escutas por meio da oralidade de contos infantis de todo o mundo. A arte educadora e contista Tatiane Moreira aborda a cultura negra e a indígena por meio da literatura infantil e infanto-juvenil. Roberta Colen, educadora com mais de cinco anos de experiência, traz para a contação o ativismo para inclusão de pessoas com deficiência.

O Instituto Gil Nogueira é uma ONG qualificada pelo Ministério da Justiça como Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). Foi constituída, em 2006, com o objetivo de reduzir o analfabetismo funcional por meio da leitura, desenvolvendo ações junto à sociedade, como o projeto “Ler é Viver”, que já beneficiou mais de 60 mil crianças do ensino fundamental da rede pública de ensino do Estado de Minas Gerais. Ao longo dos seus 13 anos, mais de 1 milhão de livros foram lidos e interpretados em 57 escolas.

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