“A pequena Alice”

450xNEm 1890, o escritor britânico Lewis Carroll (1832-1898) decidiu adaptar seu livro de maior sucesso para os pequenos leitores. E tal Alice ao beber da poção misteriosa e encolher, também Alice in Wonderland, que ele publicou com sucesso em 1865, virou The Nursery Alice, livro que agora a Editora Barbatana publica com o título “A pequena Alice” em deliciosa tradução da escritora Cristina Porto, uma das mais prestigiadas autoras da literatura brasileira para crianças.

Com a adaptação, conforme Carroll comenta no prefácio de sua obra, sua pretensão era ampliar ainda mais seu leitorado: “Minha ambição agora (ou seria uma vã ilusão?) é ser lido por crianças de ‘nenhuma idade’ aos cinco anos. Ser lido? Não, nem tanto! Melhor dizer ser folheado, amassado, ser beijado pelos pequenos iletrados, aqueles que ainda não conheceram o ‘reino da gramática’, aquelas criaturinhas cheias de dobras e covinhas, que enchem o espaço onde estão com gritarias e alegres algazarras, deixando em nosso coração a mais suave das alegrias!”.

E assim nascia, pelas mãos do próprio Lewis Carroll, a primeira adaptação de Alice no País das Maravilhas. Logo viriam muitas outras! Para ficarmos em uma animação, como não nos lembrarmos da realizada por Walt Disney, em 1951? Em um filme? Quem não se lembrará da versão feita por Tim Burton, em 2010?

A edição original da adaptação de Carroll contém 20 reproduções ampliadas e coloridas das ilustrações originais de Sir John Tenniel (1820-1914), com as quais Carroll dialoga, perguntando aos pequenos leitores sobre seus minuciosos detalhes. Encerra a edição um posfácio escrito por Cristina Porto. O motivo não poderia ser outro: Alice no País das Maravilhas é realmente, o meu livro de cabeceira. Sempre esteve por perto. E sempre estará”. A quarta-capa de “A Pequena Alice” traz uma grande surpresa: um QR-Code transporta os pequenos leitores (de todas as idades) para Alice in Wonderlad, a primeira adaptação cinematográfica do clássico de Carroll, realizada em 1903 pelos cineastas britânicos Cecil Hepworth (1874-1953) e Percy Stow (1876-1919).

O autor

Lewis Carroll, pseudônimo de Charles Lutwidge Dodgson (Daresbury, Cheshire, 27 de janeiro de 1832-Guildford, Surrey, 14 de janeiro de 1898), foi escritor, lógico, matemático e fotógrafo britânico. Escreveu diversas obras de grande sucesso, sendo as mais conhecidas Alice no País das Maravilhas (1865) e Alice Através do Espelho (1871).

O ilustrador

Sir John Tenniel nasceu em 28 de fevereiro de 1820, viveu e morreu em Londres em 25 de fevereiro de 1914. Dono de uma obra extensa, ficaria para sempre marcado por seu trabalho de ilustrador das primeiras edições das principais obras de Carroll, tanto em Alice no País das Maravilhas, como em Alice Através do Espelho.

A tradutora

Cristina Porto é paulista de Tietê. Formou-se em Letras pela Universidade de São Paulo. Desde o começo de sua carreira profissional, em 1971, sempre esteve ligada à criança: como professora de alfabetização, durante sete anos, em uma escola municipal da periferia de São Paulo; depois, como funcionária da Editora Abril, no departamento de publicações infantojuvenis, onde trabalhou para as revistas Recreio, Alegria e Corujoca, como colaboradora e editora; a partir de 1980, como escritora, estreando com o livro Se, será, Serafina?, editado pela Ática.

Entre 1981 e 1983, participou, como coordenadora geral, do projeto Taba: histórias e músicas brasileiras, criado e editado por Sonia Robatto e a equipe do estúdio que levava seu nome. Depois disso, passou a dedicar-se exclusivamente à literatura; tem, hoje, mais de 50 livros publicados por várias editoras, dentre os quais, os premiados Serafina e a criança que trabalha – prêmio de Melhor Livro Infantil Informativo, conferido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), em 1996, e O diário escondido de Serafina (Ática) – prêmio de Melhor Livro Infantil, conferido pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), em 1997, ambos publicados pela Editora Ática.

De Cristina Porto, a Edições Barbatana publicou em 2017 o livro Caderno alado: a passarada do Infinito em prosa e verso.

O livro “A pequena Alice”, de 72 páginas, pode ser comprado no site http://www.edicoesbarbatana.com.br/pd-4e9dac-a-pequena-alice. Valor: R$ 40,00.

Adaptações de livros e HQs no cinema

Essas iniciativas podem ser fieis ou não aos originais? A versão cinematográfica ajuda ou atrapalha as versões impressas?

 Sucesso do filme de “It, A Coisa”, que bateu o recorde de filme de terror, foi baseado no livro homônimo de Sthephen King

Sucesso do filme de “It, A Coisa”, recorde de filme de terror, foi baseado no livro homônimo de Sthephen King

Matéria do site de notícias “24 Horas News” mostra que adaptações de livros e quadrinhos para o cinema são muito mais frequentes do que um espectador mais desavisado pode pensar: muitas obras, antes de chegarem às telas, já eram livros que foram aclamados pela crítica ou sucesso de público. Entretanto, apesar de se colocarem dessa forma, ler um livro e ver um filme são experiências narrativas completamente diferentes e não é incomum que boa parte das histórias originais se percam no meio do caminho – ou nunca fizeram parte do plano de roteiro da produção. Por outro lado, obras que trabalham integralmente o conteúdo escrito acabam não agradando. Afinal, é possível ser fiel ao adaptar um livro ou história em quadrinhos para o cinema?

Do papel para as telas

O que não faltam são exemplos de adaptações de um meio para o outro – tanto aquelas que deram muito certo, quanto as que foram verdadeiros erros do início ao fim. Isso, contudo, não faz necessariamente com que a história seja ruim, muito menos que o original seja ruim, são apenas particularidades envolvidas nesse processo. Ler um livro é uma coisa, ver um filme é outra.

São mídias divergentes que, embora possam dialogar entre si, cada uma tem seu próprio universo e é regida por códigos internos, isso acaba por dificultar a tarefa de transposição. Como o sociólogo Marshall McLuhan escreveu em uma de suas obras, “o meio é a mensagem”, ou seja, a mídia exerce grande influência no produto final e em como ele será consumido. Uma mesma narrativa pode se tornar um clássico da literatura, mas ter versões falhas no cinema: o problema é a inadequação que acontece entre a história e o veículo, não se restringe a uma das partes. Por exemplo, quantas vezes Romeu e Julieta já não viraram filme, mas a peça jamais perdeu seu status de ser uma das maiores obras já feitas em língua inglesa.

Adaptação de “Watchmen” peca justamente por ser excessivamente fiel aos quadrinhos de Allan Moore

Adaptação de “Watchmen” peca justamente por ser excessivamente fiel aos quadrinhos de Allan Moore

Há por outro lado livros que nasceram para as telas. As sagas de Harry Potter e “Senhor dos Anéis” foram extremamente bem sucedidas em ambos dos meios e se sustentam inteiramente tanto nos livros quanto no cinema. O recente sucesso do filme de “It – A Coisa”, que bateu o recorde de filme de terror com a maior bilheteria da história, é baseado no livro homônimo de Sthephen King. Porém há aquelas adaptações que não agradaram nem um pouco, como “Quarteto Fantástico” que, mesmo sendo uma das HQs mais importantes da Marvel, não acertou a mão no cinema.

Chamar esse movimento entre os meios de “adaptação” é uma forma educada de se falar em releitura. É impossível somente migrar o conteúdo de um meio para o outro. É necessário que haja uma tradução da obra para que ela se adeque a nova mídia. A adaptação de “Watchmen”, por exemplo, peca justamente por ser excessivamente fiel aos quadrinhos de Allan Moore – o que é irônico, dado que uma crítica comum feita para filmes com o rótulo é a falta de elementos fidedignos às histórias originais.

“Quarteto Fantástico” mesmo sendo uma das HQs mais importantes da Marvel não acertou a mão no cinema

“Quarteto Fantástico” mesmo sendo uma das HQs mais importantes da Marvel não acertou a mão no cinema

O envolvimento lúdico do leitor ou espectador precisa ser levado em conta para se realizar esse trabalho. A experiência que um livro proporciona é diametralmente oposta à de um filme, ou seja, cada um trabalha com seu próprio grau de imersão. “Blade Runner”, livremente baseado no livro “Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas”, ainda seria um clássico caso a narrativa original tivesse sido integralmente conservada na passagem de uma mídia à outra?

Filme “Blade Runner” foi livremente baseado no livro “Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas”

Filme “Blade Runner” foi livremente baseado no livro “Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas”

Assim, não há uma resposta ideal para como devem ou não ser feitas as adaptações – elas não deixarão de existir, boas ou ruins. Ser fiel ao original é uma questão que não diz respeito à qualidade do produto final, na verdade, isso não diz muita coisa para além da liberdade criativa do diretor envolvido e no tato para entender o que funciona ou não em uma mídia. Além do mais esse aspecto sozinho não pode definir parâmetros objetivos, mesmo sendo um elemento recorrente em críticas.

“Não me toca, seu boboca!”

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No dia 29 de outubro, durante a Primavera Literária do Rio de Janeiro, a editora mineira Aletria lança um livro infantil, que trata de tema corajoso e muito necessário: o abuso sexual contra crianças. A leitura deste livro tão bem planejado certamente vai ajudar a meninada a distinguir um carinho ou uma brincadeira de uma situação real de violação.

“Não me toca, seu boboca!” foi escrito por Andrea Viviana Taubman e ilustrado por Thaís Linhares. De forma lúdica, o livro procura fortalecer as crianças para que elas saibam reconhecer atitudes suspeitas e denunciá-las. Esclarecer estas questões para as crianças, mesmo que sejam tão delicadas, é importante, por que os casos de abusos só crescem no Brasil e no mundo.

02d79ff9de9ba20c040f75853526472aÉ isso o que faz Ritoca, a personagem do livro. Ritoca tem uma história para contar, meio difícil de entender, muito difícil de falar. O encontro com um tio gentil e sorridente acaba se tornando um pesadelo, do qual Ritoca e seus amigos, felizmente, conseguem escapar. “Se for de um jeito suspeito, ninguém deve tocar na gente!”, ela logo reconhece.

O livro de 40 páginas será lançado no dia 29/10  durante a 17a Primavera Literária, a partir das 10h, na Casa França Brasil – Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro do Rio de Janeiro. No site da Aletria, ele já está em pré-venda. https://www.aletria.com.br/Nao-me-toca-seu-boboca-Pre-venda

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A autora

Andrea Viviana Taubman escreve os livros que gostaria de ter lido na infância. Tem vários livros publicados no Brasil. Ela gosta de abordar temas delicados da infância. Andrea também traduz espanhol-português-espanhol, é contadora de histórias, locutora, mãe e acredita que empatia e alteridade são as palavras-chave do século 21. Nasceu e viveu na Argentina até os 7 anos de idade, quando veio para o Brasil acompanhando os pais.

Desde 2013 faz parte da diretoria da AEILIJ (Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil), organiza e produz eventos literários, além de participar de muitos deles como autora convidada. Em setembro de 2015 assumiu a cadeira nº 21 da Academia Teresopolitana de Letras.

A ilustradora

Thaís Linhares é vice-presidente da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil. Também atua como Coordenadora de Comunicação do Instituto de Defensores de Direitos Humanos (IDDH) e da editoria de quadrinhos da revista Vírus Planetário.

Thaís é escritora, roteirista, ilustradora, animadora, cenógrafa, xilógrafa, quadrinista, soprano de coro de ópera, trilheira e mais, muito mais. Por exemplo: faz tortas de maçã com receita de família sem igual.

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Casos registrados no Brasil

Segundo o Portal Brasil, o Disque 100 e o aplicativo Proteja Brasil são os principais meios de denúncia dos crimes envolvendo crianças e jovens. Apenas em 2015 e 2016, 37 mil casos de denúncias de violência sexual na faixa etária de 0 a 18 anos foram recebidos pelo Disque 100. Apenas em 2016 foram 17,5 mil casos. A maior parte das denúncias é referente aos crimes de abuso sexual (72%) e exploração sexual (20%). As demais ligações estavam relacionadas a outras violações como pornografia infantil, sexting, grooming, exploração sexual no turismo, estupro.

Cerca de 67,7% das crianças e jovens que sofrem abuso e exploração sexuais são meninas. Os meninos representam 16,52% das vítimas. Os casos em que o sexo da criança não foi informado totalizaram 15,79%. Os dados sobre faixa etária mostram que 40% dos casos eram referentes a crianças de 0 a 11 anos. As faixas etárias de 12 a 14 anos e de 15 a 17 anos correspondem, respectivamente, 30,3% e 20,09% das denúncias. Já o perfil do agressor aponta homens (62,5%) e adultos de 18 a 40 anos (42%) como principais autores dos casos denunciados.

O futuro do livro e da leitura

Esta semana, participe das conversas sobre os Planos Municipais de Leitura.

Já estão abertas as inscrições para a oficina “Planos Municipais de Leitura, Literatura, Livro e Bibliotecas: histórico, conceitos, premissas, demandas e proposições”. Ela será realizada entre os dias 23 e 25 de outubro, de 9h às 17h, na sala de cursos da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais (Rua da Bahia, 1889 – Belo Horizonte). São apenas 60 vagas, sendo metade delas destinadas aos profissionais da cultura e educação.

Essa é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura para promover um amplo debate sobre o planejamento de ações voltadas para o incentivo à leitura nos municípios mineiros. A responsável por conduzir as discussões será Fabíola Ribeiro Farias, doutoranda em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais e responsável pela Gerência de Coordenação de Bibliotecas e Promoção da Leitura da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.

O objetivo da oficina é mostrar um breve histórico sobre as políticas públicas voltadas para a área e os documentos que norteiam a educação e a cultura no país, com foco na participação popular na cultura escrita e no desenvolvimento humano. Gestores públicos municipais, bibliotecários, professores e demais profissionais que trabalham com a elaboração de políticas públicas estão convidados a participar.

Para mais informações, envie um e-mail para sistema.sub@cultura.mg.gov.br ou entre em contato pelos telefones (31) 3269-1202 ou (31) 3269-1212.

Fonte: blog.crb6.org.br

Fim de semana com histórias

Neste sábado e domingo, Belo Horizonte tem opções diferentes para a família se divertir com as crianças. Qual história quer ouvir?

Post-Convite---Hora-do-Conto

As fábulas de Monteiro Lobato

O Setor Infantojuvenil da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, na Praça da Liberdade, volta com a Hora do Conto e da Leitura Especial de Sábado. Neste sábado, a partir das 10:00 h, tem “Fábulas fabulosas de Lobato”. Quem vai apresentar o espetáculo e narrar as histórias são Sandra Lane e o músico Vilmar de Oliveira. Entrada franca.

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Os bonecos do Espetaclim

A grande atração do Museu dos Brinquedos para este sábado, dia 21, vai acontecer às, 16:00h com o espetáculo Espetaclim e bonecos. O artista Paulo PoliKa é um palhaço bonequeiro que interage com o público e promete muitas brincadeiras, poesia e alegria. Custa R$24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia).

A programação normal do Museu também estará funcionando, possibilitando para a garotada e seus pais conhecer o acervo com cerca de 900 exemplares que contam a origem e evolução dos brinquedos e a exposição interativa GambioGame – História e Desafios dos Jogos Eletrônicos. Informações pelo telefone: (31) 3261-3992.

Soldadinho de Chumbo

“Soldadinho de Chumbo” de Hans Christian Andersen

Nos dias 21 e 22 de outubro, o Teatro Santo Agostinho e a TW Cultural, oferecem a apresentação de “Soldadinho de Chumbo”. Para celebrar o mês das crianças, Cyntilante Produções apresenta o espetáculo ás 16h, no Espaço Cultural, localizado na Rua Aimorés, 2679, no bairro Santo Agostinho.

O musical é uma emocionante adaptação do conto de fadas escrito por Hans Christian Andersen e publicado, pela primeira vez, em 1838. Na história, um boneco, que tem apenas uma perna, se apaixona por uma bailarina, que também é uma boneca, e se equilibra como ele.

Os atores, cantores e bailarinos dão vida aos personagens, que embalam a contação de histórias com um repertório musical incluindo A Bailarina (Toquinho), Ciranda da Bailarina (Edu Lobo e Chico Buarque), Fico Assim Sem Você (Abdullah e Cacá Moraes), dentre outras canções conhecidas. No elenco, Ricardo Sabino, Hadassa Baptista, Rafael Ventura, Alex Alves, Marinah Velasques. A direção e a iluminação são de Fernando Bustamante. Cynthia Dias assina o cenário e Ricca Costumes, os figurinos. 50 minutos.

Telefone: (31) 3236-6810

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada para estudantes, menores de 21 anos, professores e maiores de 60 anos). Menores de 2 anos não pagam.

Ingressos antecipados no site www.sympla.com.br/tw (ao preço de R$ 17).

Aceitam-se cartões de crédito (somente pela internet) e débito (bilheteria).

Lançamentos da Paulus

Os dois últimos livros infantis lançados por essa editora destacam a natureza: as tradições de um povo indígena e uma paixão pelas aves.

th“Passarinho passará”

Esta obra conta a história de um menino que sonha ter um passarinho como amigo. Após ser presenteado com uma ave engaiolada, ele descobre o verdadeiro sentido da amizade e da liberdade.

Em um voo ousado, passou rente à janela e cantou para o menino: Passará! Passará!

A maioria das crianças se identifica com um animal de estimação, seja um cachorrinho, um gatinho, um peixinho… E por que não um passarinho? A história de Mariza Lima Gonçalves traz um menino que passava horas na janela apreciando os pássaros e desejando ter um para si. Ele queria contar seus segredos para os amigos voadores e fazia de tudo para se aproximar, mas nunca dava certo. “Quero um passarinho que cante só para mim. Quero contar para ele os meus segredos”, ele dizia.

O avô do garoto, vendo tamanha tristeza, resolveu presenteá-lo e, então, capturou uma ave. Só não imaginava que esse presente traria tantas reflexões e tantos aprendizados para alguém tão pequenino. Com ilustrações de Bill Borges, a obra fala sobre amizade, felicidade, liberdade e claro, a natureza – inclusive a importância de respeitar a natureza de cada ser. “Enquanto a lágrima do menino caía, o passarinho voou para a árvore do outro lado da rua e cantou. No canto, o menino ouviu: Obrigado!”

O livro custa R$ 36,00.

 th 1“Criações – Mitos Tenetehara”

Reunindo narrativas de um vasto repertório, este livro oferece ao leitor recontos de mitos de criação. São histórias originalmente contadas nas aldeias pelos tamúis, ou avós, mostrando como os homens aprenderam a tecer redes, fazer farinha ou construir canoas.

A origem da farinha, a criação da mulher, a primeira chuva e outros mitos acerca das origens dos Tenetehara são apresentados de forma simples na obra de Wilson Marques, que nas primeiras páginas contextualiza a história deste povo indígena, também conhecido como Guajajara, que habita as regiões da margem oriental amazônica. Segundo o autor, os Tenetehara continuam existindo como povo graças a alguns fatores fundamentais – entre eles, a capacidade que tiveram de manter viva sua língua e o hábito, até hoje praticado nas aldeias, de contar e ouvir narrativas, por meio das quais os mais velhos passam aos mais jovens os valores básicos e essenciais de sua cultura.

As ilustrações complementam a história. Luciano Tasso conta que, para ilustrar a obra, preocupou-se em desenvolver uma linguagem própria que pudesse, a partir da combinação de formas básicas, produzir os desenhos que aparecem na obra. O livro custa R$ 42,00.

Ambos podem ser comprados no site da editora: http://www.paulus.com.br/loja/literatura-infantil_c_21_159.html

Clube de Leitura CoraLê

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Marismar Borém (foto) é um nome plenamente inserido na literatura infantil. Ela participa desta atividade de várias formas: é escritora, ilustradora, contadora de histórias, dirige a Cora Editora e mais recentemente lançou o Clube de Leitura CoraLê. Seu trabalho é inteiramente voltado para levar o livro, a arte literária e a leitura até às mãos das crianças.

O grande objetivo da Cora Editora é produzir “livros que ensinem coisas boas para as famílias e que mostrem bons exemplos para as crianças”. Outra forma que Marismar encontrou de levar o livro para as famílias foi através de uma assinatura mensal, o que garante que mês a mês o assinante vai receber em sua casa um livro de qualidade.

c73672_a3c8166b7939495b8d5c42f7c2e45540~mv2_d_3307_3188_s_4_2Os Clubes de Leitura estão em alta no Brasil, por que o valor das assinaturas é baixo e os livros são selecionados por especialistas. Além disso, não há o risco de os pais se esquecerem de adquirirem livros novos para manter na criança o hábito da leitura.

O blog entrevistou Marismar Borém sobre o CoraLê. Leia como funciona este Clube de Leitura.

Rosa Maria: Como surgiu a ideia de criar o Coralê? 

Marismar Borém: Atualmente e de forma intensiva venho escrevendo, ilustrando, contando histórias nas escolas e orientando famílias e educadores para a leitura. Com este trabalho muitas pessoas adquirem meus livros, mas só são 15 títulos e constantemente as mães solicitam: “Onde encontro livros iguais aos seus?” “Pode me indica outros livros?” “Por favor, me empresta os livros que você lê!”

E assim, surgiu a ideia do clube de livros que levem coisas boas para a infância. No início era só para as pessoas do meu círculo de contatos, mas a procura foi tão grande que ampliamos para todas as famílias que queiram o CoraLê.

thumbnail_20171007_094008RM: Como funciona o Coralê? Além de receber um livro mensalmente, o que mais o clube oferece?

MB: No Clube CoraLê a criança recebe um livro selecionado cuidadosamente, uma cartinha do autor, orientações para mediar a leitura na primeira infância e muitos mimos que o livro reserva.

RM: Como são selecionados os livros que são enviados mensalmente?

MB: Temos uma seleção criteriosa por uma fonoaudióloga, uma pedagoga, duas mães, escritoras da editora e crianças. Ah… Sim, muitas crianças lêem e comentam sobre o livro a ser selecionado.

RM: Como você vê a importância dos clubes de livros para a promoção da leitura hoje em dia?

MB: Imagina uma criança que mora no interior de Minas Gerais e que por volta do início do mês ela fica aguardando no portão de sua casa o horário do carteiro chegar. Seu livro está a caminho! Que felicidade. Esta é uma história real de um assinante do CoraLê. Os livros encantam e permitem à criança um mundo novo, de palavras, conhecimentos, alegrias e estímulos, despertando seu pensar e sentir. Assim, os clubes são ações que contribuem no fomento deste gênero. Esta é uma bonita trajetória para a leitura.

Link para o clube do livro: https://www.coraeditora.com/clube

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Por que o Brasil nunca ganhou o Nobel de Literatura? Mas ele merecia um?

Rodrigo Casarin *

Por que o Brasil nunca ganhou um Nobel? Essa pergunta sempre ressurge em outubro, quando a Academia Sueca anuncia os vencedores do ano nas seis categorias do prêmio: Física, Química, Medicina, Literatura, Ciências Econômicas e Paz. Bom, como ninguém sabe exatamente quais são os critérios adotados por aqueles que escolhem os premiados, posso especular os motivos pelos quais ninguém do país foi agraciado até aqui – focarei na Literatura, mas os pontos podem ser estendidos para as outras áreas nobelizáveis, creio.

A primeira questão é a nossa língua. Apesar de o português, língua nativa de mais de 250 milhões de pessoas, ser o sexto idioma mais falado do mundo, apenas 10,3 milhões dessa gente está em um país mais ou menos central no panorama global, em Portugal. E digo mais ou menos central porque está na Europa, mas longe de ter a mesma relevância de uma Alemanha, França ou Itália – consequentemente, a língua passa a ter impacto menor do que, respectivamente, o alemão, o francês ou o italiano.

É sabido que um autor finlandês, por exemplo, prefere ter seu livro traduzido para o alemão, francês ou italiano. Isso porque estar nessas línguas aumenta as chances dele ser visto como um escritor incontornável – basta ver Mario Vargas Llosa, Gabriel García Márquez, Gabriela Mistral e outros premiados latino-americanos que escrevem ou escreviam em espanhol, idioma também de relevância considerável. Claro que há premiados do Nobel que escreviam em línguas “menos badaladas”, como o egípcio Naguib Mahfouz (árabe) e, óbvio, José Saramago, o único a levar o galardão cunhando palavras em português, mas esses são exceções.

Junte a língua à posição global do Brasil e o problema aumenta. Se o português não é uma língua central, tampouco somos um país que chama grande atenção no globo – em que pese continuarmos entre as maiores economias da Terra, ninguém liga para o que acontece no pasto. Principalmente em termos culturais, ainda nos veem por aí como uma caricatura: samba, carnaval… Isso faz com que seja ainda mais difícil notarem nossas virtudes literárias, que obviamente existem.

Exemplos de brasileiros que poderiam ter levado o Nobel? Jorge Amado (talvez o que tenha chegado mais perto por conta do sucesso que ainda faz no exterior), Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos e Ariano Suassuna. Dentre os vivos (e, portanto, virtualmente na disputa), Lygia Fagundes Telles, cogitada há algum tempo, e o outrora recluso Raduan Nassar são opções consideráveis. Todos esses nomes são escritores melhores do que Svetlana Alexievich, por exemplo, a premiada em 2015. No entanto, vale lembrar que diversos gênios das letras jamais foram agraciados pela Academia Sueca, como Jorge Luis Borges, Liev Tolstói, Marcel Proust, Virginia Woolf e James Joyce.

O Brasil merece um Nobel de Literatura?

O prêmio é entregue a escritores, não a países – em que pese a língua e a nação ajudarem e evidenciar ou ocultar esses escritores. Apesar disso, quando alguém ganha o Nobel, automaticamente é dito que o prêmio foi para tal país. Sim, já disse que temos autores que mereceriam o galardão, mas agora mudo ligeiramente a pergunta: o Brasil é um país que merece o Nobel de Literatura?

Apesar de dados indicarem que mais da metade da nossa população tem o hábito de ler livros, o que vemos na prática não costuma corresponder aos números. Além disso, quase 50% desses que dizem ler costumam ter a “Bíblia” como leitura. A tiragem de livros literários no país – que gira em torno de 3000 exemplares ou menos – dá uma dimensão melhor de como o brasileiro se relaciona com tal arte. Não bastasse, o governo vem investindo cada vez menos na área e anunciou há pouco que não fará editais para a compra de obras literárias para escolas e bibliotecas em 2018. Dito isso, repito: o Brasil é um país que merece o Nobel de Literatura?

É algo que extrapola a premissa do prêmio em questão – que, recordo, teoricamente congratula o trabalho do indivíduo, não o que está ao seu redor -, mas me parece que somos um país mais preocupado em ter por ter um Nobel do que em conquistá-lo, do que em merecê-lo. Mesmo com esse cenário calamitoso, não há dúvidas de que nossos políticos se aproveitariam de um galardão desses para tentar vender a ideia de um país de leitores e altamente preocupado com as artes – o que, até pelos últimos medievalismos envolvendo museus, sabemos ser mentira. Olhando por esse aspecto, por ora é até melhor que o Nobel fique longe do Brasil.

* Rodrigo Casarin é jornalista pós-graduado em Jornalismo Literário. Vive em São Paulo, em meio às estantes com as obras que já leu e às pilhas com os livros dos quais ainda não passou da página 5.

Um super giro para o Dia das Crianças

Uma programação bem variada em Belo Horizonte e um passeio pelo mar no Rio de Janeiro. Até o dia 15 não vai faltar diversão para as crianças.

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BH Airport transforma crianças em pilotos ou comissários de bordo

Até 15 de outubro, entre 9h e 19 horas, os passageiros e usuários mirins do Aeroporto Internacional de BH terão uma surpresa. A BH Airport, concessionária do Aeroporto, preparou uma promoção especial para proporcionar uma experiência inesquecível. As crianças de 2 a 12 anos que forem ao Kids Jet, espaço especialmente destinado a esse público no Terminal, poderão vestir uniformes e adereços e viver um dia como pilotos ou comissários mirins.

A promoção é gratuita e inclui a coordenação de promotores para auxiliar as crianças, que poderão participar de sessões de fotos. Depois de impressas, as fotos serão colocadas em um porta-retratos especial da BH Airport para que o público possa levar para a casa a lembrança ou dar de presente aos familiares.

Instalado no piso térreo do Terminal, o Kids Jet é voltado a crianças com idade entre 2 e 7 anos. O espaço reúne três aviões, um deles com seis metros de comprimento, equipado com manches, painel de comando iluminado, altímetro e bússola de brinquedo, além de poltronas que simulam o interior de um avião de verdade, mas muito mais divertido.

Vale brincar de ser piloto, comissário de bordo ou passageiro. Vale também fazer foto e postar nas redes sociais. Um totem instalado no local dá dicas sobre a utilização dos brinquedos, que deve ser sempre acompanhada por ao menos um adulto. O projeto do Espaço Kids Jet foi desenvolvido especialmente pela BH Airport para tornar as experiências de viagens ainda mais divertidas e agradáveis para todos os públicos.

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Shopping Cidade e Clube Melissa promovem evento de arte

Até do dia 15 de outubro, a Praça Central do shopping, Piso Tupis, estará repleta de cores e diversão em uma ação dedicada ao o público infantil. O espaço irá trabalhar com a criatividade e imaginação das crianças a partir de desenhos e pinturas feitos no local. Os materiais artísticos, como lápis de cor e giz de cera, serão oferecidos no lounge equipado com um tatami, almofadas, poltronas e mesas pequenas para o conforto das crianças que participam das brincadeiras. O espaço conta também com um lugar reservado para os pais presentes, que devem acompanhar os filhos.

As atividades propostas para o espaço incluem contação de história supervisionada por monitoras e recreadores. A contação de história acontece nos dias 12 e 13, às 15h, e às 12h30 nos dias 14 e 15.  

Durante o evento serão distribuídas gratuitamente para a criançada pipoca e algodão doce. No lounge também haverá uma exposição dos modelos de Melissa Mini e Mel, linhas exclusivas da marca, que estarão disponíveis para as crianças experimentarem.

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Projeto itinerante “Se esta rua fosse minha…”

O Museu dos Brinquedos vai realizar o Projeto Itinerante “Se Esta Rua Fosse Minha…” em duas praças de Belo Horizonte. No dia 12 de outubro, quinta-feira, das 9h às 12h, o palco será a Praça Floriano Peixoto, localizada no bairro Santa Efigênia. Já no dia 15, domingo, 9h30 às 12h30, o projeto ocupa a Praça da Saúde, no bairro Grajaú. A entrada é gratuita.

Serão três horas de diversão para toda a família, incluindo oficinas de construções de brinquedos, canto do brinquedo com perna-de-pau, perna-de-lata, pula-corda, bambolê, corrida-de-saco, vai-e-vem, elástico, amarelinha, e ainda brincadeiras coletivas, como dança da laranja, corrida do saco, corrida do ovo, futebol de pano e, para fechar a programação, atrações circenses. Entrada gratuita.

Estação MasterChef Júnior_foto Fábio Ortolan

Minas Shopping oferece Estação MasterChef Júnior Brasil

No 12 de outubro, aqueles que desejam realizar uma comemoração especial com os pequenos podem aproveitar a atração que o Minas Shopping preparou para este mês: a Estação MasterChef Júnior Brasil. O evento gratuito, voltado para crianças de 5 a 12 anos e que fica na Praça de Eventos até o dia 15 de outubro, tem como objetivo proporcionar um momento de diversão e aprendizagem para as crianças, que recebem informações básicas sobre o mundo da gastronomia e como se tornar um chef de cozinha.

A Estação MasterChef Júnior Brasil recebe, a cada 10 minutos, oito crianças, com um tempo médio de 20 minutos para as atividades. As inscrições são por ordem de chegada no Minas Shopping, com o preenchimento de um cadastro e a presença dos pais ou responsáveis, que também devem acompanhar a criança durante todo o circuito.

Além disso, a família pode aproveitar o feriado prolongado para visitar a exposição “47 cromossomos e 1000 possibilidades”, que está no Minas Shopping até o dia 15 de outubro. A mostra reúne fotos de crianças, jovens e adultos com síndrome de Down, captadas pela fotógrafa mineira Cecília Schirmer. O objetivo é dar visibilidade e sensibilizar a sociedade sobre inclusão social. A exposição tem entrada gratuita e está no Piso 2, em frente ao cinema.

Também no Piso 2, o espaço recreativo Aluderê, que oferece brincadeiras lúdicas e divertidas para as crianças, e os bichos de pelúcia motorizados da Kid Safari. O público também poderá se divertir com o Toy Park (Piso 1) e Planet Sports (Praça de Alimentação). Outra opção de diversão é o Shotzone Airsoft Club, localizado no Piso 2 (em frente à Ponto M). A loja disponibiliza equipamentos de ar comprimido com munição de plástico, com a opção de atirar em alvos de papel ou eletrônico. A atração é permitida para crianças a partir de 8 anos de idade.

No dia 12 de outubro, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica), o público poderá realizar exames de vista gratuitamente. A ação, promovida em comemoração ao Dia Mundial da Visão, tem como objetivo sensibilizar a população brasileira quanto à importância  dos cuidados com a visão. A iniciativa vai ocorrer, das 14h às 20h, no Piso 2 do Minas Shopping, em frente à Óticas do Povo.

O endereço do shopping é Avenida Cristiano Machado, 4000, Bairro União, em Belo Horizonte. Telefone: (31) 3429-3500.

Fotos: Fábio Ortolan / Divulgação

Fotos: Fábio Ortolan / Divulgação

Shopping Minascasa também terá programação especial

Em comemoração ao Dia das Crianças, o Shopping Minascasa vai promover, no dia 14 de outubro, uma programação direcionada ao público infantil. Das 10h às 22h, as crianças poderão se divertir, gratuitamente, com brincadeiras, oficinas, piscina de bolinhas e contações de histórias, além de contar com a participação da equipe da ONG Bicho Loko. Os pequenos também podem aproveitar para tirar fotos com diversos mascotes, que vão circular pelo shopping. Além disso, haverá barraca de pipoca e uma máquina de algodão doce, que serão distribuídos, gratuitamente, para as crianças.

Para a analista de Marketing do Minascasa, Kamila Pires, o evento será uma ótima opção de diversão. “Para celebrar o Dia das Crianças, pensamos em criar um momento de lazer para as famílias e seus filhos, principalmente para aqueles que moram no entorno do shopping. Além disso, os pais ou responsáveis que querem aproveitar para fazer uma nova decoração em casa podem visitar nossas lojas e nossa tradicional feira de artesanato”, declara. O shopping fica localizado na Avenida Cristiano Machado, 3.411, no Bairro Ipiranga, em Belo Horizonte.

– Oficinas de pintura: 10h às 22h

– Contação de história: As cores de Miró (oficina de pintura): às 14h

– Contação de história: História em 3 atos – Bartolomeu Campos de Queirós (oficina de massinha): às 16h

– Atividades com a ONG Bicho Loko

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Museu dos Brinquedos e Teatro Santo Agostinho se unem no Dia das Crianças

Em comemoração a esse dia especial, o Teatro Santo Agostinho realizará nos dias 14 e 15 de outubro (sábado e domingo), às 16h, a apresentação do espetáculo “Histórias da Arca”. Produzido pela cantora Ana Cristina e Banda, a peça celebra o marco de 10 anos das atividades, tendo circulado por várias cidades dos estados de Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul. O roteiro, criado pela cantora, costura canções de Vinícius de Moraes com histórias nas quais o público se envolve e participa.

Teatro Santo Agostinho – “Histórias da Arca”

Local: Rua Aimorés 2.679, bairro Santo Agostinho – BH – Telefone: (31) 3236-6810

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada para estudantes, menores de 21 anos, professores e maiores de 60 anos).

*Menores de 2 anos não pagam.

*A bilheteria abre uma hora e meia  antes de cada apresentação.

*Ingressos antecipados no site www.sympla.com.br/tw (ao preço de R$ 17).

Aceitam-se cartões de crédito (somente pela internet) e débito (bilheteria).

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Programação especial na Feira Nacional de Orquídeas

Celebrando a chegada da primavera, em Belo Horizonte, o Minascentro recebe, entre os dias 13 e 15 de outubro, a 38ª Feira Nacional de Orquídeas. O evento, organizado pela AMO (Associação Mineira de Orquidófilos), é formado por exposição e feira para venda de orquídeas, além de cursos gratuitos, concurso de fotografia e Espaço Gourmet.

Uma atração do evento, no entanto, ganha destaque: a oficina “Minha primeira orquídea”. As crianças acima de 6 anos de idade, que tiverem interesse no plantio e cuidado das orquídeas, poderão participar do curso ministrado por Pamilly Parreiras, que tem 12 anos e é filha do orquidófilo Orlando Parreiras.

As crianças vão aprender como plantar e cultivar orquídeas e ainda poderão levar para a casa as que plantarem. O curso tem duração de cerca de 1h30 e estará disponível em horários específicos no sábado (14/10) e no domingo (15/10).

Após a oficina infantil no sábado, dia 14, haverá contação de histórias e aula sobre meio ambiente, frutos de uma parceria com o Centro de Conservação Ambiental Centro-Sul da Prefeitura de Belo Horizonte:

– 11:30 às 12:30: Um Jardim de Brincadeiras – Contação de histórias com Luciana Moreira;

– 13:00 às 14:00: Roda de Conversa: Além do Belo – Importância das orquídeas para a Conservação e Educação Ambiental – Prof. Renata Silvino, Nas Trilhas da Fumec.

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No Rio, Marina da Glória tem programação especial

A Marina da Glória preparou uma programação especial para toda a família. Passeio de barco com apresentação teatral, roda de leitura, oficina de reciclagem e passeio de vela estão entre as principais atrações.

Junto com a equipe do Corsário Carioca, a BR Marinas promove um tour pela Baía de Guanabara para contar a história do Rio de Janeiro.  Antes de zarpar, um grupo teatral promete encantar as crianças com piratas, índios e personagens como Estácio de Sá e José de Anchieta, a partir das 9h15. A trupe também embarca no passeio que oferece ainda lanche a bordo e oficinas sobre especiarias, cartografia e biodiversidade marinha da região. O valor do ingresso é R$60 por pessoa. O passeio é indicado para crianças a partir de 2 anos e a reserva deve ser feita pelo telefone (21) 99377-1856.

A partir daí a programação segue totalmente gratuita. Entre 10h e 13h três barcos de Dingue da CL Vela estarão disponíveis, junto com um instrutor, para pais e filhos aproveitarem um passeio pela orla. De volta à terra firme, das 10h às 11h, o projeto Mentes de Ferro comanda uma roda de leitura junto com oficina de poesias e cordel. A partir das 11h, a equipe Socioambiental da BR Marinas vai distribuir 100 jogos ecológicos com brincadeiras sobre o Meio Ambiente. À tarde, a diversão fica por conta da equipe da Tititi Tatata com uma oficina de reciclagem que acontecerá das 13h às 17h.

Na pausa para o almoço as famílias poderão aproveitar os restaurantes da Marina da Glória: Corrientes 348, Soho, Emporio Rio e em especial a Maruru Deli, que preparou um cardápio especial para as crianças. Entre as opções estão hambúrguer artesanal, cachorro quente e prato feito, com filé mignon ou frango. Os acompanhamentos podem ser espaguete, arroz, feijão e batata (sorriso, chips ou purê). Para a sobremesa os clientes podem escolher entre crepe de banana com nutella e sorvete, crepe de morango com calda de laranja e sorvete ou mousse Romeu e Julieta. Marina da Glória: Av. Infante Dom Henrique, s/n – Rio de Janeiro.

Fotos: Fred Hoffman / Divulgação

Fotos: Fred Hoffman / Divulgação

A semana é da criança

Shoppings, escolas e instituições dirigidas ao universo infantil, esta semana, vão trabalhar para oferecer diversão e alegria para as crianças. A programação é extensa e variada. Em Belo Horizonte, não vai faltar oportunidade para comemorar o Dia da Criança. Mesmo se os pais estiverem trabalhando.

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Shopping Pátio Savassi: piscina com 150 mil bolinhas e várias atrações

O evento Gigantes do Mar, uma piscina com 150 mil bolinhas, já é sucesso no Pátio Savassi! Para comemorar o Dia das Crianças, o empreendimento vai surpreender a meninada com uma programação especial, todas elas realizadas dentro da piscina de bolinhas entre os dias 10 e 15 de outubro.

No dia 10, a criançada vai curtir a brincadeira de tiro a laser. No dia 11, será a vez de uma gincana com mergulhadores no “fundo do mar”. E uma caça ao tesouro pirata vai animar o dia oficial das crianças, 12 de outubro. Na sequência, um desafio será lançado; no dia 13, a meninada será convidada para brincar de tiro ao alvo. A programação também terá a apresentação da peça de teatro “Pirata Jack e o Navio Fantasma”, no dia 14. E para fechar a semana inteirinha em homenagem às crianças com chave de ouro, no dia 15, a atividade será a gincana Navio Fantasma.

O Gigantes do Mar é indicado para crianças entre 4 e 12 anos, menores de 4 anos somente acompanhadas dos pais. A piscina de bolinhas funcionará normalmente entre as atrações.   Local: Pátio Savassi, piso L3 – Preço: R$ 25,00 para 30 minutos.

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 Dia 10 – Laser Shots com Robô Gigante

A brincadeira é o tiro de laser shots. Duas equipes serão divididas com 5 integrantes cada uma. A animação é garantida.

Horários: 14h/17h/20h

*Limite de 20 crianças a cada 30 min. Inscrições 15 min antes no local.

 Dia 11 – Gincana com Mergulhadores no Fundo do Mar

Três mergulhadores farão brincadeiras como panoball, palhaço bolo fofo, brincadeiras com cestos.

Horários: 14h/17h/20h

Dia 12 – Caça ao Tesouro Pirata

Três piratas vão à caça ao tesouro com as crianças, com mapas, pistas, etc. Bacana demais!

Horário: 14h/17h/20h

Dia 13 – Desafio Multi-Target na Piscina de Bolinhas

Presença de um inflável com um painel para as crianças fazerem uma brincadeira de tiro ao alvo

Horário: 14h/17h/20h

Dia 14 – Teatro: Pirata Jack e o Navio Fantasma

Horários: 14h/17h/20h

Dia 15 – Gincana do Navio Pirata

Três piratas farão brincadeiras como panoball, palhaço bolo fofo, brincadeiras com cestos

Horários: 14h/17h/20h

Unique Buritis apoia pais sem folga 

Recesso escolar é sinônimo de crianças felizes e cheias de energia em casa. Já para os pais, a dificuldade é conseguir preencher a agenda dos pequenos, principalmente quando não é possível conciliar folga do trabalho.

Pensando nisso, o espaço pedagógico Unique preparou uma programação especial para receber a criançada na semana das crianças. De segunda a quarta-feira, diversas atividades, como aulas de circo, dança, música, oficinas de artes e muitas brincadeiras darão o tom da comemoração. Na sexta-feira, em que a maioria das crianças estarão livres da escola, a proposta será ainda mais atrativa e contará com combate Pokemon, construção de Pokebola e festival de sorvete. Interessados podem entrar em contato pelo telefone 31 3378-3605 ou pelo site www.nucleounique.com.br.

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Power Shopping Centerminas tem programação gratuita

O Power Shopping Centerminas localizado no bairro União, na região Nordeste de Belo Horizonte, (Av. Pastor Anselmo Silvestre, nº 1.495 )preparou uma programação repleta de atrações e brincadeiras gratuitas para as crianças de diferentes idades, em comemoração ao dia delas. De 9 a 11 de outubro, das 18h às 21h, o hall de eventos do shopping, (primeiro piso, próximo ao acesso à Lojas Rede), receberá diversas atividades.

No local, as crianças poderão participar de oficinas de pintura facial, desenho e balão, além de brincarem com diversos jogos de tabuleiro. Às 18h30, haverá contação de histórias e, às 20h, uma apresentação teatral. As atividades vão ocorrer todos os dias e são destinadas às crianças de 4 a 10 anos. O evento é realizado em parceria com o Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH). Informações: (31) 3140-4195