“Procurando Saci”

Outubro marca a celebração de uma figura muito importante para a história cultural do país, o Saci Pererê, personagem popular brasileiro conhecido pela astúcia, esperteza e, claro, muitas travessuras. O Dia do Saci é 31 de outubro. Mas as comemorações começam antes em Belo Horizonte.

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O Espaço do Conhecimento UFMG juntamente com a Livraria da Rua e a Academia Mineira de Letras promovem o evento “Procurando Saci” e, através das atividades, unem arte e ciência. A curadora da programação é Marlette Menezes, artista visual e investigadora do Saci.

Ela explica que o personagem tem raízes muito mais antigas do que a imagem consolidada por Monteiro Lobato na década de 1920. O Saci, na verdade, remonta à tradição oral dos povos tupis-guaranis, que viviam no Sul do Brasil no século 18. A partir do encontro dessa cultura com as dos europeus que participavam das missões jesuítas, foi que surgiu o Saci.

“Procurando Saci” é puro movimento. É um esquema catalisador da estrutura de um pensamento para produções poéticas. Busca o diálogo, entre arte e ciência, e opera por meio de ações educativas, colaborativas, individuais ou coletivas, e relações do imaginário. Saci não sustenta paradeiro e manifesta(-se) em todo o território brasileiro.

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Programação Livraria da Rua  |  Dia 27/10

Endereço: Rua Antônio de Albuquerque, 913 – Belo Horizonte

Um espaço aberto a acontecimentos para todas as idades. Um espaço para leitura e para os livros. Um espaço para brincar e aprender.

10h30  |  Gesto Saci

Prática artística para professores, aberto para o público em geral, com a artista visual Marlette Menezes  e a contadora de histórias Walda Leão.

Um exercício da gestualidade como forma da apropriação dos sentidos, possibilidade de transformação e experiência poética.

12h  |  Assovio Saci

Show e oficina com Paulo Santos, cofundador do Grupo Uakti,  inspira o som por meio da música instrumental, produção lúdica e ressonância.

Livre |  Salto Saci

A amarelinha, o jogo, o movimento livre na possibilidade  de variação e ocupação do espaço urbano.

Entrada gratuita

Programação Academia Mineira de Letras  |  Dia 31/10

Endereço: R. da Bahia, 1466

Procurando Saci – Busca pensar o mito folclórico

18h – Poema Saci: Amanda Vital fará a leitura de fragmentos de “Urupês”, Monteiro Lobato, 1918.

18h30 – Manifesto Saci: Lívia Aguiar abre e lê o Manifesto Metamorfoseio Procurando Saci.

19h – Conversação Procurando Saci

Apresentação de abertura com o músico, compositor Paulo Santos, cofundador do Grupo Uakti e debates com:

Paulo Santos, músico, cofundador do Grupo Uakti

Gislayne Avelar de Matos (contadora de história, foco nas funções do conto, imaginário, educação)

Eneida Maria (doutora em Literatura Comparada, Semiologia, foco em Macunaíma)

Souza e Patrícia Kauark  (doutora em Epistemologia, foco em filosofia da ciência, filosofia transcendental e filosofia da mecânica quântica).

Entrada gratuita

Dois lançamentos na agenda literária

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“A estranha casa do jabuti Cascudinho”

Através da Editora Letramento, o escritor Francisco Paiva de Carvalho lança o infantil “A estranha casa do Jabuti Cascudinho” ilustrado por Edmilson Cotrim, que está à venda por R$ 19,90 no link (https://grupoeditorialletramento.com/shop/pre-venda-a-estranha-casa-do-jabuti-cascudinho/)

Vou publicar aqui um pequeno resumo da história do livro, uma bonita fábula que procura valorizar e mostrar a importância da família e, acima de tudo, da verdadeira amizade.

“Após se distanciar de seus pais e irmãos, enquanto andavam pela floresta, o jabuti Cascudinho começa a ficar apavorado, ao sentir que estava perdido na escuridão da noite. Por sorte, Corisco, um tatuzinho bondoso que morava em uma toca ali por perto, vendo sua aflição, não pensou duas vezes e decidiu ajudá-lo. Começava assim uma verdadeira e eterna amizade. Bastante feliz e nutrindo um sentimento de profunda gratidão, o pequeno jabuti, surpreendendo até a si mesmo, sem muito pensar, resolveu atender ao pedido do novo amigo, que queria conhecer sua estranha casa”.

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“Cebolinha, Recuperação”

Cebolinha é a estrela da nova graphic novel da Mauricio de Sousa Produções e da editora Panini. Com roteiro e arte do quadrinista gaúcho Gustavo Borges, “Cebolinha – Recuperação” terá autógrafos com o autor, na Livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista (Rua Treze de Maio, 1947 – Bela Vista, SP), dia 24 de outubro, às 19h.

Na loja Monstra, em Pinheiros (Praça Benedito Calixto, 158 – 1ºandar – SP), Gustavo estará na companhia do editor Sidney Gusman, da Mauricio de Sousa Produções, no dia 25 de outubro, às 18h30, para um bate-papo.

A partir daí, o livro estará disponível na https://loja.panini.com.br/panini/produto/MSP-Grphic-MSP-Cebolinha-Recuperacao-Capa-Dura.aspx e nas principais bancas de jornal e livrarias de todo o País, em capa dura e brochura, por R$ 41,90.

A trama se passa durante o segundo semestre na escola e, no final desse período, Cebolinha acaba ficando de recuperação por focar em uma disputa com outro menino e por deixar, de lado, os estudos. Na releitura do clássico personagem de Mauricio de Sousa, Gustavo Borges enfatiza os planos infalíveis que o menino é mestre em arquitetar, mas seus problemas irão muito além da escola, trazendo outro tipo de aprendizado.

O selo Graphic MSP possibilita que autores brasileiros convidados reimaginem as clássicas personagens de Mauricio de Sousa em seus próprios estilos. Este é o 20º título do prestigiado selo e reúne as armações e aventuras do personagem, regado a muita diversão e emoção.

O valor da Pedagogia de Projetos para a literatura infantil – última parte

Cíntia Maria Basso *

Esse é um tipo especial de pesquisa-ação que também está preocupada com a melhora e transformação da prática social, sendo centrada em uma sucessão organizada de tarefas. Segundo Richter 1997, a Pedagogia de Projetos “… consiste em uma Investigação-Ação cuja ação social transformadora a realizar é (essencialmente) uma ação comunicativa. Esta pode se corporificar em diferentes linguagens e veículos; mas pretende operar alguma modificação no ambiente social abrangido pelo veículo da comunicação … é um ensino-baseado-em-tarefa … é um ensino centrado no aluno, processual em termos de todos os parâmetros de curso … a aquisição da linguagem se dá em bases interacionistas” … (p. 55, “não paginado”).

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) da Língua Portuguesa também mencionam o ensino por meio de projetos. Segundo os autores, “os projetos são excelentes situações para que os alunos produzam textos de forma contextualizada – além do que, dependendo de como se organizam, exigem leitura, escuta de leituras, produção de textos orais, estudo, pesquisa e outras atividades. Os projetos, além de oferecerem reais condições de produção de textos escritos, carregam exigências de grande valor pedagógico:

Podem apontar a necessidade de ler e analisar uma grande variedade de textos e portadores do tipo que se vai produzir: como se organizam, que características possuem ou quais têm mais qualidade …;

o exercício de o escritor ajustar o texto à imagem que faz do leitor fisicamente ausente permite que o aluno aprenda a produzir textos escritos mais completos, com características de textos escritos mesmo …;

… a necessidade de revisão e de cuidado com o trabalho se impõe, pois a legibilidade passa a ser um objetivo deles …;

… é possível uma intersecção entre conteúdos de diferentes áreas …;

… favorecem o necessário compromisso do aluno com sua própria aprendizagem” …  (1997,  p.70-73).

O trabalho com a literatura infantil desenvolvido via projetos proporciona uma “vida cooperativa” no ambiente de sala de aula. A criança passa a viver com mais responsabilidades e autonomia, fazendo parte de um grupo que incentiva e provoca conflitos. Um ensino por projetos, portanto, “é permitir a crianças que construam o sentido de sua atividade de aluno. É aceitar que um grupo viva com suas alegrias, entusiasmos, conflitos, choques, com sua experiência própria e todos os lentos caminhos que levam às realizações complexas. Vida cooperativa da aula e projetos … Projetos referentes à vida cotidiana, projetos-empreendimentos, projetos de aprendizado, cooperativamente definidos, cooperativamente construídos, cooperativamente avaliados” … (Jolibert, 1994a, p.21).

Através da Pedagogia de Projetos, a criança antecipa e organiza o texto adequadamente, exigindo de sim mesma que leve a sua tarefa até o fim. Entretanto, por mais autônoma que seja, a criança não deixa de aceitar a ajuda que seus parceiros podem oferecer-lhe e vice-versa, adquirindo, desta forma, auto-estima e senso crítico. No ensino por projetos, a criança não age passivamente, ela “… conhece seus objetivos; aprende a planejar seu trabalho, que irá se estender por várias sessões; irá produzir um tipo de texto identificado desde o começo; engaja-se pessoalmente na escrita; tem necessidade de uma turma para confrontar e melhorar sua produção …” (Jolibert, 1999b, p.34).

Em um ensino por projetos destaca-se a produção coletiva e colaborativa do conhecimento, implicando em: a) organização, por parte do grupo, do que se quer escrever; b) o controle entre o que já está escrito e o que falta escrever; c) o acordo entre as crianças que fazem parte do grupo; d) a distribuição de tarefas e responsabilidades.

Portanto, em um ensino através de projetos, segundo Jolibert (1994a), “a vida cooperativa da sala de aula, e da escola, e a prioridade conferida à prática da elaboração e conduta de projetos explicitadamente definidos juntos permitem, de uma maneira exemplar, que a criança viva seus processos autônomos de aprendizado e se insira num grupo e num meio considerados como estrutura que estimula, que exige, que valoriza, que provoca contradições e conflitos e que cria responsabilidades. Fazer viver uma aula cooperativa é efetuar uma escolha de educador. Significa acabar com o monopólio do adulto que decide, recorta, define ele mesmo as tarefas e torna asséptico o meio. É fazer a escolha de um processo que leva a turma a se organizar, a dar-se as regras de vida e de funcionamento, gerir seu espaço, seu tempo e seu orçamento. Para conseguir tal empreendimento tem de: escolher, engajar-se, implementar, responsabilizar-se, regular, realizar, discutir, comentar, criticar, avaliar, viver (p.20-21).

Considerações finais

Acredito que a educação seja um espaço para descobertas obtidas através da participação e colaboração ativa de cada criança com seus parceiros em todos os momentos, possibilitando, assim, a construção de sujeitos autônomos e cooperativos.

É, portanto, através de um ensino por projetos, que a literatura infantil ganhará um sentido maior na vida das crianças. O confronto de opiniões, a motivação, as interações sociais e o trabalho cooperativo possibilitarão à criança condições que asseguram o caráter formativo das atividades, através de uma boa orientação do professor, tendo a finalidade de esclarecer aos alunos o que devem fazer, como devem fazer, por que e para que fazer tal atividade ou ler este ou aquele livro. Na literatura infantil, portanto, a criança aprende brincando em um mundo de imaginação, sonhos e fantasias.

*  Mestre em educação pela Universidade Federal de Santa Maria

**  O artigo foi editado

Literatura infantil nos primeiros anos escolares – Parte 1

Cíntia Maria Basso *

Ouvir e ler histórias é entrar em um mundo encantador, cheio ou não de mistérios e surpresas, mas sempre muito interessante, curioso, que diverte e ensina. É na relação lúdica e prazerosa da criança com a obra literária que temos uma das possibilidades de formarmos o leitor. É na exploração da fantasia e da imaginação que instiga-se a criatividade e se fortalece a interação entre texto e leitor. Quem de nós não lembra com saudades das histórias lidas e ouvidas quando crianças? Daquela historinha contada por nossos pais ao pé da cama antes de dormir? Ou daquela contada e interpretada pela professora nas primeiras séries do ensino fundamental?

Na interação da criança com a obra literária está a riqueza dos aspectos formativos nela apresentados de maneira fantástica, lúdica e simbólica. A intensificação dessa interação, através de procedimentos pedagógicos adequados, leva a criança a uma maior compreensão do texto e a uma compreensão mais abrangente do contexto. Uma obra literária é aquela que mostra a realidade de forma nova e criativa, deixando espaços para que o leitor descubra o que está nas entrelinhas do texto.

A literatura infantil, portanto, não pode ser utilizada apenas como um “pretexto” para o ensino da leitura e para o incentivo à formação do hábito de ler. Para que a obra literária seja utilizada como um objeto mediador de conhecimento, ela necessita estabelecer relações entre teoria e prática, possibilitando ao professor atingir determinadas finalidades educativas. Para tanto, uma metodologia baseada em um ensino por projetos é uma das possibilidades que tem evidenciado bons resultados no ensino de língua materna.

Um pouco de história

A literatura infantil divide-se em dois momentos: a escrita e a lendária. A lendária nasceu da necessidade que tinham as mães de se comunicar com seus filhos, de contar coisas que os rodeavam, sendo estas apenas contadas, não sendo registradas por escrito. Os primeiros livros infantis surgiram no século XVII, quando da escrita das histórias contadas oralmente. Foram obras de fundo satírico, concebidas por intelectuais que lutavam contra a opressão para estigmatizar e condenar usos, costumes e personagens que oprimiam o povo. Os autores, para não serem atingidos pela força do despotismo, foram obrigados a esconder suas intenções sob um manto fantasioso (Cademartori, 1994).

O início da literatura infantil pode ser marcado com Perrault, entre os anos de 1628 e 1703, com os livros “Mãe Gansa”, “O Barba Azul”, “Cinderela”, “A Gata Borralheira”, “O Gato de Botas” e outros. Depois disso, apareceram os seguintes escritores: Andersen, Collodi, Irmãos Grimm, Lewis Carrol, Bush. No Brasil, a literatura infantil pode ser marcada com o livro de Andersen “O Patinho Feio”, no século XX. Após surgiu Monteiro Lobato, com seu primeiro livro “Narizinho Arrebitado” e, mais adiante, muitos outros que até hoje cativam milhares de crianças, despertando o gosto e o prazer de ler (Cademartori, 1994).

Um mundo de imaginação

A criança que desde muito cedo entra em contato com a obra literária escrita para ela terá uma compreensão maior de si e do outro. Terá a oportunidade de desenvolver seu potencial criativo e ampliar os horizontes da cultura e do conhecimento, percebendo o mundo e a realidade que a cerca.

Poucas crianças têm o hábito de ler em nosso país. A maioria tem o primeiro contato com a literatura apenas quando chega à escola. E a partir daí, vira obrigação, pois infelizmente muitos de nossos professores não gostam de trabalhar com a literatura infantil e talvez desconheçam técnicas que ajudem a “dar vida às histórias” e que, conseqüentemente, produzam conhecimentos. Muitos não levam em conta o gosto e a faixa etária em que a criança se encontra, sendo que muitas vezes o livro indicado ou lido pelo professor está além das possibilidades de compreensão dela em termos de linguagem.

Uma história traz consigo inúmeras possibilidades de aprendizagem. Entre elas estão os valores apontados no texto, os quais poderão ser objeto de diálogo com as crianças, possibilitando a troca de opiniões e o desenvolvimento de sua capacidade de expressão. O estabelecimento de relações entre os comportamentos dos personagens da história e os comportamentos das próprias crianças em nossa sociedade possibilita ao professor desenvolver os múltiplos aspectos educativos da literatura infantil.

Experiências felizes com a literatura infantil em sala de aula são aquelas em que a criança interage com os diversos textos trabalhados de tal forma que possibilite o entendimento do mundo em que vivem e que construam, aos poucos, seu próprio conhecimento. Para alcançarmos um ensino de qualidade, se faz necessário que o professor descubra critérios e que saiba selecionar as obras literárias a serem trabalhadas com as crianças. Ele precisa desenvolver recursos pedagógicos capazes de intensificar a relação da criança com o livro e com seus próprios colegas.

Ao trazer a literatura infantil para a sala de aula, o professor estabelece uma relação dialógica com o aluno, o livro, sua cultura e a própria realidade. Além de contar ou ler a história, ele cria condições em que a criança trabalhe com a história a partir de seu ponto de vista, trocando opiniões sobre ela, assumindo posições frente aos fatos narrados, defendendo atitudes e personagens, criando novas situações através das quais as próprias crianças vão construindo uma nova história. Uma história que retratará alguma vivência da criança, ou seja, sua própria história.

Portanto, a conquista do pequeno leitor se dá através da relação prazerosa com o livro infantil, onde sonho, fantasia e imaginação se misturam numa realidade única, e o levam a vivenciar as emoções em parceria com os personagens da história, introduzindo assim situações da realidade.

*  Mestre em educação pela Universidade Federal de Santa Maria

**  O artigo foi editado

*** A segunda parte do artigo vai abordar a Pedagogia de Projetos aplicada à literatura

Clube Leitura com a Turma da Mônica

Assinantes deste clube, que pertence à rede de livrarias Leitura, em Belo Horizonte, poderão optar pelo recebimento de edições especiais, como adaptações de clássicos da literatura mundial e do folclore brasileiro, protagonizadas pelos personagens mais conhecidos do Brasil.

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Uma parceria inédita está movimentando o mercado editorial. Por meio de um acordo com a Maurício de Sousa Produções e a Editora Girassol, o Clube Leitura entregará edições premium de literatura com personagens da Turma da Mônica e também fará o pré-lançamento exclusivo de algumas novas edições previstas para 2018.

Os volumes, em capa dura, trazem histórias como clássicos da literatura mundial e do folclore brasileiro, protagonizados pela turminha mais querida do Brasil. Os títulos surpresa chegarão para os assinantes junto com brindes especiais e, no caso dos pré-lançamentos, antes mesmo das lojas, marcando um momento importante para o Clube Leitura.

banner 1 “A diversidade de títulos e gêneros literários é uma marca do Clube Leitura. Ao desenvolvê-lo, apostamos em um modelo amplo, que contemplasse diferentes faixas etárias, fazendo com que a leitura se torne um hábito compartilhado entre toda a família. Nesse sentido, nada mais representativo do que escolher a Turma da Mônica para a nossa primeira categoria. Os personagens criados por Maurício de Sousa encantam gerações há quase 60 anos e queremos, com esta iniciativa, que conquiste um número ainda maior de leitores”, afirma o gerente do Clube Leitura, Igor Mendes.

Karine Pansa, diretora da Editora Girassol, destaca a importância da parceria. “A Girassol tem a missão de levar a crianças e jovens leitores, livros que incentivem o interesse pela leitura e proporcionem momentos de aprendizado. Junto com o Clube Leitura estaremos ampliando esse momento e essa experiência.”

O Clube Leitura, lançado este ano pela rede de livrarias Leitura, conta também com outras opções de assinatura para o público infantojuvenil. No plano Clube Leitura Kids & Teens, as indicações são feitas pelas consultoras literárias Ana Maria Machado e Paula Pimenta. As sugestões das escritoras também integram o Clube Leitura Família, que conta, ainda, com indicações de Leila Ferreira e Menalton Braff para o público adulto. Os planos anuais contam com o primeiro mês grátis (apenas nos cartões de crédito e débito) e o frete é fixo em 10 reais para qualquer lugar do Brasil.

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O Clube Leitura

A Leitura, uma das principais redes de livraria brasileiras, com 70 lojas espalhadas em todo o país, lançou, há seis meses, o Clube Leitura – o primeiro clube de assinaturas criado por uma empresa do varejo em território nacional. O projeto, que marca o retorno do grupo ao universo digital, alia a tradição da marca mineira à inovação, ao oferecer opções de livros para todas as faixas etárias, estimulando, assim, o hábito da leitura em toda a família.

O Clube Leitura oferece as seguintes modalidades de assinatura: Clube Leitura Adulto, com obras indicadas pelos consultores Leila Ferreira e Menalton Braff; Clube Leitura Kids & Teens, com indicações de livros infantojuvenis de Ana Maria Machado e Paula Pimenta; Clube Leitura Família, que reúne as indicações dos quatro consultores, a partir de uma única assinatura – modelo pioneiro em todo o Brasil; e o Clube Leitura Turma da Mônica.

untitled 2O público pode escolher entre sete possibilidades de combinação, entre um ou mais livros ou diferentes faixas etárias. As assinaturas custam a partir de R$ 34,90 (mais frete) no Clube Leitura Kids & Teens (no caso de um livro mensal) e podem chegar a R$ 99,90 (mais frete), no caso da modalidade Clube Leitura Família, na opção completa, que compreende dois livros adultos e um livro infantil. Um mimo especial é enviado mensalmente, independentemente da modalidade escolhida.

Quem já é assinante, poderá ampliar o plano com a nova categoria Clube Leitura Turma da Mônica por um preço diferenciado: R$ 39,90/mês. Para novos assinantes, a assinatura custará 44,90/mês. As assinaturas podem ser feitas pelo site www.clubeleitura.com.br e em todas as lojas físicas da rede, em todo o Brasil, sendo que, na Livraria Leitura do Shopping Cidade, em Belo Horizonte, o primeiro kit está disponível para retirada imediata.

“O que é um homem?”

Aristóteles ao alcance das crianças. Sucesso na França, o livro infantojuvenil “O que é um homem?” integra a coleção “Chouette! Penser”, que estimula primeiros contatos com a filosofia.

 

imagemDepois de inúmeras tentativas de escrever um texto sobre a diferença entre os homens e os animais, um filósofo desabafa em voz alta: “Adoraria saber o que um cachorro, um gato ou um elefante diriam se tivessem de explicar por que os homens são superiores”. Eis que então surge na porta de sua casa um cão que fala e começa assim um divertido diálogo sobre filosofia no livro “O que é um homem?”, lançamento da Editora Galera Junior.

O filósofo está certo de que o homem é superior por ser o único capaz de falar e raciocinar. O cachorro, que se chama Léo, não se dá por vencido e rebate vários argumentos. Eles falam sobre a vida em sociedade, divisão do trabalho, aspectos da cultura e da natureza e sobre liberdade. Os capítulos também são preenchidos por  ilustrações, balões informativos e  frases de importantes pensadores como Aristóteles, Descartes, Epicuro e Hegel.

Aos poucos, durante a conversa entre os dois, Léo vai nos mostrar que a filosofia não é privilégio dos especialistas e sequer dos adultos. O livro faz parte da Coleção Chouette! Penser, da Editora francesa Gallimard. A coleção, idealizada pela filósofa Myriam Revault d’Allonnes, reúne pensadores, filósofos, escritores em torno de um projeto de fazer filosofia com crianças.

Cécile Robelin é autora de diversos artigos sobre história da literatura e didática; Jean Robelin publicou vários livros de filosofia política e social; o ilustrador Lionel Koechlin publicou cerca de quarenta obras ilustradas desde 1973.

No site da Saraiva, o livro é anunciado por R$ 29,90.

Ler é um processo muito difícil

Cenário da seca e luta do nordestino motivam projeto de leitura. Professora conta como desenvolveu projeto para incentivar o interesse dos alunos pela leitura e ainda debater questões locais do Ceará. Leia abaixo, o artigo dela.

 

Francisca Márcia dos Santos – Porvir *

 

Ler é um processo muito difícil. Encontramos em nossas escolas muitos estudantes resistentes que não acham graça na leitura. Oriundos de famílias não leitoras e fascinados pela internet, a maioria deles considera que a leitura é coisa de pessoas antigas, do século passado. Como educadora me vi diante desse desafio: ensinar a ler a quem já sabe ler.

Este foi o meu objetivo quando, diante de um grupo de alunos adolescentes que desconheciam a leitura como hábito ou até mesmo como uma forma de buscar novos conhecimentos, uma aluna me questionou por que há tantos preconceitos em relação ao nordestino em nosso país. Foi aí que tive a ideia de trabalhar com a turma a obra “O quinze”, da autora Rachel de Queiroz.

Em uma visita à sala de leitura da nossa escola, apresentei-lhes o livro, que de imediato chamou a atenção dos alunos. Resolvemos que toda semana tiraríamos um tempo de nossas aulas para conhecê-lo melhor. Assim teve início o círculo de leitura, que era baseado na necessidade de conhecer e valorizar os nossos antepassados, estudar a vida do cearense sofrido que não se deixou esmorecer pela seca, mas diante dela saiu à procura de sobrevivência para si e para sua família.

A obra “O quinze” veio para mim como um desafio. Além de incentivar o interesse pela leitura, eu queria mostrar para os alunos que era preciso conhecer a realidade histórica para entendermos o processo social, político e econômico que vivenciamos atualmente. Nossas aulas, a partir de então, tiveram como cenário a seca e a luta constante do nordestino.

As aulas se tornaram momentos de discussão e exposição de ideias sobre esse episódio que marcou nossa região. Para estabelecer uma relação com a obra, apresentei aos alunos um filme que leva o mesmo nome do livro. Quando indagados acerca do que viram e leram, eles apresentavam ideias mais elaboradas sobre os assuntos elencados. A imagem produz um efeito de sentido mais notável nos estudantes, sendo esta, aliada na hora de perceber se foi significativo nosso estudo sobre o tema proposto.

A partir desse estudo, desafiei os alunos a produzirem um álbum sobre a história, não só relatando o que liam ou assistiam, mas também deixando um comentário opinativo sobre o desenrolar dos fatos. Esta atividade foi uma produção coletiva que contou com a participação de quatro equipes, divididas nos seguintes tópicos: produção da biografia da autora, problemas sociais enfatizados na obra, contexto social em que se deram os acontecimentos e entrevistas com pessoas de nossa comunidade que tem algum grau de parentesco com os sobreviventes da seca de 1915.

É importante ressaltar que, em nossas observações para realizar esse trabalho, encontramos pessoas que nos relataram sobre outras secas e como suas famílias chegaram a nossa cidade fugindo delas. Outras também contaram como saíram daqui em busca de condições de vida no Amazonas, como bem retrata o personagem Chico Bento.

Alegro-me ao perceber que quando os estudantes estão engajados em desenvolver atividades como essas, que lhes oferecem oportunidades de buscar conhecimentos fora do ambiente escolar, eles se sentem mais ativos junto à comunidade. É notável a melhora na comunicação e na expressão de ideias. Eles puderam perceber que há uma certa ligação entre nós, cearenses globalizados, e aqueles flagelados pela seca tão bem retratado por Rachel de Queiroz. A diferença, às vezes camuflada, é que o preconceito só mudou de status.

Ver os alunos motivados em aprender mais sobre este momento histórico tão marcante me fez refletir sobre nossas escolhas como educadores. Muitas vezes, preocupados com o futuro e com os avanços tecnológicos, esquecemos de ensiná-los coisas simples de nossa gente.

 

*  O site Porvir é uma iniciativa de comunicação e mobilização social que mapeia, produz, difunde e compartilha referências sobre inovações educacionais para inspirar melhorias na qualidade da educação brasileira e incentivar a mídia e a sociedade a compreender e demandar inovações educacionais.

“Leia para uma criança”

Está na hora de você pedir os seus livros e ler novas histórias para as crianças.

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Este ano, a 7ª campanha do Itaú Social vai entregar gratuitamente para os brasileiros 1,8 milhão de coleções com duas edições exclusivas dos livros “Quero colo!” de Stela Barbieri e Fernando Vilela pela Edições SM e “Pedro vira porco-espinho” de Janaina Tokitaka pela Jujuba Editora. Os promotores providenciaram ainda edições acessíveis em braile e para outras deficiências.
Pela primeira vez, este ano, ambos os livros foram selecionados através de concurso. Quem desejar recebê-los deve ir até o site https://www.itau.com.br/crianca/pratique/ para preencher um rápido cadastro e aguardar alguns dias para receber a doação no endereço recomendado.
Sucesso absoluto desde 2010, a campanha “Leia para uma criança” vem despertando as famílias brasileiras para a importância da leitura. Nestes anos, o Itaú já distribuiu 51 mihões de livros.

 

Muita festa em Beagá para a meninada

Dia das Crianças tem programação de sexta até segunda-feira em shoppings, ruas, praças, museus e teatros. Boa parte dessa programação é gratuita.

 

Museu dos Brinquedos promove exposição, oficinas, brincadeiras e shows 

Foto: Divulgação

Fotos: Divulgação

O Dia das Crianças, esse ano celebrado numa sexta-feira, ganhou fôlego redobrado pela proximidade com o fim de semana e o Museu dos Brinquedos (Avenida Afonso Pena, 2564 – Funcionários) não ficou de fora das diversas comemorações que ocorrerão em Belo Horizonte nesse feriado. Nos dias 12, 13 e 15 de outubro, o espaço estará de portas abertas das 10h às 17h, com uma programação especialmente preparada para todas as crianças e seus familiares.

Dia 12 de outubro, sexta-feira, oficialmente o Dia das Crianças, o Museu vai receber o mestre das brincadeiras Rodrigo Libanio Christo e o músico Marcos Maia no show “Brinquedos e Barbantes Cantarolantes” (na foto abaixo). Reconhecido nacionalmente, Rodrigo é compositor e, há mais de 40 anos, canta e conta histórias com figuras de barbante, lenços e outros brinquedos cantarolantes. Em suas apresentações, o artista encanta o público com sua flauta e, ao formar uma grande roda, tudo se desenrola no estilo “uma brincadeira puxa outra”.

Foto: Bob Rudis

Foto: Bob Rudis

Já no sábado, 13 de outubro, o contador de histórias Paulo Fernandes vai comandar o espetáculo “Abrindo meu baú de histórias”. Paulo vai convidar o público a embarcar numa viagem ao mundo das histórias orais, passadas de geração para geração, que trabalham valores, exploram diversidade cultural e homenageiam a infância, a ludicidade e o brincar.

Na segunda-feira, 15 de outubro, quando a maioria das escolas vai estar em recesso pelo dia dos professores, a atração ficará por conta do grupo Cantarolê, em “Cantarolê brinca com você”. A dupla de artistas Isabel e José Alves propõe um momento de interação com o público por meio de canções autorais, cantigas de rodas de domínio popular e histórias com temas atuais do dia a dia. Uma mistura de fantasia e realidade, numa gostosa brincadeira de faz de conta para adultos e crianças se divertirem juntos.

Deixando a programação ainda mais especial, a oficina “Criança e a Cidade”, estimula as crianças a ‘construir’ uma cidade a partir da confecção de casas, prédios, espaços públicos e outras instalações, usando materiais simples, como papelão, caixas, tampinhas, plásticos e materiais reciclados.

Em todos os dias os visitantes também poderão conhecer a nova exposição “Tempo Será – histórias e memórias do brincar” e aproveitar toda a estrutura do espaço, incluindo o pátio de brinquedos e brincadeiras e a brinquedoteca. Mais informações: (31) 3261-3992.

 

Foto: Cris Noli

Foto: Cris Noli

Projeto “Se essa rua fosse minha…” leva diversão para praças públicas

Os moradores e visitantes de Belo Horizonte vão contar com uma programação divertida e gratuita para fazer a festa neste feriado do Dia das Crianças. O Museu dos Brinquedos também vai promover duas edições do projeto “Se essa rua fosse minha…”, que integram a programação do Circuito Instituto Unimed-BH. No dia 12 de outubro, sexta-feira, das 15h às 18h, as atividades serão realizadas na Praça Floriano Peixoto, no bairro Santa Efigênia. Já no dia 14, domingo, 9h às 12h, o projeto ocupa a Praça da Saúde, no bairro Grajaú.

Serão três horas de diversão para toda a família, incluindo oficinas de construções de brinquedos, canto do brinquedo com perna-de-pau, perna-de-lata, pula-corda, bambolê, corrida-de-saco, vai-e-vem, elástico, amarelinha e ainda brincadeiras coletivas, como dança da laranja, corrida do saco, corrida do ovo, futebol de pano (foto acima) e, para fechar a programação, uma atração especial para cada evento: na sexta, o espetáculo Cabaré Ambulante, com a Cia Picadeiro Ambulante. No domingo, o espetáculo Osquilibum, da Cia Matraca, encerra as atividades.

O objetivo do projeto “Se essa rua fosse minha…” é, além de levar a democratização do acesso à cultura, também incentivar a ocupação dos espaços públicos, promovendo a reflexão a respeito da cidade enquanto patrimônio da sociedade, da importância de preservação dos espaços urbanos e do incentivo à valorização da nossa cidade pelas crianças.

Projeto “Santa Leitura” estará nas praças com mais de mil livros infantis

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

No sábado, dia 13 de outubro, a partir de 10h, o projeto “Santa Leitura” estará na Praça Comendador Negrão de Lima, no bairro Floresta. Em comemoração à semana da criança o projeto contará com uma mágica biblioteca a céu aberto, somente com livros de literatura Infantil. Serão mais de mil títulos diferentes espalhados, à disposição do público.

Já no domingo, dia 14 de outubro, o projeto estará na Comunidade Sagrada Família (Estrada Velha de Nova Lima, 365), no bairro Novo Taquaril, a partir das 10h, com centenas de livros, lanches, histórias, poesias e muitas brincadeiras.

Quem deseja doar livros de literatura infantil, pode entrar em contato através do email projetoleituranapraca@gmail.com.

Galinha Pintadinha invade o Shopping Cidade com uma programação especial 

DIAS DAS CRIANÇAS 2018

A criançada que é fã da Galinha Pintadinha tem motivos de sobra para visitar o Shopping Cidade em outubro: a personagem, que é sucesso desde 2006 entre o público infantil, estará no mall até  21/10 para celebrar o Mês das Crianças com várias atividades recreativas.

Uma das atrações, realizadas em parceria exclusiva com a Ludi, é a Caça aos Ovos com a Galinha Pintadinha, que mescla a inovação dos aplicativos com a nostalgia dos álbuns de figurinha, tornando a brincadeira divertida para toda família.  A partir da tecnologia de realidade aumentada, pais e filhos poderão procurar ovinhos com figurinhas dos personagens Galinha Pintadinha, Borboletinha, Pintinho Amarelo, Baratinha e Galo Carijó, que estarão espalhados nas lojas e corredores do Shopping Cidade.

Podem participar da aventura crianças de 0 a 12 anos acompanhadas por um responsável maior de 18 anos. As primeiras 170 crianças que completarem os cinco álbuns serão premiadas com um vale-compras de R$ 50 da loja de brinquedos Estripulia, além de um vale-esfirra do Habibs. O brinde do restaurante, além de contemplar os 170 primeiros participantes que capturarem todos os personagens, também estará disponível para mais 2080 crianças que completarem o álbum.

Além da diversão na busca aos ovos da Galinha Pintadinha, as crianças poderão ainda conhecer a Galinha Pintadinha e o Pintinho Amarelinho. Os personagens estarão no Shopping Cidade nos finais de semana durante a campanha das crianças (dias  12, 13, 14, 19, 20 e 21 de outubro) para tirar fotografias com o público. As fotos serão registradas no celular ou câmera do cliente por um promotor do Shopping Cidade, gratuitamente. Para participar, basta retirar a senha 30 minutos antes das sessões, que acontecem a cada meia hora, no Piso GG, das 10h30 às 16h30.

Peças teatrais de clássicos da literatura infantil no Pátio Savassi

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Da Semana da Criança até o dia 21/10, o teatro do shopping (Piso L3: Avenida do Contorno, 6061, São Pedro) vai receber uma programação extensa de atrações, com os clássicos literários: “Alice no País das Maravilhas”, “João e Maria”, “Chapeuzinho Vermelho” e “A História dos Príncipes e Princesas” são as opções para as famílias se divertirem juntas. Todas as peças têm classificação livre.

12/10 – às 16h e 18h30 – A história dos príncipes e das princesas

Vendas: www.sympla.com.br

13 e 14/10 – 16h e 18h  – João e Maria

Vendas: www.centraldoseventos.com.br

20 e 21/10 – 16h e 17h30 – Chapeuzinho Vermelho

Vendas: www.vaaoteatro.com.br

“Contos partidos de amor”, musical inspirado na obra de Machado de Assis

Foto: Rai Júnior

Foto: Rai Júnior

 Para alegrar a semana do Dia das Crianças, o Centro Cultural Banco do Brasil (Belo Horizonte) preparou uma programação especial com uma série de atividades gratuitas para pais e filhos. Serão oferecidos algodão doce, pipoca, oficinas para as crianças e painel para desenho. Na sexta-feira, dia 12 de outubro, haverá ainda duas sessões gratuitas, às 16 e 19 horas, do espetáculo “Contos Partidos de Amor”, musical infantojuvenil inspirado na obra de Machado de Assis. Os ingressos (sujeito a lotação do teatro) deverão ser retirados presencialmente na bilheteria do CCBB, uma hora antes da peça.

Com direção de Duda Maia, dramaturgia de Eduardo Rios e trilha sonora original de Ricco Viana, o musical aborda os temas de amor e ciúme de forma poética e bem-humorada, com uma linguagem cheia de metáforas e ricas construções machadianas. O intuito é criar um jogo de cena que se aproxime de afetos presentes tanto no dia a dia das crianças como no dos adultos.

“Contos partidos de amor” fica em cartaz até 29 de outubro com sessões às segundas e sextas-feiras, às 19 horas e aos sábados e domingos, às 16 e 19 horas. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e estão à venda no site: www.eventim.com.br. Mais informações: www.bb.com.br/cultura.

Shopping DiamondMall realiza shows oficinas gratuitas de musicalização

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O Diamond (Av. Olegário Maciel, 1600, Lourdes) promove oficinas gratuitas de criação e customização de instrumentos feitos com sucatas e objetos do cotidiano, como colheres e copos. Promove também shows interativos com Diego – Musico Pai (@musicopai), profissional especializado em musicalização infantil.

Período: até 14 de outubro

Horário: 14h às 19h (1 hora de duração)

Público: Oficina de instrumentos – 3 a 12 anos | Oficina de musicalização – livre

Local: Piso L3 DiamondMall

Inscrições: Concierge (Piso L3) e/ou pelo telefone (31) 3330-8633

Programação

12/10 (Sexta-feira)

14h às 18h30 – Oficina de Tamborzinho | 19h às 20h – Oficina de Musicalização

13/10 (Sábado)

14h às 19h – Oficina de Pau de Chuva

14/10 (Domingo)

14h às 18h30 – Oficina de Chocalho | 19h às 20h – Oficina de Musicalização

 

 

“Circo Turma da Mônica”

Superprodução circense de Mauricio de Sousa, O Primeiro Circo do Novo Mundo, vai estreiar no Sesi, em Belo Horizonte, nesta Semana da Criança, e terá a presença do Trapalhão Dedé Santana.

O Trapalhão Dedé Santana é o mestre de cerimônias do circo - Fotos: Caio Gallucci

O Trapalhão Dedé Santana é o mestre de cerimônias do circo –  Fotos: Caio Gallucci

Maior espetáculo já produzido nos estúdios da Mauricio de Sousa Produções, “Circo da Turma da Mônica – O Primeiro Circo do Novo Mundo” estreia na capital mineira: dias 12, 13 e 14 de outubro, no Sesi.  As vendas já estão abertas por meio dos sites www.circoturmadamonica.com.br e Uhuu e na bilheteria do teatro.

Sucesso de público e crítica após curtíssima temporada no Teatro Opus, em São Paulo, o espetáculo tem supervisão geral de Mauricio de Sousa e participação mais que especial do eterno trapalhão Dedé Santana, como mestre de cerimônia, além de Rodrigo Robleño, reconhecido internacionalmente por seu trabalho no espetáculo Varekai do Circo Du Soleil.

O “Circo da Turma da Mônica – O Primeiro Circo do Novo Mundo” encantou e surpreendeu o público em São Paulo pela sua grandiosidade e interação com a plateia, que contou com a presença de celebridades como Ana Hickmann, Thais Ferzosa, Thais Pacholek, Giovanna Grigio, Mariana Godoy, Danny Pink, Marília Gabriela, Otavio Mesquita e o jornalista Thiago Scheuer.

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Quem está à frente como produtor e diretor geral é Mauro Sousa, que lidera a Mauricio de Sousa Ao Vivo, responsável por transformar as histórias em quadrinhos em experiências lúdicas, educativas e culturais.

“É uma honra e uma grande responsabilidade trocar experiências e dirigir pessoas como Dedé Santana e Rodrigo Robleño, além de um brilhante time de elenco e bailarinos. Recebemos na primeira temporada em São Paulo mais de 12 mil pessoas e isso significa que o espetáculo está cumprindo o seu papel de entreter e emocionar, que são características intrínsecas da Turma da Mônica”, afirma Mauro Sousa.

“Temos muito orgulho em apoiar essa produção genuinamente brasileira, que circulará por tantas cidades do país. O musical é um programa voltado a toda família, uma excelente oportunidade para os pais levarem os filhos para conhecer o resultado dessa parceria tão especial entre Mauricio de Sousa e Dedé Santana, que transcende gerações”, diz Ângela Beatriz de Assis, Diretora Comercial e de Marketing da Brasilprev, empresa patrocinadora do espetáculo.

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O “Circo Turma da Mônica – O Primeiro Circo do Novo Mundo” é apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Brasilprev e tem como realização a Mauricio de Sousa AO VIVO e a Opus Promoções. Com duração de 1h20 e 15 minutos intervalo, a classificação é livre, recomendada para maiores de 3 anos.

Data e horários

12/10 – 18 horas

13/10 – 16 horas

14/10 – 11 horas

14/10 – 16 horas

A turminha com Mauricio de Sousa, Dedé Santana, Rodrigo Robleño e músicos do espetáculo - Foto: João Caldas Filho

A turminha com Mauricio de Sousa, Dedé Santana, Rodrigo Robleño e músicos do espetáculo – Foto: João Caldas Filho

Local: SESI BH

Endereço: Rua Álvares Maciel, 59 – Santa Efigênia – BH / MG

Site do teatro: https://www7.fiemg.com.br/sesi/centro-de-cultura/belo-horizonte

Realização: Mauricio de Sousa

Ingressos

Setor Valor  Meia-Entrada
1 Plateia Alta R$ 100,00  R$ 50,00
2 Plateia Alta Lateral R$ 75,00  R$ 37,50
Plateia Baixa R$ 120,00  R$ 60,00
Plateia Premium R$ 140,00  R$ 70,00