“O jovem lenhador e o violão”

Com a narrativa acolhedora, livro sensibiliza o leitor infantil sobre a preservação da natureza por meio da personificação de árvores e plantas

 

Assim como nos contos de fadas, o lançamento infantil da B3S Editora, “O jovem lenhador e o violão”, começa com o clássico Era uma vez…

A diferença é que a protagonista não é uma princesa e sim uma árvore.  A escritora Jania Souza empresta sentimentos humanos para o mundo vegetal com o objetivo de sensibilizar os pequenos leitores sobre a necessidade de preservar a natureza.

A árvore criada por ela era conhecida por ser a herdeira das nobres qualidades e características imunes aos ataques de cupins e brocas. Tudo muda quando a floresta é atacada por lenhadores, já que por sua mobilidade nada poderia fazer para evitar o seu fim.

“E as árvores, bem, essas não puderam fazer nada, pois não se moviam, nem falavam. Ficaram mais estáticas do que já eram ao compreender, constrangidas e apavoradas, que os homens eram… lenhadores. Exterminadores de árvores! Entenderam que a sorte, a felicidade e a paz reinante haviam acabado.” (Trecho do livro)

O inevitável aconteceu: a árvore especial foi cortada. Contudo, antes de virar lenha, um jovem músico e lenhador sai em defesa e consegue salvar a melhor parte da planta, o coração. É desta forma que a essência da árvore ressurge como um violão, agora, não mais muda e inerte; mas, sim, cheia de voz e sensibilidade.

Sinopse

Em uma floresta feliz vivia uma árvore de madeira de lei. Certo dia, para espanto dos habitantes, a floresta foi invadida por homens, eram lenhadores. Foi um corre-corre, porém, a árvore teve que permanecer em sua imobilidade e observar constrangida e chocada a destruição da natureza, sua casa. Ela passa a ser cortada, contudo, antes de seu extermínio através do sepultamento como lenha, um jovem lenhador sai em sua defesa e consegue salvar sua melhor parte, o coração.

Esse lenhador também é músico e construtor de violões e faz ressurgir, no que sobrou da árvore, a sua essência (alma) no corpo de um sonoro violão. Então a árvore sem ressentimentos pode se confraternizar com a humanidade. Esse conto aborda de forma lúdica a necessidade da preservação da natureza para o futuro do planeta e do homem e da utilização racional dos recursos naturais sensibilizando o leitor a partir da infância.

A autora Jania Souza nasceu em Natal, no Rio Grande do Norte. É escritora, poeta, artista plástica e articuladora cultural, além de Bacharel em Ciências Econômicas e Contábeis pela UFRN. Além de “O jovem lenhador e o violão”, é autora de outras 18 obras. “Entre Quatro Paredes”, uma das produções foi destaque no Prêmio World Art Friends 2010, concedido pela Corpos Editora de Portugal.

O livro “O jovem lenhador e o violão” foi ilustrado por Socorro Evangelista, tem 56 páginas, custa R$ 30,00 e pode ser comprado no link  https://www.editorab3s.com/loja-virtual

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